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sábado, 8 de fevereiro de 2014

AFIRMAÇÃO BOMBÁSTICA!!! "ALÁ DEU ISRAEL AOS JUDEUS."

Alá prometeu Israel aos judeus 
assim afirma o sheikh Ahmad Adwan,
um professor muçulmano que vive 
na Jordânia, que declarou recentemente 
na sua página no facebook que 
"Palestina" não existe.
O blogueiro "Elder of Ziyon"traduziu fontes noticiosas árabes que comentaram as afirmações de Adwan no Sábado passado, segundo as quais ele cita o Corão - livro sagrado dos muçulmanos - e onde alegadamente diz que Alá designou Israel aos judeus até ao dia do juízo final (Sura 5, verso 21), e que os judeus são os herdeiros de Israel (Sura 26, verso 59).
"Digo àqueles que distorcem...o Corão; de onde é que vocês foram buscar o nome Palestina, seus mentirosos, seus amaldiçoados, quando Alá já lhe deu o nome de "Terra Santa" e deu-a em testamento aos Filhos de Israel até ao dia do Juízo Final?" - protestou Adwan - "Não existe nada de "Palestina" no Corão."
"A vossa reivindicação da Terra de Israel é uma falsidade e constitui um ataque ao Corão, aos judeus e à sua terra. Por isso não ireis ser bem sucedidos, e Alá não vos irá atender, antes vos humilhará, porque Alá é aquele que os protege" - avisou Adwan.
O sheik teve ainda outras palavras duras contra os "palestinos", apelidando-os de "assassinos de crianças, idosos e mulheres" ao utilizá-los como escudos humanos de forma a acusar falsamente os judeus de os atacarem. O sheik relatou ter visto a mesma táctica utilizada por "palestinos" contra o exército jordaniano nos anos 70.
"Este é o hábito e prática deles, uma crueldade, tendo corações de pedra para com os seus filhos, e mentindo à opinião pública para obter o seu apoio" - declarou Adwan.
Adwan tinha afirmado já anteriormente que o seu apoio ao povo judeu "vem do meu reconhecimento da sua soberania sobre a sua terra e da minha crença no Corão que nos diz e enfatiza em várias partes, como nesta sua (Alá) declaração: "Ó povo (i.e. os filhos de Israel), entrai na Terra Santa que Alá vos tem destinado." (Sura 5, verso 21).
Segundo Adwan, os judeus são um povo pacífico: "Se eles forem atacados, defendem-se, causando o menos possível de estragos aos atacantes. É para eles uma honra Alá tê-los escolhido sobre os mundos - significando sobre os povos e sobre os Jinns (criaturas espirituais) até ao Dia do Julgamento...Quando Alá os escolheu, fê-lo pela sua amabilidade, e não foi injusto para com outros povos; é só que eles (os judeus) mereceram isso."
Shalom, Israel!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

"Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração" - a corrida desenfreada para o cumprimento de Zacarias 12 e 14

"Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração"

Netanyahu afirmou enfaticamente no Domingo passado que nunca dividirá Jerusalém.
No seu discurso durante as celebrações do "Dia de Jerusalém" no "Ammunition Hill", local de uma importante batalha pela conquista de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967, o primeiro-ministro israelita negou assim qualquer negociação com os palestinos sobre a partilha da Cidade Santa de Jerusalém, capital do antigo e do moderno estado de Israel. Contrariamente ao "discurso" palestino, Netanyahu afirmou peremptoriamente que dividir Jerusalém só levaria a mais conflitos.
"Existem aqueles que acreditam que se simplesmente dividissemos Jerusalém, e isso significa entregar o Monte do Templo, teríamos a paz. O mínimo que posso dizer é que duvido. Se fossemos depositar aquela praça do Monte do Templo em outras forças, iríamos rapidamente acabar numa guerra sectária religiosa."
JERUSALÉM: a Cidade mais disputada do mundo
Para a maior parte dos israelitas, dividir Jerusalém é uma linha vermelha que não estão preparados para atravessar depois de milénios de esperança de um povo poder novamente habitar e controlar a Cidade Santa.
"Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração. E o nosso coração nunca mais será dividido" - prometeu Netanyahu, prosseguindo: "Uma nação disposta a sacrificar o seu coração convencerá os seus inimigos que está disposta a ceder em tudo."
A Autoridade Palestina insiste que só fará a paz com Israel quando receber a metade oriental de Jerusalém, incluindo o Monte do Templo, como sua capital.
Para quem leva a sério o estudo das profecias bíblicas, este é um claro indicador que se aproxima rapidamente a "grande batalha por Jerusalém" tão vividamente descrita há 2.500 anos pelo profeta Zacarias (capítulos 12 - 14).
O MONTE DO TEMPLO
Israel nunca cederá o seu "coração" aos intentos dos seus inimigos, e será essa disposição "intransigente" que deflagará o ódio de muitas nações (literalmente "todas as nações") contra Jerusalém, tentando arrancar o "coração" de um povo que tanto sangue derramou e tantas lágrimas verteu por amor da sua Santa Cidade, a tão preciosa dádiva física de Deus ao Seu povo.
Mal saberão os povos conquistadores que esse seu desejo perverso atrairá a ira do Todo Poderoso Deus, fazendo com que Ele mesmo venha lutar fisicamente em defesa do Seu povo - "E o Senhor sairá e pelejará contra estas nações..."
O fim dessas nações será horrendo: "E esta será a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca. (guerra biológica?) Naquele dia, também acontecerá que haverá uma grande perturbação do Senhor entre eles; porque pegará cada um na mão do seu companheiro, e alçar-se-á a mão de cada um contra a mão do seu companheiro."
Ah, quem dera que todos ouvissem estes avisos do Senhor Deus de Israel...!
"Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo." (Apocalipse 1:3)
Shalom!

sábado, 6 de agosto de 2011

Quem toca Israel, fere a D-us...


