Mostrando postagens com marcador islamismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador islamismo. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de junho de 2013

Rebeldes sírios apoiados pelos EUA massacram vila cristã

O que uma notícia como essa está fazendo neste blog?

Atenção! Se você não entender o que realmente está acontencendo na Síria, provavelmente entendeu pouca coisa até agora! Assuma sua posição, enquanto é tempo.

Comentário de Don Hank: Não pensem que Obama é o único responsável pela matança de cristãos. A verdade é que o senador republicano John McCain está com mais empolgação para ajudar a al-Qaida a matar mais cristãos e derrubar Bashar Al Assad, o líder que é mais amistoso aos cristãos no mundo islâmico.
Leia também este importante artigo de Don Hank: “Como as potências ocidentais ajudam na perseguição aos cristãos”
Comentário de Julio Severo: Temos aqui uma notícia triste de cristãos sírios sendo massacrados por rebeldes islâmicos e o maior envolvimento do Brasil nesta altura é um requerimento de “louvor” a uma Declaração de Istambul, como se fosse possível tratar de modo justo dos cristãos sírios quando Istambul é a cidade mais importante do país que mais ajuda a al-Qaida e os rebeldes islâmicos na Síria. A seguir, o artigo:

Rebeldes sírios apoiados pelos EUA massacram vila cristã

Ryan Keller
Membros do Exército Sírio Livre [compostos de rebeldes islâmicos apoiados pela Turquia] atacaram a vila al-Duvair, de maioria cristã, nos arredores de Homs na segunda-feira, onde massacraram seus cidadãos, inclusive mulheres e crianças, antes que o Exército Sírio intervisse.
Cristãos sírios massacrados
Esse ataque denunciado ocorreu logo depois de intenso combate na cidade de al-Qusseir no final de semana, em que o exército de Bashar Al-Assad infligiu pesadas baixas nos rebeldes.
O exército de Assad lançou uma ofensiva em abril num esforço para interromper as linhas de abastecimento para os rebeldes ao tomar a cidade e suas regiões vizinhas dos grupos rebeldes que estavam entrincheirados ali desde o ano passado. Duas semanas atrás, o exército sírio alcançou o centro da cidade.
Embora as fontes que descreveram o massacre de segunda-feira apoiem Assad, é possível que tenha ocorrido, pois os grupos rebeldes que estão lutando contra o governo de Assad são compostos principalmente de membros da al-Qaida e grupos ligados a al-Qaida e têm cometido crimes de guerra e atrocidades no passado.
Jabhat al-Nusra, o ramo da al-Qaida que lutou e matou americanos e tropas aliadas no Iraque, assumiu posições na Síria e controla o movimento rebelde.
Os EUA e outros governos ocidentais que estão apoiando o Exército Sírio Livre reconhecem a presença de jihadistas, mas insistem em que eles são apenas uma pequena parte do movimento rebelde. Contudo, a al-Qaida e outros grupos extremistas islâmicos estão na linha de frente do movimento rebelde desde o primeiro dia da guerra síria, que começou dois anos atrás. De acordo com os serviços alemães de espionagem, 95 por cento dos rebeldes nem mesmo são sírios.
“Na Síria controlada pelos rebeldes, a luta é totalmente religiosa,” noticiou o jornal New York Times no mês passado.
Em abril, Abou Mohamad al-Joulani, líder do grupo rebelde al-Nusra, prometeu lealdade a Ayman al-Zawahri, líder da al-Qaida.
Membros dos rebeldes confessaram que seu plano é instituir a lei islâmica, e os rebeldes têm agora uma brigada chamada Brigada Osama bin Laden.
Apesar das provas de conexões com a al-Qaida, o governo dos EUA continua a apoiar o Exército Sírio Livre.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O 12º Imã (Imã Mahdi)

12th-ImamO que é um Imã? Segundo a crença islâmica, o Imã é um líder ou governante ungido. Especialmente entre as crenças xiitas, acredita-se que o Imã (embora não obrigatório) seja um líder ou clérigo de oração quando a palavra é maiúscula. Os sunitas também acreditam que um Imã pode ser um profeta. Os xiitas acreditam que nem todos os profetas podem ser um Imã mas que um Imã também pode ser um profeta. Diz-se que o Imã é ungido por Alá e um exemplo perfeito de como liderar a humanidade em todos os sentidos.

A interpretação xiita é que somente Alá pode nomear um Imã e que nenhum homem tem o poder de fazê-lo. Diz-se que o 120 Imã é um descendente do profeta Maomé e possui um estado divino assim como cada um dessa sucessão de filhos. O 120 Imã também é chamado de Imã Oculto e Mahdi (divinamente guiado).

O 120 Imã (Imã Mahdi): Quem é o 120 Imã?
Entre os xiitas (predominantes no Irã), existe uma profecia sobre o 120 Imã, o grande salvador espiritual. Este Imã é chamado de Abu al-Qasim Muhammad ou também chamado de Muhammad Mahdi al. Diz-se que ele era um filho do 110 Imã, Hasan al-Askari, e sua mulher, a neta de um imperador. Há declarações contraditórias de que seu nome era Fátima ou Nargis Khatoon.

A maioria dos relatos da história dizem que Al Mahdi escondeu-se como uma criança em torno da idade de 5 anos (cerca do 130 século). Acredita-se que ele tenha se "escondido" em cavernas desde então, mas que vai voltar sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a Hadith, os critérios para o Imã Oculto são:
  • Será um descendente de Maomé e filho de Fátima
  • Terá uma testa larga e nariz pontudo
  • Retornará pouco antes do fim do mundo
  • Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
  • Fugirá de Medina a Meca, milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
  • Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
  • Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
  • Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e a ele se unirá
Notavelmente, a teoria do 120 Imã faz grande parte das atuais preocupações mundiais com o Irã. O presidente xiita muçulmano do Irã, Ahmadinejad, está profundamente comprometido ao messias islâmico, Al Mahdi. Muitos ao longo dos anos têm afirmado ser o Imã Oculto, mas Ahmadinejad acredita que ele ainda esteja por vir. Ele alega que deva pessoalmente preparar o mundo para a vinda de Mahdi. Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi". Esta diretriz apocalíptica inclui algumas proclamações muito assustadoras. O 120 Imã (Imã Mahdi): Por que isso é tão importante agora?
Enquanto os cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus, os judeus esperam pelo Messias e os muçulmanos esperam pelo 120 Imã. No entanto, dos três, Mahdi, o designado por Alá, é o único que exige um caminho violento para conquistar o mundo. Ahmadinejad e seu gabinete afirmam ter um "contrato assinado" com al Mahdi no qual eles se comprometeram a executar essa tarefa. O que esta tarefa envolve? À luz das preocupações sobre a capacidade nuclear do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem afirmado que Israel deveria ser apagado do mapa. Durante o seu discurso às Nações Unidas em setembro de 2005, ele afirmou ter sido envolvido por uma aura de luz e sentiu uma mudança na atmosfera durante a qual ninguém que estava presente conseguia piscar os olhos. Diz-se que o primeiro-ministro do Irã também falou em termos apocalípticos e parecia apreciar o conflito com o Ocidente, o qual ele chama de o Grande Satã. Tudo isso ocorre enquanto ele proclama que tem que preparar o mundo para a vinda de Mahdi por meio de um mundo totalmente sob o controle muçulmano. Ele está se esforçando muito para trazer horrores por todo o mundo, os quais devem estar acontecendo para que al Mahdi possa trazer a paz.

