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sábado, 8 de fevereiro de 2014

AFIRMAÇÃO BOMBÁSTICA!!! "ALÁ DEU ISRAEL AOS JUDEUS."

Alá prometeu Israel aos judeus 
assim afirma o sheikh Ahmad Adwan,
um professor muçulmano que vive 
na Jordânia, que declarou recentemente 
na sua página no facebook que 
"Palestina" não existe.
O blogueiro "Elder of Ziyon"traduziu fontes noticiosas árabes que comentaram as afirmações de Adwan no Sábado passado, segundo as quais ele cita o Corão - livro sagrado dos muçulmanos - e onde alegadamente diz que Alá designou Israel aos judeus até ao dia do juízo final (Sura 5, verso 21), e que os judeus são os herdeiros de Israel (Sura 26, verso 59).
"Digo àqueles que distorcem...o Corão; de onde é que vocês foram buscar o nome Palestina, seus mentirosos, seus amaldiçoados, quando Alá já lhe deu o nome de "Terra Santa" e deu-a em testamento aos Filhos de Israel até ao dia do Juízo Final?" - protestou Adwan - "Não existe nada de "Palestina" no Corão."
"A vossa reivindicação da Terra de Israel é uma falsidade e constitui um ataque ao Corão, aos judeus e à sua terra. Por isso não ireis ser bem sucedidos, e Alá não vos irá atender, antes vos humilhará, porque Alá é aquele que os protege" - avisou Adwan.
O sheik teve ainda outras palavras duras contra os "palestinos", apelidando-os de "assassinos de crianças, idosos e mulheres" ao utilizá-los como escudos humanos de forma a acusar falsamente os judeus de os atacarem. O sheik relatou ter visto a mesma táctica utilizada por "palestinos" contra o exército jordaniano nos anos 70.
"Este é o hábito e prática deles, uma crueldade, tendo corações de pedra para com os seus filhos, e mentindo à opinião pública para obter o seu apoio" - declarou Adwan.
Adwan tinha afirmado já anteriormente que o seu apoio ao povo judeu "vem do meu reconhecimento da sua soberania sobre a sua terra e da minha crença no Corão que nos diz e enfatiza em várias partes, como nesta sua (Alá) declaração: "Ó povo (i.e. os filhos de Israel), entrai na Terra Santa que Alá vos tem destinado." (Sura 5, verso 21).
Segundo Adwan, os judeus são um povo pacífico: "Se eles forem atacados, defendem-se, causando o menos possível de estragos aos atacantes. É para eles uma honra Alá tê-los escolhido sobre os mundos - significando sobre os povos e sobre os Jinns (criaturas espirituais) até ao Dia do Julgamento...Quando Alá os escolheu, fê-lo pela sua amabilidade, e não foi injusto para com outros povos; é só que eles (os judeus) mereceram isso."
Shalom, Israel!

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Forum Pró-Palestina = Ódio sendo derramado!


Um Gaúcho de Coragem

Começa esta semana, em Porto Alegre, um evento internacional cujo objetivo, está claro, é a demonização de Israel. Boa hora para lembrarmos a corajosa atuação do gaúcho Oswaldo Aranha, que há 65 anos presidiu a sessão da ONU que aprovou a criação de um estado judeu e um árabe na então Palestina.
Às 16h do dia 29 de novembro de 1947 Aranha abriu a sessão decisiva e histórica, tendo de enfrentar uma campanha montada pelo bloco árabe para adiar novamente a votação. O brasileiro rejeitou a articulação e determinou: “Os senhores todos sabem como votar. Os que são a favor dirão sim, os que são contra dirão não, e os que se abstiverem saberão o que dizer”.
Feita a contagem, Aranha anunciou o resultado: "33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções”. Os representantes árabes se retiraram declarando que aquela decisão significava a morte da ONU.
No encerramento da sessão, Oswaldo Aranha declarou: “Fui obrigado a manter-me neutro durante o debate, mas agora só posso concordar e expressar minha confiança nessa ousada e histórica experiência empreendida pelas Nações Unidas”
No dia seguinte, o gaúcho recebeu a seguinte carta do líder judeu Chaim Weizmann, que viria a tornar-se o primeiro presidente do Estado de Israel: "A sessão da Assembléia não podia ter terminado com essa decisão histórica se não fosse vosso esforço persistente e vossa devoção como presidente. Vossa compreensão do nosso problema e da justiça da nossa causa lhe ganhou a permanente gratidão do povo judaico.”  (http://www.israelnaweb.com – http://www.beth-shalom.com.br)
(Extraído do artigo Os Bastidores da Partilha, de Julio Wohlgemuth, autor do documentário Oswaldo Aranha - O Voto e a Revolução)

domingo, 26 de agosto de 2012

O DISCURSO DOS LÍDERES IRANIANOS APROXIMA-OS CADA VEZ MAIS DE HITLER



A existência de Israel é "um insulto a toda a humanidade" - afirmou nesta passada sexta-feira o tirano e lunático presidente do Irão, num dos seus mais espevitados ataques contra o estado judaico, agora que Israel debate abertamente se deve ou não atacar o Irã por causa do seu programa nuclear.
Talvez a retórica provocatória de Ahmadinejad revele até traços de desespero e medo pela possibilidade de Israel destruir por completo os seus ambiciosos projectos nucleares, mas a verdade é que este tipo de discurso só vem revelar a verdadeira natureza do fundamentalismo islâmico e das reais intenções da República iraniana.
Segundo Mahmoud, confrontar Israel é um esforço para "proteger a dignidade de todos os seres humanos."
"A existência do regime sionista é um insulto a toda a humanidade," - disse o lunático presidente iraniano, ao dirigir-se aos fiéis na Universidade de Teerão após manifestações pró-palestinianas realizadas por todo o país, num evento anual que assinala o Quds (dia de Jerusalém), na última sexta-feira do mês sagrado do Ramadão.

SEMELHANTE A ADOLF HITLER
Na opinião do rabi Marvin Hier, fundador e deão do Centro Simon Wisenthal, os comentários de Ahmadinejad são "reminiscentes" de uma carta escrita acerca dos judeus e assinada por Adolf Hitler em 1919.
"Apesar de Ahmadinejad estar atacarndo o estado de Israel, nós sabemos o que isso significa" - afirmou o rabi.
Israel considera o Irã uma ameaça existencial devido aos seus programas nucleares e balísticos, apoio aos grupos radicais anti-israelitas nas suas fronteiras e repetidas referências feitas pelos líderes iranianos à destruição de Israel.
O próprio Ahmadinejad tem repetidamente feito estes apelos, tal como tem feito o líder supremo do Irã, o ayatolah Ali Khamenei.
O rabi Hier compara os comentários de Ahmadinejad à noção encontrada na carta de Hitler referindo-se à "remoção de todos os judeus."
E acrescentou: "Vinte e dois anos depois, ele implementou tudo isso, e o mesmo se passa agora com Ahmadinejad."
"Nós assumimos que é só retórica, mas já no passado pagámos um elevado preço por pensarmos que Hitler só falava retórica."
- prosseguiu o rabi.

AMEAÇA ISLÂMICA CONTRA ISRAEL
O líder do Hezbollah xiita libanês, que tem laços com o Irão, disse que o seu grupo (terrorista) irá transformar as vidas de milhões de israelitas num "inferno" caso Israel ataque o Líbano.
O líder terrorista do movimento, o sheik Hassan Nasrallah, afirma que o seu grupo tem uma lista de alvos em Israel que podem atingir com poucos rockets.
"Podemos transformar as vidas de milhões de sionistas na Palestina ocupada num verdadeiro inferno," - afirmou o terrorista.
Israel e o Hezbollah travaram uma guerra mortífera e inconclusiva durante um mês, em 2006, quando o Hezbollah disparou cerca de 4.000 rockets contra Israel.
O Irã tem constantemente negado alegações de que está tentando construir armas nucleares, alegando que o seu programa nuclear é pacífico e visa a produção de electricidadee de radioisotopos utilizados para o tratamento de pacientes de câncer.
Israel tem estado a conduzir um crescente debate público sobre se deve ou não atacar as instalações nucleares do Irão. A posição oficial do estado israelita é a de favorecer as medidas diplomáticas e económicas para persuadir o Irã a parar o seu programa de enriquecimento nuclear, mas Israel insiste que o Irã não pode ter armas nucleares.
Os líderes israelitas dizem que "todas as opções estão em cima da mesa", uma clara referência a uma intervenção militar, caso determinem que as outras medidas falharam.
O Irão já avisou entretanto que retaliará contra Israel caso seja atacado, ameaçando também atacar interesses americanos na região.
Ahmadinejad classificou Israel como "um grupo minoritário corrupto e organizado que obsta a todos os valores divinos."
"Confrontar hoje a existência do fabricado regime sionista  é de facto proteger os direitos e a dignidade de todos os seres humanos," - afirmou Ahmadinejad, envergando um cachecol preto e branco semelhante ao usado por muitos palestinianos.
O Irã (a antiga Pérsia) e Israel têm sido amargos inimigos desde há décadas. Khamenei apelidou Israel de "tumor cancerígeno" que tem de ser extirpado.
Segundo o rabi, "esta é uma ameaça para erradicar o estado de Israel", acrescentando: "temos de levar a sério o que esta gente diz."As tensões entre os 2 países intensificaram-se desde 2005, quando o presidente iraniano disse num discurso que Israel será um dia "apagado do mapa."
Não concordando com aqueles que dizem que estas ameaças não passam de "retórica", o rabi avisa: "A única forma de parar aquilo que se passa no Irã é pelo menos os Estados Unidos e seus aliados dizerem: 'Até quando iremos ficar sentados a ouvir estas ameaças?'"O presidente iraniano tem também descrito o Holocausto, em que 6 milhões de judeus foram exterminados pelos nazis alemães e seus colaboradores durante a 2ª Guerra Mundial como "um mito."
"A maior parte dos intelectuais em 1939 e 1938 não achavam que Hitler falava a sério. Eles achavam que sabiam mais, mas não sabiam nada, e nós pagámos um elevado preço por isso," - acrescentou o rabi.
 