Apesar de ter conseguido passar o projeto para aumentar o teto da colossal dívida pública norte-americana, o governo de Hussein Obama não pode lançar foguetes ao ar, uma vez que o endividamento da nação mais poderosa do mundo é praticamente incurável, e a economia norte-americana caminha por caminhos bastante sinuosos e arriscados.
Não nos compete julgar, pois vivemos num país já considerado "lixo" pelas famigeradas agências americanas de rating. Estamos contudo certos que as posições de falsa amizade de Obama e Hillary Clinton em relação a Israel, querendo "forçar" Israel a dividir a Terra com os palestinianos, num pretenso "acordo de paz" pagam-se caras, e, como sempre aconteceu na História, é o povo quem mais sofre e paga pelas decisões erradas dos seus governantes.
O governo americano tem andado a provocar Deus, e isso custa caro.
Mas o pior poderá estar por vir, não só para a América mas para uma boa parte do mundo, especialmente a Europa. Quando em Setembro próximo a proposta for votada na ONU a favor ou não do reconhecimento de um estado palestiniano, o mundo irá dividir-se em 2 partes. Acreditamos que depois de Setembro deste ano de 2011 o mundo não será mais o mesmo. Por coincidência, exactamente 10 anos depois do massacre do "11 de Setembro" perpretado pelos radicais islâmicos, o mundo prepara-se para ceder aos grupos terroristas que ambicionam acabar com Israel e com o povo judeu.
Mas parece que poucos estão atentos, e menos ainda os que dão atenção a estes sinais claros de que o fim está próximo.
A maior potência do mundo e tradicionalmente a mais favorável a Israel está prestes a ter de tomar a decisão que poderá afundar ainda mais a nação, levando-a ao abismo, ou então escolher pela justiça e verdade, e proteger a nação que Deus estabeleceu para Sua glória e como sinal da veracidade e fidelidade das Suas promessas.
As nuvens que se aproximam em Setembro são bastante escuras e preocupantes. Logo uma semana após a assembleia geral da ONU, realizar-se-á a diabólica conferência "Durban III", cujo objectivo é acusar os sionistas de serem racistas.
A primeira conferência de Durban teve lugar em 2001. É importante não esquecermos que durante a conferência os palestinianos andaram a distribuir exemplares do livro diabólico e anti-semita "Os Protocolos dos Sábios de Sião" a todos os delegados da conferência. Essa foi a conferência patrocinada pela ONU mais anti-semita alguma vez realizada contra Israel.
E...veja-se: a conferência terminou exactamente no dia 8 de Setembro de 2001...e 3 dias depois o coração da América era atacado pelo Islamismo radical! Coincidência? Claro que não! Para quem entende de questões espirituais, e entende que se trata de uma terrível guerra espiritual, isto tem a ver com o preço a pagar pelas más decisões feitas pelos governantes. Quase sempre contra Israel...
A Palavra de Deus é bem clara: Deus promete amaldiçoar a nação que se volte contra Israel. Já no passado o presidente Bill Clinton caiu em desgraça pessoal logo que tentou obrigar os israelitas a dividir a Terra e entregar o Monte do Templo à soberania islâmica radical. Hussein Obama tenta agora retomar o filme, e isto se teimar em reconhecer formalmente um estado palestiniano na ONU, em Setembro próximo, a poucos dias do 10º aniversário da tragédia do "11 de Setembro". Será que ele não aprendeu nada com a História?
E é porque amamos a América e o seu povo que devemos orar para que a tragédia não caia sobre aquela nação a quem a Europa tanto deve. Oremos para que Obama tenha bom senso e o temor de Deus para não permitir que o seu país aprove a idéia de um estado palestiniano.
Esta agonia económica que a América tem estado a atravessar não é mera coincidência. Por isso mesmo, esta grande nação necessita urgentemente da intervenção divina, e isso certamente em resposta ao seu posicionamento favorável em relação a Israel e ao povo judeu. Génesis 12:3. 
Shalom, América! Shalom, Israel!

fonte: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Filho de Hassan Yousef, um dos sete fundadores do Hamas, alcançado por Jesus/yeshua! (Repostado)

Mosab Hassan Yousef, 32 anos
Diz: O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor.
*Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói*

Em 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.

ENTREVISTA:

Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo? Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em amar os seus inimigos, o que fez todo sentido para mim.

Quem eram os torturadores? Como eles procediam? Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.

O Hamas continua usando as mesmas práticas? Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.

Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar? Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.

O governo israelense deveria soltar prisioneiros palestinos em troca da liberdade do soldado Gilad Shalit, capturado pelo Hamas em 2006? Entendo que todos esses presos necessitem de liberdade. Eu fui um deles e sei o quanto sofrem. Mas é preciso preparar o ambiente para que eles sejam soltos. Sem isso, eles poderiam ser mortos nas ruas por facções rivais ou tornarem-se terroristas novamente. Alguns detentos não são perigosos e poderiam se tornar até defensores da paz. Outros são extremamente cruéis. Foram responsáveis pela morte de dezenas de israelenses e consideram-se heróis. Se voltassem a praticar o que faziam, eles comprometeriam as negociações de paz e o sonho de um estado palestino. Olhando o cenário hoje, vejo que não chegou o momento de abrir as celas. Talvez tenham de ficar a vida toda na prisão. Não me sinto culpado por esse sentimento. Sinto pelas suas famílias, que são vítimas da situação, mas não há opção.

Israel viola os direitos humanos ao manter pessoas que não são comprovadamente terroristas nas prisões? Diga para mim qual é o governo que não viola os direitos humanos. Não há estado perfeito. Todo governo comete erros. Israel é um deles. A questão é que muitos israelenses foram mortos em sinagogas, em ônibus e em supermercados e seus dirigentes tiveram de tomar medidas para defender seus cidadãos. O mais importante é abster-se de usar métodos violentos, pois isso só gera mais violência. Quando trabalhei com o Shin Bet, não assassinei ninguém e não participei de nenhuma operação contra a vida de um ser humano. Hoje, mesmo longe, dou a mesma recomendação para eles.

