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domingo, 1 de junho de 2014

Cristãos brasileiros: “Destino profético” vinculado à Israel - por Chris Mitchell

ATUALIZADO...

Nota do blogueiro: Publico a notícia exatamente como eu a recebi!

Comentário de Julio Severo: Anos atrás, estive com o Dr. Chuck Pierce e ele disse que Deus havia lhe mostrado que em 2008 Deus havia removido a unção que Ele tinha sobre a nação americana desde que os peregrinos americanos haviam feito uma aliança com Ele. De acordo com Pierce, Deus daria essa unção para outra nação, que se tornaria então a maior potência mundial. Ele disse que o Brasil poderia ser o escolhido, contanto que se aproximasse muito de Israel. Deus pode estar então usando lideranças cristãs brasileiras, inclusive a cantora Ana Paula Valadão, para essa aproximação, conforme a reportagem abaixo da CBN News, que tem o vídeo que está em inglês. Mas quando Deus tem um grande propósito, o diabo tenta também infiltrar seu veneno. A Teologia da Missão Integral (TMI), que há seis décadas infecta a IPB e outras igrejas protestantes históricas do Brasil, começou recentemente sua infecção na Igreja Batista da Lagoinha. Se essa infecção vai se alastrar ou não para atrapalhar o mover profético de Deus não sabemos. Mas os intercessores precisam vigiar e orar. Quer saber o que uma igreja “madura” na TMI pensa sobre Israel? Veja um alerta que mostra que a TMI tem feito com que os cristãos se distanciem do apoio a Israel: “Mensageiros palestinos: Como Cristo e os cristãos são usados para promover a causa palestina”
Eis agora a reportagem da CBN News:
JERUSALÉM, Israel — A Bíblia diz que muitas nações irão à cidade de Jerusalém para adorar ao Senhor.
Isso ocorreu recentemente quando um grupo de brasileiros foi à Torre de Davi na Velha Cidade de Jerusalém para adorar.
Desde a tarde até a noite, os brasileiros se reuniram para celebrar o Deus de Israel.
Ana Paula Valadão conduziu a adoração. No Brasil, ela tem conduzido concertos com o comparecimento de um milhão de pessoas. Ela crê que o Brasil tem um destino especial com Israel.
“Creio que a nação brasileira está se levantando para orar pela paz de Jerusalém,” Ana Paula disse a CBN News.
Seu marido, Gustavo, disse que muitos brasileiros estão indo a Israel para esse próprio propósito.
“Muitos brasileiros de todo o Brasil, estão estão indo para Israel a fim de orar — orar por Israel e orar pelo Brasil neste lugar, nesta nação,” disse ele.

Hoje, o Espírito Santo está levantando guerreiros de oração.
“Temos um grande papel nisso pois o Brasil está em reavivamento,” disse Ana Paula. “E o Espírito Santo está levantando intercessão em favor dos tempos finais.”
Ela acredita que o reavivamento está mudando o Brasil.
“Hoje temos quase 40 por cento da população declarando que são cristãos que nasceram de novo, e as igrejas estão cheias,” disse ela. “As pessoas estão abertas para receber Jesus até mesmo nas ruas.”
Os brasileiros trazem exuberância para sua adoração.
“O dom redentivo do Brasil, essa alegria, essa celebração para Jesus — e é por isso que o trazemos para Israel, pois é nosso dom redentivo,” disse Gustavo.
“Cremos que temos um destino, um destino profético de abençoar e trazer a Segunda Vinda do Senhor,” Ana Paula disse.
Traduzido por Julio Severo da reportagem da CBN News: Brazilian Christians: “Prophetic Destiny” with Israel

quarta-feira, 29 de maio de 2013

CUIDADO: Evangélicos pró-Hamas!

Exclusivo: Walid Shoebat, escritor cristão palestino, alerta sobre organização anti-Israel que está dando palestras em mega-igrejas dos EUA

