domingo, 1 de janeiro de 2012

O que vem junto com o novo ano?!?!

Numa altura em que as caixas de correio electrónico ficam lotadas de mensagens (muitas delas automáticas e nada pessoais) desejando um feliz/abençoado/próspero 2012, enfim, o costume - e nada tennho contra os bons sentimentos das pessoas - penso que seria talvez melhor que escolhessemos antes enviar mensagens de desconforto e alerta para os tempos tenebrosos que se aproximam a passos largos sem que muitos se dêm conta, ou prefiram fingir que isso nunca vai acontecer - pelo menos com eles - pois o relógio profético não pára, antes pelo contrário, teve neste ano de 2011 uma forte aceleração que para os mais atentos e vigilantes é claro sinal de que o Rei da Glória, o Messias de Israel está prestes a intervir neste mundo conflituoso, condenado e fracassado, trazendo o Seu Reino eterno: "O Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e esse reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos e será estabelecido para sempre" - Livro do profeta Daniel 2:44.
Sejamos então arautos da Verdade, não da oferta de vãs esperanças que nada mais são que enganosas, pois a Palavra avisa-nos que "este mundo irá de mal a pior", e que "nos últimos dias" aumentaria a violência, a corrupção e a imoralidade.
Avisemos então a todos do destino trágico que os espera, caso não se arrependam dos seus pecados e se voltem para Deus com fé e confiança de que só n'Ele há paz e segurança para os dias que em breve iremos enfrentar, sabendo também que no Messias Yeshua, o Enviado de Deus, podemos receber perdão dos pecados e certeza de vida eterna, para sempre, com Deus!
Jerusalém estará cada vez mais no centro das atenções
O relógio profético de Deus indica claramente que "o tempo da redenção dos filhos de Deus" está próximo: "Ora, quando essas coisas (sinais no sol, e na lua, e nas estrelas, e na terra, angústia das nações, em perplexidade pelo bramido do mar e das ondas; homens desmaiando de terror, na expectação das coisas que sobrevirão ao mundo, porquanto os poderes do céu serão abalados) começarem a acontecer, olhai para cima, e levantai a vossa cabeça, porque a vossa redenção está próxima" (Lucas 21:28). Interessante que logo a seguir a esta informação, o Messias recomenda: "Olhai para a figueira". Ora bem sabemos que a figueira representa Israel, pelo que Israel estará cada vez mais no foco da atenção de Deus e do mundo.
O que podemos então esperar para 2012?

O ARRANQUE DE UMA NOVA ORDEM MUNDIAL
Tudo se prepara para a tão falada "Nova Ordem Mundial", com uma moeda única, aliás já desejada pelo próprio Vaticano, e que catapultará a ascensão e entrada em cena do "homem forte", o Anticristo, não se sabe para quando, mas certamente para breve. Essa Nova Ordem já secretamente organizada pela maçonaria e outros grupos secretos conseguirá durante algum tempo trazer a tão desejada "paz e segurança", mas não por muito tempo.

UMA GUERRA COM O IRÃ
Não só Israel se prepara diariamente para este conflito praticamente incontornável, como os próprios EUA acabarão por se envolver, uma vez que essa destruição do poder nuclear do Irã "interessa" a países "amigos" dos EUA, como a Arábia Saudita, etc. 
Ninguém calcula nesta altura quais as consequências de uma intervenção no Irã, mas também quase ninguém pergunta se a mesma irá ou não acontecer. A questão não é "se", mas "quando". E a situação atual não se pode aguentar por muito mais tempo. 

AUMENTO DO PREÇO DO PETRÓLEO
Com uma possível intervenção no Irã, e o ameaçado encerramento do estreito de Ormuz por parte do Irã, o preço do ouro negro pode disparar, desestabilizando a já periclitante economia das grandes potências ocidentais dependentes do petróleo do Médio Oriente.