Este conceito e objetivo, juntamente com um ódio violento dos infiéis, dos Estados Unidos e de Israel, lembram-nos das profecias bíblicas do anticristo e do compromisso de milhões a um falso messias que afirmará trazer a paz. Poderiam este 120 Imã Mahdi e o seu servo Ahmadinejad darem entrada aos últimos dias que antecedem a vinda do verdadeiro Salvador?

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

IRÃ SE PREPARA PARA A GUERRA... SOB INSPIRAÇÃO "MESSIÂNICA"

As "Forças Quds", uma unidade especial iraniana composta de milhares de operacionais encarregados de exportarem a revolução islâmica do Irã, está recebendo instruções para fomentar o terrorismo, preparando a vinda do último messias islâmico e a destruição do Ocidente.
12º ÍMAN IRÁ CHEGAR EM BREVE...
 
 
 
Ali Saeedi, o representante dos líderes supremos iranianos diante dos Guardas Revolucionários, enfatizou durante um sermão de sexta-feira em Teerã que a República Islâmica tem de confrontar a América de forma direta, para que o ambiente necessário seja criado para a reaparição de Mahdi (Messias Islãmico), o 12º íman dos xiitas, o qual matará todos os infiéis e erguerá a bandeira do Islã em todos os cantos do mundo.
"Em três pontos da História, Alá confronta diretamente a vontade dos seres humanos rebeldes, em que, obviamente, o Verdadeiro vencerá o Falso," - anunciou Saeedi, segundo noticiou a "Sepah News", a publicação oficial dos Guardas. E continuou: "O primeiro ponto na História foi durante a era do faraó, a segunda era foi com Bani Abbas, e a terceira é a nossa era actual que transparece a vontade de Alá para que iluminemos o mundo com a vinda do Iman Mahdi." Segundo Saeedi: "Muitos dos sinais necessários para a vinda tiveram lugar nos últimos anos; contudo, o principal sinal terá lugar exatamente antes da vinda."
No pensamento e no discurso de Saeedi, existem cinco níveis de preparação que têm de estar prontos para a vinda: "Preparação individual, disponibilidade para criar o ambiente, preparação sistemática, a preparação da região e a prontidão internacional."
Esta é a primeira vez que um alto oficial iraniano afirma publicamente que as "Forças Quds" estão não apenas envolvidas na região, mas também internacionalmente, para uma confrontação final com o Ocidente.
"Os Guardas Revolucionários são um veículo para a preparação para a vinda, e o presente avivamento islâmico (a Primavera Árabe) na região e na arena internacional; as Forças Quds desempenham um papel fundamental na preparação da disponibilidade da força humana necessária para tal evento," - disse Saeedi, continuando: "O comandante supremo dos Guardas e o representante do líder supremo estão encarregados de preparar a prontidão individual, regional e até internacional para a vinda."
Numa outra publicação semanal dos "Guardas", Sobhe Sadegh, uma análise de capa explica que a abertura das relações goepolíticas iranianas e o fortalecimento do seu poder islâmico são uma realidade na qual a influência islâmica tem-se expandido, não apenas na região, mas também em África, América Latina, Ásia oriental e até na Europa e América.
E a análise "profetiza" que tal como foi a queda do socialismo e do bloco de leste, assim será também a queda do capitalismo e da democracia liberal.
A análise refere-se às afirmações do fundador da revolução islâmica, o ayatollah Ruhollah Khomeini:

"Afirmo com toda a certeza que o século 21 será o século do islãm."
"Afirmo com toda a certeza que o islãm irá conquistar todos os entrincheiramentos do mundo."
"Afirmo com toda a certeza que o islãm irá derrotar todos os poderes mundiais."
"Afirmo com toda a certeza que o século 21 é o século em que os oprimidos serão vitoriosos sobre os opressores."

Ao mesmo tempo que as "Forças Quds" têm recentemente expandido as suas operações no envio de carregamentos de explosivos para a América Latina, África e outras partes do mundo, ao mesmo tempo pondo células terroristas em alerta máximo para ações terroristas, o regime islâmico no Irã tem expandido o seu programa nuclear, no qual mais de 11.000 centrifugadoras estão agora funcionando em duas instalações, aumentando o seu stock de urânio enriquecido.
Segundo o último relatório fornecido em Maio pasado pelo IAEA, o Irão dispunha na altura de urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, e apesar de todas as negociações e recentes sanções, o líder supremo do Irã, o ayatolah Ali Khamenei, anunciou há dias atrás que não haverá recuo no trilho nuclear.
Estaremos próximos de Ezequiel 38 e 39?
Só Deus sabe. Estejamos atentos e preparados para o pior.
Acorda povo....
Shalom!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Povo de D-us, ACORDE!

O texto que lerão a seguir foi publicado na última edição da Revista IMPACTO!
A qual recomendo a leitura...