Walid Shoebat
Jesus at the Check Point,” uma organização “cristã” com uma tendência socialista e liberal, estará logo dando palestras numa igreja perto de você.
A organização está viajando pelos países para ajuntar apoio para, conforme eles afirmam mais ou menos, aliviar a “perseguição cristã.”
O lema da organização é “resistência não violenta contra a ocupação sionista israelense.” “O sionismo é o obstáculo à paz,” eles escrevem, e eles querem “educar os cristãos evangélicos” para “entender a Bíblia a partir de uma perspectiva cristã palestina,” que abertamente apoia um “Estado dividido” como a solução para o conflito israelense-palestino.
O principal dínamo e agente patrocinador dessas viagens de palestras é o Colégio Bíblico de Belém em Belém, Israel. Sua 2ª Conferência Internacional foi dirigida por uma família palestina, os Awads, inclusive Sami Awad, Bishara Awad e Alex Awad. Afirmando serem batistas, os Awads, conseguiram atrair algumas figuras influentes. Vários evangélicos americanos que eles recrutaram haviam tomado ação para trazê-los para palestrar em igrejas americanas.
Bishara Awad, diretor do Colégio Bíblico de Belém
Mas o que muitos no Ocidente não sabem é que essa organização não tem nada a ver com a identidade batista. Além disso, eles não estão de forma alguma envolvidos com atividades contrárias à perseguição cristã. Essa organização jamais menciona que no Oriente Médio os islâmicos perseguem os cristãos. O que eles dizem é que a perseguição que os cristãos sofrem tem origem na presença judaica em toda a Judeia bíblica. Eles afirmam que os judeus confiscaram terras dos árabes.
De acordo com eles, são os sionistas, não o [grupo terrorista] Hamas, que perseguem os cristãos. Aliás, eles promovem a legitimidade do Hamas e apoiam plenamente o terrorismo, mas não como sua tática. Para eles, o terrorismo é legítimo como uma tática para outras organizações palestinas enquanto estão fazendo resistência aos que eles consideram como “ocupação israelense.”
Gravei a entrevista deles de TV antes que as provas fossem removidas, depois de um contato com Wayne Cordeiro, pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular em Honolulu, Havaí. Sete anos atrás, Cordeiro convidou essa organização e se sentiu convencido a chamar Israel de “uma ocupação.”
A prova está neste link, em inglês.
E embora Alex Awad diga que ele “não apoia o Hamas,” essa declaração tem suas letras miúdas; ele insistiu que os evangélicos precisam aceitar a realidade de que o Hamas é a “representação legítima do povo palestino.” O que é chocante é que Cordeiro concordou: “Precisamos dar uma chance a eles [o Hamas].”
Nossas fontes árabes mostram que além de apoiar o Hamas, essa organização apoia a FPLP, a organização terrorista Frente Popular para Libertar a Palestina. Tudo isso apesar de que ambas essas organizações são declaradas ilegais pelos Estados Unidos.
A história dessa espécie palestina belicosa de Cristianismo não é nova; foi uma invenção dos revolucionários palestinos socialistas de décadas atrás que surgiu para recrutar cristãos para se juntarem às fileiras dos socialistas, comunistas e até grupos terroristas como a FPLP. Para compreender essa espécie de teologia, obtivemos uma dissertação de formatura aprovada pelo Colégio Bíblico Belém e escrita por Yousef Ijha intitulada “Estudando o Sionismo Cristão.” A dissertação declarou:
“Herzl estabeleceu o primeiro Congresso Sionista em 1897, e conseguiu reunir os judeus do mundo ao redor de si, inclusive os mais astutos dos judeus para publicarem o mais perigoso plano da história do mundo, ‘Os Protocolos dos Sábios de Sião,’ procedente dos ensinos judaicos sagrados.”
Tudo isso enquanto ignorando que “Os Protocolos dos Sábios de Sião” é comprovadamente um documento fraudulento, conforme os melhores historiadores.
Fiel à teologia socialista ensinada pelos Awads, Ijha se tornou uma figura proeminente e organizador da organização comunista Federação Mundial da Juventude Democrática, um grupo que tem filiais no Oriente Médio e Norte da África. Enquanto era estudante de Awad, Ijha proclamou publicamente sua lealdade à organização terrorista FPLP enquanto honrava o famoso terrorista Ahmad Saadat, secretário-geral da FPLP: “Todas as saudações ao nosso camarada… Ahmad Saadat da FPLP… e uma saudação vermelha encharcada no sangue dos mártires.” 
Atualmente, Saadat está numa prisão israelense por seu envolvimento no assassinato do ex-primeiro ministro Rehavam Ze’evi.
A verdade é que os Awads concordarão com seus recrutas. Em maio de 2008 Alex Awad participou de uma conferência, realizada em Jakarta, Indonésia, de apoio ao terrorismo islâmico. Entre os palestrantes desse evento estava Zahra Mostafavi, filha do aiatolá iraniano Khomeini. Ela havia anteriormente incentivado crianças a se tornarem homens-bombas. Entre os participantes estavam também representantes do Hamas e do Hezbollah, cuja presença Alex Awad tentou mascarar.
Esse grupo expressa, por meio de artigos e notícias na mídia, como detesta o modo como os evangélicos compreendem as profecias bíblicas com relação a Israel. Contudo, eles mesmos não vivem sem proclamações proféticas. Sete anos atrás, no programa de TV de Cordeiro, Alex predisse que dentro de três a quatro meses o Hamas se transformaria num leopardo sem manchas. A realidade hoje é que o Hamas está ganhando força depois da Primavera Árabe e está ganhando mais manchas. O Hamas restabeleceu as leis islâmicas, inclusive a “proibição de armas para os não muçulmanos conquistados; a proibição de sinos de igrejas; e restrições com relação à construção e restauração de igrejas.”
A principal enganação usada para convencer os ingênuos a se juntar às fileiras do inimigo é primeiro convencer os evangélicos de que o que vale é o Evangelho e nada maisOs evangélicos precisam tomar cuidado: A meta do palestinianismo cristão é erradicar a presença judaica e não ajudar os cristãos perseguidos.
Walid Shoebat, ex-membro de uma organização terrorista palestina, é hoje um escritor cristão palestino que desmascara esquemas “cristãos” palestinos que promovem a teologia da libertação palestina.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Evangelicals for Hamas!

Palestinos colocam bandeira nazista sobre mesquita perto de Hebrom

Rachel Avraham/United With Israel
Residentes judeus da Judeia e Samaria ficaram chocados ao verem uma bandeira nazista tremulando sobre uma mesquita na vila palestina de Beit Omar perto de Hebrom na segunda-feira. A bandeira estava visível para milhares de cidadãos israelenses que passavam pela mesquita a caminho de Hebrom para trabalhar.
Uri Arnon, que viu a bandeira, disse à Agência Noticiosa Tazpit: “Senti como se eu estivesse voltando 75 anos atrás, perdendo nosso controle da terra. Os árabes não mais sentem necessidade de esconderem suas tendências assassinas, anunciando em voz alta que eles desejam nos destruir.”
Aryeh Savir da Agência Noticiosa Tazpit noticiou: “A resposta mais recente da Secretaria de Coordenação de Atividades Governamentais nos Territórios (SCAGT) das Forças de Defesa de Israel é que eles estão esperando que os membros da empresa palestina de eletricidade entrem e removam a bandeira, pois ela está tremulando nos fios de eletricidade.”
Independente se a bandeira permanecerá ali ou não, o fato de que uma bandeira nazista foi colocada sobre uma mesquita palestina é um lembrete sinistro de como certos nacionalistas palestinos têm demonstrado apoio manifesto ao nazismo, assim revelando mais uma vez que eles não têm nenhuma intenção de coexistir pacificamente com Israel.
Aliás, a Fundação Walid Shoebat, que é dirigida por um palestino chamado Walid Shoebat (que no passado foi um terrorista da OLP, mas em recentes anos se tornou defensor de Israel), afirma que tais ações palestinas não deveriam surpreender nenhum de nós. Ele diz que o fato de que uma bandeira nazista esteja tremulando sobre uma mesquita palestina “deveria ser de conhecimento público, mas é continuamente ignorado — os fundamentalistas islâmicos e os nazistas têm a mesma mente. Que uma bandeira nazista tremulando numa vila palestina perto de uma mesquita deveria realmente ser menos chocante do que o fato de que tantos estão chocados com ela.”

O grande mufti da Palestina e Hitler

Na década de 1930 o líder islâmico (grande mufti) Haj Amin Al Husseini, que estava diretamente envolvido nos tumultos de 1929 que destruíram a antiga comunidade judaica de Hebrom, desenvolveu uma aliança muito íntima com a Alemanha nazista. O grande mufti e seus seguidores gostavam tanto de Hitler que eles até adotaram as saudações nazistas, agitavam retratos de Hitler nos comícios e colocavam suásticas em seus materiais escritos, enquanto os nazistas retribuíam dando bolsas de estudos para estudantes árabes, contratando árabes em firmas alemães e convidando líderes árabes para comícios nazistas numa época em que os judeus que haviam vivido dentro da Alemanha a vida inteira eram proibidos de ter tais oportunidade.
Aliás, o mufti estava na folha de pagamento dos nazistas como um agente e propagandista, e os nazistas estavam ativamente envolvidos na formação de ligações com os meios de comunicação árabes, cujo legado anti-judeu que começou por volta da época do Holocausto dura até os dias de hoje. O grande mufti estava por trás da Grande Revolta Árabe de 1936-1939 e das inúmeras operações terroristas árabes mirando os judeus de Israel; ele estava envolvido com o massacre Farhud de membros da comunidade judaica de Bagdá em 1941; ele incentivou ativamente os governos europeus a transportarem os judeus para campos de concentração e não permitirem que os judeus deixassem a Europa; e ele estava envolvido no treinamento de forças militares bósnias pró-nazistas, que cometeram incontáveis atrocidades. Ele também contrabandeava saques nazistas para os países árabes.

