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domingo, 1 de junho de 2014

Cristãos brasileiros: “Destino profético” vinculado à Israel - por Chris Mitchell

ATUALIZADO...

Nota do blogueiro: Publico a notícia exatamente como eu a recebi!

Comentário de Julio Severo: Anos atrás, estive com o Dr. Chuck Pierce e ele disse que Deus havia lhe mostrado que em 2008 Deus havia removido a unção que Ele tinha sobre a nação americana desde que os peregrinos americanos haviam feito uma aliança com Ele. De acordo com Pierce, Deus daria essa unção para outra nação, que se tornaria então a maior potência mundial. Ele disse que o Brasil poderia ser o escolhido, contanto que se aproximasse muito de Israel. Deus pode estar então usando lideranças cristãs brasileiras, inclusive a cantora Ana Paula Valadão, para essa aproximação, conforme a reportagem abaixo da CBN News, que tem o vídeo que está em inglês. Mas quando Deus tem um grande propósito, o diabo tenta também infiltrar seu veneno. A Teologia da Missão Integral (TMI), que há seis décadas infecta a IPB e outras igrejas protestantes históricas do Brasil, começou recentemente sua infecção na Igreja Batista da Lagoinha. Se essa infecção vai se alastrar ou não para atrapalhar o mover profético de Deus não sabemos. Mas os intercessores precisam vigiar e orar. Quer saber o que uma igreja “madura” na TMI pensa sobre Israel? Veja um alerta que mostra que a TMI tem feito com que os cristãos se distanciem do apoio a Israel: “Mensageiros palestinos: Como Cristo e os cristãos são usados para promover a causa palestina”
Eis agora a reportagem da CBN News:
JERUSALÉM, Israel — A Bíblia diz que muitas nações irão à cidade de Jerusalém para adorar ao Senhor.
Isso ocorreu recentemente quando um grupo de brasileiros foi à Torre de Davi na Velha Cidade de Jerusalém para adorar.
Desde a tarde até a noite, os brasileiros se reuniram para celebrar o Deus de Israel.
Ana Paula Valadão conduziu a adoração. No Brasil, ela tem conduzido concertos com o comparecimento de um milhão de pessoas. Ela crê que o Brasil tem um destino especial com Israel.
“Creio que a nação brasileira está se levantando para orar pela paz de Jerusalém,” Ana Paula disse a CBN News.
Seu marido, Gustavo, disse que muitos brasileiros estão indo a Israel para esse próprio propósito.
“Muitos brasileiros de todo o Brasil, estão estão indo para Israel a fim de orar — orar por Israel e orar pelo Brasil neste lugar, nesta nação,” disse ele.

Hoje, o Espírito Santo está levantando guerreiros de oração.
“Temos um grande papel nisso pois o Brasil está em reavivamento,” disse Ana Paula. “E o Espírito Santo está levantando intercessão em favor dos tempos finais.”
Ela acredita que o reavivamento está mudando o Brasil.
“Hoje temos quase 40 por cento da população declarando que são cristãos que nasceram de novo, e as igrejas estão cheias,” disse ela. “As pessoas estão abertas para receber Jesus até mesmo nas ruas.”
Os brasileiros trazem exuberância para sua adoração.
“O dom redentivo do Brasil, essa alegria, essa celebração para Jesus — e é por isso que o trazemos para Israel, pois é nosso dom redentivo,” disse Gustavo.
“Cremos que temos um destino, um destino profético de abençoar e trazer a Segunda Vinda do Senhor,” Ana Paula disse.
Traduzido por Julio Severo da reportagem da CBN News: Brazilian Christians: “Prophetic Destiny” with Israel