---

Escrito por Harold Walker
“E isso fazei, conhecendo o tempo, que já é hora de despertardes do sono…” (Rm 13.11)
“Tocai a trombeta em Sião, e dai o alarme no meu santo monte. Tremam todos os moradores da terra, porque vem vindo o dia do Senhor; já está perto…” (Jl 2.1)
Certas experiências que os pais contam repetidas vezes aos filhos ficam marcadas em sua memória. Meu pai, John Walker, sempre falava de como se arrependia de ter estado tão desligado e insensível aos horrores que aconteceram durante a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto – apesar de ter tido acesso às notícias por ser estudante universitário naquele período.
Poucas semanas atrás, ao assistir a dois documentários sobre os acontecimentos atuais no Oriente Médio, senti o perigo de me encontrar na mesma situação. Ao ouvir os depoimentos de especialistas, jornalistas, membros do Congresso americano, ex-embaixadores de Israel e dos EUA, oficiais do exército americano e outros sobre os bastidores das notícias naquela região conturbada, fiquei literalmente assustado!
Já vimos este filme antes!
As cenas que mais me impressionaram foram as que retratavam centenas de milhares de pessoas em praças públicas ouvindo discursos inflamados de radicais muçulmanos clamando pela aniquilação total de Israel e a destruição dos EUA, de acordo com eles, o pequeno e o grande Satã respectivamente. Uma cena foi no Egito, logo após a saída de Mubarak, onde 2 milhões de pessoas levantaram as mãos, jurando que estavam dispostas a ir para Jerusalém e ser martirizadas pela causa do Islã. Em outra, quando Ahmadinejad, o presidente do Irã, discursava abertamente sobre seu ódio a Israel e invocava a vinda do Mahdi (o Messias muçulmano), senti calafrios.
Muitas vezes, as pessoas se sentem confusas diante de tantas vozes divergentes. Umas, otimistas, dizem que as coisas vão se encaixar em seus devidos lugares, e que haverá acordos de paz. Outras profetizam catástrofes. Mas, de acordo com Brigitte Gabriel, jornalista especializada em terrorismo no Oriente Médio, quando alguém lhe diz que pretende matá-lo, geralmente é bom acreditar! Ela compara as repetidas e bem documentadas ameaças de Ahmadinejad às bravatas de Hitler contra os judeus; assim como Hitler não escondeu sua intenção e cumpriu exatamente o que prometeu, devemos acreditar que o mesmo pode suceder com o Irã. Hitler até escreveu um livro detalhando suas intenções, e ninguém deu crédito! Parece que a mesma anestesia que amorteceu os sentidos dos estadistas da Europa e dos EUA naquele tempo está agindo nos estadistas de hoje. Naquela época, diziam: “Ele é louco. Nem preste atenção no que está dizendo! Ninguém seria capaz de realmente fazer essas coisas!”
Hoje, à medida que o Islamismo radical assume gradativamente o poder em diversos países, o pessoal do Departamento de Estado dos EUA compara a iminente convivência com um Irã nuclear à época da Guerra Fria, pensando que novamente conseguirão evitar o conflito. O que não entendem é que o governo do Irã não é constituído por comunistas ateus e, sim, por pessoas que acreditam piamente que sua missão na Terra é provocar um desastre cataclísmico que apressará a vinda do seu Messias. Assim como Hitler levava as massas ao delírio com seus discursos cheios de ódio, a ponto de cometerem atrocidades sem dor de consciência, hoje os fanáticos muçulmanos estão preparando populações inteiras para dar a vida em favor de Alá. Um governo teocrático é muito diferente de um governo ateu. Energizadas por promessas divinas, multidões de pessoas não se importam em morrer, e – pode ter certeza – seus governos se importam menos ainda. A lógica da conversa racional, dos argumentos de troca de vantagens, da diplomacia inteligente, nada vale nesse território minado.
A atitude de um governo para com seus próprios súditos revela muito sobre sua disposição de cometer barbaridades com outros povos. De acordo com Reza Kahlili, autor do livro A Time to Betray (Um Tempo para Trair), ex-integrante da Guarda Revolucionária Iraniana e agente da CIA, o governo do Irã considera que uma perda de 20 milhões de iranianos inocentes numa eventual retaliação de Israel não seria um preço exorbitante a pagar se for possível aniquilar o Estado de Israel com um ataque nuclear surpresa. Em seis minutos, conseguiriam fazer o que Hitler levou seis anos para fazer: matar 6 milhões de judeus!
Se você tem dúvidas sobre a atitude do governo do Irã para com seu próprio povo, veja o que fizeram com os jovens que ficaram revoltados com as trapaças cometidas nas últimas eleições (junho, 2009) – muitos foram torturados e perderam a vida. O triste foi que os EUA ficaram totalmente calados na ocasião e não deram um sinal sequer de apoio. Já agora, diante da situação no Egito, Obama elogiou os revoltosos, dando apoio moral à sua causa. O paradoxo nessa situação é que o governo iraniano acusou os jovens manifestantes de serem marionetes dos EUA! Você já pensou se os manifestantes iranianos tivessem recebido apoio do Ocidente e derrubado seu governo como fizeram no Egito?
Diante dessas cenas e fatos (e de muitos outros que não há espaço para mencionar aqui), senti o Espírito Santo abrindo-me os olhos e me alertando do torpor espiritual que afeta grande parte dos cristãos hoje. Senti que o mesmo espírito diabólico que inspirava Hitler em suas terríveis maquinações contra Deus e seu povo, os judeus, está atuando novamente numa escala muito maior e muito mais ameaçadora. Ouvi o Sheik Yusuf al-Qaradawi (o que discursou para os 2 milhões de pessoas na Praça Tahrir no Egito) dizendo, com todas as letras, que o Holocausto foi uma ótima coisa, um juízo de Deus sobre os judeus, e que, agora, vai acontecer novamente mas de forma melhor porque será pelas mãos dos fiéis.
Satanás sabe que Jesus vai voltar para Jerusalém, e que Deus jurou que abençoaria Abraão e sua descendência e faria deles uma bênção para todas as famílias da terra. Ele odeia Deus e os seus propósitos na Terra. Por isso, levantou Hitler no século passado e está avivando o Islamismo radical hoje. Testemunhas oculares têm dito que os ajuntamentos dos muçulmanos radicais parecem reuniões de avivamento das igrejas cristãs. As pessoas choram copiosamente e se envolvem emocionalmente de forma muito profunda com as mensagens proferidas. Só que Alá não é outro nome para Jeová. Ele tem uma natureza totalmente diferente. É um ser vingativo, sanguinário, cruel, sem amor ou misericórdia. De acordo com ele, todos os infiéis devem converter-se ou ser mortos.
A escatologia das três grandes religiões monoteístas
É impressionante notar que as três grandes religiões monoteístas (Judaísmo, Cristianismo e Islamismo) têm muitas semelhanças entre si. Todas traçam sua origem a Abraão. Todas consideram Jerusalém uma cidade santa. Todas esperam para breve a vinda de um Messias. Os judeus esperam a primeira vinda do Messias, que será humano e trará um governo de paz e prosperidade sobre toda a Terra. Já a visão escatológica do Islamismo constitui o exato oposto da visão cristã, como se fosse o negativo de um filme fotográfico. Tudo o que os cristãos afirmam que será do bem nos últimos dias, os muçulmanos afirmam que é do mal e vice-versa.
Por exemplo, os muçulmanos esperam o surgimento de uma besta nos últimos dias (isso mesmo, com esse nome, besta – está no Alcorão), exatamente como predito em Apocalipse 13.11. A única diferença é que, para eles, a besta é do bem, é algo bom! Tanto é verdade, que estão ansiosos para receber a marca dessa besta! Creem que o Mahdi, seu Messias, o 12º Imam, quase uma reencarnação de Maomé, vai surgir nos últimos dias, reinar por sete anos e trazer paz e um governo mundial do Islã. Creem que Jesus também virá como profeta que ajudará esse Mahdi (ocupando o papel do falso profeta mencionado em Apocalipse 19.20, que reforça a autoridade da besta). De acordo com eles, nessa segunda vinda, Jesus vai dizer que o Novo Testamento é falso, e que ele não é Filho de Deus nem morreu pelos pecados da humanidade. Ele confirmará o poder do verdadeiro Messias, o Mahdi, e encorajará a matança de todo cristão e judeu que não aceitar o Islamismo.