Ligações atuais

De acordo com o Observatório da Mídia Palestina: “Na sociedade palestina, o nome Hitler não carrega o estigma que carrega no Ocidente. Tanto as revistas do Hamas quanto os jornais do Fatah, da Palestina, escrevem favoravelmente acerca de Hitler. Para alguns palestinos, o homem e seu nome são dignos de admiração. Embora possa provocar surpresa para observadores ocidentais ver fontes palestinas oficiais apresentando Hitler como um herói, é importante notar que a repulsa a Hitler que é comum no Ocidente não recebe a mesma reação na sociedade palestina. Há até palestinos cujo primeiro nome é Hitler.”
Por exemplo, um artigo em Al Hayat Al Jadida escrito não muito tempo atrás por Hassan Ouda Abu Zaher declarou: “Se Hitler tivesse vencido, o nazismo seria uma honra e as pessoas estariam competindo para se tornar membros dele. Ele não seria uma desonra punível por lei. Churchill e Roosevelt eram alcoólatras, e em sua juventude foram questionados mais de uma vez por brigas que eles iniciaram em bares, enquanto Hitler odiava o álcool e não era viciado a ele. Ele costumava dormir cedo e acordar cedo, e era muito organizado. Esses fatos sofreram uma desordem também, e Satanás recebeu asas de anjos.”  
De fato, tremular uma bandeira nazista sobre uma mesquita palestina representa meramente a manifestação mais recente do descarado apoio do movimento nacional palestino em favor da ideologia nazista.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: Palestinians Wave Nazi Flag Over Mosque Near Hebron

O que a Bíblia diz sobre um Estado palestino?

por Joel Richardson


Em 29 de novembro de 2012, 138 países aprovaram a Resolução 67/19 da ONU sobre “A Questão da Palestina.” A resolução expressa apoio pelo direito do “povo palestino… ao seu Estado independente da Palestina.”
À luz desse acontecimento profundamente histórico, e à luz da esmagadora tendenciosidade mundial contra a nação de Israel, é essencial que todos os estudantes da Bíblia parem para considerar o que a Bíblia diz sobre o futuro da nação de Israel e da “Palestina.”
Quando pesquisamos as muitas passagens bíblicas que falam da volta do Messias, fica imediatamente claro que entre as principais questões que Jesus está voltando para confrontar é a perseguição, marginalização e tratamento injusto que as nações da terra sempre deram a Israel. Apesar do fato de que a propaganda antissemita e antissionista de nossa época é amplamente adotada até mesmo por grandes segmentos da Igreja Cristã, a Bíblia deixa claro que quando Jesus voltar, ele de forma específica executará juízo contra os inimigos de Israel.
De acordo com o profeta Joel, logo antes da volta de Jesus, um vasto número de nações invadirá Israel e cercará a cidade de Jerusalém. Joel nos diz que Jesus executará juízo contra todas as nações envolvidas nessa invasão e também contra todos os que forçam a divisão da Sua terra:
“Reunirei todos os povos e os farei descer o vale de Yehôshaphat, Josafá, isto é, YahwehJulga; e ali hei de julgá-los por causa da minha herança: Israel, o meu povo escolhido. Porque eles maldosamente espalharam os israelitas pelo mundo, e dividiram entre si a minha terra.” (Joel 3:2 KJA)
Essa profecia deixa claro que um distinto Estado palestino se tornará realidade. O profeta fala do Senhor executando vingança contra gente do Egito, Jordânia, Líbano e territórios palestinos que têm se engajado em violência contra o povo de Israel:
“O que tendes vós contra a minha pessoa, Tiro e Sidom, e todas as regiões da Filístia? Porventura quereis vingar-vos de mim? Se vingança é o que desejas, retribuirei sem demora tudo quanto tens feito.” (Joel 3:4 KJA)
“Por outro lado, o Egito ficará desolado, Edom se tornará um deserto arrasado, por causa das malignidades desferidas contra Judá, em cujas terras derramaram muito sangue inocente. Judá, por sua vez, será habitada para sempre e Jerusalém por todas as gerações. E purificarei a sua culpa do sangue que Eu ainda não havia perdoado, porquanto Yahwehhabita em Sião!” (Joel 3:19-21 KJA)
De acordo com o profeta Ezequiel, Jesus está voltando para executar juízo contra aqueles que estão apegados ao “antigo ódio” dirigido ao povo judeu e que derramaram o sangue dos israelitas.
“Porque mantiveste teu antigo ódio e inimizade, e entregaste os israelitas ao poder da espada no tempo da calamidade deles… por este motivo, juro pela minha própria vida, afirma Yahweh, o Eterno e Soberano Deus, que te entregarei ao espírito sanguinário, à morte, e este sangue te perseguirá.” (Ezequiel 35:5-7 KJA)
E de acordo com o profeta Isaías, o Dia do Senhor, ou a volta de Jesus, será especificamente um tempo em que o Senhor vingará Israel no meio da “causa legal” ou a “controvérsia de Sião”:
“Porquanto Yahweh terá um Dia de Vingança, um ano de retribuições pela causa de Tsión, Sião.” (Isaías 34:8 KJA)
Portanto, embora seja óbvio que Jesus está voltando para defender a oprimida e perseguida nação de Israel, talvez o que seja mais chocante ainda para alguns é o fato de que a Bíblia também descreve, de modo específico, a total devastação e juízo de Gaza e todo o território palestino. O profeta Sofonias, ao falar do Dia do Senhor, avisa todos os homens: “Buscai a justiça, buscai a humildade; talvez sejais poupados no Dia da ira de Yahweh.” Então vem uma descrição muito forte do que o futuro reserva para o Estado palestino quando Jesus voltar:
“Gaza será abandonada… Ai dos habitantes do litoral, da nação dos queretitas; a Palavra do SENHOR está contra vossas atitudes, ó Canaã, terra dos filisteus; e Eu vos destruirei sem que reste nem sequer um habitante. Toda essa terra junto ao mar, onde habitam os queretitas, se transformará em pastagem, com cabanas para os pastores e currais para os rebanhos. O litoral pertencerá ao restante da Casa de Judá, para que se alimentem ali; ao pôr-do-sol se deitarão nas casas de Ascalom; pois Yahweh, o seu Elohim, Deus, zelará por eles e restaurará o seu destino, trazendo-os de volta do cativeiro.” (Sofonias 2:4-7 KJA)
De acordo com essa profecia, o futuro Estado palestino será destruído e abandonado para o povo judeu habitar.
Para alguns, depois de ler essa informação, haverá a tentação de dar completamente por perdidos os palestinos e todos os inimigos de Israel. Mas se não conseguirmos reconhecer que por meio dessa passagem, o Senhor está chamando todos, inclusive os palestinos, ao arrependimento, então não conseguiremos mostrar gratidão pela misericórdia que Ele tem nos mostrado. Jesus morreu por nós, enquanto éramos ainda seus inimigos (Romanos 5:8-10). Jesus foi muito explícito em seu aviso contra esse tipo de espírito ingrato (Mateus 18:23-35). A igreja precisa orar diligentemente para que os palestinos se arrependam e se tornem servos do Deus de Israel.
Para os outros, haverá a tentação simplesmente de fazer pouco caso dessas profecias, casualmente desconsiderando-as como cumpridas na história antiga. Mas não dá para fazer isso sem cometer uma medida de violência contra esses textos. Os muitos avisos de um ajuntamento nos últimos dias das nações contra Jerusalém por meio dos profetas não são fáceis de desconsiderar como irrelevantes para nossa época, particularmente à luz da direção que o Oriente Médio está tomando neste momento.
Para aqueles que acreditam que Deus não tem mais nada a ver com Israel, você pode considerar o fato óbvio de que Satanás não parece ter recebido tal comunicado. Embora a maioria do povo judeu hoje ainda rejeite Jesus como Messias, a eleição e chamado deles permanecem garantidos (Romanos 11:28-29). Paulo alertou para que não nos tornássemos arrogantes nem ignorantes com relação a esse fato (Romanos 11:20, 25).
É hora da igreja inteira reconhecer o fato de que o Criador dos céus e da terra é o Criador de Israel. Esse é o título designado por Ele mesmo para sempre. Quando Jesus voltar, ele adotará uma postura política muito específica — é hora da igreja embarcar nessa postura.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: What the Bible says about a Palestinian state