Quantas vidas você calcula que salvou ao ajudar o Shin Bet? Como você fazia isso? Não importa se eu salvei uma ou mil pessoas. Eu não tenho esperança de receber retribuições de ninguém. Uma vez, em 2002, eu estava em casa, em Ramallah, quando dois homens assustados bateram na minha porta e falaram: Temos um carro lá fora cheio de explosivos. Precisamos de um lugar seguro para ficar. Eles procuravam o meu pai e havia outros três no carro, estacionado ali perto. Dei um dinheiro a eles encontrarem um hotel e pedi que retornassem à noite. Rapidamente, telefonei para o Shin Bet e pedi que levassem o automóvel embora. Foi um alívio enorme. Meia hora depois, o primeiro-ministro Ariel Sharon já tinha ordenado o assassinato daqueles cinco homens. Eu, então, fui contra. Não queria me envolver com coisas assim, mesmo sendo eles terroristas. E os israelenses aceitaram minha objeção. O exército então entrou no quarto dos terroristas durante a noite e os prendeu de surpresa, pois ainda possuíam os cintos com explosivos.

Mas você deu informações que levaram à tentativa de assassinato de Muhaned Abu Halawa, de 23 anos, ligado ao Fatah. Após um telefonema seu, um tanque israelense disparou um míssil contra o carro dele. Halawa escapou, mas foi morto meses depois. Você se arrepende disso? Halawa fornecia armas poderosas para os terroristas. Eu apenas ajudei a localizá-lo. Mas a tentativa falhou, e fiquei contente quando isso aconteceu. Na realidade, eu não estava muito certo sobre o que deveria fazer naquela ocasião. Ao final, Halawa foi morto em outra operação, da qual não tomei parte. Então, posso dizer que, durante toda minha colaboração com o Shin Bet, sempre me preocupei em apenas participar de operações que não atentassem contra a vida humana. Não sou responsável pela morte de nenhum palestino ou israelense.

Quando foi a última vez que você falou com seu pai? O que ele disse para você? Conversei com ele por telefone alguns dias antes do lançamento do meu livro. Ele foi muito compreensivo no início. Porém, após a pressão da sociedade e de outros religiosos, ele não teve outra opção a não ser me recusar. Desde então, não fala comigo.

Seu pai convocou manifestações de palestinos, as quais resultaram em mortes de israelenses e árabes. Ele é um terrorista? Meu pai não é terrorista por natureza. Aliás, nenhum palestino é. Mas eles têm as suas razões para se comportar assim, para tentarem se vingar. Também é preciso levar em conta que o Hamas também é muito complicado. Existe o braço político, do qual meu pai faz parte. E existe o militar, que tem umas dez pessoas operando independentemente e que raramente se encontram. São esses últimos os responsáveis pelos ataques contra pessoas. Meu pai não sabia o que essas pessoas planejavam, mas deu cobertura a eles. Se ele continuar fazendo isso, aí acho que ele poderia, sim, ser considerado um terrorista.

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad declarou que suas centrífugas já são capazes de enriquecer urânio a 20%. Se chegar a 90%, esse material já poderia rechear uma bomba atômica. O que o Irã faria com um artefato nuclear? O deus do Corão não hesitaria em bombardear qualquer país que não acreditasse nele. Pode usar qualquer arma para lutar contra infiéis. Seus devotos estão prontos para lutar pela religião e alcançar a glória, com a bomba ou o que mais tiverem è mão.

De que maneira o Irã ajuda o Hamas? O Irã treina soldados do Hamas e os prepara para o combate em seu território. Muitos viajaram para lá em anos recentes. E o Irã também dá apoio financeiro e logístico. Como os membros do Hamas não podem ter contas bancárias, pois isso é contra as decisões da comunidade internacional, seus membros fazem contrabando de dinheiro. Essa operação complicada ocorre de duas maneiras. A primeira é usando as centenas de túneis que ligam a Faixa de Gaza ao Egito. A segunda é pela fronteira terrestre nesse mesmo local, aproveitando as viagens de membros do grupo para o exterior. Em 2006, o primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniya, foi pego quando tentava entrar na Faixa de Gaza com 35 milhões de dólares. Ele vinha do Irã e disse que o valor era para pagar salários, remédios e armamentos. É comum que esses homens do Hamas sejam detidos com dinheiro. Em 2009, o ministro de relações exteriores do Hamas, Mahmoud Zahar, foi flagrado com vinte milhões de dólares na mesma situação. Segundo o Fatah, parte das notas tinha como destino o braço militar do Hamas.

Sem esse apoio do Irã, o Hamas ficaria enfraquecido? O Irã é um dos grandes patrocinadores dos terroristas, mas não o único. Há muitos doadores no Catar, na Arábia Saudita, na Síria e no Egito. São, em geral, pessoas e empresas que entregam parte de suas economias em mesquitas, com o objetivo claro de fomentar a resistência do Hamas. Bloquear a ajuda iraniana pode ajudar, mas não necessariamente enfraquecerá o Hamas.

Como o presidente da Organização para a Libertação da Palestina, Yasser Arafat assinou com o primeiro primeiro-ministro israelense, Yitzhak Rabin, o Acordo de Paz de Oslo, o que lhe valeu o prêmio Nobel da Paz em 1994. Qual sua opinião sobre ele? Arafat era um político e, como tal, fez coisas boas e ruins para o seu povo. Era um centralizador que colocou o seu nome em todas as contas bancárias. Também tinha um posicionamento dúbio. Arafat estava no comando da Organização da Libertação da Palestina, quando esse entidade ordenou a Segunda Intifada, em 2000. A revolta de palestinos contra israelenses gerou milhares de mortos. A guarda pessoal de Arafat promoveu os mais virulentos ataques a Israel, sob o nome de Brigadas dos Mártires de Al Aqsa. O grupo foi criado por Arafat com o dinheiro que recebia de doações de outros países, incluindo dos Estados Unidos. Mesmo assim, para muita gente no mundo, Arafat sempre foi um grande promotor da paz.

Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia? Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.

Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo. Ok... Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.

Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão? Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo.

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/traidor-hamas-559878.shtml
Jornalista - Duda Teixeira

quinta-feira, 11 de março de 2010

Chegou a hora de nós, cristãos revermos nossos conceitos...

O que todos deveriam saber sobre Israel

Ao analisar os acontecimentos em Israel, deveríamos lembrar certas realidades bíblicas, que durante toda a história se mostraram confiáveis e verdadeiras:

Líderes muçulmanos como Arafat zombam do Deus de Israel do mesmo modo que Golias em seu tempo (1 Sm 17.36). Deus dará fim a essa arrogância (Gl 6.7).