É claro que existem muitas correntes diversas dentro do Islamismo, assim como há no Judaísmo e no Cristianismo. Nem todos os muçulmanos acreditam nessa versão escatológica. Mas o que preocupa e chama a atenção é que muitos governos no Oriente Médio estão prestes a cair nas mãos de muçulmanos radicais, enquanto o governo do Irã já é dominado por pessoas que acreditam nisso de todo o coração. Além disso, o Irã está muito perto de conseguir a bomba atômica e os mísseis necessários para atingir alvos internacionais. A Coreia do Norte está ativamente ajudando nisso com toda a tecnologia necessária. Enquanto se arrastam as negociações com a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), eles continuam desenvolvendo seu programa de enriquecimento de urânio a todo vapor.
Dois mistérios na história da humanidade
A Palavra de Deus é muito clara ao afirmar que os dois mistérios em operação durante toda a História chegarão a um conflito final nos últimos dias: o mistério da iniquidade (2 Ts 2.7) e o mistério da piedade (1 Tm 3.16). Não é a primeira vez que o diabo trama destruir o plano de Deus na Terra. Faraó queria acabar com a semente santa, destruindo todos os filhos israelitas do sexo masculino ao nascerem. Hamã, justamente na Pérsia (atual Irã), planejou destruir todo o Israel conforme relatado no livro de Ester. Hitler, também, tinha o mesmo propósito maligno.
Se você observar um mapa atual e marcar todos os países em que há ameaça de o Islamismo radical se apossar dos governos, verá que existe uma estratégia espiritual coerente para cercar Israel de inimigos. O que tem blindado o Estado de Israel até hoje é o apoio quase incondicional dos EUA; isso, porém, está se enfraquecendo a cada dia. Nunca, em seus 63 anos de história, o relacionamento de Israel com os EUA esteve tão precário.
Para quem conhece a Palavra de Deus, nada disso deve surpreender. Tudo já foi predito. “Eu lhes assobiarei, e os ajuntarei, porque os tenho remido… Ainda que os espalhei entre os povos, eles se lembrarão de mim em terras remotas; e, com seus filhos, viverão e voltarão” (Zc 10.8,9). Isso tem acontecido há 63 anos agora, como um dos maiores sinais de que o fim se aproxima. O povo de Israel tem retornado para sua terra, partindo de terras distantes, e sua nação e língua ressuscitaram depois de ficarem extintas por séculos.
Sobre o conflito final, envolvendo a Rússia (Gogue e Magogue), o Irã (Pérsia) e outros países que hoje estão se aliançando, Ezequiel profetizou o seguinte: “Nos últimos anos virás à terra que é restaurada da guerra, e onde foi o povo congregado dentre muitos povos aos montes de Israel, que haviam estado desertos por longo tempo…” (Ez 38.8).
Mas as profecias continuam: “Eis que farei de Jerusalém um copo de atordoamento para todos os povos em redor… E ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra” (Zc 12.2,3). “Pois eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém…” (Zc 14.2). Estamos vivendo agora nos dias em que esse cenário, antes tão improvável, está rapidamente se tornando realidade! Primeiro, o povo de Deus voltou para sua terra, e a nação de Israel passou a existir novamente. Agora, todas as nações ao seu redor estão se unindo numa aliança anti-Deus para ir contra ela.
O que virá a seguir? “Então o Senhor sairá, e pelejará contra estas nações..”(Zc 14.3). “Assim diz o Senhor Deus: Não és tu aquele de quem eu disse nos dias antigos, por intermédio de meus servos, os profetas de Israel, os quais naqueles dias profetizaram largos anos, que te traria contra eles? Naquele dia, porém, quando vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor Deus, a minha indignação subirá às minhas narinas. Pois no meu zelo, no ardor da minha ira falei: Certamente naquele dia haverá um grande tremor na terra de Israel…” (Ez 38.17-19). “Nos montes de Israel cairás, tu e todas as tuas tropas, e os povos que estão contigo… Sobre a face do campo cairás; porque eu falei, diz o Senhor Deus. E enviarei um fogo sobre Magogue, e entre os que habitam seguros nas ilhas [nós, das Américas e do resto do mundo]; e saberão que eu sou o Senhor. E farei conhecido o meu santo nome no meio do meu povo Israel, e nunca mais deixarei profanar o meu santo nome; e as nações saberão que eu sou o Senhor, o Santo em Israel” (Ez 39.4-7).
Conclusão
“Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar” (Gn 12.3). Não podemos nos calar diante da situação atual sob o risco de ficarmos debaixo da maldição e da ira de Deus. “Por amor de Siaõ não me calarei, e por amor a Jerusalém não descansarei…” (Is 62.1). “Ó vós, os que fazeis lembrar ao Senhor, não descanseis, e não lhe deis a ele descanso até que estabeleça Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na terra” (Is 62.6,7). Precisamos bombardear os céus a favor de Israel, abrir a boca e não nos calar diante de Deus ou dos homens.
Dietrich Bonhoeffer foi um ministro luterano na Alemanha que se pronunciou contra Hitler no primeiro dia após sua eleição. Ele disse: “Calar-se diante do mal já é em si mesmo mal. Não falar é falar. Não tomar posição é tomar posição”. Em 1933, quase ninguém o apoiou, apenas umas seis pessoas. Ele foi morto por Hitler por causa de sua posição corajosa contra o mal. Qual será a nossa posição hoje? Vamos nos calar e fazer de conta que nada temos a ver com o assunto, como a maioria dos cristãos alemães fez naquela época, ou seremos como Bonhoeffer?
Fontes de pesquisa:
Rumors of War 1 e 2 (Documentários produzidos por Glenn Beck, apresentador de TV e radialista americano)
Algumas das personalidades entrevistadas nesses documentários:
Joel Rosenberg – Autor de uma série de ficção best-seller do New York Times e outros livros de não ficção, com mais de 2 milhões de exemplares publicados ao todo. Seu primeiro livro de ficção, The Last Jihad, conta a queda das torres do World Trade Center em Nova York, antes de acontecer. Como assessor de comunicação, já trabalhou com várias autoridades dos EUA e de Israel, como Steve Forbes, Rush Limbaugh, Natan Sharansky e Benjamin Netanyahu. É judeu messiânico.
Dr. Zuhdi Jasser – Comentarista sobre a fé Islâmica nos EUA e presidente do American Islamic Forum for Democracy, sediado em Phoenix, Arizona. Como médico, já foi tenente na Marinha Norte-Americana e serviu no Congresso dos EUA.
Reza Kahlili – Pseudônimo do autor do livro A Time to Betray (Um Tempo para Trair), ex-integrante da Guarda Revolucionária Iraniana e ex-agente da CIA.
Dore Gold – Foi o 11º embaixador de Israel para a ONU. Serviu nessa função de 1997 a 1999. Foi consultor do ex-primeiro ministro Ariel Sharon e do primeiro ministro Benjamin Netanyahu durante seu primeiro mandato. Atualmente, é presidente do Jerusalem Center for Public Affairs.
Rabbi Joseph Patasnik – Rabino que é vice-presidente executivo do New York Board of Rabbis, uma organização que representa rabinos ortodoxos, conservadores e outros.
Mark Wallace – Ex-embaixador dos EUA para a ONU e presidente de United Against Nuclear Iran (UANI).
Brigitte Gabriel – Pseudônimo de Nour Saman, uma jornalista, autora e ativista americana libanesa. Fundou a American Congress for Truth (ACT) para que cidadãos pudessem “falar sem temor em defesa da América, de Israel e da civilização ocidental”. Especialista internacional em terrorismo, tem dado palestras para o Congresso norte-americano, o FBI, membros do Parlamento britânico e outras repartições públicas.
David Joel Horowitz – Escritor e ativista conservador americano. Tem muitos livros e artigos publicados. Participa ocasionalmente do Fox News Channel como analista. É co-fundador do blog Jihad Watch que expõe ao público o papel da teologia jihad nos conflitos atuais.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O Doloroso Segredo dos Muçulmanos Convertidos ao Cristianismo (REPOSTADO)