sexta-feira, 7 de junho de 2013

EUA estão ajudando a reconstruir o Império Otomano

por Robert E. Kaplan

Todas essas intervenções militares dos Estados Unidos aconteceram em uma área que foi parte do Império Otomano, e onde um regime secular foi substituído por um islâmico. Até agora, a política da Alemanha de manter escondido o seu papel de liderança na tentativa de reconstituir o Império Otomano foi bem sucedida.
Desde meados da década de 1990, os Estados Unidos intervieram militarmente em vários conflitos armados na Europa e no Oriente Médio: lançar bombas a Sérvia em apoio ao regime muçulmano de Izetbegovic na Bósnia em 1995, lançar bombas novamente em apoio a guerrilheiros muçulmanos em 1999 lançar bombas sobre o regime líbio de Kadafi em apoio aos rebeldes em 2010. Para os americanos, a justificação para cada intervenção foi motivada por questões humanitárias: para proteger muçulmanos bósnios dos sérvios genocidas, para proteger muçulmanos de Kosovo dos sérvios genocidas, e para proteger os líbios do ditador assassino Muamar Kadafi.
Outras desculpas para as intervenções também foram utilizadas: para ganhar uma posição estratégica para os Estados Unidos nos Balcãs, para derrotar o comunismo na Iugoslávia, para demostrar aos muçulmanos do mundo que os Estados Unidos não são anti-muçulmanos, para redefinir o papel da OTAN no período pós-Guerra Fria, entre outras.
Todas essas intervenções militares dos Estados Unidos aconteceram em uma área que foi parte do Império Otomano. Em cada uma delas, o regime secular acabou substituído por um islâmico, a favor da lei islâmica e da criação de um califado mundial. Os países que passaram pela “Primavera Árabe” a partir de 2010 sem a ajuda da intervenção militar americana, Tunísia e Egito, também foram parte do Império Otomano, e também acabaram governados por regimes islâmicos.
Nos Estados Unidos, a maioria das discussões sobre os conflitos militares na década de 1990 nos Balcãs e sobre a “Primavera Árabe” entre 2010 e 2012 não mencionam que as áreas envolvidas foram parte do Império Otomano, inclusive a Turquia, as áreas habitadas por muçulmanos em torno do Mediterrâneo, o Iraque, as regiões costeiras da Península Árabe e partes dos Balcãs. Nas áreas que passaram pela Primavera Árabe, o papel da Turquia todas as vezes foi de apoiar os rebeldes e rapidamente reconhecê-los como um governo legítimo do país em revolta.
E os líderes turcos conectam os conflitos na Bósnia, a “Primavera Árabe” e o Império Otomano. Harold Rhode, um americano especialista em Turquia, noticiou:
Os recentes [2011] discursos de Erdogan [presidente da Turquia] após sua vitória eleitoral colocam em evidência suas verdadeiras intenções com relação à política externa da Turquia. Segundo ele, sua vitória é tão importante em Ancara quanto o é na capital da Bósnia e Herzegovina, Sarajevo, que era uma importante cidade otomana nos tempos do império; que a festa de sua vitória foi tão importante em uma grande cidade como Izmir, na costa oeste de Anatólia, quanto em Damasco, e tão importante em Istambul quanto em Jerusalém…
Ao dizer que essa vitória é tão importante em todas as ex-cidades otomanas, Erdogan aparentemente se vê na tentativa de recuperar na sua totalidade o passado otomano da Turquia.
O fato de que desde 1990 cada país da Europa e do Oriente Médio que sofreu intervenção militar americana em um conflito militar interno ou em uma “Primavera Árabe” acabou com um governo dominado por islâmicos da Irmandade Islâmica ou pela al-Qaeda se encaixa bem na ideia de que esses eventos representam um retorno ao Império Otomano. Além de ser um império político governando um território e sua população, o Império Otomano alegou ser um califado com domínio espiritual sobre todos os muçulmanos, dentro e fora das fronteiras. Embora possa parecer estranho no início, a ideia de promover a renovação do Império Otomano em duas frentes: quebrar a estrutura política pós-otomana e promover um califado que islâmicos dizem desejar, parece bastante razoável.