1. O Deus de Israel se dá a conhecer através das Suas ações e afirmações (Ez 38.23). Ele estabeleceu alianças com os patriarcas e interferiu na história do Seu povo Israel. Suas ações não são guiadas pelos "direitos humanos" ou noções do que é "politicamente correto" – pois é Ele quem define o que é justo (Js 6.17-21; 1 Sm 15.2-3,7-9,23; Mt 20.1; Rm 1.17; Rm 3.21-26). Ele escolhe a quem quer e não está preso a padrões humanos (Rm 9.6-24). Se dependesse da Corte Internacional de Justiça em Haia ou dos tribunais belgas, Deus já estaria no banco dos réus há muito tempo... Deus é o Legislador, Juiz, Redentor e Executor da pena.

2. Deus escolheu Israel como Seu povo, para que fosse uma nação santa (separada para Ele, obediente a Ele) e um reino de sacerdotes para Ele (Êx 19.6). Israel deveria refletir o caráter de Deus e ser uma bênção para as nações.

3. Todo o Israel (como unidade étnica e não apenas alguns israelitas individualmente) deverá ser salvo (Rm 11.26). O que hoje parece completamente impossível, será realizado por Deus, porque Ele o prometeu (Gn 18.14).

4. Antes que seja retirado o endurecimento de Israel, deve ser completada a plenitude dentre os gentios (Rm 11.25). Dessa plenitude farão parte também muçulmanos convertidos a Jesus. Os povos islâmicos representam hoje um sétimo da população mundial e é preciso alcançá-los com o Evangelho. O islã é uma falsa religião que tem algumas raízes no judaísmo e no cristianismo. O Deus bíblico é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó (Êx 3.15) e não o Deus de Abraão, Ismael e Esaú. Ele é o Pai do Messias, Jesus (Ef 1.3). Conforme o Alcorão, Deus não tem Filho.

O islã é uma potestade espiritual (Ef 6.12) que será publicamente exposta ao desprezo e humilhada através do triunfo da cruz (Cl 2.15).

Deus não capitulará diante do islã. No século XX, quatro grandes potências perderam o poder: o Império Otomano (turco), o Império Britânico, o reino alemão-nazista e o reino soviético-comunista.

Líderes muçulmanos como Arafat zombam do Deus de Israel do mesmo modo que Golias em seu tempo (1 Sm 17.36). Deus dará fim a essa arrogância (Gl 6.7).

Está em tempo dos muçulmanos serem libertos da escravidão do islã.

5. A volta dos judeus a Deus ocorrerá em grande proporção apenas após o seu retorno à terra dos pais (Dt 30.5-6; Ez 36.24-28). Esse milagre do restabelecimento acontecerá conforme Romanos 11.15.

Os poderes das trevas fazem de tudo para que ele não ocorra, tentando

impedir a volta dos judeus à terra de Israel através de guerras, tensões no país, problemas econômicos, etc.

dificultar a vida dos israelenses, para que eles abandonem o país.

evitar o estabelecimento dos judeus nos montes de Israel (Judéia, Samaria e Jerusalém), conforme Ezequiel 36.

O islã exige Israel inteiro para si. Para ele, a perda de território equivale a uma derrota de Alá.
Em grande parte, a mídia está do lado dos muçulmanos e transmite imagens distorcidas e irreais da situação no Oriente Médio.

6. Em grande parte, a mídia está do lado dos muçulmanos e transmite imagens distorcidas e irreais da situação no Oriente Médio. Os jornalistas, colunistas, formadores de opinião e proprietários de veículos de comunicação deveriam saber que isso terá conseqüências pessoais para eles (Gn 12.3).

7. Muitas nações se julgam no direito de dar a Israel bons conselhos, que elas jamais aceitariam (Mt 7.1-5). A situação política em Israel vai piorar. Oramos pedindo que tudo aconteça no tempo determinado por Deus e que o derramamento de sangue seja o menor possível de ambos os lados.

8. Após milênios, Deus está restabelecendo Seu Reino em Israel. Muitas coisas maravilhosas estão acontecendo no país sem que tenham grande divulgação: testemunhos, conversões, batismos, discipulado, aproximação entre os crentes (inclusive entre judeus messiânicos e árabes cristãos), despertamento entre os jovens, adoração, intercessão, etc. Entretanto, muitos cristãos árabes das igrejas tradicionais são nacionalistas e têm posições antibíblicas com relação a Israel.

fonte:(autor: Thomas Wiesmann - http://www.beth-shalom.com.br)

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Se eu fosse um cristão! - por Rabi Herman Sanger

“Se fosse cristão tão devoto e leal como sou judeu, o quê faria? Enchería-me de grande orgulho, como estou certo que vós fazeis, no maravilhoso relato da Cristandade e do Cristianismo como força construtiva na história da civilização. Nos dias da escuridão estética e moral mais escura, conventos e mosteiros cristãos eram refúgios de aprender, o lar de arte, e de santuários e igrejas a reta luz de fé elevadora e enobrecedora reluzia.
Relembraria isso e me gloriaria no fato. Devotaria ainda qualquer esforço da minha vida para o fim que a força civilizadora da minha Igreja fosse feita para contar efetivamente no esforço contemporâneo da humanidade para construir um mundo digno da humanidade, criando uma vida que reflita a inspiração divina.”
E, a seguir, o Dr. Sanger acrescentou: “Se fosse cristão, estaria agitado no profundo da minha alma pelo pensamento que eu e a minha Igreja ficamos em silencio por tanto tempo, e que encontramos expressão apenas e tão somente quando a tragédia alcançara o seu clímax abominável. Resolveria fazer qualquer coisa ao meu alcance para ajudar e salvar - abrir portões de países livres, onde os torturados pudessem encontrar refúgio, possibilitar aos que manejam escapar a encontrarem lar em Israel, a terra dos seus antepassados.”

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dividindo a terra com os palestinos ou devolvendo-a aos mexicanos?

Justiça politicamente correta de Obama quer violação da integridade territorial de Israel, mas não a violação da integridade territorial dos EUA
por Julio Severo

Barack Obama é o homem da inclusividade, pluralidade e diversidade. O que isso significa? Significa que ele respeita a ideologia politicamente correta acima das tradições, moralidade e do próprio Cristianismo, que é parte inseparável e inegável da fundação dos Estados Unidos.