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Igreja Presbiteriana da Escócia diz que os judeus não têm nenhum direito à Terra Santa

Comunidade judaica está furiosa e diz que relatório “tem linguagem polêmica igual à linguagem da era da Inquisição contra os judeus e contra o judaísmo”

Judeus escoceses disseram que ficaram “revoltados” com um recente documento da Igreja da Escócia — que é a Igreja Presbiteriana Nacional — que rejeita que os judeus tenham direitos especiais à terra de Israel.
Igreja Presbiteriana da Escócia
O relatório, intitulado “A Herança de Abraão,” rejeita “afirmações de que as Escrituras ofereçam a algum povo um direito privilegiado de posse de um território específico” e diz que “só dá para haver reconciliação depois da desocupação militar israelense da Margem Ocidental e da parte oriental de Jerusalém e do desbloqueio israelense de Gaza.”
O Conselho Escocês das Comunidades Judaicas disse numa declaração postada em seu site na sexta-feira que o relatório publicado nesta semana foi “um ultraje a tudo o que o diálogo inter-religioso representa” e “tem linguagem polêmica igual à linguagem da era da Inquisição contra os judeus e contra o judaísmo.”
Os judeus não têm direito à terra de Israel?
“A arrogância de dizer ao povo judeu como interpretar os textos judaicos e a teologia judaica é impressionante,” o conselho judaico disse.
A declaração disse que o relatório “fecha a porta para um diálogo proveitoso” e conclamou a Igreja Presbiteriana a removê-lo antes de sua próxima Assembleia Geral.
Traduzido por Julio Severo do artigo do jornal Times of Israel: Scottish church says Jews have no claim to Holy Land
Fonte: www.juliosevero.com

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O 12º Imã (Imã Mahdi)

12th-ImamO que é um Imã? Segundo a crença islâmica, o Imã é um líder ou governante ungido. Especialmente entre as crenças xiitas, acredita-se que o Imã (embora não obrigatório) seja um líder ou clérigo de oração quando a palavra é maiúscula. Os sunitas também acreditam que um Imã pode ser um profeta. Os xiitas acreditam que nem todos os profetas podem ser um Imã mas que um Imã também pode ser um profeta. Diz-se que o Imã é ungido por Alá e um exemplo perfeito de como liderar a humanidade em todos os sentidos.

A interpretação xiita é que somente Alá pode nomear um Imã e que nenhum homem tem o poder de fazê-lo. Diz-se que o 120 Imã é um descendente do profeta Maomé e possui um estado divino assim como cada um dessa sucessão de filhos. O 120 Imã também é chamado de Imã Oculto e Mahdi (divinamente guiado).

O 120 Imã (Imã Mahdi): Quem é o 120 Imã?
Entre os xiitas (predominantes no Irã), existe uma profecia sobre o 120 Imã, o grande salvador espiritual. Este Imã é chamado de Abu al-Qasim Muhammad ou também chamado de Muhammad Mahdi al. Diz-se que ele era um filho do 110 Imã, Hasan al-Askari, e sua mulher, a neta de um imperador. Há declarações contraditórias de que seu nome era Fátima ou Nargis Khatoon.

A maioria dos relatos da história dizem que Al Mahdi escondeu-se como uma criança em torno da idade de 5 anos (cerca do 130 século). Acredita-se que ele tenha se "escondido" em cavernas desde então, mas que vai voltar sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a Hadith, os critérios para o Imã Oculto são:
  • Será um descendente de Maomé e filho de Fátima
  • Terá uma testa larga e nariz pontudo
  • Retornará pouco antes do fim do mundo
  • Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
  • Fugirá de Medina a Meca, milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
  • Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
  • Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
  • Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e a ele se unirá
Notavelmente, a teoria do 120 Imã faz grande parte das atuais preocupações mundiais com o Irã. O presidente xiita muçulmano do Irã, Ahmadinejad, está profundamente comprometido ao messias islâmico, Al Mahdi. Muitos ao longo dos anos têm afirmado ser o Imã Oculto, mas Ahmadinejad acredita que ele ainda esteja por vir. Ele alega que deva pessoalmente preparar o mundo para a vinda de Mahdi. Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi". Esta diretriz apocalíptica inclui algumas proclamações muito assustadoras. O 120 Imã (Imã Mahdi): Por que isso é tão importante agora?
Enquanto os cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus, os judeus esperam pelo Messias e os muçulmanos esperam pelo 120 Imã. No entanto, dos três, Mahdi, o designado por Alá, é o único que exige um caminho violento para conquistar o mundo. Ahmadinejad e seu gabinete afirmam ter um "contrato assinado" com al Mahdi no qual eles se comprometeram a executar essa tarefa. O que esta tarefa envolve? À luz das preocupações sobre a capacidade nuclear do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem afirmado que Israel deveria ser apagado do mapa. Durante o seu discurso às Nações Unidas em setembro de 2005, ele afirmou ter sido envolvido por uma aura de luz e sentiu uma mudança na atmosfera durante a qual ninguém que estava presente conseguia piscar os olhos. Diz-se que o primeiro-ministro do Irã também falou em termos apocalípticos e parecia apreciar o conflito com o Ocidente, o qual ele chama de o Grande Satã. Tudo isso ocorre enquanto ele proclama que tem que preparar o mundo para a vinda de Mahdi por meio de um mundo totalmente sob o controle muçulmano. Ele está se esforçando muito para trazer horrores por todo o mundo, os quais devem estar acontecendo para que al Mahdi possa trazer a paz.