 Shalom, Israel!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

"AS CRIANÇAS ESTÃO PRONTAS..."


Um novo video lançado pelo "Instituto do Templo", em Jerusalém, entitulado "As Crianças estão Prontas" já atingiu as 110.000 visitas no YouTube desde que foi lançado há uma semana. 
O Instituto do Templo diz que este video de 90 segundos "é um esforço para refocalizar positivamente a atenção do povo durante o período dos nove dias e da Tisha B´Av (o jejum do nono dia do mês Av, o dia em que os dois Templos foram destruídos)."
O filme mostra duas crianças construindo uma construção na areia parecida com o Bet Hamikdash, o Templo sagrado, em Jerusalém.
O primeiro Templo, edificado pelo rei Salomão, foi destruído pelo exército de ocupação babilónico no 9º dia do mês de Av (há controvérsia acerca do ano exacto, que a maioria crê ser o ano 586 a.C, mas outros preferem o ano 420 a.C).
O segundo Templo foi destruído pelo exército de ocupação romano no ano 70 d.C., também no 9º dia do mês de Av. Em todos os anos o dia de Tisha B'Av é comemorado como um dia de jejum. Neste ano vai ter lugar na noite de Sábado, 28 de Julho, terminando na noite do dia 29, Domingo.
 
O rabi Chaim Richman, director do departamento internacional do Instituto do Templo afirmou que "neste Tisha B´Av queremos que as pessoas façam uma séria introspecção à sua alma e contemplem aquilo que estão perdendo sem o Beit Hamikdash. Estamos maravilhados com o transbordar de desejos de boa vontade e com as respostas positivas que temos recebido, e apelamos a todo o Israel que veja e partilhe este video." E obviamente a idéia por detrás deste video é criar ou despertar o desejo no coração dos judeus pela construção do tão almejado e esperado Templo!
Pelos sinais que diariamente se vão manifestando à nossa volta, não é difícil perceber que o tempo para o novo Templo está próximo! Estejamos atentos...
Shalom, Israel!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

"Acorda, tu que dormes..."

Acorda, ó igreja brasileira, igreja das américas, igreja do mundo...
Estamos rapidamente nos aproximando do daquele dia que é conhecido como "Grande e Terrível", o Dia em que o Senhor virá. Lembremo-nos do que tem que aceontecer antes daquele dia, e leiamos profeticamente os jornais de notícias. Tudo está preparado...
"Orem pela paz em Jerusalém, prosperarão somente aqueles que a AMAM"  -  Salmos 122:6

 É hora de cristãos e judeus se unirem contra as crescentes e preocupantes tentativas malignas para destruir o povo judeu!

 A Europa está a viver a repetição do clima de anti-semitismo dos anos 30 que conduziu ao Holocausto.
Todos juntos não somos demais para impedir que isso volte a acontecer!
Faça a sua parte! Divulgue este video por e-mail, facebook e/ou outras redes sociais!
Lembre-se da promessa e maldição de Génesis 12:3 ainda válida para os dias de hoje!
Shalom!

"Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração" - a corrida desenfreada para o cumprimento de Zacarias 12 e 14

"Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração"

Netanyahu afirmou enfaticamente no Domingo passado que nunca dividirá Jerusalém.
No seu discurso durante as celebrações do "Dia de Jerusalém" no "Ammunition Hill", local de uma importante batalha pela conquista de Jerusalém durante a Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967, o primeiro-ministro israelita negou assim qualquer negociação com os palestinos sobre a partilha da Cidade Santa de Jerusalém, capital do antigo e do moderno estado de Israel. Contrariamente ao "discurso" palestino, Netanyahu afirmou peremptoriamente que dividir Jerusalém só levaria a mais conflitos.
"Existem aqueles que acreditam que se simplesmente dividissemos Jerusalém, e isso significa entregar o Monte do Templo, teríamos a paz. O mínimo que posso dizer é que duvido. Se fossemos depositar aquela praça do Monte do Templo em outras forças, iríamos rapidamente acabar numa guerra sectária religiosa."
JERUSALÉM: a Cidade mais disputada do mundo
Para a maior parte dos israelitas, dividir Jerusalém é uma linha vermelha que não estão preparados para atravessar depois de milénios de esperança de um povo poder novamente habitar e controlar a Cidade Santa.
"Israel sem Jerusalém é como um corpo sem coração. E o nosso coração nunca mais será dividido" - prometeu Netanyahu, prosseguindo: "Uma nação disposta a sacrificar o seu coração convencerá os seus inimigos que está disposta a ceder em tudo."
A Autoridade Palestina insiste que só fará a paz com Israel quando receber a metade oriental de Jerusalém, incluindo o Monte do Templo, como sua capital.
Para quem leva a sério o estudo das profecias bíblicas, este é um claro indicador que se aproxima rapidamente a "grande batalha por Jerusalém" tão vividamente descrita há 2.500 anos pelo profeta Zacarias (capítulos 12 - 14).
O MONTE DO TEMPLO
Israel nunca cederá o seu "coração" aos intentos dos seus inimigos, e será essa disposição "intransigente" que deflagará o ódio de muitas nações (literalmente "todas as nações") contra Jerusalém, tentando arrancar o "coração" de um povo que tanto sangue derramou e tantas lágrimas verteu por amor da sua Santa Cidade, a tão preciosa dádiva física de Deus ao Seu povo.
Mal saberão os povos conquistadores que esse seu desejo perverso atrairá a ira do Todo Poderoso Deus, fazendo com que Ele mesmo venha lutar fisicamente em defesa do Seu povo - "E o Senhor sairá e pelejará contra estas nações..."
O fim dessas nações será horrendo: "E esta será a praga com que o Senhor ferirá todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne será consumida, estando eles de pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na sua boca. (guerra biológica?) Naquele dia, também acontecerá que haverá uma grande perturbação do Senhor entre eles; porque pegará cada um na mão do seu companheiro, e alçar-se-á a mão de cada um contra a mão do seu companheiro."
Ah, quem dera que todos ouvissem estes avisos do Senhor Deus de Israel...!
"Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo." (Apocalipse 1:3)
Shalom!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

ISRAEL PARA, MAIS UMA VEZ, PARA LEMBRAR O HOLOCAUSTO


Dois minutos de silêncio com o toque das sirenes esta manhã pelas 10h00m fizeram parar todo o Israel, em memória dos seis milhões de judeus que pereceram no Holocausto. Durante o dia realizar-se-á também a "Marcha dos Vivos" entre Auschwitz e Birkenau.
O toque das sirenes deu início a celebrações memoriais por todo o país, incluindo a deposição de coroas de flores no museu Yad Vashem, em Jerusalém com a presença do presidente Shimon Peres, do comandante das Forças de Defesa de Israel e do presidente do Tribunal Supremo do país. Logo de seguida teve lugar uma cerimónia no Knesset (parlamento).
TODO O ISRAEL PAROU POR 2 MINUTOS
Discursando ontem à noite durante a cerimónia oficial para o Dia da Lembrança do Holocausto na praça "Warsaw Ghetto", no recinto do Museu do Holocausto, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que aqueles que consideram a ameaça iraniana como exagerada "não aprenderam nada do Holocausto."
"Um Irão nuclear é uma ameaça existencial para o estado de Israel e também para o resto do mundo" - afirmou Netanyah, continuando: "Nós temos a obrigação de impedir o Irão de conseguir armas nucleares. É a obrigação mundial, mas é acima de tudo, nossa obrigação."
O presidente Peres, falando também na cerimónia, disse: "Os crematórios dos ditadores nazis criaram um desastre global e um Holocasuto para o meu povo. Os que negam o Holocausto estão negando as acções dos seus predecessores de forma a encobrirem as suas próprias acções. A mentira da negação não apagará o fogo do inferno."
 Sobreviventes do Holocasuto presentes na cerimónia acenderam velas memoriais durante uma cerimónia realizada no Knesset, sob o tema: "Para cada pessoa há um nome."
Para que nunca se esqueça!
"Os que ignoram a História estão condenados a repetir os seus erros."
Shalom, Israel!

sexta-feira, 13 de abril de 2012

COMO HITLER TORCEU A BÍBLIA PARA MATAR JUDEUS


Exclusivo: Jim Fletcher analisa livro de Ray Comfort sobre a “fé” demoníaca dos nazistas.

Hitler, God, and the BibleNos anos após a Primeira Guerra Mundial, enquanto alemães magros de fome empurravam carroças cheias do seu desvalorizado dinheiro de papel pelas ruas na esperança de encontrar um pão velho no mercado, apareceu um homem que prometeu melhorar tudo.