Assim como os conflitos nos Balcãs na década de 1990 e a “Primavera Árabe” considerada em perspectiva histórica sugere que a Turquia pode estar tentando recriar seu antigo império, um exame do império turco em uma perspectiva histórica sugere uma possível parceria entre Alemanha e Turquia no projeto, considerando que, desde sua criação em 1870, a Alemanha viu a Turquia com seu império como seu mais valioso cliente e aliado. Na visão dos líderes da Alemanha, a Turquia era controlável por meio de uma combinação de intercâmbio comercial e presentes como oportunidades educacionais, disposição de conhecimentos técnicos e administrativos, e também propinas a autoridades turcas. A Alemanha via a influência da Turquia como um meio de influenciar os muçulmanos ao redor do mundo para seus próprios interesses. Como mostrou o estudioso alemão Worfgang Schwanitz, durante a 1º Guerra Mundial a Alemanha empregou o califado turco para promover a jihad (tumultos e rebeliões) em áreas onde muçulmanos eram governados por seus inimigos, que eram Rússia, da França, da Inglaterra e da Sérvia.
No entanto, nos cerca de 50 artigos reunidos em minha pesquisa sobre a consciência de parte dos americanos sobre uma possível conexão turca com a “Primavera Árabe”, não encontrei uma única menção a “Alemanha”. Somente em um link em um desses artigos, que levava a um artigo sobre a Corte Penal Internacional (CPI) que, com sua acusação a Muamar Kadafi e a emissão de um mandado de prisão contra ele, forneceu a base “legal” que legitimou os bombardeios da OTAN contra a Líbia, que deu a vitória aos rebeldes e terminou o regime de Kadafi, nele encontrei uma menção à Alemanha. Do artigo, “A Lawless Global Court" (Uma Corte Global sem Leis), escrito por John Rosenthal (Policy Review nº 123, 1º fev. 2004), descobre-se que a CPI é um projeto iniciado, promovido e até certo ponto financiado pela Alemanha. Levando isso em consideração, a ideia de que a CPI serve aos propósitos da Alemanha é senso comum. Por meio da conexão da Corte, a promoção alemã da “Primavera Árabe” fica clara. No entanto, quase nunca é mencionada. Esse silêncio exige uma explicação.
Mais tarde, encontrei uma referência explícita ao papel da Alemanha nisso tudo, principalmente na guerra contra o regime de Assad na Síria, no artigo de John Rosenthal German Intelligence: al-Qaeda all over Syria (Inteligência Alemã: al-Qaeda em Toda a Síria) no site do Asia Times, que noticia que o governo alemão apoia os rebeldes e seu braço político, o Conselho Nacional Sírio, contra Assad; que o governo alemão manteve em sigilo “por questões de interesse nacional” o conteúdo de vários relatórios da agência de inteligência alemã BND de que o massacre de civis na cidade síria de Houla em 25 de maio de 2012, em que Assad foi considerado responsável, foi na verdade cometido por forças rebeldes, e que “o Ministério de Relações Exteriores da Alemanha está trabalhando com representantes da oposição síria para desenvolver “planos concretos” para uma “transição política” na Síria após a queda de Assad. Até agora, a política da Alemanha de manter escondido o seu papel de liderança na tentativa de reconstituir o Império Otomano parece ter sido bem sucedida.
Cada ação militar dos Estados Unidos na Europa e no Oriente Médio desde 1990, no entanto, com exceção do Iraque, seguiu um padrão evidente: Primeiro houve um conflito armado dentro do país onde a intervenção iria acontecer. A mídia americana fez uma grande cobertura do conflito. Os “bonzinhos” na história eram os rebeldes. Os “vilões”, que seriam atacados pelas forças militares americanas, eram brutalmente antidemocráticos, perpetradores de crimes de guerra, guerras contra a humanidade e genocídios. Figuras públicas prestigiosas, ONGs, entidades judiciais e quase judiciais e organizações internacionais clamavam por apoio aos rebeldes e ataque ao regime. Próximo passo, o presidente americano ordenava um apoio logístico e fornecia armas aos rebeldes. Finalmente, o presidente americano ordenava um ataque militar sob proteção da OTAN em apoio aos rebeldes. O ataque geralmente consiste em um bombardeio aéreo, o atual equivalente das canhoneiras dos séculos XIX e XX, que podiam atacar cidades costeiras de países militarmente fracos sem medo de retaliação. O resultado final de todas as intervenções americanas foi a substituição do governo secular por um regime islâmico em uma área que foi parte do Império Otomano.
Por que o governo dos EUA promoveria ativamente objetivos alemães, como a destruição da Iugoslávia (a Alemanha invadiu a Sérvia nas duas guerras mundiais) e a recriação do Império Otomano, é uma questão que precisa ser respondida.
Robert E. Kaplan é historiador, com doutorado pela Universidade de Cornell, especializando em Europa moderna.
Traduzido por do artigo do Conselho de Política Internacional do Instuto Gatestone: The U.S. Helps Reconstruct the Ottoman Empire