por Ergun Caner

Você nunca leu uma história como esta

Era uma reunião como centenas de outras de que tínhamos participado durante vinte anos. Meu irmão estava envolvido num debate amistoso com um outro árabe cristão, num seminário sobre os melhores métodos de pregar o Evangelho de Cristo aos muçulmanos. Os "pontos de discordância" eram praticamente os mesmos de sempre. De fato, já tínhamos discutido os mesmos assuntos em incontáveis reuniões e de várias maneiras. Tudo estava dentro dos padrões normais, até que um inocente estudante levantou-se para fazer a pergunta fatídica:

Como podemos proclamar fielmente o Evangelho a Israel? Os judeus estão envolvidos numa guerra horrível e pagando um preço tremendo. Como a experiência de ex-muçulmanos os ajuda a falar de Cristo aos judeus?

Meu irmão sorriu consigo mesmo. Embora ele soubesse a resposta, até aquele momento não sabia qual era a posição de seu colega. Seu companheiro de debates nesse fórum era um cristão evangélico muito culto que, como nós, se convertera do islamismo. Ele já havia falado inúmeras vezes a milhares de evangélicos americanos e era considerado um especialista em evangelização do Oriente Médio. O homem se ajeitou na cadeira, quase imperceptivelmente, e arrumou seus papéis, esperando que Emir respondesse a pergunta. Mas meu irmão ficou quieto e deixou que o silêncio pesado forçasse o outro a responder.

Lentamente, sem levantar os olhos, ele disse: "Bem, com relação à evangelização dos judeus, devemos sempre apresentar Jesus como o Messias. Isto é ponto pacífico. Entretanto... no que se refere ao conflito entre palestinos e israelenses... acho que devemos permanecer... neutros".

Bem-vindo ao nosso mundo!

"Abrindo o jogo"

Esta história poderá ser um choque ou uma surpresa para os leitores. Em todo caso, decidi contá-la, e "seja o que Deus quiser". Levei vinte anos para escrever este artigo. Estou prestes a trair meus irmãos segundo a carne. Estou prestes a revelar nosso terrível segredinho.

A maioria dos artigos e livros que escrevi em parceria com meu irmão foram trabalhos acadêmicos ou obras que falavam sobre como entender e alcançar os muçulmanos. Em 2002, quando nosso livro Unveiling Islam (O Islã Sem Véu) tornou-se um best-seller, ficamos sob os holofotes da mídia. Nossos debates, sermões e palestras passaram a ser assistidos por milhares de pessoas. Por duas vezes falamos aos milhares de pastores presentes à reunião anual da Convenção Batista do Sul dos EUA. Aparecemos em incontáveis programas de televisão, entrevistas e programas de rádio transmitidos em todo o país.

Em 2003, O Islã Sem Véu conquistou o Gold Medallion, prêmio concedido anualmente às melhores publicações cristãs dos Estados Unidos. Além disso, nossos livros More Than a Prophet (Mais Que Um Profeta) e Voices Behind the Veil (Vozes Detrás do Véu) – ainda não publicados no Brasil – também foram sucessos de venda e concorreram a vários prêmios. Atualmente, estamos escrevendo nosso maior livro, um manual de referência de um milhão de palavras que será o primeiro comentário cristão abrangendo todos os versos do Corão. Nosso editor vendeu todas as cópias de nosso último livro, Christian Jihad (Jihad Cristã), numa só conferência, em meados de 2004. Isso basta para mostrar quanto gostamos de escrever.

Porém, esses livros foram fáceis de escrever, se comparados com este artigo. O que escrevi aqui é algo extremamente pessoal e pensei e orei a respeito durante semanas.

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Entretanto, por mais difícil que fosse, senti que, finalmente, deveria contar a história. Porém, isso significava que meu irmão e eu, ambos professores em universidades cristãs, seríamos objeto de escárnio. Na verdade, já estamos acostumados com o desprezo dos muçulmanos. Eles vivem atrás de nós e nos ameaçam toda semana por e-mail, por carta ou pessoalmente. Eles protestam quando aparecemos em programas de TV e fazem escândalos nas igrejas onde pregamos.

Mas esse escárnio seria de um tipo completamente diferente. Ele viria de nossos próprios irmãos cristãos. Seríamos desprezados porque revelamos o segredo daqueles que, como nós, são crentes [em Cristo] de origem muçulmana.

Finalmente, decidi "me expor" na revista Israel My Glory. Conhecendo os editores como conheço, eu sabia que eles ficariam ao nosso lado. Pelo menos, Emir e eu não estaríamos sozinhos.

Um ódio residual

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Leia de novo essas palavras, com atenção. Deixe seu significado e importância penetrar na sua mente. Com certeza, você já conheceu centenas de pessoas como nós durante sua vida. Os ex-muçulmanos saíram do segundo plano e subiram ao palco central de muitas conferências e reuniões denominacionais [nos EUA]. Embora todos nós sejamos questionados sobre assuntos ligados à apresentação do Evangelho aos muçulmanos, raramente nos perguntam a respeito de Israel, da nação judaica e das alianças entre Deus e Seu povo, narradas nas Escrituras.

Muitos de nós, cujos nomes você conhece e cujos livros já leu, ficam agradecidos porque ninguém os questiona sobre isso. Por quê? Porque muitos ex-muçulmanos que hoje são cristãos ainda sentem desdém, desprezo e ódio pelos judeus. Entre estes, estão muitos que falam em conferências, escrevem livros e pregam nas igrejas. Realmente, este é o nosso segredinho terrível.

Emir e eu chamamos isso de vestígios do islamismo. Quando éramos crianças, aprendemos nas madrassas (escolas religiosas islâmicas) que os judeus bebiam o sangue das crianças palestinas. As mensagens pregadas pelos imãs destilavam ódio aos judeus e à nação judaica. Para nós, eles eram os "porcos" e "cães" que tinham roubado nossa terra e massacrado nosso povo.

Então, quando um muçulmano se converte e abandona o islamismo, convencido de que Isa (Jesus) não era um profeta de Alá, mas sim o próprio Messias, ele se defronta com a mesma ameaça que nos atinge a todos. Muitos de nós fomos repudiados, expulsos de casa, deportados, presos, ou sofremos algo pior. Os que sobrevivem, começam vida nova separados da tradição de seus ancestrais e de sua família. Não resta quase nada de nossa vida antiga – exceto uma tendenciosidade que teima em não ir embora. Nós ainda odiamos os judeus. Tenho que confessar uma coisa: isso também aconteceu com meus irmãos e comigo.