DESFRAGMENTAÇÃO DA EUROPA
A Europa tal como a conhecemos actualmente poderá sofrer uma completa reestruturação, em função dos "elos mais fracos" da comunidade não conseguirem aguentar a pressão para diminuir o défice e terem inclusive de sair do "clube do Euro", como será o caso mais evidente da Grécia e de Portugal.
Poderemos a qualquer momento ser surpreendidos com algo que nos fará lembrar a profecia da "besta que sobe do mar com 10 chifres - 10 reinos". No actual estado da Europa dos 27, tudo pode acontecer, e mais rapidamente do que podemos imaginar.

GRANDES CONVULSÕES GEOLÓGICAS
Conforme o Messias profetizou, nos últimos dias ouviríamos falar de "guerras e rumores de guerras... fomes e pestes, e terremotos em vários lugares", assim tem estado a acontecer. 2011 viu muitos destes grandes sinais, e a previsão dos cientistas é que estes cataclismos aumentem de intensidade.

RADICALISMO ISLÂMICO OCUPANDO CADA VEZ MAIS ESPAÇO NO MÉDIO ORIENTE
A chamada "primavera árabe", inesperada e surpreendente na sua dimensão, levou à queda de regimes ditatoriais que de uma forma ou outra conseguiam suster a invasão islâmica a que agora se assiste. Especialmente preocupante no caso do Egipto, que fazendo fronteira com Israel se torna numa acrescida preocupação para o estado judaico, uma vez que a Irmandade Muçulmana já apela à anulação do acordo de paz com Israel, e ganha cada vez maior proximidade ao movimento terrorista do Hamas.

CRESCENTE PERSEGUIÇÃO AOS CRISTÃOS
Cumprindo também os avisos proféticos do Messias, haverá um aumento assinalável da perseguição aos cristãos, especialmente nos países do Médio Oriente e outros onde o Islão vai ganhando poder. A Europa, esvaziada de Deus, é a próxima candidata.

Não quero ser o "profeta da desgraça". Mas também não tenho quaisquer ilusões quanto ao futuro da humanidade. Muito menos as quero oferecer a alguém. A minha esperança está no Reino que em breve virá, por isso de cada vez que ouço as "más notícias" levanto a minha cabeça e olho para os céus, pois sei que dali virão em breve "boas notícias"!
"Assim também vós, quando virdes acontecer essas coisas, sabei que o Reino de Deus está perto" (Lucas 21:31).
A oração que quero fazer consigo neste dia, ao olhar para 2012 é aquela que o Messias nos ensinou a fazer: "Venha o Teu Reino!" E acrescento: que venha depressa!
Desejo muito sinceramente que o Shalom de Deus esteja sobre cada um de nós neste Novo Ano! 
texto postado originalmente no blog amigo SHALOM-ISRAEL-SHALOM

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Festa de Hanukká – Tempo de consagrar nossas vida ao Senhor