quinta-feira, 6 de junho de 2013

EUA estão ajudando a reconstruir o Império Otomano

por Robert E. Kaplan

Todas essas intervenções militares dos Estados Unidos aconteceram em uma área que foi parte do Império Otomano, e onde um regime secular foi substituído por um islâmico. Até agora, a política da Alemanha de manter escondido o seu papel de liderança na tentativa de reconstituir o Império Otomano foi bem sucedida.
Desde meados da década de 1990, os Estados Unidos intervieram militarmente em vários conflitos armados na Europa e no Oriente Médio: lançar bombas a Sérvia em apoio ao regime muçulmano de Izetbegovic na Bósnia em 1995, lançar bombas novamente em apoio a guerrilheiros muçulmanos em 1999 lançar bombas sobre o regime líbio de Kadafi em apoio aos rebeldes em 2010. Para os americanos, a justificação para cada intervenção foi motivada por questões humanitárias: para proteger muçulmanos bósnios dos sérvios genocidas, para proteger muçulmanos de Kosovo dos sérvios genocidas, e para proteger os líbios do ditador assassino Muamar Kadafi.
Outras desculpas para as intervenções também foram utilizadas: para ganhar uma posição estratégica para os Estados Unidos nos Balcãs, para derrotar o comunismo na Iugoslávia, para demostrar aos muçulmanos do mundo que os Estados Unidos não são anti-muçulmanos, para redefinir o papel da OTAN no período pós-Guerra Fria, entre outras.
Todas essas intervenções militares dos Estados Unidos aconteceram em uma área que foi parte do Império Otomano. Em cada uma delas, o regime secular acabou substituído por um islâmico, a favor da lei islâmica e da criação de um califado mundial. Os países que passaram pela “Primavera Árabe” a partir de 2010 sem a ajuda da intervenção militar americana, Tunísia e Egito, também foram parte do Império Otomano, e também acabaram governados por regimes islâmicos.
Nos Estados Unidos, a maioria das discussões sobre os conflitos militares na década de 1990 nos Balcãs e sobre a “Primavera Árabe” entre 2010 e 2012 não mencionam que as áreas envolvidas foram parte do Império Otomano, inclusive a Turquia, as áreas habitadas por muçulmanos em torno do Mediterrâneo, o Iraque, as regiões costeiras da Península Árabe e partes dos Balcãs. Nas áreas que passaram pela Primavera Árabe, o papel da Turquia todas as vezes foi de apoiar os rebeldes e rapidamente reconhecê-los como um governo legítimo do país em revolta.
E os líderes turcos conectam os conflitos na Bósnia, a “Primavera Árabe” e o Império Otomano. Harold Rhode, um americano especialista em Turquia, noticiou:
Os recentes [2011] discursos de Erdogan [presidente da Turquia] após sua vitória eleitoral colocam em evidência suas verdadeiras intenções com relação à política externa da Turquia. Segundo ele, sua vitória é tão importante em Ancara quanto o é na capital da Bósnia e Herzegovina, Sarajevo, que era uma importante cidade otomana nos tempos do império; que a festa de sua vitória foi tão importante em uma grande cidade como Izmir, na costa oeste de Anatólia, quanto em Damasco, e tão importante em Istambul quanto em Jerusalém…
Ao dizer que essa vitória é tão importante em todas as ex-cidades otomanas, Erdogan aparentemente se vê na tentativa de recuperar na sua totalidade o passado otomano da Turquia.
O fato de que desde 1990 cada país da Europa e do Oriente Médio que sofreu intervenção militar americana em um conflito militar interno ou em uma “Primavera Árabe” acabou com um governo dominado por islâmicos da Irmandade Islâmica ou pela al-Qaeda se encaixa bem na ideia de que esses eventos representam um retorno ao Império Otomano. Além de ser um império político governando um território e sua população, o Império Otomano alegou ser um califado com domínio espiritual sobre todos os muçulmanos, dentro e fora das fronteiras. Embora possa parecer estranho no início, a ideia de promover a renovação do Império Otomano em duas frentes: quebrar a estrutura política pós-otomana e promover um califado que islâmicos dizem desejar, parece bastante razoável.