Este conceito e objetivo, juntamente com um ódio violento dos infiéis, dos Estados Unidos e de Israel, lembram-nos das profecias bíblicas do anticristo e do compromisso de milhões a um falso messias que afirmará trazer a paz. Poderiam este 120 Imã Mahdi e o seu servo Ahmadinejad darem entrada aos últimos dias que antecedem a vinda do verdadeiro Salvador?

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Forum Pró-Palestina = Ódio sendo derramado!


Um Gaúcho de Coragem

Começa esta semana, em Porto Alegre, um evento internacional cujo objetivo, está claro, é a demonização de Israel. Boa hora para lembrarmos a corajosa atuação do gaúcho Oswaldo Aranha, que há 65 anos presidiu a sessão da ONU que aprovou a criação de um estado judeu e um árabe na então Palestina.
Às 16h do dia 29 de novembro de 1947 Aranha abriu a sessão decisiva e histórica, tendo de enfrentar uma campanha montada pelo bloco árabe para adiar novamente a votação. O brasileiro rejeitou a articulação e determinou: “Os senhores todos sabem como votar. Os que são a favor dirão sim, os que são contra dirão não, e os que se abstiverem saberão o que dizer”.
Feita a contagem, Aranha anunciou o resultado: "33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções”. Os representantes árabes se retiraram declarando que aquela decisão significava a morte da ONU.
No encerramento da sessão, Oswaldo Aranha declarou: “Fui obrigado a manter-me neutro durante o debate, mas agora só posso concordar e expressar minha confiança nessa ousada e histórica experiência empreendida pelas Nações Unidas”
No dia seguinte, o gaúcho recebeu a seguinte carta do líder judeu Chaim Weizmann, que viria a tornar-se o primeiro presidente do Estado de Israel: "A sessão da Assembléia não podia ter terminado com essa decisão histórica se não fosse vosso esforço persistente e vossa devoção como presidente. Vossa compreensão do nosso problema e da justiça da nossa causa lhe ganhou a permanente gratidão do povo judaico.”  (http://www.israelnaweb.com – http://www.beth-shalom.com.br)
(Extraído do artigo Os Bastidores da Partilha, de Julio Wohlgemuth, autor do documentário Oswaldo Aranha - O Voto e a Revolução)

domingo, 26 de agosto de 2012

O DISCURSO DOS LÍDERES IRANIANOS APROXIMA-OS CADA VEZ MAIS DE HITLER



A existência de Israel é "um insulto a toda a humanidade" - afirmou nesta passada sexta-feira o tirano e lunático presidente do Irão, num dos seus mais espevitados ataques contra o estado judaico, agora que Israel debate abertamente se deve ou não atacar o Irã por causa do seu programa nuclear.
Talvez a retórica provocatória de Ahmadinejad revele até traços de desespero e medo pela possibilidade de Israel destruir por completo os seus ambiciosos projectos nucleares, mas a verdade é que este tipo de discurso só vem revelar a verdadeira natureza do fundamentalismo islâmico e das reais intenções da República iraniana.
Segundo Mahmoud, confrontar Israel é um esforço para "proteger a dignidade de todos os seres humanos."
"A existência do regime sionista é um insulto a toda a humanidade," - disse o lunático presidente iraniano, ao dirigir-se aos fiéis na Universidade de Teerão após manifestações pró-palestinianas realizadas por todo o país, num evento anual que assinala o Quds (dia de Jerusalém), na última sexta-feira do mês sagrado do Ramadão.

SEMELHANTE A ADOLF HITLER
Na opinião do rabi Marvin Hier, fundador e deão do Centro Simon Wisenthal, os comentários de Ahmadinejad são "reminiscentes" de uma carta escrita acerca dos judeus e assinada por Adolf Hitler em 1919.
"Apesar de Ahmadinejad estar atacarndo o estado de Israel, nós sabemos o que isso significa" - afirmou o rabi.
Israel considera o Irã uma ameaça existencial devido aos seus programas nucleares e balísticos, apoio aos grupos radicais anti-israelitas nas suas fronteiras e repetidas referências feitas pelos líderes iranianos à destruição de Israel.
O próprio Ahmadinejad tem repetidamente feito estes apelos, tal como tem feito o líder supremo do Irã, o ayatolah Ali Khamenei.
O rabi Hier compara os comentários de Ahmadinejad à noção encontrada na carta de Hitler referindo-se à "remoção de todos os judeus."
E acrescentou: "Vinte e dois anos depois, ele implementou tudo isso, e o mesmo se passa agora com Ahmadinejad."
"Nós assumimos que é só retórica, mas já no passado pagámos um elevado preço por pensarmos que Hitler só falava retórica."
- prosseguiu o rabi.