A ideologia PC ordena que Obama se lembre em seus discursos da participação de muçulmanos na construção dos EUA. Embora essa participação tenha sido insignificante, a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los em plena igualdade.

Os homens que viviam no vício homossexual eram discriminados porque a população antes não tolerava seu comportamento e obscenidades? Com Obama na presidência, a ordem agora é "change" — termo em inglês que significa mudança. A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los também, e Obama se orgulha de colocar em funções elevadas de seu governo homossexuais ativos e ativamente pornográficos.

Agora, finalmente, muçulmanos e homossexuais podem se abraçar e dizer: "Nós somos incluídos pelo que somos e fazemos!"

A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade é hoje um importante produto de exportação "made in USA", amplamente divulgado pela ONU. Obama, que sabe perverter a Bíblia para seus próprios interesses e caprichos, está usando a experiência americana de exportar o Evangelho no passado para exportar agora o "evangelho" da inclusividade, pluralidade e diversidade.

Ele quer ensinar ao mundo, bem ao estilo da nova ordem mundial, que as velhas barreiras e "preconceitos" devem ser quebrados. E essas barreiras não se aplicam apenas aos homossexuais e muçulmanos. Aplicam-se também aos ditadores comunistas.

E aplicam-se também a terras!

Os muçulmanos palestinos reivindicam terras para criar no mundo mais uma nação muçulmana anti-Israel?

Sem problema. Obama descobriu que, na guerra de 1847, os EUA derrotaram o México e o obrigaram a vender e entregar territórios mexicanos, que incluíam o que hoje são Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos". Que tal ele conceder agora esses territórios aos palestinos?

Se ele não pode tratar como sagrada a terra que Deus deu somente aos judeus, então por que ele deveria tratar como propriedade sagrada dos EUA terras que antes eram dos mexicanos?

Afinal, não há nenhuma promessa de Deus na Bíblia de que esses territórios devam ser ou permanecer propriedade exclusiva dos EUA para sempre. Por isso, se a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda quebrar velhas barreiras e "preconceitos", qual o problema de se dar essas terras aos palestinos?

Ops! Por uma questão de ética politicamente correta, Obama não pode fazer isso. O que ele precisa fazer é pedir perdão aos mexicanos e devolver a eles a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados que eram parte do México.

Esse exemplo daria ao mundo a certeza de que Obama é coerente e fiel à sua própria ideologia, fazendo o seu próprio país pagar o preço da sua "change". Esse ato mostraria ao mundo que Obama está disposto a superar qualquer tradição nacionalista para a construção de uma Nova Ordem Mundial.

Sim, ele fará sacrifícios em prol de sua fidelidade à inclusividade, pluralidade e diversidade — contanto que somente Israel e outras nações paguem o preço. Os palestinos querem metade de Israel? Obama está determinado a garantir-lhes seu desejo. Eles querem também Jerusalém como capital de seu ansiado país muçulmano? Obama não hesitará em quebrar a velha tradição de Jerusalém como capital de Israel!

No que depender de Obama, "change" será realidade para a divisão da terra que Deus deu apenas aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. "Change" será, pela vontade imperial de Obama, a única opção dos judeus.

Sua "change" jamais sacrificaria a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos" para os palestinos. De igual forma, Lula, o amigo socialista de Ahmadinejad do Irã, jamais sacrificaria o Amazonas para os palestinos. Mas de bom grado eles sacrificarão a integridade territorial de Israel.

Entretanto, quer gostem ou não, ao imporem a divisão forçada da terra de Israel, Obama e outros líderes americanos estão investindo na divisão e destruição dos EUA. Nenhuma nação e império se impõe sobre a pequena nação de Israel sem ficar ileso. Haverá, cedo ou tarde, "change" para os EUA — uma "change" determinada e decretada por Aquele que derrubou todos os impérios arrogantes que violaram a integridade territorial de Israel.

Violando a integridade territorial de Israel em favor dos palestinos islâmicos, os EUA jamais conseguirão preservar sua própria integridade territorial. O fortalecimento da minoria homossexual e muçulmana no governo de Obama é prova de que o império está caindo.

Em sua longa história, Israel viu caírem vários impérios que queriam a sua divisão territorial. Com Obama, agora é a vez americana de entrar na lista dos impérios caídos.

Fonte: www.juliosevero.com

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A Oliveira

As árvores são um dom precioso do Senhor. Nos providenciam não somente oxigênio, mas, também comida, madeira, papel, combustível e sombra. Na sua grande variedade providenciam beleza natural para os nossos olhos. Algumas espécies de árvores são conhecidas por suas qualidades especiais: a grande cerejeira é conhecida por sua força e durabilidade; O pinheiro traz um calmo sussurro com o soprar do vento em seus galhos. O salgueiro (chorão) exibe seus galhos que balançam com a brisa que sopra, pendendo geralmente sobre um lago tranqüilo.


A importância da Oliveira
Uma das árvores mais impressionantes da terra é a oliveira. A maioria de nós não estamos familiarizados com as oliveiras porque elas não crescem onde moramos. Entretanto, na terra da Bíblia, foi e ainda é a árvore mais importante de todas as árvores por ser uma fonte de alimento, luz, higiene e cura.


Quando vim a Israel pela primeira vez, fiquei fascinado pelas oliveiras rodeando as montanhas na Galiléia, Judéia e Samaria. São lindas! Com seus troncos torcidos e velhos, e com suas folhas sempre verdes. Olhando para elas, sentimos que têm um caráter e graça que as separam das outras árvores. Como outros símbolos em Israel, as características da oliveira foram usadas pelos escritores da Bíblia para que nos ensinassem mais sobre Deus, Israel e nossa relação com ambos.