Adolf Hitler, até aquele momento um "joão-ninguém" sem nenhuma distinção, teve uma ascensão governamental jamais vista na Alemanha. A maioria de nós sabe o resto da história (embora duvido que muitos jovens a compreendam muito). Contudo, nos volumes incontáveis que foram escritos sobre esse ditador diabólico, poucos investigaram como as opiniões torcidas dele a respeito da fé religiosa foram usadas para subjugar um continente.
É por isso que o novo livro de Ray Comfort, “Hitler, God & the Bible” (Hitler, Deus e a Bíblia), é uma adição tão valiosa a esse campo de estudo. Eu estava tão ansioso de ler este livro (sou um grande fã de Ray Comfort), que o li durante o jantar numa noite, virando as páginas com uma mão e usando o garfo com a outra numa restaurante da Bavária.
Comfort, um observador incisivo de cosmovisão nas fervilhantes massas de pessoas que agitam nossa cultura, não só colocou em palavras o que sinto que é um livro extraordinário… mas ele também deu a entender que esse é o primeiro de uma série! Com certeza, “Stalin, Deus e a Bíblia” não pode estar longe.
Mas, voltemos ao pintor fracassado que se tornou um assassino de massas.
Pelo fato de que Comfort é um cristão que crê na Bíblia, ele tem discernimentos que pintam um retrato muito mais colorido de Hitler, e ouso dizer, esse discernimento bíblico colocou alguma carne e sangue no cadáver, pelo menos figurativamente — felizmente.
De imediato, Comfort desenterra algumas características principais de caráter que comprovariam ser mortais em Hitler mais tarde. Criado por um pai dominador e arrogante, Alois (até o ataque fatal de coração no velho quando Adolf tinha 13 anos), e por uma mãe coruja, Hitler desenvolveu grandes doses de egoísmo.
A pesquisa de Comfort é combinada com seu jeito especial de dizer muito com poucas palavras (esse volume fino não intimidará ninguém), e já na página 5 ele revela uma deficiência imensa na natureza do jovem Hitler: “Quando não faziam o que ele queria — ou se os outros indicavam que tinham soluções melhores — Adolf imaturamente gritaria sua ignorância e sentiria muita auto-piedade”.
A criação de um monstro.
Comfort também astutamente pega outra característica que, creio eu, aponta para o fato de que Hitler abraçou a filosofia de Darwin (e isso também o coloca em conflito com o Evangelho, que diz que Jesus — como o Bom Pastor — deixa alegremente as 99 ovelhas no curral para ir em busca da ovelha perdida).
Note o que ele diz sobre os sentimentos de lealdade que estavam presentes na juventude de Hitler: “Resumindo, enquanto outros soldados eram leais uns aos outros, Hitler era leal ao Estado. Para ele, esse era o relacionamento pelo qual todos deveriam lutar para preservar. Um soldado poderia morrer, mas o Estado, acima de tudo, tem de viver”.
A conclusão óbvia então é que Hitler poderia com facilidade e brutalidade exigir que seus generais forçassem suas tropas duras de frio a avançar mais profundamente na Rússia soviética alguns anos mais tarde, onde centenas de milhares de soldados alemães pereceram por causa das ideias excêntricas de um louco.
É quando Comfort discute Hitler e fé que o livro fica super-interessante — esse ponto vem na Parte Dois.
Antes da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha estava infestada pelo tão chamado movimento cristão alemão, que procurava “nazificar” o Cristianismo, entre outras medidas, suprimindo o ensino do Antigo Testamento. O que é interessante é que Hitler e seus mais importantes representantes junto com a maioria dos líderes militares e as próprias tropas, haviam sido a vida inteira católicos ou luteranos.
Comfort desenterra algumas evidências super-estranhas de que o palco estava armado para Hitler perverter o Cristianismo na Alemanha, e suas próprias origens nesse esforço surgiram por influência do fabricante de carros dos EUA, Henry Ford, e do compositor Richard Wagner, entre outros. Wagner de modo particular estava infectado com o vírus do antissemitismo, realmente chegando ao ponto de afirmar que Jesus havia nascido alemão! (Não é de admirar que Yasser Arafat afirmasse que Jesus era palestino.)
Em “Hitler, God & the Bible” Comfort também toca num assunto principal: Hitler era discípulo de Charles Darwin. O fato de que ele abraçou essa filosofia de morte, em conflito evidente com o Cristianismo, é revelador.
No capítulo intitulado “Hitler, A Christian?” (Hitler, um Cristão?) Comfort alcança o coração do problema. Como ele eloquentemente declara: “Em resumo, os abusos que Hitler cometeu contra a teologia desmantelaram a fibra moral de uma nação”.
No fim, depois de comparar as metas e convicções de Hitler com o verdadeiro Cristianismo, Comfort responde à pergunta do que Hitler realmente era: “Ele era um mentiroso”.
Essa declaração resume tudo muito bem. Com “Hitler, God & the Bible,” Ray Comfort lançou o que espero será uma série imensamente bem-sucedida. Este livro não tem fraquezas. Desde uma pesquisa e escrita magnífica e sucinta, à elegante produção deste volume fino, os leitores receberam um presente de verdade.
“Hitler, God & the Bible,” já está na rota para ser o Livro do Ano.

Extraído do site de Júlio Severo (www.juliosevero.com)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Festa de Hanukká – Tempo de consagrar nossas vida ao Senhor


Desde o Holocausto Judeu, no século passado, Deus tem voltado os olhos do mundo a Israel. Na verdade, em todas as épocas, Israel é visto com atenção pelos demais povos, revelando assim ser o relógio do mundo em relação aos planos de Deus para a humanidade.
A posição da Igreja de Cristo não pode ser diferente.  Nós gentios, como Igreja, temos que lembrar que é dever de todo cristão crer que Deus fala e age através da nação judaica, pois foi lá que Ele começou Sua obra, e há de completar até o dia de Cristo Jesus. Também é dever nosso orar pelos nossos irmãos judeus e observar os estatutos e normas que Israel nos deu como legado Divino.
As muitas festas judaicas também desempenham um papel importante. Através de um estudo apurado entendemos o plano de Deus para o povo de Israel, para a humanidade, para a Igreja e, principalmente, para as nossas vidas. Uma delas – e talvez a menos conhecida das demais – é a Festa de Hanukká, citada brevemente em Jo 10:22 e traduzida por Festa da Dedicação. No Antigo Testamento não há referência dela, pois ocorreu cerca de 160 a.C e os únicos registros dessa época são os livros históricos dos Macabeus.
A época dos Macabeus é marcada pela expansão do império grego. Antíoco Epifânio dominava o Oriente Médio, impondo fortemente a religião, tradição e costumes do pensamento grego Helenístico. Em Jerusalém e arredores, ele proibiu os preceitos mais importantes da religião judaica e profanou o Templo do Senhor oferecendo como sacrifício a Zeus um porco. Apesar de os demais povos aceitarem de bom grado a cultura helenística, Israel foi o único a rejeitar. Os demais povos viam a cultura helenística como exemplo de desenvolvimento; a sabedoria e conhecimento grego, a filosofia, o culto ao pensar revelava isso.  Em 165 a.C o exército dos Macabeus, liderado por Yehuda Há Macabí exterminou o exército grego sírio. Após isso começaram a re-dedicação ao Templo, consagrando um novo altar. A consagração do altar leva sete dias, só que ao acenderem a chama da menorá (o candelabro sagrado), viram que o óleo presente era suficiente apenas para um dia, e levaria oito dias para ficar pronto mais óleo; mas, por milagre Divino, o óleo durou oito dias a luz do candelabro.
 Até hoje os judeus comemoram a Festa da Dedicação (ou Hanukká) lembrando do milagre do óleo e pelos Macabeus terem conseguido derrotar o exército inimigo; ora eles estavam em menor número, e a maioria do exército era composto por Sacerdotes que não tinham a mínima experiência de guerra.  O símbolo dessa festa é o candelabro de nove pontas – Chanukía – sendo que a do meio, que é a maior, é chamada de Shamásh (que significa Servo). Os Israelitas colocam a Chanúkía acesa nas janelas de suas para lembrarem do milagre e para celebrarem a alegria de serem judeus, o povo escolhido por Deus.
Dito isso, vamos lembrar o que a Palavra de Deus tem para nossas vidas em relação à Festa da Dedicação. Paulo fala em 1 Co 6:19-20: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.”
Ora, assim como nossos irmãos judeus todo ano comemoram a re-consagração do Templo a Deus, será que nós crentes, nascidos de novo, não deveríamos fazer o mesmo avaliando nossas vidas na presença de Deus? Olhemos para trás. Somente esse ano, quantas vezes profanamos o templo do Senhor com imoralidades, pensamentos maus, pré-julgamentos aos nossos irmãos, vinganças, mentiras, fofocas, etc. Como temos glorificado nosso corpo ao Senhor? Paulo nos deixa claro que fomos comprados por bom preço – preço de sangue, sangue do Shamásch (servo) Jesus Cristo.
Amados Irmãos em Cristo nesse dia 22/12/2011 à 29/12/2011 vamos celebrar juntos com nossos irmãos a Festa da Dedicação, consagrando nossos corpos ao Senhor Jesus Cristo, que, como Servo sofredor, veio ao mundo unicamente para dar sua vida por nós! Claro que é dever de todo nascido de novo fazer isso todo dia. Mas Deus, por sua misericórdia usa a memória dos nossos irmãos judeus para lembrarmos da alegria de pertencermos ao Povo dEle e festejarmos esse fato como um Povo só.
“Hag Hanukká Samêarr!” – Feliz Festa de Hanukká!