Assim como os conflitos nos Balcãs na década de 1990 e a “Primavera Árabe” considerada em perspectiva histórica sugere que a Turquia pode estar tentando recriar seu antigo império, um exame do império turco em uma perspectiva histórica sugere uma possível parceria entre Alemanha e Turquia no projeto, considerando que, desde sua criação em 1870, a Alemanha viu a Turquia com seu império como seu mais valioso cliente e aliado. Na visão dos líderes da Alemanha, a Turquia era controlável por meio de uma combinação de intercâmbio comercial e presentes como oportunidades educacionais, disposição de conhecimentos técnicos e administrativos, e também propinas a autoridades turcas. A Alemanha via a influência da Turquia como um meio de influenciar os muçulmanos ao redor do mundo para seus próprios interesses. Como mostrou o estudioso alemão Worfgang Schwanitz, durante a 1º Guerra Mundial a Alemanha empregou o califado turco para promover a jihad (tumultos e rebeliões) em áreas onde muçulmanos eram governados por seus inimigos, que eram Rússia, da França, da Inglaterra e da Sérvia.
No entanto, nos cerca de 50 artigos reunidos em minha pesquisa sobre a consciência de parte dos americanos sobre uma possível conexão turca com a “Primavera Árabe”, não encontrei uma única menção a “Alemanha”. Somente em um link em um desses artigos, que levava a um artigo sobre a Corte Penal Internacional (CPI) que, com sua acusação a Muamar Kadafi e a emissão de um mandado de prisão contra ele, forneceu a base “legal” que legitimou os bombardeios da OTAN contra a Líbia, que deu a vitória aos rebeldes e terminou o regime de Kadafi, nele encontrei uma menção à Alemanha. Do artigo, “A Lawless Global Court" (Uma Corte Global sem Leis), escrito por John Rosenthal (Policy Review nº 123, 1º fev. 2004), descobre-se que a CPI é um projeto iniciado, promovido e até certo ponto financiado pela Alemanha. Levando isso em consideração, a ideia de que a CPI serve aos propósitos da Alemanha é senso comum. Por meio da conexão da Corte, a promoção alemã da “Primavera Árabe” fica clara. No entanto, quase nunca é mencionada. Esse silêncio exige uma explicação.
Mais tarde, encontrei uma referência explícita ao papel da Alemanha nisso tudo, principalmente na guerra contra o regime de Assad na Síria, no artigo de John Rosenthal German Intelligence: al-Qaeda all over Syria (Inteligência Alemã: al-Qaeda em Toda a Síria) no site do Asia Times, que noticia que o governo alemão apoia os rebeldes e seu braço político, o Conselho Nacional Sírio, contra Assad; que o governo alemão manteve em sigilo “por questões de interesse nacional” o conteúdo de vários relatórios da agência de inteligência alemã BND de que o massacre de civis na cidade síria de Houla em 25 de maio de 2012, em que Assad foi considerado responsável, foi na verdade cometido por forças rebeldes, e que “o Ministério de Relações Exteriores da Alemanha está trabalhando com representantes da oposição síria para desenvolver “planos concretos” para uma “transição política” na Síria após a queda de Assad. Até agora, a política da Alemanha de manter escondido o seu papel de liderança na tentativa de reconstituir o Império Otomano parece ter sido bem sucedida.
Cada ação militar dos Estados Unidos na Europa e no Oriente Médio desde 1990, no entanto, com exceção do Iraque, seguiu um padrão evidente: Primeiro houve um conflito armado dentro do país onde a intervenção iria acontecer. A mídia americana fez uma grande cobertura do conflito. Os “bonzinhos” na história eram os rebeldes. Os “vilões”, que seriam atacados pelas forças militares americanas, eram brutalmente antidemocráticos, perpetradores de crimes de guerra, guerras contra a humanidade e genocídios. Figuras públicas prestigiosas, ONGs, entidades judiciais e quase judiciais e organizações internacionais clamavam por apoio aos rebeldes e ataque ao regime. Próximo passo, o presidente americano ordenava um apoio logístico e fornecia armas aos rebeldes. Finalmente, o presidente americano ordenava um ataque militar sob proteção da OTAN em apoio aos rebeldes. O ataque geralmente consiste em um bombardeio aéreo, o atual equivalente das canhoneiras dos séculos XIX e XX, que podiam atacar cidades costeiras de países militarmente fracos sem medo de retaliação. O resultado final de todas as intervenções americanas foi a substituição do governo secular por um regime islâmico em uma área que foi parte do Império Otomano.
Por que o governo dos EUA promoveria ativamente objetivos alemães, como a destruição da Iugoslávia (a Alemanha invadiu a Sérvia nas duas guerras mundiais) e a recriação do Império Otomano, é uma questão que precisa ser respondida.
Robert E. Kaplan é historiador, com doutorado pela Universidade de Cornell, especializando em Europa moderna.
Traduzido por do artigo do Conselho de Política Internacional do Instuto Gatestone: The U.S. Helps Reconstruct the Ottoman Empire