Desde o Holocausto Judeu, no século passado, Deus tem voltado os olhos do mundo a Israel. Na verdade, em todas as épocas, Israel é visto com atenção pelos demais povos, revelando assim ser o relógio do mundo em relação aos planos de Deus para a humanidade.
A posição da Igreja de Cristo não pode ser diferente.  Nós gentios, como Igreja, temos que lembrar que é dever de todo cristão crer que Deus fala e age através da nação judaica, pois foi lá que Ele começou Sua obra, e há de completar até o dia de Cristo Jesus. Também é dever nosso orar pelos nossos irmãos judeus e observar os estatutos e normas que Israel nos deu como legado Divino.
As muitas festas judaicas também desempenham um papel importante. Através de um estudo apurado entendemos o plano de Deus para o povo de Israel, para a humanidade, para a Igreja e, principalmente, para as nossas vidas. Uma delas – e talvez a menos conhecida das demais – é a Festa de Hanukká, citada brevemente em Jo 10:22 e traduzida por Festa da Dedicação. No Antigo Testamento não há referência dela, pois ocorreu cerca de 160 a.C e os únicos registros dessa época são os livros históricos dos Macabeus.
A época dos Macabeus é marcada pela expansão do império grego. Antíoco Epifânio dominava o Oriente Médio, impondo fortemente a religião, tradição e costumes do pensamento grego Helenístico. Em Jerusalém e arredores, ele proibiu os preceitos mais importantes da religião judaica e profanou o Templo do Senhor oferecendo como sacrifício a Zeus um porco. Apesar de os demais povos aceitarem de bom grado a cultura helenística, Israel foi o único a rejeitar. Os demais povos viam a cultura helenística como exemplo de desenvolvimento; a sabedoria e conhecimento grego, a filosofia, o culto ao pensar revelava isso.  Em 165 a.C o exército dos Macabeus, liderado por Yehuda Há Macabí exterminou o exército grego sírio. Após isso começaram a re-dedicação ao Templo, consagrando um novo altar. A consagração do altar leva sete dias, só que ao acenderem a chama da menorá (o candelabro sagrado), viram que o óleo presente era suficiente apenas para um dia, e levaria oito dias para ficar pronto mais óleo; mas, por milagre Divino, o óleo durou oito dias a luz do candelabro.
 Até hoje os judeus comemoram a Festa da Dedicação (ou Hanukká) lembrando do milagre do óleo e pelos Macabeus terem conseguido derrotar o exército inimigo; ora eles estavam em menor número, e a maioria do exército era composto por Sacerdotes que não tinham a mínima experiência de guerra.  O símbolo dessa festa é o candelabro de nove pontas – Chanukía – sendo que a do meio, que é a maior, é chamada de Shamásh (que significa Servo). Os Israelitas colocam a Chanúkía acesa nas janelas de suas para lembrarem do milagre e para celebrarem a alegria de serem judeus, o povo escolhido por Deus.
Dito isso, vamos lembrar o que a Palavra de Deus tem para nossas vidas em relação à Festa da Dedicação. Paulo fala em 1 Co 6:19-20: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.”
Ora, assim como nossos irmãos judeus todo ano comemoram a re-consagração do Templo a Deus, será que nós crentes, nascidos de novo, não deveríamos fazer o mesmo avaliando nossas vidas na presença de Deus? Olhemos para trás. Somente esse ano, quantas vezes profanamos o templo do Senhor com imoralidades, pensamentos maus, pré-julgamentos aos nossos irmãos, vinganças, mentiras, fofocas, etc. Como temos glorificado nosso corpo ao Senhor? Paulo nos deixa claro que fomos comprados por bom preço – preço de sangue, sangue do Shamásch (servo) Jesus Cristo.
Amados Irmãos em Cristo nesse dia 22/12/2011 à 29/12/2011 vamos celebrar juntos com nossos irmãos a Festa da Dedicação, consagrando nossos corpos ao Senhor Jesus Cristo, que, como Servo sofredor, veio ao mundo unicamente para dar sua vida por nós! Claro que é dever de todo nascido de novo fazer isso todo dia. Mas Deus, por sua misericórdia usa a memória dos nossos irmãos judeus para lembrarmos da alegria de pertencermos ao Povo dEle e festejarmos esse fato como um Povo só.
“Hag Hanukká Samêarr!” – Feliz Festa de Hanukká!

Autor: Isac Altenhofen - do site Comunicação Gospel

domingo, 6 de novembro de 2011

"Filho do Hamas" afirma seu amor por Israel e denuncia o HAMAS!


Num recente congresso realizado em Frankfurt, Alemanha, Mosab Hassan Yousef, o famoso "Filho do Hamas" afirma claramente o seu amor a Israel, denuncia o Hamas (sua origem) e opõe-se à criação de um estado palestino.

Veja este video e veja as afirmações do filho de um dos fundadores do movimento Hamas, convertido a Cristo e testemunhando do amor de Jesus como única forma de reconciliação.

"Israel não é o problema, mas a solução para o Médio Oriente"
- Mosab Hassan Yousef. 


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Libertação de Gilad Shalit - Prisioneiro em Gaza há cerca de 2 mil dias

Clameporjerusalem.blogspot.com informa:
TRANSMISSÃO em tempo real da libertação de Gilad Shalit
esta terça-feira 18/OUT/2011 as 07:00 horas da MANHÃ
em português via este BLOG.



Aguardamos todos vocês para este momento inacreditável.