AMEAÇA ISLÂMICA CONTRA ISRAEL
O líder do Hezbollah xiita libanês, que tem laços com o Irão, disse que o seu grupo (terrorista) irá transformar as vidas de milhões de israelitas num "inferno" caso Israel ataque o Líbano.
O líder terrorista do movimento, o sheik Hassan Nasrallah, afirma que o seu grupo tem uma lista de alvos em Israel que podem atingir com poucos rockets.
"Podemos transformar as vidas de milhões de sionistas na Palestina ocupada num verdadeiro inferno," - afirmou o terrorista.
Israel e o Hezbollah travaram uma guerra mortífera e inconclusiva durante um mês, em 2006, quando o Hezbollah disparou cerca de 4.000 rockets contra Israel.
O Irã tem constantemente negado alegações de que está tentando construir armas nucleares, alegando que o seu programa nuclear é pacífico e visa a produção de electricidadee de radioisotopos utilizados para o tratamento de pacientes de câncer.
Israel tem estado a conduzir um crescente debate público sobre se deve ou não atacar as instalações nucleares do Irão. A posição oficial do estado israelita é a de favorecer as medidas diplomáticas e económicas para persuadir o Irã a parar o seu programa de enriquecimento nuclear, mas Israel insiste que o Irã não pode ter armas nucleares.
Os líderes israelitas dizem que "todas as opções estão em cima da mesa", uma clara referência a uma intervenção militar, caso determinem que as outras medidas falharam.
O Irão já avisou entretanto que retaliará contra Israel caso seja atacado, ameaçando também atacar interesses americanos na região.
Ahmadinejad classificou Israel como "um grupo minoritário corrupto e organizado que obsta a todos os valores divinos."
"Confrontar hoje a existência do fabricado regime sionista  é de facto proteger os direitos e a dignidade de todos os seres humanos," - afirmou Ahmadinejad, envergando um cachecol preto e branco semelhante ao usado por muitos palestinianos.
O Irã (a antiga Pérsia) e Israel têm sido amargos inimigos desde há décadas. Khamenei apelidou Israel de "tumor cancerígeno" que tem de ser extirpado.
Segundo o rabi, "esta é uma ameaça para erradicar o estado de Israel", acrescentando: "temos de levar a sério o que esta gente diz."As tensões entre os 2 países intensificaram-se desde 2005, quando o presidente iraniano disse num discurso que Israel será um dia "apagado do mapa."
Não concordando com aqueles que dizem que estas ameaças não passam de "retórica", o rabi avisa: "A única forma de parar aquilo que se passa no Irã é pelo menos os Estados Unidos e seus aliados dizerem: 'Até quando iremos ficar sentados a ouvir estas ameaças?'"O presidente iraniano tem também descrito o Holocausto, em que 6 milhões de judeus foram exterminados pelos nazis alemães e seus colaboradores durante a 2ª Guerra Mundial como "um mito."
"A maior parte dos intelectuais em 1939 e 1938 não achavam que Hitler falava a sério. Eles achavam que sabiam mais, mas não sabiam nada, e nós pagámos um elevado preço por isso," - acrescentou o rabi.
 
 Shalom, Israel!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

"AS CRIANÇAS ESTÃO PRONTAS..."


Um novo video lançado pelo "Instituto do Templo", em Jerusalém, entitulado "As Crianças estão Prontas" já atingiu as 110.000 visitas no YouTube desde que foi lançado há uma semana. 
O Instituto do Templo diz que este video de 90 segundos "é um esforço para refocalizar positivamente a atenção do povo durante o período dos nove dias e da Tisha B´Av (o jejum do nono dia do mês Av, o dia em que os dois Templos foram destruídos)."
O filme mostra duas crianças construindo uma construção na areia parecida com o Bet Hamikdash, o Templo sagrado, em Jerusalém.
O primeiro Templo, edificado pelo rei Salomão, foi destruído pelo exército de ocupação babilónico no 9º dia do mês de Av (há controvérsia acerca do ano exacto, que a maioria crê ser o ano 586 a.C, mas outros preferem o ano 420 a.C).
O segundo Templo foi destruído pelo exército de ocupação romano no ano 70 d.C., também no 9º dia do mês de Av. Em todos os anos o dia de Tisha B'Av é comemorado como um dia de jejum. Neste ano vai ter lugar na noite de Sábado, 28 de Julho, terminando na noite do dia 29, Domingo.
 
O rabi Chaim Richman, director do departamento internacional do Instituto do Templo afirmou que "neste Tisha B´Av queremos que as pessoas façam uma séria introspecção à sua alma e contemplem aquilo que estão perdendo sem o Beit Hamikdash. Estamos maravilhados com o transbordar de desejos de boa vontade e com as respostas positivas que temos recebido, e apelamos a todo o Israel que veja e partilhe este video." E obviamente a idéia por detrás deste video é criar ou despertar o desejo no coração dos judeus pela construção do tão almejado e esperado Templo!
Pelos sinais que diariamente se vão manifestando à nossa volta, não é difícil perceber que o tempo para o novo Templo está próximo! Estejamos atentos...
Shalom, Israel!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

NOVO PRESIDENTE DO EGITO PREOCUPA ISRAEL


O novo presidente egípcio eleito por uma ínfima diferença, Mohammed Morsi, candidato da "Irmandade Muçulmana" ainda não "aqueceu a cadeira" do poder e já começa a causar justificadas razões de preocupação ao vizinho Israel.
Numa entrevista à agência de noticias iraniana Fars News Agency, controlada pelo estado islâmico, ainda antes do anúncio da sua vitória nas eleições, o novo presidente egípcio afirmou querer "reconsiderar o acordo de Camp David" com Israel e ainda querer estabelecer laços mais próximos com o Irão, de forma a "criar um equilíbrio" no Oriente Médio. Resta perguntar que "equilíbrio" é esse, com o único país democrático da região - Israel - cada vez mais rodeado de radicais islâmicos...
No entanto, ontem à tarde, após ter sido declarada oficialmente a sua vitória nas eleições presidenciais, Morsi jurou que irá "preservar os acordos internacionais", sem contudo mencionar Israel pelo nome...
O ministro iraniano para as Relações Exteriores congratulou rapidamente "o povo egípcio e o governo pela eleição de Mohammed Morsi como novo presidente do país."
Dezenas de milhares de egícpios juntaram-se no Cairo e por todo o país para celebrarem a vitória de Morsi, entoando slogans em louvor a Alá.
Segundo o Irão, esta vitória do islamita foi uma "esplêndida visão da democracia" que marcou a fase final do "despertamento islâmico" do Egipto.
Desde os acordos de paz feitos entre Israel e o Egipto em Camp David, em 1979, que não havia relações entre o Irão e o Egipto.
Este sinal da "Irmandade Muçulmana" de querer estreitar os laços com o Irão não surpreende, mas aumenta a preocupação dos israelitas, uma vez que estas declarações de Morsi evidenciam a ameaça de Israel estar sob a potencial pressão deste eixo composto pelo Irão-Hezbollah-Hamas e Egipto.  
Este "eixo do mal" com o Egipto a sul, a Síria e o Hezbollah a norte e os terroristas do Hamas em Gaza constitui uma "tenaz" que vai abafando cada vez mais qualquer esperança de paz na região. Israel precisava de tudo, menos desta vitória dos islamitas num país com o qual podia até agora viver tranquilo. Mas o bater do relógio profético não pode parar, e o Egipto ainda vai desempenhar um papel importante e trágico (para si) nestes dias finais da humanidade.
Shalom, Israel!