Autor: Isac Altenhofen - do site Comunicação Gospel

domingo, 25 de setembro de 2011

MANTÉM-SE O IMPASSE: PALESTINIANOS REJEITAM MEDIAÇÃO DO "QUARTETO PARA A PAZ"



De nada adiantam as boas intenções, tanto da parte do primeiro-ministro de Israel, com a sua "mão estendida" para as negociações de paz com os palestinos feita ontem mesmo, conforme discurso resumido abaixo, mas pior ainda, com a inutilidade da existência de um "Quarteto para a Paz", incapaz de negociar com os palestinos, que simplesmente se recusam a fazê-lo.
O conflito israelo-palestino que se tornou o foco principal da 66ª Assembleia-Geral da ONU em Nova Iorque viu mais do que a histórica proposta de adesão à plena membresia das Nações Unidas feita pelos palestinos, e discursos inflamados, mas também o quase desmembramento do "Quarteto para a Paz", composto pelos Estados Unidos, Rússia, a União Europeia e a ONU. O quarteto tinha trabalhado freneticamente  durante Quinta e Sexta-Feira para reunir uma proposta que fosse facilitar o resumir do processo de paz israelo-palestino, mas os seus esforços viram-se malogrados, praticamente desintegrando o grupo, com a Rússia voltando-se contra os Estados Unidos por causa do esboço da proposta. 
O esboço da proposta feita pelo "quarteto" incluia o convite para que Israel e os palestinos se reunissem dentro de um mês para chegarem a um acordo sobre uma agenda para novas conversações de paz, tendo como alvo um acordo para o final de 2012.
Mas segundo diplomatas ocidentais, a integridade do "quarteto" ficou comprometida quando deliberações feitas acerca da proposta se tornaram conflituosas, principalmente devido às rígidas exigências feitas pela Rússia.
Os russos vetaram a exigência feita por Israel para um reconhecimento palestino do estado judaico como um pré-requisito para as conversações, o que levou à anulação do pré-requisito feito pelos palestinos para que as negociações se baseassem nas linhas fronteiriças de 1967.
Depois daquilo que foi descrito como "tons rudes e discordantes" trocados entre os russos e os colegas do "quarteto", chegou-se finalmente a um esboço, apesar de a certa altura se temer que os russos fossem excluídos da declaração final.
O anteprojecto, contudo, não especifica as linhas-mestras exactas para as negociações.
Mas, segundo fontes associadas a Netanyahu, "a proposta contém a coisa mais importante: voltar-se às negociações. Temos de estudá-la, mas parece satisfatória".
Só que os palestinos rejeitaram o esboço da proposta como "favorável a Israel", e o presidente palestino Mahmoud Abbas recusou-o, alegando que nunca aceitaria qualquer proposta que não levasse em conta as condições da Autoridade Palestina para as conversações de paz.
Mahmoud Abbas disse hoje mesmo que esperava que o Conselho de Segurança terminasse o debate acerca da proposta de adesão do estado palestino à plena adesão na ONU dentro de semanas, e não meses.
Falando aos jornalistas dentro do avião, de regresso da AG da ONU em Nova Iorque, Abbas disse que os membros do Conselho de Segurança tinham inicialmente mostrado falta de entusiasmo com a idéia de discutirem a proposta de adesão.
Mas depois acescentou que a disposição pareceu mudar depois de ter discursado na AG na sexta-feira, em que apresentou a questão palestiniana de um estado independente ao lado de Israel. "Agora" - acrescentou - "estamos a falar de semanas e não de meses".

 

ISRAEL CONVIDA OS PALESTINOS PARA "NEGOCIAR A PAZ" 


"Vamos negociar a paz!" - foi este o convite e desafio que o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu fez ao presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, no seu discurso no plenário da Assembleia Geral da ONU, pouco depois do discurso do líder palestino.
Mahmoud Abbas submeteu ontem oficialmente à Assembleia Geral a sua proposta de adesão plena da Palestina como estado-membro na comunidade das nações.
Netanyahu iniciou o seu discurso "estendendo a mão em paz" a todas as nações vizinhas de Israel, incluindo o Egipto, a Jordânia e a própria Turquia com a qual as relações têm andado tensas nos últimos meses, bem como ainda à Líbia, Tunísia, Síria, Líbano e o próprio Irão.
Mas especificou: "Mas mais especialmente quero estender a minha mão ao povo palestino, com o qual procuramos uma paz justa e duradoira".
E Netanyahu mencionou a esperança que Israel acalenta pela paz e que nunca desvanece, lembrando à audiência todas as boas coisas boas que Israel tem, tais como médicos, cientistas, inovadores que trabalham para melhorar o trabalho de amanhã, os seus artistas e escritores que "enriquecem a herança da humanidade".
Mas Netanyahu não poupou a ONU: "...esta é uma parte infeliz da instituição da ONU. Ela não apenas trata Israel como vilão, pior ainda, ela coloca muitas vezes os autênticos vilões em posições de liderança. O Kadhafi da Líbia liderou a Comissão da ONU para os Direitos Humanos. O Saddam do Iraque liderou o Comité de Desarmamento da ONU..."
E acrescentou: "Podeis dizer que isso foi no passado, mas eis o que está agora acontecendo: o Líbano, que é controlado pelo Hezbollah, preside agora ao Conselho de Segurança da ONU. Isto significa de facto que uma organização terrorista preside a um corpo ao qual foi confiada a garantia da segurança do mundo".
Netanyahu prosseguiu referindo-se ao conflito com os árabes, dizendo: "Eu vim aqui para falar a verdade. A verdade é que Israel quer a paz. A verdade é que eu quero a paz. A verdade é que no Médio Oriente, sempre, mas especialmente nestes dias turbulentos, a paz tem de estar ancorada na segurança. A verdade é que nós não podemos alcançar a paz através de resoluções da ONU, mas só através de negociações diretas entre as partes. A verdade é que até agora os palestinos têm se negado a negociar. A verdade é que Israel quer a paz com um estado palestino, mas os palestinos querem um estado sem a paz. E a verdade é que vocês não deviam deixar que isso aconteça".
Netanyahu disse ainda que o maior perigo que o mundo de hoje enfrenta é o fanatismo islâmico militante, tal como o do Irão e do seu presidente. Alertou ainda sobre o perigo do Irão se armar com armas nucleares.
E depois de abordar todos os perigos que o Irão oferece e as várias tentativas frustradas para se conseguir a paz com os palestinos, Netanyahu concluiu o seu discurso:
"Minhas senhoras e meus senhores, eu continuo a esperar que o Presidente Abbas seja meu parceiro para a paz. Trabalhei duro para avançar essa paz. No dia em que assumi a minha missão, apelei a negociações diretas sem pré-condições. O Presidente Abbas não respondeu. Eu sublinhei a visão de paz com dois estados para dois povos. Mesmo assim ele não respondeu. Removi centenas de bloqueios e controles fronteiriços, mas, mais uma vez, nenhuma resposta. Dei o passo nunca antes tomado de congelar novas construções nos aldeamentos por dez meses. Uma vez mais, não veio nenhuma resposta.
Presidente Abbas: por que não se junta a mim? Nós temos de parar de negociar sobre as negociações. Vamos é avançar para o terreno. Vamos negociar a paz! Estamos agora os dois na mesma cidade. Estamos dentro do mesmo prédio. Assim, encontremo-nos hoje mesmo, nas Nações Unidas!"
É importante que o mundo veja de forma clara quem quer a paz, e quem não está interessado nela. Tão simples como isso!
Shalom, Israel!

domingo, 27 de março de 2011

Mais um exemplo da Ética Judaica...

MÉDICOS ISRAELENSES SALVAM BEBÊ PALESTINO
Neve Tzuf, cidade da Samaria próxima à colônia de Itamar, onde aconteceu o massacre da família Fogel, foi palco de uma das mais fascinantes provas daquilo que chamamos de Ética Judaica.
A pacata cidade de Neve Tzuf, na Samaria.
Em visita à Samaria, Benny Gantz, Comandante das Forças de Defesa de Israel (FDI), foi até a localidade de Neve Tzuf, próximo à colônia judaica de Itamar, para apresentar condolências à Família Fogel. Os Fogel foram alvos de um brutal ataque terrorista, quando extremistas palestinos chacinaram cinco membros da família, incluindo um bebê de apenas quatro meses. O caso abalou de tal forma a sociedade israelense que o chefe das Forças Armadas resolveu apresentar pessoalmente os pêsames.
Quando a comitiva se aproximava da comunidade, apareceu subitamente um táxi palestino em alta velocidade. Por questões de segurança, o veículo foi imediatamente detido. Neste momento, os soldados das FDI perceberam se tratar de uma corrida de emergência. Dentro do táxi, em adiantado estado de parto, estava uma jovem palestina de 20 anos.
Imediatamente foi mobilizada uma equipe de paramédicos judeus dos próprios colonos e estes descobriram que mãe e filha corriam risco de morte, pois o cordão umbilical estava enrolado no pescoço da criança.
Numa ação rápida, os paramédicos judeus salvaram mãe e filha. Palestinas.
Surpreendente foi a reação da população judaica da colônia, que demonstrava entusiasmo e emoção pela ação dos paramédicos.