As oliveiras, seus frutos, e o óleo do seu fruto sempre tiveram um papel importante na vida cotidiana de Israel. Por quase 8.000 anos, azeitonas têm sido um alimento básico do Mediterrâneo e o azeite tem sido usado para cozinhar, para iluminar e como combustível: "Ordenarás aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de oliveiras, batido para o candeeiro, para manter a lâmpada acesa continuamente. ", Êx. 27:20; "Ordena aos filhos de Israel que te tragam azeite puro de olivas batidas, para o candelabro, a fim de alimentar as lâmpadas continuamente.", Lv. 24:2; para medicar, e para ser óleo de unção em cerimônias religiosas: "... e de acássia quinhentos siclos, segundo o siclo do santuário, e de azeite de oliveira um him. Disto farás o óleo sagrado para a unção, um perfume composto segundo a arte do perfumista. Este será o óleo sagrado da unção." Êx 30:24-25. No tempo da conquista romana da Judéia, a azeitona era um dos itens mais básicos de alimentação, também para os pobres.


As oliveiras sempre existiram em grande quantidade por todo Israel, e são conhecidas por sua determinação. Elas crescem praticamente sob quaisquer circunstâncias: nas montanhas ou nos vales, nas pedras ou na terra fértil. Crescem otimamente com grande calor, pouca água e são quase indestrutíveis. Algumas brotam e crescem no meio de uma rede de raízes, que `as vezes têm mais de 2.000 anos, porém, a primeira colheita de uma oliveira se dá no décimo quinto ano de vida. A folha que a pomba trouxe de volta a Noé, em Gn. 8:11, era uma folha de oliveira: "Quando a pomba voltou para ele à tarde, no seu bico havia uma folha verde de oliveira. Assim soube Noé que as águas tinham minguado de sobre a terra". Tudo se rendera às águas do dilúvio, mas a forte oliveira ainda vivia. Desde os tempos de Júlio César, um dos símbolos universais da Paz tem sido um ramo da oliveira.


O azeite de oliva era tão abundante em Israel que era um dos produtos regularmente exportados. Salomão enviou ao rei de Tiro 4.391.064 litros de azeite de oliva: "e Salomão dava a Hirão vinte mil coros de trigo, para sustento da sua casa, e vinte mil coros de azeite batido. Isso fazia de ano em ano." I Rs. 5:11. Mil anos depois, nos tempos de "Yeshua" (Jesus), o azeite de oliva é mencionado como o único produto de exportação da região de Jerusalém. O Monte das Oliveiras, localizado logo a leste da Cidade Velha de Jerusalém, testemunha a presença da Oliveira ao redor da cidade. Também foi no Jardim do Getsêmani (Gat Shemen, em hebraico - literalmente, o lugar da prensa de azeite) onde "Yehsua" passou muito do seu tempo em Jerusalém com seus discípulos: "Jesus saiu e, como de costume, foi para o Monte das Oliveiras, e os seus discípulos o seguiram." Lc. 22:39.


Lições dos Salmos


A oliveira simboliza, principalmente, a fidelidade e a determinação. O Salmo 52:8 nos diz: "Eu, porém, sou como uma Oliveira que floresce na casa de Deus; confio no constante amor de Deus para sempre e eternamente."
Independente das condições: quente, seco, frio, úmido, rochoso ou arenoso, a oliveira viverá e produzirá fruto. Diz-se que, não é possível matar uma oliveira. Ainda que cortada e queimada, novos ramos emergirão da raiz. Estes versículos nos lembram que independente das situações da vida, devemos perseverar como a oliveira na presença de Deus. O Salmo 128:3 diz: "A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa."


A analogia de seus filhos sendo "como plantas da oliveira à roda da tua mesa" diria ao leitor antigo da Bíblia que seus descendentes seriam abundantes, fortes e fiéis aos pais. Quando tiver chance, observe que quase toda oliveira tem até dez ou mais mudas brotando da raiz, em volta da árvore. Salmo 128:3 é uma promessa de consolo e fidelidade do Senhor!


A Oliveira, Israel e a igreja


O uso mais forte da imagem da oliveira na Bíblia está em Romanos 11, onde Paulo explica a relação entre Israel (o povo judeu e a antiga e contínua aliança de Deus) e a Igreja. Na verdade, os capítulos de 9-11 do livro de Romanos, inteiros, são focalizados neste assunto e culminam com a imagem da oliveira. (Por favor, reserve um tempo para ler esta passagem). Paulo nos diz que a oliveira representa Israel na mais pura expressão de fidelidade e perseverança - ambas relacionadas ao compromisso de Deus com as Suas alianças e as Suas promessas feitas ao Seu povo, e o compromisso e alianças do povo para com Ele. Aqueles que se desviaram desta relação foram cortados. Os cristãos são apenas os ramos bravos enxertados no meio dos ramos naturais "...feito participante da raiz e da seiva da oliveira,...", que Deus estabeleceu (Rm. 11:17).


É evidente nas Escrituras, como também na natureza, que a raiz sustenta os ramos, e não ao contrário (Rm.11:18). Portanto, não há lugar para orgulho ou a idéia de que nós, cristãos, substituímos Israel (o povo Judeu), ou que Deus rejeitou Sua própria Palavra das Escrituras Hebraicas (Antigo Testamento). Não há lugar para arrogância ou soberba, como a Igreja tem a tendência de fazer, sendo que ambos os ramos, os naturais e os enxertados, permanecem somente pela fé (Rm 11:18-21). Ao invés disso, deveria existir somente temor a Deus (Rm.11:20) e gratidão pelas grandes misericórdias do Senhor para conosco (Rm.11:33-36), como também uma atitude de amor e misericórdia para com o povo judeu que são amados por causa da consideração pelos seus pais. Afinal de contas, é através de Israel, o povo da aliança, que Deus nos deu tudo que nós, cristãos, valorizamos espiritualmente! Há apenas uma árvore, não duas, e nós, "ramos bravos," temos o privilégio de beber, depois de salvos, da árvore plantada e estabelecida.


Historicamente, a igreja não tem honrado estes versículos. Não somente se ensoberbeceu contra o povo judeu (ramos naturais), bem como os perseguiu até a morte.


Muitas vezes, faltou `a Igreja entendimento básico sobre as nossas raízes hebraicas. E não tem sido reconhecido que não podemos compreender quem na realidade somos, sem reconhecer estas raízes. Como resultado, a Igreja histórica tem, infelizmente, praticado atos horríveis contra os "ramos naturais" (o povo judeu) durante as Cruzadas, a Inquisição, os "Pogroms" (perseguição russa aos judeus), e até na formulação dos ensinos que se tornaram a justificação religiosa para a solução final de Hitler para o chamado "problema dos Judeus" no holocausto. Ao invés de misericórdia, mostramos desprezo.