Ao soltar 1.027 prisioneiros, muitos deles com as mãos manchadas de sangue, Israel aceitou pagar um preço proporcionalmente MAIS alto para recuperar
 UM de seus soldados !!



O soldado israelense Gilad Shalid pode recuperar na terça-feira a liberdade em troca de mil presos  palestinos, segundo o acordo sem precedentes entre Israel e o movimento islamita  Hamas.
A não ser que ocorra alguma surpresa, o sargento de 25 anos - que também tem a  nacionalidade francesa -  será transferido na manhã de terça-feira da Faixa de Gaza ao Egito, e depois levado imediatamente para Israel.
Será recebido na base aérea de Tel Nof (sul de Israel) pelo primeiro-ministro Benjamin  Netanyahu, pelo  ministro da Defesa Ehud Barak e pelo chefe de Estado-Maior, general Benny Gantz. Ali verá seus pais Noam e Aviva pela primeira vez em mais de cinco anos.
.
"A missão terá sido cumprida quando Gilad Shalit for devolvido vivo e com boa saúde para  sua família", afirmou Netanyahu, que enviou nesta segunda-feira uma carta às famílias das  vítimas de atentados palestinos cujos autores serão libertados.

Gilad Shalit - automaticamente reconhecido como vítima de estresse pós-traumático - voltará para sua casa em Motzpe Hila, localidade da Alta Galileia, no norte.
(segundo a Veja.Abril.com e o Terra)

Na terça-feira passada, no momento em que a imprensa dentro e fora de Israel começava a informar sobre o acordo de troca de prisioneiros entre Israel e o grupo terrorista Hamas para a libertação do soldado Gilad Shalit, um evento acontecia numa base militar israelense. Era a cerimônia marcando os 25 anos do desaparecimento do piloto Ron Arad, sequestrado pelo grupo terrorista libanês Amal no dia 16 de outubro de 1986.


O avião de Ron Arad caiu no Líbano e o piloto foi levado como refém pelo Amal. Depois passou para as mãos do Hezbollah, que até tentou extorquir de Israel a libertação de presos. Mas Arad nunca mais voltou e ninguém sabe o que aconteceu com ele, no que, para muitos, é considerado um dos maiores traumas nacionais. Uma das principais alegações dos que apoiam a atual troca de prisioneiros com o Hamas é a de que Israel tem que justamente evitar que Shalit se torne “o novo Ron Arad”.

Há algum tempo, um comercial de TV idealizado pela campanha nacional para a soltura do soldado fazia essa correlação, mostrando o rosto de Gilad Shalit se “metamorfoseando” no de Ron Arad ao som de uma espécie de “berro” na voz do cantor Yehuda Poliker. No fim, uma frase: “Gilad Shalit ainda vive”.

É difícil definir a emoção que tomou conta de Israel, deste terça-feira passada. Há muito tempo não sinto uma energia tão impressionante. O país inteiro espera ansioso pela volta de Guilad Shalit – apelidado de “o menino de todos”. Tem gente chorando, gente se emocionando, gente se orgulhando, gente comemorando.

Mas também tem gente preocupada, com raiva, com medo. A ONG Almagor, que reúne famílias de vítimas do terrorismo, entrou com um pedido na Suprema Corte israelense para evitar a libertação dos presos palestinos mais “pesados”, ou, como se diz por aqui, com mais “sangue nas mãos”. Ou pelo menos adiar a soltura, até que os parentes dos israelenses mortos pelos terroristas libertados possam se mobilizar em termos jurídicos.

Mas a Justiça não vai intervir e o presidente Shimon Peres deve anistiar todos os 1.027 palestinos que vão ser libertados em troca de Shalit.