sábado, 7 de maio de 2011

ELES MATARAM O BIN LADEN

Confesso que demorei a dar crédito a esta notícia, e pelo histórico de mortes de Bin Laden (lembrem que já anunciaram sua morte antes), ainda fica algo soando estranho nesta história toda, mesmo com a confirmação da morte pelo grupo terrorista Al Qaeda.
Só o tempo nos dirá a verdade!!!

AÇÃO CONTRA BIN LADEN FOI CONDUZIDA PELA SEAL
A tropa de elite responsável pela localização e execução de Osama bin Laden é uma das mais bem preparadas em todo o mundo. Ligada à Marinha dos Estados Unidos da América, a SEAL é composta dos mais capacitados militares das três forças do exército yankee.
Militares da SEAL, a Tropa de Elite americana que executou Osama bin Laden.

Formada por voluntários, recebe anualmente dezenas de pedidos de adesão por parte dos melhores militares em ação. Mesmo vindo de uma altíssima preparação, apenas 40% dos candidatos são aprovados.
Embora pertença oficialmente à Marinha, seu raio de ação vai além, como pode ser visto no caso da execução de bin Laden, pois o ataque aconteceu numa região longínqua, sem mar. O fato se justifica, pois o grupo está apto a atuar em qualquer terreno, aliás o nome SEAL é na verdade um acrônimo das primeiras letras das palavras inglesas para Mar (Sea), Ar (Air) e Terra (Land).
Os integrantes da SEAL são homens treinados para ações secretas de caráter excepcional, levando em consideração as dificuldades e perigos. Estão sempre preparados para agir a qualquer hora e sob quaisquer circunstâncias.
A SEAL foi criada nos anos 60, durante o Governo do Presidente John Kennedy e já teve ações decisivas em Cuba, no Vietnã, Granada, Somália, Afeganistão, Iraque, Irã e agora no Paquistão.
O maior fracasso deste grupo se deu quando tentaram libertar os prisioneiros seqüestrados na Embaixada dos Estados Unidos em Teerã, nos anos 70. Já uma das ações mais bem sucedidas foi a prisão dos seqüestradores do navio Achille Lauro, na década de 80.
No dia 7 de outubro de 1985, quatro terroristas da Frente de Libertação da Palestina seqüestraram o navio italiano Achille Lauro na rota de Alexandria para Port Said. Para liberar os passageiros, os terroristas exigiam a libertação de 50 palestinos presos por atividades terroristas.
Como não tiveram suas exigências atendidas, os seqüestradores perpetraram uma execução-espetáculo, atirando na testa de um judeu que estava a bordo. Leon Klinghoffer tinha 63 anos, era deficiente físico e se locomovia em cadeira de rodas. Os terroristas forçaram o barbeiro do navio e um garçom a levar o corpo de Leon para diante das câmeras e o atiraram nas águas. O “espetáculo” foi captado pelas lentes e câmeras de centenas de jornalistas que cobriam o seqüestro.
Graças à intervenção dos membros da SEAL, e sob a autorização do Presidente Ronald Reagan, as forças especiais italianas conseguiram prender os seqüestradores.
A intervenção da SEAL no caso Achille Lauro mostra o caráter discreto deste grupo de elite, uma vez que até hoje pouco se falou no papel que eles desempenharam no episódio. Não se sabe até onde eles foram, mas sabe-se com certeza de que eles estiveram lá.
Recentemente a SEAL também protagonizou outra difícil ação quando resgatou das mãos de piratas somalis o capitão estadunidense Richard Phillips.