Honrando nossas raízes.


O profeta Isaías diz: "Ouvi-me vós, os que seguis a retidão, os que buscais ao Senhor: Olhai para a rocha de onde fostes cortados, e para a caverna do poço de onde fostes cavados. Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz. Sendo ele só, eu o chamei, o abençoei e o multipliquei." (Is. 51:1-2).


O cristianismo não nasceu num vácuo. Brotou da mais alta e desenvolvida tradição religiosa e da cultura do antigo Israel. É muito fácil para nós, gentios, esquecermos este fato tão importante.
Por exemplo, se "Yeshua" nos fosse apresentado hoje como um judeu tradicional, inclusive nos seus trajes, a maioria ficaria chocada. Entretanto, sabemos das Escrituras que uma mulher chegou até Ele e tocou a "tzitzi" ou franjas de suas vestes (Lc. 8:44). Ele se vestia como um judeu tradicional, como muitos judeus ortodoxos hoje, cumprindo os mandamentos da Lei (Dt. 22:12).


Esquecemo-nos de que nossa Bíblia é um livro quase totalmente judaico. Todos os autores são judeus, com a possível exceção de Lucas. "Yeshua", no seu ministério, tratou somente com Judeus e hesitava ministrar aos gentios (Mc. 7:24-30). Conforme sua própria confissão, Ele admitiu ter vindo especificamente para a casa de Israel (Mt. 15:24), e Ele até ordenou que Seus discípulos que não fossem aos gentios (Mt. 10:5). Da mesma forma, a Igreja primitiva era uma Igreja Judaica, estabelecida na capital judaica, Jerusalém, e presidida por um líder judeu. "Yeshua" disse: "Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim para destruí-los, mas para cumpri-los!" (Mt 5:17-18). Deus é "o mesmo ontem, hoje e sempre" (Hb. 13:8). Como cristãos, devemos ver que "Yeshua" resumia a lei e os ensinamentos dos profetas como a palavra viva de Deus. Entretanto, entendemos tão pouco do "Tanach", as Escrituras Hebraicas.


Os cristãos se referem ao "Antigo Testamento" como se o termo "antigo" significasse "sem valor", comparado com o "novo". Mas sem o Antigo, o Novo Testamento perde muito do seu sentido, e muitas vezes é mal interpretado ou interpretado de forma incompleta. Quando fazemos isto, perdemos muito do que Deus tem para nós em Sua Palavra.


Foi sob esta perspectiva "Judaica/Hebraica" que a Igreja começou a se estender até o mundo dos gentios. É como se Yeshua e os apóstolos tivessem preparado os ensinos judaicos para se tornarem "atraentes" aos gentios. Agora os gentios podem receber as Escrituras Judaicas, ouvir os profetas judaicos, e cantar os salmos judaicos. Enquanto Paulo ia com a mensagem do Evangelho, ele tinha o cuidado de enfatizar que a mensagem estava saindo de Jerusalém e de Israel. Ele animou os santos gentios a arrecadar fundos para os necessitados em Jerusalém (I Co. 16:2-4); ele passou difíceis problemas doutrinários para Jerusalém e para os presbíteros judeus resolverem (At 15:2); suas viagens missionárias começaram e terminaram em Jerusalém. Ele inclusive deu à Igreja Gentílica um exemplo para guardar as festas em Jerusalém (At. 20:16). O Apóstolo Paulo fazia algo mais enquanto ministrava aos gentios. Ele enfatizava a importância de manter uma atitude correta em relação a Israel e ao povo judeu, o que deveria ser uma atitude de humildade (Rm. 11:20), misericórdia (Rm. 11:31) e bondade, até o ponto de compartilhar bens materiais com o povo de Israel (Rm. 15:27). Foi um ideal maravilhoso. Mas com o tempo, as exortações de Paulo caíram no esquecimento.


Houve muitos outros fatores que trouxeram o abismo que existe entre Israel e a Igreja, hoje. As duas mal sucedidas guerras dos judeus contra os romanos em 70 d.C. e em 133-135 d.C. sem dúvida estressou o relacionamento do povo judeu com a igreja, sendo que a Igreja primitiva se negou a ajudar seus irmãos judeus nas guerras. Ao contrário, em 70 d.C., a Igreja fugiu para Pella, através do Rio Jordão, seguindo os avisos de Mt. 24:16, crendo que o fim do mundo havia chegado. A vulnerabilidade e o isolamento da Igreja Primitiva contribuiu para dar motivo de separação àqueles que começaram a persegui-la. Finalmente, os pais da Igreja não ajudaram diante dessa situação, considerando que muitos deles eram abertamente anti-semitistas. A Igreja Primitiva lutou para sobreviver contra a perseguição romana e contra heresias internas. Tudo isso direcionou a igreja para um exclusivismo e para se posicionar contra suas raízes judaicas.


Com a conversão do Imperador Constantino no início do quarto século, e o cristianismo se tornando a religião oficial do Império Romano, as tendências anti-semíticas se firmaram. A Igreja se moveu rapidamente para se distanciar dos vestígios judaicos. Por exemplo, a festa cristã da Páscoa foi separada das suas origens judaicas do "Pessach" - festa que celebra a saída do povo judeu do Egito; o Sábado (Shabbat), o dia bíblico de descanso e de adoração, foi transferido para o Domingo; Pentecostes foi separado do "Shavuot" - festa celebrada no 50 dia após "Pessach", festa das Primícias , etc., enquanto a Igreja tentou jogar fora toda a influência deste "Povo Odioso" (como os judeus foram descritos por alguns líderes da Igreja).


Uma teologia chamada triunfalismo começou a se tornar popular. Esta mesma teologia persiste até hoje, encontrando renovação com outros nomes, inclusive a Teologia da Reposição.


Basicamente, esta teologia proclama que Deus rompeu sua aliança com os judeus: O cristianismo substituiu o judaísmo e que a Igreja é o Israel Verdadeiro. Esta teologia aplica universalmente todas as bênçãos escriturais à Igreja, e as maldições a Israel.