extraído do blog: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/

sexta-feira, 20 de abril de 2012

ISRAEL PARA, MAIS UMA VEZ, PARA LEMBRAR O HOLOCAUSTO


Dois minutos de silêncio com o toque das sirenes esta manhã pelas 10h00m fizeram parar todo o Israel, em memória dos seis milhões de judeus que pereceram no Holocausto. Durante o dia realizar-se-á também a "Marcha dos Vivos" entre Auschwitz e Birkenau.
O toque das sirenes deu início a celebrações memoriais por todo o país, incluindo a deposição de coroas de flores no museu Yad Vashem, em Jerusalém com a presença do presidente Shimon Peres, do comandante das Forças de Defesa de Israel e do presidente do Tribunal Supremo do país. Logo de seguida teve lugar uma cerimónia no Knesset (parlamento).
TODO O ISRAEL PAROU POR 2 MINUTOS
Discursando ontem à noite durante a cerimónia oficial para o Dia da Lembrança do Holocausto na praça "Warsaw Ghetto", no recinto do Museu do Holocausto, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que aqueles que consideram a ameaça iraniana como exagerada "não aprenderam nada do Holocausto."
"Um Irão nuclear é uma ameaça existencial para o estado de Israel e também para o resto do mundo" - afirmou Netanyah, continuando: "Nós temos a obrigação de impedir o Irão de conseguir armas nucleares. É a obrigação mundial, mas é acima de tudo, nossa obrigação."
O presidente Peres, falando também na cerimónia, disse: "Os crematórios dos ditadores nazis criaram um desastre global e um Holocasuto para o meu povo. Os que negam o Holocausto estão negando as acções dos seus predecessores de forma a encobrirem as suas próprias acções. A mentira da negação não apagará o fogo do inferno."
 Sobreviventes do Holocasuto presentes na cerimónia acenderam velas memoriais durante uma cerimónia realizada no Knesset, sob o tema: "Para cada pessoa há um nome."
Para que nunca se esqueça!
"Os que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros."
Shalom, Israel!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

COMO HITLER TORCEU A BÍBLIA PARA MATAR JUDEUS


Exclusivo: Jim Fletcher analisa livro de Ray Comfort sobre a “fé” demoníaca dos nazistas.

Hitler, God, and the BibleNos anos após a Primeira Guerra Mundial, enquanto alemães magros de fome empurravam carroças cheias do seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado, apareceu um homem que prometeu melhorar tudo.

Adolf Hitler, até aquele momento um "joão-ninguém" sem nenhuma distinção, teve uma ascensão governamental jamais vista na Alemanha. A maioria de nós sabe o resto da história (embora duvido que muitos jovens a compreendam muito). Contudo, nos volumes incontáveis que foram escritos sobre esse ditador diabólico, poucos investigaram como as opiniões torcidas dele a respeito da fé religiosa foram usadas para subjugar um continente.
É por isso que o novo livro de Ray Comfort, “Hitler, God & the Bible” (Hitler, Deus e a Bíblia), é uma adição tão valiosa a esse campo de estudo. Eu estava tão ansioso de ler este livro (sou um grande fã de Ray Comfort), que o li durante o jantar numa noite, virando as páginas com uma mão e usando o garfo com a outra numa restaurante da Bavária.
Comfort, um observador incisivo de cosmovisão nas fervilhantes massas de pessoas que agitam nossa cultura, não só colocou em palavras o que sinto que é um livro extraordinário… mas ele também deu a entender que esse é o primeiro de uma série! Com certeza, “Stalin, Deus e a Bíblia” não pode estar longe.
Mas, voltemos ao pintor fracassado que se tornou um assassino de massas.
Pelo fato de que Comfort é um cristão que crê na Bíblia, ele tem discernimentos que pintam um retrato muito mais colorido de Hitler, e ouso dizer, esse discernimento bíblico colocou alguma carne e sangue no cadáver, pelo menos figurativamente — felizmente.
De imediato, Comfort desenterra algumas características principais de caráter que comprovariam ser mortais em Hitler mais tarde. Criado por um pai dominador e arrogante, Alois (até o ataque fatal de coração no velho quando Adolf tinha 13 anos), e por uma mãe coruja, Hitler desenvolveu grandes doses de egoísmo.
A pesquisa de Comfort é combinada com seu jeito especial de dizer muito com poucas palavras (esse volume fino não intimidará ninguém), e já na página 5 ele revela uma deficiência imensa na natureza do jovem Hitler: “Quando não faziam o que ele queria — ou se os outros indicavam que tinham soluções melhores — Adolf imaturamente gritaria sua ignorância e sentiria muita auto-piedade”.
A criação de um monstro.
Comfort também astutamente pega outra característica que, creio eu, aponta para o fato de que Hitler abraçou a filosofia de Darwin (e isso também o coloca em conflito com o Evangelho, que diz que Jesus — como o Bom Pastor — deixa alegremente as 99 ovelhas no curral para ir em busca da ovelha perdida).
Note o que ele diz sobre os sentimentos de lealdade que estavam presentes na juventude de Hitler: “Resumindo, enquanto outros soldados eram leais uns aos outros, Hitler era leal ao Estado. Para ele, esse era o relacionamento pelo qual todos deveriam lutar para preservar. Um soldado poderia morrer, mas o Estado, acima de tudo, tem de viver”.
A conclusão óbvia então é que Hitler poderia com facilidade e brutalidade exigir que seus generais forçassem suas tropas duras de frio a avançar mais profundamente na Rússia soviética alguns anos mais tarde, onde centenas de milhares de soldados alemães pereceram por causa das ideias excêntricas de um louco.
É quando Comfort discute Hitler e fé que o livro fica super-interessante — esse ponto vem na Parte Dois.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava “nazificar” o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas, haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos.
Comfort desenterra algumas evidências super-estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros. Wagner de modo particular estava infectado com o vírus do antissemitismo, realmente chegando ao ponto de afirmar que Jesus havia nascido alemão! (Não é de admirar que Yasser Arafat afirmasse que Jesus era palestino.)
Em “Hitler, God & the Bible” Comfort também toca num assunto principal: Hitler era discípulo de Charles Darwin. O fato de que ele abraçou essa filosofia de morte, em conflito evidente com o Cristianismo, é revelador.
No capítulo intitulado “Hitler, A Christian?” (Hitler, um Cristão?) Comfort alcança o coração do problema. Como ele eloquentemente declara: “Em resumo, os abusos que Hitler cometeu contra a teologia desmantelaram a fibra moral de uma nação”.
No fim, depois de comparar as metas e convicções de Hitler com o verdadeiro Cristianismo, Comfort responde à pergunta do que Hitler realmente era: “Ele era um mentiroso”.
Essa declaração resume tudo muito bem. Com “Hitler, God & the Bible,” Ray Comfort lançou o que espero será uma série imensamente bem-sucedida. Este livro não tem fraquezas. Desde uma pesquisa e escrita magnífica e sucinta, à elegante produção deste volume fino, os leitores receberam um presente de verdade.
“Hitler, God & the Bible,” já está na rota para ser o Livro do Ano.