IDF salva bebê palestino no mesmo lugar onde palestinos mataram um bebê judeu.
Haim Levin, um jovem de apenas 19 anos, foi quem primeiro chegou ao táxi e quem detectou o perigo que mãe e filha corriam.
Entrevistado pelo jornal israelense Yedioth Ahronoth (que em hebraico significa “Últimas Notícias”), Haim Levin explicou: “Quando cheguei, vi uma mulher coberta por um cobertor em uma van palestina de cor amarela. Cheguei mais perto e percebi a cabeça do bebê e a parte superior do corpo. O cordão umbilical estava em volta do pescoço do feto – uma menininha – que estava cinzenta e não se movia.”
Tão logo desenrolou o cordão do pescoço do bebê, Haim Levin pediu a outros colegas que preparassem o kit de reanimação. “Belisquei-a para ver se ela está respondendo, e então ela começou a chorar”, disse o jovem. Os demais paramédicos passaram a cuidar da mãe, evitando que o quadro da mesma viesse a se complicar.
A ambulância que atendeu mãe e filha palestinas pertence aos colonos judeus da comunidade onde morava a Família Fogel. A motorista da ambulância, Orly Shlomo, declarou ao Yedioth Ahronoth que não se tratou de uma ação individual, isolada. Todos os que estavam presentes correram para prestar socorro. “Sem o nosso atendimento”, disse a paramédica, “o bebê e a mulher enfrentavam perigo de morte”.
Gadi Amitun, chefe local do Magen David Adom (o equivalente à Cruz Vermelha Israelense), disse que esta não foi a primeira vez que os colonos ajudaram palestinos em situação de emergência. “Eles sabem que temos uma equipe médica qualificada e que em casos de acidentes ou lesões podem contar conosco”.
Segundo Gadi Amitun, sua equipe – como todos os moradores de Neve Tzuf – presenciou a queima de fogos de artifício e as celebrações que os palestinos fizeram para comemorar o massacre da Família Fogel. Mas, na hora de socorrer o bebê e sua mãe eles evitaram pensar nisso. “Nossa equipe está empenhada em ajudar quem precisa”, concluiu Amitun.
Dois anos atrás, a mesma equipe socorreu um terrorista que tentava colocar uma bomba na estrada e foi baleado por soldados israelenses.
Palestinos da aldeia próxima de Nabi Salah, juntamente com a avó do recém nascido, não conseguiam esconder a alegria.
A mãe, agradecida, disse que o nome da menina será “Jude”.
A frase mais marcante deste emocionante episódio saiu dos lábios da motorista da ambulância, Orly Shlomo, que disse: “Foi comovente. A poucos metros dali, uma família estava observando o Shiva [parte do luto judaico] pelo bebê que fora assassinado. Fiquei emocionada ao ver o rosto do bebê recém-nascido. Mas também pensei no rosto do bebê morto.

Texto originalmente postado no blog amigo: Notícias de Sião
SAIBA MAIS
ÉTICA JUDAICA 1
ÉTICA JUDAICA 2

domingo, 23 de janeiro de 2011

Série: Testemunhos Incríveis da Igreja Desconhecida - Parte 1


Os Culdees de Iona:

Um dos últimos vestígios do Cristianismo Messiânico estava centralizado em uma pequena ilha rochosa na costa da Escócia – um lugar chamado Iona. A comunidade de Iona foi fundada por Columba (521 – 597), um cristão de pais nobres em Donegal, Irlanda. Columba foi um verdadeiro apóstolo, tendo estabelecido 300 igrejas em sua nativa Irlanda.
Em 563, Columba deixou sua cidade natal para um “peregrinação por Cristo”. Com um grupo de doze seguidores, Columba velejou da Irlanda para a Escócia onde estabeleceu uma comunidade cristã em Iona. Essa era uma verdadeira comunidade, não um monastério no sentido Católico Romano. Aqueles que viviam e trabalhavam em Iona tinham permissão para casarem-se e criar filhos. A liderança, nas comunidades fundadas por Columba, normalmente era passada de pais para filhos.
Inicialmente, Iona de base para o evangelismo dos Escotos e dos Pictos. Através de um ministério de pregação, expulsão de demônios e milagres, Columba e seus seguidores, conhecidos como Culdees ganharam todo o norte da Escócia para o Senhor em um período.
As descrições do ministério de Columba se leem como o livro de Atos. Grandes multidões de doentes eram curadas, poderes demoníacos amarrados e expulsos. Muitos foram ganhos para o Senhor através dos atos de poder espiritual e da exatidão das palavras proféticas que Columba liberou. Em cenas que recordavam Elias e os profetas de Baal no Monte Carmelo, Columba frequentemente confrontou os sacerdotes druidas pagãos e os dispersou “vencidos e desconcertados” pelo poder de Deus. Como resultado do ministério de Columba, muitas igrejas foram estabelecidas e a vida religiosa, política e social foi permanentemente mudada.
Apesar de ser considerado como santo pela Igreja Católica, Columba não tinha nenhuma conexão com a igreja de Roma. Os Culdees eram, na verdade, vestígios de uma versão do Cristianismo muito mais antiga, a Igreja Messiânica.
Os seguidores de Columba observavam o sétimo dia como Shabat e celebravam o Páscoa Judaica (Pesach). Colocaram forte enfase para que cada crente tivesse detalhado conhecimento da Bíblia. Como as sinagogas antigas, as igrejas que Columba estabeleceu eram centros de treinamento e ensino, onde cada membro era treinado nas coisas de Deus.
Os residentes de Iona compravam escravos para fazê-los livres. Esses escravos libertos eram educados para ler a Bíblia em hebraico, grego e galês, e então treinados para saírem como missionários (Em dias em que nem mesmo a maioria dos reia da Europa sabiam ler e escrever). A mensagem que esses missionários proclamavam tinha 3 pontos principais: “O Pai amou o mundo; o Filho morreu pelos pecadores; o Espírito Santo regenera aqueles que buscam a Deus em arrependimento e fé”.
Missionários de Iona viajaram através da Europa proclamando a verdade de Deus na linguagem do povo. Apesar de constantemente serem confrontados pela Igreja Romana, esses missionários continuaram a impactar o cristianismo europeu por séculos. Iona foi finalmente destruída pelas invasões dos Vikings no 8º século, mas comunidades estabelecidas pelos missionários Culdees de Iona continuaram por vários séculos.
Ao Identificar Iona como um remanescente da Igreja Messiânica, não devemos assumir que que eles pensavam sobre si mesmos como judeus. A observação da Páscoa judaica (Pesach) ou do Shabat não parecia ser algo de natureza judaica para eles, assim como ler o livro de Salmos ou tomar a Ceia não parece ser de natureza judaica para nós. Para Columba, essas coisas eram simplesmente parte das normas do Cristianismo. As coisas praticadas pelos Culdees são parte do Cristianismo bíblico desde os tempos dos apóstolos. Essas coisas somente parecem estranhas a nós porque foram forçadamente removidas da Igreja na Idade Média.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O VATICANO CONTRA ISRAEL

Gente, analisem isto com cuidado...
Percebam que aqueles que (de uma forma ou de outra) representam o nome de Cristo neste mundo estão se posicionando.
Anteriormente, publicamos aqui a determinação do Sínodo norte-americano da igreja Presbiteriana, declaradamente contra a existência de um estado judaico. Agora é a vez do Vaticano...
Acreditem, o momento em que você que nos acompanha terá que assumir uma posição em relação a Israel está se aproximando. E a posição que você assumir, poderá fazer TODA a diferença em como os seus amigos, família, colegas, patrões, autoridades irão trata-los!
Você está pronto pra isso?
Eles estão fazendo suas escolhas... E você, já fez a sua?

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"Não há mais um povo escolhido" - foi com esta barbaridade que o arcebispo norte-americano Melkite se pronunciou durante o sínodo dos bispos do Médio Oriente, que encerrou sábado passado no Vaticano. E não se deixando ficar atrás, os bispos convocados pelo papa Bento 16 "exigiram" no passado sábado que Israel aceite as resoluções da ONU apelando ao "fim da ocupação israelita nas terras árabes".
E num comunicado final, os bispos mandaram também um recado a Israel de que não deveria usar a Bíblia para justificar "injustiças" contra os palestinianos.
"As Sagradas Escrituras não podem ser usadas para justificar o retorno dos judeus a Israel e o deslocamento dos palestinianos para justificar a ocupação de terras palestinianas por parte de Israel" - afirmou o monsenhor Cyril Salim Bustros, arcebispo grego da "Nossa Senhora da Anunciação" em Boston, Massachusetts, e presidente da "Comissão para a Mensagem" na conferência de imprensa feita neste sábado no Vaticano.
"Nós os cristãos não podemos falar da 'terra prometida' como um direito exclusivo para um privilegiado povo judeu. Esta promessa foi anulada por Cristo. Não existe mais um povo escolhido - todos os homens e mulheres de todos os países têm-se tornado o povo escolhido.
Mesmo que a liderança do estado de Israel seja judaica, o futuro está baseado na democracia."
Mordechai Lewy, embaixador de Israel na Santa Sé, dise ao jornal The Jerusalem Post que aquilo que o bispo quer dizer ao afirmar que Jesus anulou a aliança de Deus com o povo judaico é que se está "voltando à teologia sucessionista, contradizendo o ensino do Segundo Concílio do Vaticano e o próprio papa Bento 16 - que deram as boas vindas ao retorno dos Judeus à sua antiga terra."
"E também" - acrescentou o embaixador - "ao convidar os refugiados palestinianos a voltarem e negar-se o direito de Israel a se definir como um estado judaico - o único no mundo - está a regressar-se às posições de linha dura que negam o direito a Israel de existir".
Durante o simpósio, os bispos apelaram à comunidade internacional para que se aplicassem as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas adoptadas em 1967, que obrigavam Israel a retirar-se dos territórios árabes conquistados durante a Guerra dos Seis Dias. Os bispos exprssaram ainda "esperança" de que a solução de 2 estados "se torne uma realidade e não apenas um sonho".
O documento lavrado nesta cimeira apela ainda a que se dêem os "passos necessários legais para se pôr um fim à ocupação nos diferentes territórios árabes."
As posições do Vaticano para com Israel nunca foram simpáticas, mas a ignorância espiritual e bíblica quanto ao plano de Deus para com Israel é lamentável e reprovável. Não há um único ponto do Novo Testamento que fundamente a alegação católica-romana de que "a promessa foi anulada por Cristo"!
Mas não é de admirar: afinal, desde quando é que o Vaticano seguiu a Bíblia como regra de fé e linha de orientação? Nunca!
O pior é quando se vêem não poucos ditos líderes evangélicos seguindo o mesmo trilho do engano, adoptando a "teologia da substituição" ensinada pos Santo Agostinho, mas esquecendo todo o ensinamento profético bíblico, muito em especial aquilo que o grande apóstolo São Paulo escreveu aos Romanos (capítulo 11)...
Inqualificável e lamentável...
Shalom, Israel!

terça-feira, 11 de maio de 2010

CRIANÇAS, UM PRESENTE PARA O FUTURO DE ISRAEL

CAMPANHA 2010
CRIANÇAS DE ISRAEL

CRIANÇAS, UM PRESENTE PARA O FUTURO DE ISRAEL

Há dois anos iniciei uma campanha pelas crianças da congregação Tiferet Yeshua. Em todos os projetos do Maoz, nossas participações eram limitadas às nossas condições financeiras, mas nunca deixamos de atender a nenhum desafio de sustento para o nosso ministério em Israel. Sempre fomos atuantes devido ao apoio dado por nossos parceiros.