No início da década de oitenta, após nossa conversão, meus irmãos e eu começamos uma nova vida em Jesus Cristo. Em muitos aspectos, a igreja tornou-se nossa família, já que nosso pai nos renegou. Eu estava ávido por conhecer nosso Senhor e a Sua Palavra, e lia a Bíblia apaixonadamente, às vezes durante três ou quatro horas por dia. Eu gastava muitas canetas marcadoras de texto à medida que ia estudando o Antigo Testamento.

Quando cheguei à aliança abraâmica, em Gênesis 12, tropecei. "Antigo Testamento" – resmunguei – "Jesus acabou com isso". Em pouco tempo, comecei a ficar aborrecido com a constante repetição do refrão: Abraão... Isaque... Jacó... José. Eu tinha sido ensinado a acreditar no que Maomé tinha escrito: Abraão... Ismael... Jesus... Maomé.

No Corão está escrito que Ismael, e não Isaque, foi levado para ser sacrificado no Monte. Essa é a doutrina central de nossas celebrações (Eid). Agora, eu estava sendo confrontado com o fato de que, 2200 anos depois de Moisés ter escrito Gênesis 22 e quase 2700 anos depois do evento ter ocorrido, Maomé mudou a história.

Rapidamente, pulei para o Novo Testamento. Eu tinha certeza de que iria descobrir que Jesus, meu Salvador, havia repudiado o Antigo Testamento e que meu preconceito poderia permanecer intocado.

Foi aí que cheguei a Romanos 9-11. "E o prêmio vai para"... os judeus, como a nação sacerdotal de Deus. Eu comecei a fazer perguntas. Comecei a ler livros. Cheguei até a assistir cultos de judeus messiânicos.

Então, lentamente... muito lentamente... comecei a amar os judeus com o mesmo amor que nosso Pai celestial tem por eles. Eles são os escolhidos de Deus – e a terra de Israel lhes pertence.

Levou algum tempo até que isso acontecesse comigo e com meus irmãos, e nós achávamos que todos os ex-muçulmanos passavam pela mesma experiência e chegavam à mesma conclusão que nós. Aparentemente, estávamos errados.

O mito da substituição

Pouco depois que apareci no programa de TV de Zola Levitt pela primeira vez, recebi uma enxurrada de e-mails de muçulmanos furiosos. Eu já esperava por isso. O que eu não esperava era um número tão grande de e-mails indignados vindos de cristãos anglo-saxões. "Meu caro irmão em Cristo" – escreviam eles – "a Igreja substituiu Israel!".

Um dia, depois de uma reunião, um ex-muçulmano, que na época pastoreava uma comunidade cristã egípcia, me chamou num canto e disse: "Você está prejudicando seu testemunho, meu amigo". Sua repreensão não muito amigável continuou: "As alianças de Deus com Israel através de Abraão, Davi e Ezequiel eram condicionais. Ele veio para os Seus, mas eles O rejeitaram. A Igreja agora é o novo Israel".

Depois disso, ele me indicou vários livros evangélicos para provar seu argumento. Comecei a ler esses estudos teológicos e sei que você, caro leitor, tem muitos deles em sua estante. Seus autores são protestantes reformados, escritores evangélicos e até pregadores muito conhecidos no rádio e na televisão. Todos eles diziam a mesma coisa: Israel foi substituído pela Igreja.

Bem, agora, vinte anos depois, permitam-me ser enfático, para que não haja nenhum mal-entendido:

A aliança de Deus com Israel foi incondicional. Israel continua sendo a nação escolhida por Deus.

Embora os judeus sejam, em termos bíblicos, um povo "teimoso" e de "dura cerviz", Deus não os abandonou. Qualquer outro ensino é anti-bíblico, ímpio, racista e anti-semita. Não me importa o quanto esses autores sejam respeitados nem o que isso vai me custar, em termos de amizades. Eu não posso abandonar o povo de Deus nem mudar o plano divino. Romanos 9 a 11 ainda fazem parte da Bíblia.

O mito da Palestina

Atualmente, os conflitos sobre a posse de Jerusalém estão todos os dias no noticiário. Diariamente, vemos bombas e balas voando para todos os lados, enquanto ressoa uma luta que já dura cinqüenta anos. E eu pergunto: "Onde está a voz dos cristãos?" Infelizmente, muitos estão emudecidos pelo resíduo do ódio a Israel que trazem em seu coração.

Já perdi a conta de quantas vezes Emir e eu pedimos que outros ex-muçulmanos nos mostrassem onde fica a "Palestina" no mapa. Perguntamos também quando foi que os palestinos tiveram um governo estabelecido, uma capital, uma embaixada?

É claro que a resposta é "nunca". O conceito de um país chamado "Palestina" só surgiu depois que Israel se tornou uma nação. Trata-se de um país inteiramente hipotético, baseado não numa origem étnica comum, mas sim num ódio comum a Israel. Conforme ilustrei no início deste artigo, nossos colegas árabes e persas têm encontrado companheiros entre os teólogos ocidentais que adotaram todo um esquema teológico e escatológico baseado nesse ódio comum. Meu irmão e eu estamos agora na irônica posição de sermos ex-muçulmanos e turcos persas defendendo Israel contra cristãos anglo-saxões e europeus de raça branca. Que mundo estranho!

Concordo com o ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu: "Jerusalém é a eterna e indivisível Cidade de Deus". Esperamos, um dia, encontrá-lo e dizer-lhe isso.

O mito de Alá

Outro componente estranho dessa questão é o uso da palavra "Alá". Recentemente, ouvimos um missionário evangélico falar sobre o movimento "Alá-leuia", em que os missionários estão usando a palavra árabe "Alá" para proclamar o Evangelho. Alguns chegam ao cúmulo de entrar nas mesquitas e ficar na posição de oração (rakat), mas orando a Jesus em pensamento. Alá, concluem eles, é só o nome árabe de Deus. Adonai e Alá seriam o mesmo Deus.

Mesmo correndo o risco de ofender mais alguns leitores, quero deixar uma coisa registrada: Alá não é o nome árabe de "Deus". Alá é um ídolo.

Em todos os debates de que participamos em universidades e entre colegas, meu irmão e eu nunca encontramos um muçulmano que acredite que o Alá do Corão e o Deus da Bíblia sejam o mesmo Deus. Nunca. Se o monoteísmo é o único critério para distinguir a verdade neste caso, então deixe-me dizer uma coisa: se Alá é o mesmo deus que o Deus vivo, então Elias deve desculpas aos profetas de Baal (que também eram monoteístas).

Então, por que usar essa palavra? Perguntei a um árabe cristão por que ele continuava usando o termo "Alá" quando orava, e ele me respondeu baixinho: "Eu não consigo me convencer a usar os nomes hebraicos, sabe?"

Sim. Eu sei. Infelizmente, eu sei.

Estou ciente das implicações deste artigo. Eu as aceito. Numa única crítica dura, de poucas páginas, ataquei a teologia da substituição, a escatologia puritana, os teólogos modernos e denominações inteiras. Entretanto, meus vinte anos de silêncio acabaram. Nosso segredinho terrível foi revelado.

Emir e eu continuaremos do lado de Israel no conflito contra nossos parentes segundo a carne. Continuaremos contestando a teologia da substituição sempre que necessário.