Na insígnia da SEAL se pode ver uma águia, uma âncora e um tridente, símbolos que refletem as áreas onde este grupo está preparado para agir. Ou seja: Em qualquer lugar.

A execução de Osama bin Laden não é apenas a ação mais importante da história da SEAL como também a prova de que o simbolismo da sua insígnia é para valer! A Al Qaeda que o diga.

Notícia tirada do blog amigo: Notícias de Sião

sexta-feira, 26 de março de 2010

A TRAIÇÃO AMERICANA

Gente estes ultimos 2 textos, são de um Blog amigo (Shalom Israel)
Gostei destes textos, pois expressam o que estou sentindo.
O momento da manifestação dos Filhos de Deus está cada vez mais próxima...
Preparem-se... Dobrem seus joelhos! Se nos consideramos "Amigos de Israel",
devemos levar em conta "dar a vida por seus amigos"!
Estão pensando como exercer misericórdia com atitudes práticas?



Era aquilo que já se esperava: nenhum entendimento entre Netanyahu e Hussein Obama. Os encontros foram tensos, estando por um lado a administração norte-americana a tentar "forçar" Israel a não construir na sua própria capital - Jerusalém - contra um firme primeiro-ministro israelita, Netanyahu, disposto a não ceder a esta pressão dos "amigos" americanos.
Crê-se até em Israel que Hussein Obama tentou humilhar Netanyahu durante esta visita, não aparecendo publicamente com ele na Casa Branca conforme é costume do protocolo, muito menos permitindo cobertura jornalística ou fotos do encontro. As únicas fotos foram tiradas à distância, ao jeito dos "paparazzis", conseguindo-se apenas "apanhar" um Netanyahu de cara fechada acompanhado do ministro da defesa Ehud Barak.
Apesar dos 2 encontros entre o presidente americano e o premier israelita, e mais uma vez violando todos os protocolos, não houve qualquer comunicado oficial, ficando um porta voz da Casa Branca encarregado de comunicar algumas palavras sem qualquer significado.
Sabe-se entretanto algo de ainda mais grave: a actual administração norte-americana, liderada pelo apoiante da causa palestiniana, sr. HUSSEIN Obama, tem estado a recusar assinar qualquer contrato de fornecimento de armas a Israel, ao passo que aprovou o fornecimento de aviões F-16 ao Egipto e um contrato de fornecimento de 10 biliões de dólares em armas para vários países da Liga Árabe, incluindo o Kuwait, a Jordânia (vizinho de Israel), Marrocos, Arábia Saudita, e a União dos Emirados Árabes.
Ao mesmo tempo que os EUA rejeitaram a venda de helicópteros Apache a Israel, aprovaram a venda dos mesmos ao Egipto, vizinho do estado judaico...
Nunca nos enganou este sr. Hussein Obama. Na opinião pública israelita, este é o presidente americano menos amigo de Israel, e poderá ser este o homem que liderará o processo de exclusão de Israel, isolando cada vez mais o estado judaico na cena internacional. Nada que admire os estudiosos das profecias bíblicas, pois sabemos que assim terá de ser, para infelicidade de Israel, mas ao mesmo tempo para salvação do povo eleito, uma vez que é desta forma que eles se voltarão para o seu único, verdadeiro e fiel Aliado: o Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaque e Jacob!
Deus te abençoe Israel! Não estás só!
Shalom, Israel!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dividindo a terra com os palestinos ou devolvendo-a aos mexicanos?

Justiça politicamente correta de Obama quer violação da integridade territorial de Israel, mas não a violação da integridade territorial dos EUA
por Julio Severo

Barack Obama é o homem da inclusividade, pluralidade e diversidade. O que isso significa? Significa que ele respeita a ideologia politicamente correta acima das tradições, moralidade e do próprio Cristianismo, que é parte inseparável e inegável da fundação dos Estados Unidos.

A ideologia PC ordena que Obama se lembre em seus discursos da participação de muçulmanos na construção dos EUA. Embora essa participação tenha sido insignificante, a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los em plena igualdade.