Sempre desejei fazer algo que pudesse envolver e expor os esforços de nós brasileiros pelos perdidos de Israel. Claramente fui dirigido pelo Senhor nesta busca e pudemos apoiar integralmente o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua. Por um ano abençoamos estas crianças em todos os projetos deste ministério. Mas, no segundo ano, algo maravilhoso aconteceu e já compartilhamos isso em nosso jornal. O ministério infantil começou a abençoar outras duas congregações de judeus etíopes. Deus fez com que a sua oferta não somente alcançasse um ministério, mas três ministérios infantis. Claramente é a multiplicação do seu amor pelos perdidos.

Estas crianças não são o futuro, mas verdadeiramente o presente de Israel em sua redenção. Como escrevi certa vez, estas crianças serão evangelistas, mestres, pastores, profetas e apóstolos do Senhor. Acima de tudo, testemunharão o caráter de Yeshua e serão verdadeiros adoradores. Estas crianças vivem as dificuldades em suas casas por serem crentes em Yeshua, ao verem as perseguições que sofrem seus pais. O ensino da palavra que recebem em seus estudos fortalece estes pequeninos.

Tenho uma clara visão de sermos abençoadores deste povo e o Maoz tem sido o nosso meio. Há muitos povos, nações e línguas que estão sendo alcançados e Israel não poderia ser esquecido.

A desinformação tem sido um grande empecilho para levantarmos novos parceiros cristãos e o tema ‘Israel’ não agrada a muitos. Eu falo de vidas que precisam ser salvas e que Deus não esqueceu. Festas, canções judaicas e viagens a Israel não vão salvar o judeu, mas a pregação do evangelho por eles (judeus messiânicos) a eles, judeus descrentes ou religiosos, trará a mensagem redentora.

Continuaremos abençoando o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua e este continuará abençoando outros ministérios infantis. Compartilhe nosso trabalho com outros irmãos, com sua congregação e com o seu pastor. Ajude-nos a encontrar novos parceiros e colaboradores, e que sejam pérolas como você.

Muitos nos ajudaram com suas ofertas neste ano que passou, mas os desafios são diários e necessitam de suprimentos. A sua oferta de ontem nos ajudou muito e a sua oferta de hoje continuará nos ajudando a manter este trabalho.

Não estamos envolvidos somente neste projeto com as crianças, mas em vários outros projetos em Israel – produção livros, DVD, CD, apoio social, advocatício, etc. E no Brasil, lutamos pela manutenção do nosso escritório.

Expresso a minha gratidão a cada parceiro que contribuiu e que continua nos ajudando, pois não chegamos até aqui em vão. Vamos prosseguir juntos e cientes que a Palavra está sendo pregada aos pequeninos de Israel.

Pr. Julio
Administrador do Ministério Maoz Israel - Brasil

terça-feira, 6 de abril de 2010

O judeus começaram a ser perseguidos novamente???

Ódio muçulmano expulsa judeus de uma das maiores cidades da Suécia

Marcus Eilenberg reside em Malmo, uma das maiores cidades da Suécia. Ele é um judeu sueco cujas raízes de família em Malmo são profundas. Seus avós por parte de pai eram sobreviventes do Holocausto e foram acolhidos em Malmo em 1945, quando havia ainda influência evangélica luterana entre os suecos. Os pais de sua esposa fugiram da Polônia comunista na década de 1960 e foram morar na Suécia.
Agora, Marcus, que tem 32 anos e é sócio de um escritório de advocacia, sente que o acolhimento aos judeus está chegando ao fim. Ele, sua esposa e dois filhos estarão mudando para Israel em maio. Outros 15 judeus estão partindo pela mesma razão.
A razão, diz ele, é o aumento de crimes de ódio contra os judeus em Malmo, e uma sensação de que as autoridades locais estão com pouca vontade de lidar com um problema que está mostrando ser uma mancha na imagem de uma Suécia tolerante que acolhe grupos étnicos oprimidos.
Conforme o rabino Shneur Kesselman, 99 por cento das ameaças contra os judeus estão vindo dos muçulmanos.
Há aproximadamente 60.000 muçulmanos em Malmo. O número de judeus é 700 e diminuindo. Duas décadas atrás, era o dobro disso.
Os judeus de Malmo dizem que sentem pouco apoio do prefeito Ilmar Reepalu, um esquerdista que disse para um jornal sueco em janeiro que na opinião dele a onda antissemita estava vindo de grupos da extrema-direita. Ele também culpou os judeus que apoiaram Israel em suas medidas contra o terrorismo islâmico.
Além de culpar os próprios judeus, o prefeito diz que é preciso levar em consideração a discriminação contra os muçulmanos que vestem roupas islâmicas. Ele diz: “Eles são expostos a todos os tipos de preconceito”.
O líder de mesquita Becirov usou linguagem semelhante, dizendo que os “muçulmanos também são expostos à islamofobia”.
Ele fez uma lista de incidentes contra sua mesquita depois dos ataques terroristas islâmicos contra os EUA em 11 de setembro de 2001.

Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo a partir de matéria do jornal americano Washington Times.
Fonte: www.juliosevero.com

segunda-feira, 29 de março de 2010

"TRIBO PERDIDA" ENCONTRADA NO ZIMBAWE

Este texto é destinado a todos...
- àqueles que duvidam que D-us esteja restaurando seu povo: Creiam!
- àqueles que se alegram com mais esta confirmação: Celebrem!
- à todos: Clamem que D-us continue operando em Israel!
Shalom!!!

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Anos de testes DNA comprovaram aquilo que os membros da tribo "perdida" do povo Lemba reivindicavam: têm realmente DNA judaico, sendo por isso descendentes do povo judeu.
Não é aliás difícil encontrar as diferenças entre este grupo e os seus "vizinhos", no Zimbawe: usam yarmulkes, oram numa língua rica em raízes yemenitas e hebraicas e desenham a estrela de David nas suas lápides.
Esta tribo conta com cerca de 80.000 membros e reside no centro do Zimbawe (antiga Rodésia) e no norte da África do Sul. Muitos converteram-se ao Cristianismo, mas ainda mantêm muitos costumes judaicos como a circuncisão, regras kosher para a matança de animais, e proibição de comer carne de porco.
Segundo a tradição dos Lembas, passada de geração em geração de forma oral, os seus ancestrais foram sete judeus que deixaram a Terra Santa há 2.500 anos atrás, antes da destruição do Segundo Templo. Eles atravessaram o Yemen e instalaram-se depois no coração da África.
Muitos comentavam que este seria mais um mito das "tribos perdidas" de Israel, mas os testes DNA conduzidos por cientistas britânicos confirmaram que os Lemba transportam o gene semítico.
O cantor religioso Fungisai Zvakavapano-Mashavave disse que poucas pessoas estão conscientes da existência desta tribo, e que queria que o mundo soubesse da existência dos Lemba.
"Estou muito orgulhoso em reconhecer que temos uma cultura rica, e tenho orgulho em ser um Lemba. Temos sido um povo muito fechado, porque acreditamos ser um povo especial" - afirmou o cantor à BBC.
O professor Tudor Parfitt, da Universidade de Londres, confessou estar surpreendido ao descobrir as muitas práticas judaicas praticadas pela tribo.
"Isto é espantoso" - afirmou - "É como se o sacerdócio judaico tivesse continuado a Ocidente por pessoas com o nome Cohen, e da mesma forma tivesse continuado pela clã sacerdotal dos Lemba.
Eles têm um ancestral comum que os peritos em genética dizem ter vivido há uns 3.000 anos algures no norte da Arábia, sendo essa a época de Moisés e de Arão, quando se iniciou o ofício sacerdotal."
Parfitt, perito de renome internacional, gastou 20 anos investigando os Lemba e viveu seis meses entre eles. Apesar das suas práticas judias, muitos Lemba são cristãos e alguns muçulmanos.
"O Cristianismo é a minha religião, e o Judaísmo a minha cultura" - afirma o pastor local Perez Hamandishe.
Shalom, Israel!

sexta-feira, 26 de março de 2010

A TRAIÇÃO AMERICANA

Gente estes ultimos 2 textos, são de um Blog amigo (Shalom Israel)
Gostei destes textos, pois expressam o que estou sentindo.
O momento da manifestação dos Filhos de Deus está cada vez mais próxima...
Preparem-se... Dobrem seus joelhos! Se nos consideramos "Amigos de Israel",
devemos levar em conta "dar a vida por seus amigos"!
Estão pensando como exercer misericórdia com atitudes práticas?