Também continuaremos a defender Israel como nação escolhida por Deus, porque Ele nos manda fazer isso no Antigo e no Novo Testamento. Os judeus precisam aceitar Jesus como o Messias, isto é certo. Mas eles também precisam que a comunidade cristã – a Igreja – fique ao lado deles num mundo que quer a sua destruição. Isso começa agora. (Israel My Glory - Ergun Caner - http://www.beth-shalom.com.br)


O Dr. Ergun Mehmet Caner é professor de Teologia e História da Igreja na Liberty University, em Lynchburg, Virginia (EUA). O livro O islã sem véu, escrito em co-autoria com seu irmão, Dr. Emir Fethi Caner, pode ser pedido em nossa livraria virtual.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Filho de Hassan Yousef, um dos sete fundadores do Hamas, alcançado por Jesus/yeshua! (Repostado)

Mosab Hassan Yousef, 32 anos
Diz: O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor.
*Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói*

Em 1987, o xeque palestino Hassan Yousef foi um dos sete fundadores do Hamas, grupo extremista islâmico que atua na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Os radicais da organização já comandaram 350 atentados contra israelenses provocando mais de 500 mortes. Seu filho, Mosab Hassan Yousef, 32 anos, é o autor do livro Filho do Hamas (Sextante), que chegou às livrarias brasileiras na semana passada. Na obra, revela como colaborou para o serviço secreto israelense, o Shin Bet, e explica por que converteu-se ao cristianismo. Yousef conversou com o repórter Duda Teixeira, pelo telefone, de Nova York.

ENTREVISTA:

Seu pai é um imã. Ele pregava o Islamismo nas mesquitas e ajudou a fundar o Hamas. O que o levou a converter-se ao Cristianismo? Depois de ser preso pelos soldados israelenses por porte de armas, em 1996, fui levado à prisão em Megiddo, Israel. Dentro do prédio, os detentos eram divididos segundo a filiação. Havia a ala do Hamas, que era a maior, a do Fatah, a da Jihad Islâmica e outras. Eu fiquei na do Hamas. Do interior das celas, testemunhei o que os integrantes do grupo faziam com seus próprios colegas. Quando os líderes do Hamas suspeitavam que um dos nossos estivesse dando informações aos israelenses, eles o torturavam. Havia interrogatórios diários. Isso fez com que eu repensasse alguns conceitos. Era um grau de brutalidade que nem mesmo os israelenses tinham conosco. Saí da prisão um pouco desnorteado. Mais tarde, comecei a estudar a Bíblia com amigos. O livro falava em amar os seus inimigos, o que fez todo sentido para mim.

Quem eram os torturadores? Como eles procediam? Eram os homens que integram o braço de segurança do Hamas. Quando iam punir alguém, esvaziavam uma cela e ligavam a televisão em volume bem alto para que os outros não ouvissem os gritos de desespero. Na falta de uma televisão ou rádio, começavam a rezar bem alto. Então, colocavam agulhas embaixo das unhas dos suspeitos. Derretiam embalagens plásticas e as colocavam sob a pele das pessoas. Queimavam cabelos e pelos. Eram sessões de aproximadamente meia hora. Às vezes, impediam o interrogado de dormir por vários dias. Entre 1993 e 1996, dezesseis pessoas foram mortas pelo Hamas em prisões israelenses. Sob tortura, as vítimas confessavam as coisas mais absurdas. Como eu digitava rápido, fui chamado para redigir muitos desses depoimentos. Era loucura. Depois, entregavam as confissões para os familiares. Caso o detento fosse solto, seus parentes e amigos passavam a evitá-lo. A vida social dele acabava.

O Hamas continua usando as mesmas práticas? Provavelmente, mas não na mesma intensidade como no passado. Meu pai esteve detido em Megiddo e coibiu muito as torturas. Ele mudou o jeito de pensar daqueles homens. Mas o Hamas continua praticando-as. Quando pensam que alguém colabora com Israel, torturam e matam. É isso o que está acontecendo na Faixa de Gaza agora. Ao contrário do que diz o Hamas, Israel não é o principal inimigo dos palestinos, e sim os próprios palestinos.

Um dos principais desafios do mundo hoje é conseguir que o Hamas participe das negociações de paz. Existe a possibilidade de o grupo sentar-se com os rivais do Fatah e com o governo de Israel para conversar? Os líderes do Hamas até podem dizer que buscam uma solução e dizer que abrem mão de Jerusalém como capital. Mas eles não manterão a palavra simplesmente porque o Deus deles não permite isso. É um bloqueio religioso. O Hamas não reconhece Israel. Ponto. O Corão diz que os israelenses são macacos e porcos. Toda vez que algum representante do grupo obtem algum progresso, esbarram no muro da ideologia ou no da religião.

O governo israelense deveria soltar prisioneiros palestinos em troca da liberdade do soldado Gilad Shalit, capturado pelo Hamas em 2006? Entendo que todos esses presos necessitem de liberdade. Eu fui um deles e sei o quanto sofrem. Mas é preciso preparar o ambiente para que eles sejam soltos. Sem isso, eles poderiam ser mortos nas ruas por facções rivais ou tornarem-se terroristas novamente. Alguns detentos não são perigosos e poderiam se tornar até defensores da paz. Outros são extremamente cruéis. Foram responsáveis pela morte de dezenas de israelenses e consideram-se heróis. Se voltassem a praticar o que faziam, eles comprometeriam as negociações de paz e o sonho de um estado palestino. Olhando o cenário hoje, vejo que não chegou o momento de abrir as celas. Talvez tenham de ficar a vida toda na prisão. Não me sinto culpado por esse sentimento. Sinto pelas suas famílias, que são vítimas da situação, mas não há opção.

Israel viola os direitos humanos ao manter pessoas que não são comprovadamente terroristas nas prisões? Diga para mim qual é o governo que não viola os direitos humanos. Não há estado perfeito. Todo governo comete erros. Israel é um deles. A questão é que muitos israelenses foram mortos em sinagogas, em ônibus e em supermercados e seus dirigentes tiveram de tomar medidas para defender seus cidadãos. O mais importante é abster-se de usar métodos violentos, pois isso só gera mais violência. Quando trabalhei com o Shin Bet, não assassinei ninguém e não participei de nenhuma operação contra a vida de um ser humano. Hoje, mesmo longe, dou a mesma recomendação para eles.

Quantas vidas você calcula que salvou ao ajudar o Shin Bet? Como você fazia isso? Não importa se eu salvei uma ou mil pessoas. Eu não tenho esperança de receber retribuições de ninguém. Uma vez, em 2002, eu estava em casa, em Ramallah, quando dois homens assustados bateram na minha porta e falaram: Temos um carro lá fora cheio de explosivos. Precisamos de um lugar seguro para ficar. Eles procuravam o meu pai e havia outros três no carro, estacionado ali perto. Dei um dinheiro a eles encontrarem um hotel e pedi que retornassem à noite. Rapidamente, telefonei para o Shin Bet e pedi que levassem o automóvel embora. Foi um alívio enorme. Meia hora depois, o primeiro-ministro Ariel Sharon já tinha ordenado o assassinato daqueles cinco homens. Eu, então, fui contra. Não queria me envolver com coisas assim, mesmo sendo eles terroristas. E os israelenses aceitaram minha objeção. O exército então entrou no quarto dos terroristas durante a noite e os prendeu de surpresa, pois ainda possuíam os cintos com explosivos.