Para demonstrar os erros deste ensino basta ler Romanos 9-11 e onde se diz "Israel" trocasse pela palavra "Igreja." Rapidamente verá como esta teologia é furada. Israel é Israel, ainda que no Novo Testamento. Quando a Igreja Gentílica é incluída no conceito de Israel, sempre temos esta inclusão pela virtude de sermos "enxertados", "adotados", "participantes", "aproximados", mas nunca por reposição.


Claramente o resultado imediato de tal teologia foi a perseguição aberta a Israel pela Igreja. Este mal persistiu durante a maior parte dos últimos 2000 anos da história cristã, contribuindo para o holocausto nazista. É surpreendente para muitos cristãos que Hitler simplesmente colocou em prática o que a Igreja na Europa tinha crido e ensinado durante séculos.


Ainda hoje, depois do desastre terrível do holocausto, o anti-semitismo continua crescendo dentro da Igreja. Um exemplo disto é o fato de que muitos cristãos amáveis consideram o "povo judeu", um povo suspeito. Muitos pastores e membros das igrejas ficam felizes em visitar Israel e ver onde Jesus (Yeshua) andou, mas não têm absolutamente nenhum interesse na restauração milagrosa e profética do Estado de Israel, que está acontecendo hoje. Talvez esta seja a máxima expressão do anti-semitismo, negar que o povo judeu tem algum lugar nos planos de Deus hoje. Redescobrindo nossas raízes


O que encontramos prescrito na Bíblia está muito longe daquilo que encontramos na Igreja hoje. Vemos que Deus tinha como parte do Seu propósito que os gentios fossem parte do Seu plano desde o inicio, mas não seriam os únicos a fazerem parte do Seu plano.Temos breves revelações do plano de Deus desde os tempos de Abraão. Deus prometeu ao patriarca que ele seria o pai de multidões de "Goyim" (povos, nações, gentios) (Gn. 17:4), e que todas as nações seriam abençoadas nele (Gn. 12:3). Este tema continua nos descendentes de Abraão. Podemos ver especificamente em José, que se casou com uma mulher gentia no Egito. Um dos seus filhos, Efraim, foi destinado a se tornar uma das tribos mais numerosas e forte das tribos do Reino do Norte. A bênção sobre a cabeça deste pequeno rapaz foi esta, que ele seria o pai de multidões de Gentios (Gn. 48:19). Bem depois, Efraim foi disperso pelas nações junto com as outras nove "Tribos perdidas." A dispersão desses Judeus entre as nações, seu efeito sobre as nações e o seu redescobrimento e restauração à sua terra, ainda permanece um mistério grande demais para compreendermos.


Vemos o tema de novo com a mulher Raabe, que foi salva da cidade condenada de Jericó com a permissão de se juntar com o povo de Israel; e de novo quando o profeta Isaías fala do Messias de Israel chamado de a "Raiz de Jessé." É dito que o Messias seria "posto por estandarte dos povos (gentios); As nações se juntarão n'Ele, e seu lugar de repouso será glorioso" (Is. 11:10). Mas talvez possamos ver este tema dos gentios sendo juntado a Israel mais claramente com Rute, a Moabita, que não só foi permitida a se juntar a Israel, mas também se tornou a bisavó do Rei Davi.


A linda história de Rute expressa para nós com muita clareza o que deveria ser a atitude correta em relação a Israel. Em verdade, esta mulher ilustra, na sua vida, a maioria dos frutos do espírito mencionados por Paulo em Gálatas 5:22-23. Ela verdadeiramente se comprometeu com sua sogra israelita. Ela a amou com amor profundo e verdadeiro que a levou a abandonar sua cultura e sua nação para estar com Noemi. Quando Rute chegou em Israel não tinha uma atitude de superioridade como muitos cristãos hoje. Ao contrário, "Inclinando-se e prostrando-se com o rosto em terra..." (Rt. 2:10). Ela estava pronta para se humilhar até o nível de uma criada (2:13). Sua atitude foi de misericórdia e generosidade constante enquanto compartilhava com Noemi (2:18).


A vida de Rute foi marcada por obediência (3:5), bondade (3:10), santidade (3:10), discrição (3:14), verdadeiro amor, fidelidade e compromisso a Israel (4:15). Rute disse a Noemi, "Onde quer que fores irei, e onde quer que pousares, ali pousarei. O Teu povo será o meu povo, e o teu Deus será o meu Deus" (Rt. 1:16).


Talvez na vida de Rute tenhamos um exemplo visível do que significa "ser enxertado na oliveira" de Romanos 11. Chegou a hora de nós, a Igreja, deixarmos de lado nossa arrogância e com humildade compreendermos o que significa ser um ramo bravo enxertado graciosamente por Deus para receber de Israel aquelas alianças, promessas e esperanças eternas a qual fomos aproximados (Ef. 2:1-13), caso contrário, seremos cortados por causa de nossa arrogância e orgulho.


Vamos honrar nossa raiz e demonstrar amor e misericórdia aos ramos naturais de Deus?
Shalom de Jerusalém,

Clarence H. Wagner, Jr. - Diretor Internacional
Português Preparado por Barry R. Denison - Diretor Nacional – Israel
Este artigo pode ser duplicado conquanto o nome e endereço de "Bridges for Peace" apareçam. Esta publicação foi preparada por "Bridges for Peace" (Pontes para Paz), uma organização ministerial evangélica registrada, sem fins lucrativos, sediada em Jerusalém - Israel, com escritórios nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, África do Sul, Japão, Brasil e Israel. Nosso propósito é apresentar notícias positivas e perspectivas de Israel para encorajar o entendimento, apoio, e oração de intercessão para o povo e para a terra de Israel. Isto é cumprido através das publicações bimestrais do "The Dispatch from Jerusalém" (O Jornal de Jerusalém); "Bridges Teaching Letters" (Ensinos de Israel); palestras, seminários, e conferências; com nossos palestrantes, representantes e associados de BFP; nosso ministério de fitas, nossas excursões educativas; nossa "Operation Ezra" (Operação Esdras) com os projetos ministeriais ao povo judeu em Israel; grupos de intercessão mensal nas casas; plantando árvores na floresta de BFP, no Monte Tabor em Israel; e outros projetos para edificar pontes entre os cristãos e os judeus.
Revisão do texto: Maria Elizabeth Borges