Era aquilo que já se esperava: nenhum entendimento entre Netanyahu e Hussein Obama. Os encontros foram tensos, estando por um lado a administração norte-americana a tentar "forçar" Israel a não construir na sua própria capital - Jerusalém - contra um firme primeiro-ministro israelita, Netanyahu, disposto a não ceder a esta pressão dos "amigos" americanos.
Crê-se até em Israel que Hussein Obama tentou humilhar Netanyahu durante esta visita, não aparecendo publicamente com ele na Casa Branca conforme é costume do protocolo, muito menos permitindo cobertura jornalística ou fotos do encontro. As únicas fotos foram tiradas à distância, ao jeito dos "paparazzis", conseguindo-se apenas "apanhar" um Netanyahu de cara fechada acompanhado do ministro da defesa Ehud Barak.
Apesar dos 2 encontros entre o presidente americano e o premier israelita, e mais uma vez violando todos os protocolos, não houve qualquer comunicado oficial, ficando um porta voz da Casa Branca encarregado de comunicar algumas palavras sem qualquer significado.
Sabe-se entretanto algo de ainda mais grave: a actual administração norte-americana, liderada pelo apoiante da causa palestiniana, sr. HUSSEIN Obama, tem estado a recusar assinar qualquer contrato de fornecimento de armas a Israel, ao passo que aprovou o fornecimento de aviões F-16 ao Egipto e um contrato de fornecimento de 10 biliões de dólares em armas para vários países da Liga Árabe, incluindo o Kuwait, a Jordânia (vizinho de Israel), Marrocos, Arábia Saudita, e a União dos Emirados Árabes.
Ao mesmo tempo que os EUA rejeitaram a venda de helicópteros Apache a Israel, aprovaram a venda dos mesmos ao Egipto, vizinho do estado judaico...
Nunca nos enganou este sr. Hussein Obama. Na opinião pública israelita, este é o presidente americano menos amigo de Israel, e poderá ser este o homem que liderará o processo de exclusão de Israel, isolando cada vez mais o estado judaico na cena internacional. Nada que admire os estudiosos das profecias bíblicas, pois sabemos que assim terá de ser, para infelicidade de Israel, mas ao mesmo tempo para salvação do povo eleito, uma vez que é desta forma que eles se voltarão para o seu único, verdadeiro e fiel Aliado: o Deus de Israel, o Deus de Abraão, Isaque e Jacob!
Deus te abençoe Israel! Não estás só!
Shalom, Israel!

GOVERNO ISRAELITA MANTÉM-SE FIRME, FORTE E UNIDO

Após visita aos Estados Unidos...

Apesar da pressão norte-americana, Netanyahu encontrou total apoio do seu governo reunido hoje, sendo comunicado que Israel manterá a posição assumida até agora de construir na sua eterna Capital.

Não só Netanyahu tem o apoio do governo, mas a maioria do povo de Israel também está ao seu lado nesta decisão. É claro que a mídia israelita interpretou o encontro como um fracasso. Os EUA - na sua habitual arrogância - julgavam que conseguiriam obrigar Israel a ceder às exigências da Autoridade Palestiniana, mas enganou-se: Netanyahu de forma inteligente "passou a bola" para o seu governo, escudando-se assim numa decisão que não foi só individual mas colectiva.
Hussein Obama exigia a Israel não só o congelamento da construção de habitações na terra dos judeus (Judéia e Samaria), como também a libertação de centenas de terroristas afiliados na organização terrorista Fatah, ligada ao presidente da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas, e ainda a proibição de construir casas na parte oriental de Jerusalém recuperada em 1967.
Mas a pressão de Hussein Obama foi criticada por muitos americanos, incluindo o influente jornal Washington Post, que acusa Obama de ter levado Israel a "um beco sem saída", e de ter "envenenado as relações entre os EUA e Israel", que já se encontravam ao nível mais baixo em duas décadas.
Para além do apoio "em casa", Netanyahu conta com o entusiasmado apoio do prefeito da Capital, Cidade santa de Jerusalém: Nir Barkat informou que as construções irão continuar em todas as partes de Jerusalém, e elogiou o primeiro-ministro: "Quero expressar o meu apoio ao primeiro ministro Benjamin Netanyahu que protegeu Jerusalém durante a sua visita a Washington."
"Quero também utilizar o pódio do concelho municipal para tornar claro ao nosso importante aliado, os Estados Unidos, que irá continuar a construção em Jerusalém. Não há congelamento em Jerusalém. Jerusalém é uma cidade em desenvolvimento, ela tem necessidades e continuará a construir no lado ocidental e no oriental para todos os seus habitantes, judeus e árabes." - afirmou.
Parabéns, Netanyahu! Parabéns, governo de Israel! Coragem contra os opressores e os falsos "amigos"!
Shalom, Israel!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O Doloroso Segredo dos Muçulmanos Convertidos ao Cristianismo

por Ergun Caner

Você nunca leu uma história como esta

Era uma reunião como centenas de outras de que tínhamos participado durante vinte anos. Meu irmão estava envolvido num debate amistoso com um outro árabe cristão, num seminário sobre os melhores métodos de pregar o Evangelho de Cristo aos muçulmanos. Os "pontos de discordância" eram praticamente os mesmos de sempre. De fato, já tínhamos discutido os mesmos assuntos em incontáveis reuniões e de várias maneiras. Tudo estava dentro dos padrões normais, até que um inocente estudante levantou-se para fazer a pergunta fatídica:

Como podemos proclamar fielmente o Evangelho a Israel? Os judeus estão envolvidos numa guerra horrível e pagando um preço tremendo. Como a experiência de ex-muçulmanos os ajuda a falar de Cristo aos judeus?

Meu irmão sorriu consigo mesmo. Embora ele soubesse a resposta, até aquele momento não sabia qual era a posição de seu colega. Seu companheiro de debates nesse fórum era um cristão evangélico muito culto que, como nós, se convertera do islamismo. Ele já havia falado inúmeras vezes a milhares de evangélicos americanos e era considerado um especialista em evangelização do Oriente Médio. O homem se ajeitou na cadeira, quase imperceptivelmente, e arrumou seus papéis, esperando que Emir respondesse a pergunta. Mas meu irmão ficou quieto e deixou que o silêncio pesado forçasse o outro a responder.

Lentamente, sem levantar os olhos, ele disse: "Bem, com relação à evangelização dos judeus, devemos sempre apresentar Jesus como o Messias. Isto é ponto pacífico. Entretanto... no que se refere ao conflito entre palestinos e israelenses... acho que devemos permanecer... neutros".

Bem-vindo ao nosso mundo!

"Abrindo o jogo"

Esta história poderá ser um choque ou uma surpresa para os leitores. Em todo caso, decidi contá-la, e "seja o que Deus quiser". Levei vinte anos para escrever este artigo. Estou prestes a trair meus irmãos segundo a carne. Estou prestes a revelar nosso terrível segredinho.

A maioria dos artigos e livros que escrevi em parceria com meu irmão foram trabalhos acadêmicos ou obras que falavam sobre como entender e alcançar os muçulmanos. Em 2002, quando nosso livro Unveiling Islam (O Islã Sem Véu) tornou-se um best-seller, ficamos sob os holofotes da mídia. Nossos debates, sermões e palestras passaram a ser assistidos por milhares de pessoas. Por duas vezes falamos aos milhares de pastores presentes à reunião anual da Convenção Batista do Sul dos EUA. Aparecemos em incontáveis programas de televisão, entrevistas e programas de rádio transmitidos em todo o país.

Em 2003, O Islã Sem Véu conquistou o Gold Medallion, prêmio concedido anualmente às melhores publicações cristãs dos Estados Unidos. Além disso, nossos livros More Than a Prophet (Mais Que Um Profeta) e Voices Behind the Veil (Vozes Detrás do Véu) – ainda não publicados no Brasil – também foram sucessos de venda e concorreram a vários prêmios. Atualmente, estamos escrevendo nosso maior livro, um manual de referência de um milhão de palavras que será o primeiro comentário cristão abrangendo todos os versos do Corão. Nosso editor vendeu todas as cópias de nosso último livro, Christian Jihad (Jihad Cristã), numa só conferência, em meados de 2004. Isso basta para mostrar quanto gostamos de escrever.

Porém, esses livros foram fáceis de escrever, se comparados com este artigo. O que escrevi aqui é algo extremamente pessoal e pensei e orei a respeito durante semanas.

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Entretanto, por mais difícil que fosse, senti que, finalmente, deveria contar a história. Porém, isso significava que meu irmão e eu, ambos professores em universidades cristãs, seríamos objeto de escárnio. Na verdade, já estamos acostumados com o desprezo dos muçulmanos. Eles vivem atrás de nós e nos ameaçam toda semana por e-mail, por carta ou pessoalmente. Eles protestam quando aparecemos em programas de TV e fazem escândalos nas igrejas onde pregamos.

Mas esse escárnio seria de um tipo completamente diferente. Ele viria de nossos próprios irmãos cristãos. Seríamos desprezados porque revelamos o segredo daqueles que, como nós, são crentes [em Cristo] de origem muçulmana.

Finalmente, decidi "me expor" na revista Israel My Glory. Conhecendo os editores como conheço, eu sabia que eles ficariam ao nosso lado. Pelo menos, Emir e eu não estaríamos sozinhos.

Um ódio residual

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Leia de novo essas palavras, com atenção. Deixe seu significado e importância penetrar na sua mente. Com certeza, você já conheceu centenas de pessoas como nós durante sua vida. Os ex-muçulmanos saíram do segundo plano e subiram ao palco central de muitas conferências e reuniões denominacionais [nos EUA]. Embora todos nós sejamos questionados sobre assuntos ligados à apresentação do Evangelho aos muçulmanos, raramente nos perguntam a respeito de Israel, da nação judaica e das alianças entre Deus e Seu povo, narradas nas Escrituras.