Mas você deu informações que levaram à tentativa de assassinato de Muhaned Abu Halawa, de 23 anos, ligado ao Fatah. Após um telefonema seu, um tanque israelense disparou um míssil contra o carro dele. Halawa escapou, mas foi morto meses depois. Você se arrepende disso? Halawa fornecia armas poderosas para os terroristas. Eu apenas ajudei a localizá-lo. Mas a tentativa falhou, e fiquei contente quando isso aconteceu. Na realidade, eu não estava muito certo sobre o que deveria fazer naquela ocasião. Ao final, Halawa foi morto em outra operação, da qual não tomei parte. Então, posso dizer que, durante toda minha colaboração com o Shin Bet, sempre me preocupei em apenas participar de operações que não atentassem contra a vida humana. Não sou responsável pela morte de nenhum palestino ou israelense.

Quando foi a última vez que você falou com seu pai? O que ele disse para você? Conversei com ele por telefone alguns dias antes do lançamento do meu livro. Ele foi muito compreensivo no início. Porém, após a pressão da sociedade e de outros religiosos, ele não teve outra opção a não ser me recusar. Desde então, não fala comigo.

Seu pai convocou manifestações de palestinos, as quais resultaram em mortes de israelenses e árabes. Ele é um terrorista? Meu pai não é terrorista por natureza. Aliás, nenhum palestino é. Mas eles têm as suas razões para se comportar assim, para tentarem se vingar. Também é preciso levar em conta que o Hamas também é muito complicado. Existe o braço político, do qual meu pai faz parte. E existe o militar, que tem umas dez pessoas operando independentemente e que raramente se encontram. São esses últimos os responsáveis pelos ataques contra pessoas. Meu pai não sabia o que essas pessoas planejavam, mas deu cobertura a eles. Se ele continuar fazendo isso, aí acho que ele poderia, sim, ser considerado um terrorista.

O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad declarou que suas centrífugas já são capazes de enriquecer urânio a 20%. Se chegar a 90%, esse material já poderia rechear uma bomba atômica. O que o Irã faria com um artefato nuclear? O deus do Corão não hesitaria em bombardear qualquer país que não acreditasse nele. Pode usar qualquer arma para lutar contra infiéis. Seus devotos estão prontos para lutar pela religião e alcançar a glória, com a bomba ou o que mais tiverem è mão.

De que maneira o Irã ajuda o Hamas? O Irã treina soldados do Hamas e os prepara para o combate em seu território. Muitos viajaram para lá em anos recentes. E o Irã também dá apoio financeiro e logístico. Como os membros do Hamas não podem ter contas bancárias, pois isso é contra as decisões da comunidade internacional, seus membros fazem contrabando de dinheiro. Essa operação complicada ocorre de duas maneiras. A primeira é usando as centenas de túneis que ligam a Faixa de Gaza ao Egito. A segunda é pela fronteira terrestre nesse mesmo local, aproveitando as viagens de membros do grupo para o exterior. Em 2006, o primeiro-ministro do Hamas, Ismail Haniya, foi pego quando tentava entrar na Faixa de Gaza com 35 milhões de dólares. Ele vinha do Irã e disse que o valor era para pagar salários, remédios e armamentos. É comum que esses homens do Hamas sejam detidos com dinheiro. Em 2009, o ministro de relações exteriores do Hamas, Mahmoud Zahar, foi flagrado com vinte milhões de dólares na mesma situação. Segundo o Fatah, parte das notas tinha como destino o braço militar do Hamas.

Sem esse apoio do Irã, o Hamas ficaria enfraquecido? O Irã é um dos grandes patrocinadores dos terroristas, mas não o único. Há muitos doadores no Catar, na Arábia Saudita, na Síria e no Egito. São, em geral, pessoas e empresas que entregam parte de suas economias em mesquitas, com o objetivo claro de fomentar a resistência do Hamas. Bloquear a ajuda iraniana pode ajudar, mas não necessariamente enfraquecerá o Hamas.

Como o presidente da Organização para a Libertação da Palestina, Yasser Arafat assinou com o primeiro primeiro-ministro israelense, Yitzhak Rabin, o Acordo de Paz de Oslo, o que lhe valeu o prêmio Nobel da Paz em 1994. Qual sua opinião sobre ele? Arafat era um político e, como tal, fez coisas boas e ruins para o seu povo. Era um centralizador que colocou o seu nome em todas as contas bancárias. Também tinha um posicionamento dúbio. Arafat estava no comando da Organização da Libertação da Palestina, quando esse entidade ordenou a Segunda Intifada, em 2000. A revolta de palestinos contra israelenses gerou milhares de mortos. A guarda pessoal de Arafat promoveu os mais virulentos ataques a Israel, sob o nome de Brigadas dos Mártires de Al Aqsa. O grupo foi criado por Arafat com o dinheiro que recebia de doações de outros países, incluindo dos Estados Unidos. Mesmo assim, para muita gente no mundo, Arafat sempre foi um grande promotor da paz.

Agora que você se converteu ao cristianismo, como enxerga as diferenças entre o Corão e a Bíblia? Não é justo comparar os dois livros. O Corão está cheio de ódio, de ignorância, de erros. Não tem ética. É um livro doente que deveria ser banido das escolas, das bibliotecas, das mesquitas. A Bíblia, por outro lado, tem Jesus Cristo, que foi perseguido, torturado, e mesmo assim continuou amando as pessoas e seus opressores. Os dois livros têm deuses completamente diferentes. Um, o do Islã, é o do ódio. O deus da Bíblia é o do amor. Muitas coisas que fiz durante o meu trabalho com o Shin Bet foram inspiradas pelos ensinamentos de Jesus Cristo. Tenho um amor incondicional por ele. Cristo é o meu herói.

Mas a Bíblia também foi usada para justificar torturas e mortes durante a Inquisição, por exemplo. Ok... Mas essas coisas foram feitas por pessoas que não entenderam a principal mensagem da Bíblia. Não compreenderam as falas de Jesus Cristo, que é o nosso maior exemplo. O amor incondicional de Jesus não é um capítulo separado do livro, mas sua principal mensagem.

Você não teme promover o ódio entre religiões e se tornar um fundamentalista cristão? Eu sei quais são as minhas responsabilidades. Não quero promover uma rixa entre religiões. Eu amo os muçulmanos. Falo com eles com carinho. Mas preciso ajudar a consertar a religião deles. Ser forte e dizer a verdade, mesmo que isso possa causar confrontações. No mais, não há o risco de eu incitar uma guerra religiosa porque isso já acontece no Oriente Médio. Não seria algo novo.

http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/traidor-hamas-559878.shtml
Jornalista - Duda Teixeira