Os homens que viviam no vício homossexual eram discriminados porque a população antes não tolerava seu comportamento e obscenidades? Com Obama na presidência, a ordem agora é "change" — termo em inglês que significa mudança. A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los também, e Obama se orgulha de colocar em funções elevadas de seu governo homossexuais ativos e ativamente pornográficos.

Agora, finalmente, muçulmanos e homossexuais podem se abraçar e dizer: "Nós somos incluídos pelo que somos e fazemos!"

A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade é hoje um importante produto de exportação "made in USA", amplamente divulgado pela ONU. Obama, que sabe perverter a Bíblia para seus próprios interesses e caprichos, está usando a experiência americana de exportar o Evangelho no passado para exportar agora o "evangelho" da inclusividade, pluralidade e diversidade.

Ele quer ensinar ao mundo, bem ao estilo da nova ordem mundial, que as velhas barreiras e "preconceitos" devem ser quebrados. E essas barreiras não se aplicam apenas aos homossexuais e muçulmanos. Aplicam-se também aos ditadores comunistas.

E aplicam-se também a terras!

Os muçulmanos palestinos reivindicam terras para criar no mundo mais uma nação muçulmana anti-Israel?

Sem problema. Obama descobriu que, na guerra de 1847, os EUA derrotaram o México e o obrigaram a vender e entregar territórios mexicanos, que incluíam o que hoje são Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos". Que tal ele conceder agora esses territórios aos palestinos?

Se ele não pode tratar como sagrada a terra que Deus deu somente aos judeus, então por que ele deveria tratar como propriedade sagrada dos EUA terras que antes eram dos mexicanos?

Afinal, não há nenhuma promessa de Deus na Bíblia de que esses territórios devam ser ou permanecer propriedade exclusiva dos EUA para sempre. Por isso, se a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda quebrar velhas barreiras e "preconceitos", qual o problema de se dar essas terras aos palestinos?

Ops! Por uma questão de ética politicamente correta, Obama não pode fazer isso. O que ele precisa fazer é pedir perdão aos mexicanos e devolver a eles a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados que eram parte do México.

Esse exemplo daria ao mundo a certeza de que Obama é coerente e fiel à sua própria ideologia, fazendo o seu próprio país pagar o preço da sua "change". Esse ato mostraria ao mundo que Obama está disposto a superar qualquer tradição nacionalista para a construção de uma Nova Ordem Mundial.

Sim, ele fará sacrifícios em prol de sua fidelidade à inclusividade, pluralidade e diversidade — contanto que somente Israel e outras nações paguem o preço. Os palestinos querem metade de Israel? Obama está determinado a garantir-lhes seu desejo. Eles querem também Jerusalém como capital de seu ansiado país muçulmano? Obama não hesitará em quebrar a velha tradição de Jerusalém como capital de Israel!

No que depender de Obama, "change" será realidade para a divisão da terra que Deus deu apenas aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. "Change" será, pela vontade imperial de Obama, a única opção dos judeus.

Sua "change" jamais sacrificaria a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos" para os palestinos. De igual forma, Lula, o amigo socialista de Ahmadinejad do Irã, jamais sacrificaria o Amazonas para os palestinos. Mas de bom grado eles sacrificarão a integridade territorial de Israel.

Entretanto, quer gostem ou não, ao imporem a divisão forçada da terra de Israel, Obama e outros líderes americanos estão investindo na divisão e destruição dos EUA. Nenhuma nação e império se impõe sobre a pequena nação de Israel sem ficar ileso. Haverá, cedo ou tarde, "change" para os EUA — uma "change" determinada e decretada por Aquele que derrubou todos os impérios arrogantes que violaram a integridade territorial de Israel.

Violando a integridade territorial de Israel em favor dos palestinos islâmicos, os EUA jamais conseguirão preservar sua própria integridade territorial. O fortalecimento da minoria homossexual e muçulmana no governo de Obama é prova de que o império está caindo.

Em sua longa história, Israel viu caírem vários impérios que queriam a sua divisão territorial. Com Obama, agora é a vez americana de entrar na lista dos impérios caídos.

Fonte: www.juliosevero.com