Muitos de nós, cujos nomes você conhece e cujos livros já leu, ficam agradecidos porque ninguém os questiona sobre isso. Por quê? Porque muitos ex-muçulmanos que hoje são cristãos ainda sentem desdém, desprezo e ódio pelos judeus. Entre estes, estão muitos que falam em conferências, escrevem livros e pregam nas igrejas. Realmente, este é o nosso segredinho terrível.

Emir e eu chamamos isso de vestígios do islamismo. Quando éramos crianças, aprendemos nas madrassas (escolas religiosas islâmicas) que os judeus bebiam o sangue das crianças palestinas. As mensagens pregadas pelos imãs destilavam ódio aos judeus e à nação judaica. Para nós, eles eram os "porcos" e "cães" que tinham roubado nossa terra e massacrado nosso povo.

Então, quando um muçulmano se converte e abandona o islamismo, convencido de que Isa (Jesus) não era um profeta de Alá, mas sim o próprio Messias, ele se defronta com a mesma ameaça que nos atinge a todos. Muitos de nós fomos repudiados, expulsos de casa, deportados, presos, ou sofremos algo pior. Os que sobrevivem, começam vida nova separados da tradição de seus ancestrais e de sua família. Não resta quase nada de nossa vida antiga – exceto uma tendenciosidade que teima em não ir embora. Nós ainda odiamos os judeus. Tenho que confessar uma coisa: isso também aconteceu com meus irmãos e comigo.

No início da década de oitenta, após nossa conversão, meus irmãos e eu começamos uma nova vida em Jesus Cristo. Em muitos aspectos, a igreja tornou-se nossa família, já que nosso pai nos renegou. Eu estava ávido por conhecer nosso Senhor e a Sua Palavra, e lia a Bíblia apaixonadamente, às vezes durante três ou quatro horas por dia. Eu gastava muitas canetas marcadoras de texto à medida que ia estudando o Antigo Testamento.

Quando cheguei à aliança abraâmica, em Gênesis 12, tropecei. "Antigo Testamento" – resmunguei – "Jesus acabou com isso". Em pouco tempo, comecei a ficar aborrecido com a constante repetição do refrão: Abraão... Isaque... Jacó... José. Eu tinha sido ensinado a acreditar no que Maomé tinha escrito: Abraão... Ismael... Jesus... Maomé.

No Corão está escrito que Ismael, e não Isaque, foi levado para ser sacrificado no Monte. Essa é a doutrina central de nossas celebrações (Eid). Agora, eu estava sendo confrontado com o fato de que, 2200 anos depois de Moisés ter escrito Gênesis 22 e quase 2700 anos depois do evento ter ocorrido, Maomé mudou a história.

Rapidamente, pulei para o Novo Testamento. Eu tinha certeza de que iria descobrir que Jesus, meu Salvador, havia repudiado o Antigo Testamento e que meu preconceito poderia permanecer intocado.

Foi aí que cheguei a Romanos 9-11. "E o prêmio vai para"... os judeus, como a nação sacerdotal de Deus. Eu comecei a fazer perguntas. Comecei a ler livros. Cheguei até a assistir cultos de judeus messiânicos.

Então, lentamente... muito lentamente... comecei a amar os judeus com o mesmo amor que nosso Pai celestial tem por eles. Eles são os escolhidos de Deus – e a terra de Israel lhes pertence.

Levou algum tempo até que isso acontecesse comigo e com meus irmãos, e nós achávamos que todos os ex-muçulmanos passavam pela mesma experiência e chegavam à mesma conclusão que nós. Aparentemente, estávamos errados.

O mito da substituição

Pouco depois que apareci no programa de TV de Zola Levitt pela primeira vez, recebi uma enxurrada de e-mails de muçulmanos furiosos. Eu já esperava por isso. O que eu não esperava era um número tão grande de e-mails indignados vindos de cristãos anglo-saxões. "Meu caro irmão em Cristo" – escreviam eles – "a Igreja substituiu Israel!".

Um dia, depois de uma reunião, um ex-muçulmano, que na época pastoreava uma comunidade cristã egípcia, me chamou num canto e disse: "Você está prejudicando seu testemunho, meu amigo". Sua repreensão não muito amigável continuou: "As alianças de Deus com Israel através de Abraão, Davi e Ezequiel eram condicionais. Ele veio para os Seus, mas eles O rejeitaram. A Igreja agora é o novo Israel".

Depois disso, ele me indicou vários livros evangélicos para provar seu argumento. Comecei a ler esses estudos teológicos e sei que você, caro leitor, tem muitos deles em sua estante. Seus autores são protestantes reformados, escritores evangélicos e até pregadores muito conhecidos no rádio e na televisão. Todos eles diziam a mesma coisa: Israel foi substituído pela Igreja.

Bem, agora, vinte anos depois, permitam-me ser enfático, para que não haja nenhum mal-entendido:

A aliança de Deus com Israel foi incondicional. Israel continua sendo a nação escolhida por Deus.

Embora os judeus sejam, em termos bíblicos, um povo "teimoso" e de "dura cerviz", Deus não os abandonou. Qualquer outro ensino é anti-bíblico, ímpio, racista e anti-semita. Não me importa o quanto esses autores sejam respeitados nem o que isso vai me custar, em termos de amizades. Eu não posso abandonar o povo de Deus nem mudar o plano divino. Romanos 9 a 11 ainda fazem parte da Bíblia.

O mito da Palestina

Atualmente, os conflitos sobre a posse de Jerusalém estão todos os dias no noticiário. Diariamente, vemos bombas e balas voando para todos os lados, enquanto ressoa uma luta que já dura cinqüenta anos. E eu pergunto: "Onde está a voz dos cristãos?" Infelizmente, muitos estão emudecidos pelo resíduo do ódio a Israel que trazem em seu coração.

Já perdi a conta de quantas vezes Emir e eu pedimos que outros ex-muçulmanos nos mostrassem onde fica a "Palestina" no mapa. Perguntamos também quando foi que os palestinos tiveram um governo estabelecido, uma capital, uma embaixada?

É claro que a resposta é "nunca". O conceito de um país chamado "Palestina" só surgiu depois que Israel se tornou uma nação. Trata-se de um país inteiramente hipotético, baseado não numa origem étnica comum, mas sim num ódio comum a Israel. Conforme ilustrei no início deste artigo, nossos colegas árabes e persas têm encontrado companheiros entre os teólogos ocidentais que adotaram todo um esquema teológico e escatológico baseado nesse ódio comum. Meu irmão e eu estamos agora na irônica posição de sermos ex-muçulmanos e turcos persas defendendo Israel contra cristãos anglo-saxões e europeus de raça branca. Que mundo estranho!

Concordo com o ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu: "Jerusalém é a eterna e indivisível Cidade de Deus". Esperamos, um dia, encontrá-lo e dizer-lhe isso.

O mito de Alá

Outro componente estranho dessa questão é o uso da palavra "Alá". Recentemente, ouvimos um missionário evangélico falar sobre o movimento "Alá-leuia", em que os missionários estão usando a palavra árabe "Alá" para proclamar o Evangelho. Alguns chegam ao cúmulo de entrar nas mesquitas e ficar na posição de oração (rakat), mas orando a Jesus em pensamento. Alá, concluem eles, é só o nome árabe de Deus. Adonai e Alá seriam o mesmo Deus.

Mesmo correndo o risco de ofender mais alguns leitores, quero deixar uma coisa registrada: Alá não é o nome árabe de "Deus". Alá é um ídolo.

Em todos os debates de que participamos em universidades e entre colegas, meu irmão e eu nunca encontramos um muçulmano que acredite que o Alá do Corão e o Deus da Bíblia sejam o mesmo Deus. Nunca. Se o monoteísmo é o único critério para distinguir a verdade neste caso, então deixe-me dizer uma coisa: se Alá é o mesmo deus que o Deus vivo, então Elias deve desculpas aos profetas de Baal (que também eram monoteístas).

Então, por que usar essa palavra? Perguntei a um árabe cristão por que ele continuava usando o termo "Alá" quando orava, e ele me respondeu baixinho: "Eu não consigo me convencer a usar os nomes hebraicos, sabe?"

Sim. Eu sei. Infelizmente, eu sei.

Estou ciente das implicações deste artigo. Eu as aceito. Numa única crítica dura, de poucas páginas, ataquei a teologia da substituição, a escatologia puritana, os teólogos modernos e denominações inteiras. Entretanto, meus vinte anos de silêncio acabaram. Nosso segredinho terrível foi revelado.

Emir e eu continuaremos do lado de Israel no conflito contra nossos parentes segundo a carne. Continuaremos contestando a teologia da substituição sempre que necessário.

Também continuaremos a defender Israel como nação escolhida por Deus, porque Ele nos manda fazer isso no Antigo e no Novo Testamento. Os judeus precisam aceitar Jesus como o Messias, isto é certo. Mas eles também precisam que a comunidade cristã – a Igreja – fique ao lado deles num mundo que quer a sua destruição. Isso começa agora. (Israel My Glory - Ergun Caner - http://www.beth-shalom.com.br)


O Dr. Ergun Mehmet Caner é professor de Teologia e História da Igreja na Liberty University, em Lynchburg, Virginia (EUA). O livro O islã sem véu, escrito em co-autoria com seu irmão, Dr. Emir Fethi Caner, pode ser pedido em nossa livraria virtual.