Extraído do site de Júlio Severo (www.juliosevero.com)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

PARA OS CRISTÃOS QUE REJEITAM ISRAEL...


Transcrevo uma excelente reflexão de Joseph Pharah, com tradução de Júlio Severo (www.juliosevero.com):

Satanás (o dragão) quer destruir Israel. E a Igreja?
Compreendo por que Israel é cada vez mais odiado pelo resto do mundo.
Compreendo mesmo.
Compreendo o crescente antissemitismo nos EUA e no mundo inteiro.
Se você é um cristão ou judeu que crê na Bíblia, isso não é mistério.
Aliás, isso foi predito.
O que não entendo é por que alguns cristãos professantes rejeitam Israel. Pois rejeitar os judeus e sua nação é rejeitar o próprio alicerce do Cristianismo. Até mesmo ser morno no que se refere aos judeus e Israel é fundamentalmente rejeitar a oliveira na qual fomos enxertados como um galho de oliveira brava, conforme explica Romanos 11:24.
O que muitos cristãos de hoje testemunharam como o renascimento de Israel em sua vida é descrito na Bíblia como um milagre maior do que a divisão do mar Vermelho, o maná do céu, a entrega da lei no monte Horebe e todas as outras obras de Deus associadas com o Êxodo e a entrada dos filhos de Israel na Terra Prometida. É isso o que aprendemos em Jeremias 23:7-8.
Contudo, uma doutrina maligna conhecida como Teologia da Substituição, em todo aspecto tão repugnante quanto a Teologia da Libertação, se enraizou na igreja. Lamento dizer, mas você tem de descartar ou alegorizar boa parte da Bíblia para adotar uma dessas opiniões e ainda se chamar de cristão.
Enquanto isso, crianças judias estão sendo executadas a sangue frio e sendo filmadas na França. Alguns dos “cristãos” mais conhecidos nos EUA estão tentando encontrar pontos em comum com os muçulmanos, que afirmam que adoram o mesmo deus. Boicotes a Israel estão sendo organizados por pessoas que afirmam ser cristãs. A ONU continua a aprovar mais resoluções contra Israel do que contra todo o resto das nações do mundo juntas. O mundo assiste de braços cruzados enquanto um país que jurou aniquilar Israel e os judeus do mundo prepara armas nucleares e sistemas de lançamento de mísseis. E você sabe que o mundo condenará Israel se Israel levantar um dedo para se proteger.
Tenho um problema com isso.
Tenho um problema porque vejo cristãos demais do lado errado ou em cima do muro.
O antissemitismo é extremamente venenoso em nosso mundo hoje. Está alcançando proporções nunca vistas desde o Terceiro Reich.
Onde está a igreja?
Obviamente, não está lendo a Bíblia.
A IGREJA NÃO PODE SUBSTITUIR ISRAEL!
A Palavra de Deus não só predisse o retorno dos judeus a Israel, mas também prediz que o caminho para Jerusalém se tornaria uma pedra incómoda para o mundo inteiro (Zacarias 12:3).
Mas também prediz que Israel triunfará sobre toda a adversidade e que as pessoas e as nações serão julgadas sobre como trataram Israel (Miquéias 4) — a menina dos olhos de Deus (Zacarias 2:8).
O mundo odeia Israel porque seu príncipe odeia Israel (João 16:11).
Mas, e quanto aos cristãos?
Será que eles têm lido a Bíblia?
Em parte alguma de suas páginas, a Bíblia indica que a “igreja” substituiu as promessas de Israel? Aliás, a Bíblia declara categoricamente o oposto. Deus não muda de ideia. Ele é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Os cristãos têm suas promessas apenas porque foram adotados como filhos adotivos de Abraão, Isaque e Jacó por meio da fé no Messias judeu.
Esse é um estudo da Bíblia que pode com facilidade ser longo. Mas permita-me concluir com Isaías 62:
Por meu amor misericordioso para com Sião, não deixarei de agir, por compaixão a Jerusalém não descansarei enquanto a sua justiça não resplandecer como o romper da aurora, e a sua salvação como as chamas de uma grande tocha.
(Isso significa que Deus nunca vai desistir de Israel.)
Eis que as nações contemplarão a sua justiça, e todos os reis e governantes da terra, a sua glória; tu, ó Israel, serás chamada por um novo nome que a própria boca de Yahweh te conferirá!
Serás um maravilhoso diadema nas mãos do Eterno, uma coroa real na mão do seu Deus.
Ó Israel, tua terra não mais será chamada “Desprezada” nem “Abandonada”. Tu serás honrada e chamada Hefzibá, O Meu Prazer Nela Está; e sua terra: Beulá, Casada, porquanto o SENHOR terá grande prazer em ti, e a tua terra estará desposada!
Do mesmo modo como um jovem se casa com sua noiva, assim teus filhos se casarão contigo; e, da mesma maneira como o noivo se alegra da noiva, assim também o teu Deus se alegrará de ti.
Ó Jerusalém, coloquei sentinelas sobre os teus muros, que jamais deixarão de estar atentos, dia e noite, sem descansar. Para vós, vigias, que clamais incessantemente a Yahweh, não há trégua!
Também não deixes que o Eterno descanse, até que tenha reconstruído Jerusalém, fazendo dela uma cidade elogiada no mundo todo.
Yahweh jurou pela sua destra e pelo seu braço forte: “Não tornarei a dar o teu trigo como alimento aos teus inimigos, nem os estrangeiros tornarão a beber do teu vinho, aquele com que tu te afadigaste produzindo.
Entretanto, aqueles que ceifaram o trigo o comerão, louvando a Yahweh, aqueles que juntaram as uvas delas beberão alegremente nos pátios do meu Templo, os meus átrios sagrados!”
Passai, passai pelos portões! Preparai um caminho para o meu povo. Construí, construí a estrada, removei as pedras. Erguei uma bandeira para as nações!
Em verdade, Yahweh faz ouvir a sua voz até os confins da terra: “Dizei à Filha, cidade de Sião: Eis que o teu Salvador está chegando, eis com ele a sua recompensa e o seu galardão está seguro em sua mão.
Eles serão chamados “Povo Santo”, “Redimidos de Yahweh”; e tu serás chamada “Querida”, “Cidade Não Desprezada”! (Isaías 62:1-12 KJA)
(A propósito, cristãos, isso ainda não aconteceu. E Deus não trai suas promessas.)
Shalom, Israel!

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