Agradecimentos a Jonatha Bittencourt.
LINKS:
http://www.cessarfogo.com
(Por Daniela Kresch, Rua Judaica)

POSTADO POR : Hadassa Ben HaShem


LINKS INDICADOS
Amando ao Próximo
Beth-Shalom
Glorinha Cohen
Israel na Web
Jônatha Bittencourt
Missões Portas Abertas
Notícias da Rua Judaica
Reporte Honesto
Tropicasher


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dia D: ESPANHA DEFENDE PELA PRIMEIRA VEZ ISRAEL COMO "ESTADO JUDAICO"! PORTUGAL PODERÁ HOJE VOTAR CONTRA PROPOSTA PALESTINA

O dia de hoje poderá trazer a agradável surpresa de vermos Portugal usando finalmente do bom senso quanto à questão do conflito israelo-árabe, ao votar contra a descabida proposta de reconhecimento pela ONU de um estado palestino em território de Israel.
Tudo leva a crer que os palestinos não irão conseguir junto do Conselho de Segurança das Nações Unidas os 9 votos favoráveis para que a proposta seja aprovada.
Parece que a Inglaterra, a França, a Alemanha, a Colômbia, Portugal e talvez a Bósnia votem contra a proposta na reunião de hoje do CS da ONU.

Seria sem dúvida uma grande vitória e as orações de milhões de cristãos amigos de Israel terão certamente feito a diferença.
Nada está garantido neste momento, por isso, demos os últimos passos!
Os EUA, como se sabe, já avisaram que vetarão a proposta, se necessário. Ainda assim, têm persuadido vários países a votaram contra a proposta.

ESPANHA DEFENDE ISRAEL COMO "ESTADO JUDAICO"
Numa declaração inimaginável por parte de um país que tem estado declaradamente ao lado dos palestinos, e claramente contra Israel, a Espanha acaba de surpreender tudo e todos ao afirmar através da sua Ministra para as Relações Exteriores, Trinidad Jimenez, que Israel deve manter-se como "estado judaico", dessa forma minando a tentativa feita pelo mundo árabe para inundar Israel com vários milhões de estrangeiros árabes.

Esta declaração é uma autêntica "bofetada" nas aspirações palestinas de obrigar Israel a aceitar na sua terra milhões de refugiados vindos da Jordânia e outras partes do mundo árabe.
No seu discurso no sábado passado na Assembleia Geral das Nações Unidas, a representante espanhola afirmou que Israel é "a encorporação do projeto para criar um lar para o povo judeu". Apesar de apoiar a posição pró-palestina do "Quarteto para a Paz" de que um novo estado árabe deveria ser criado em toda a terra restaurada por Israel durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967, a ministra rejeitou a exigência feita por Mahmoud Abbas para a imigração em massa de milhões de árabes para Israel, dessa forma reduzindo os judeus a uma minoria.
Há claramente um "cansaço" de alguns países com as constantes posições, exigências e contradições palestinianas. Alguns começam a abrir um pouco os olhos à realidade. É pena que já não o tenham feito, de forma a não permitir que as exigências palestinas chegassem ao ponto onde chegaram...
Hoje poderá ser um dia determinante em toda esta questão. Aguardamos com alguma ansiedade, mas sempre confiantes na Soberania do Eterno Deus!
Shalom, Israel!

domingo, 25 de setembro de 2011

ABBAS RECEBIDO COMO HERÓI EM RAMALÁ





Chegou hoje a Ramalá (território entregue por Israel aos palestinos) o líder Mahmoud Abbas, chefe da gangue que planeja aberta ou ofuscadamente (conforme a ocasião oportuna ou a língua em que falam) a pura e simples destruição de Israel como estado judaico.
O mundo inteiro parece não perceber isso. As razões (leia-se: petróleo) e interesses falam mais alto, pelo que os palestinos sempre fazem o papel de "vítimas" diante do comovido mundo, quando realmente são vítimas mas é das suas próprias ações e crimes. 
Milhares de palestinos receberam o seu "herói" apoteoticamente, uma vez que foi ele que levou o pedido de admissão da "palestina" às Nações Unidas.

Apelando a uma luta não-violenta, Abbas apelidou a festa e o momento como: "Primavera palestina". E vociferou para a multidão: "erguei orgulhosamente as vossas cabeças. Vós sois palestinos".E Abbas aproveitou para falar ao seu povo: "Todo o mundo livre aceitou a vossa história, as vossas aspirações e esperanças com o maior respeito". E acrescentou: "Dissemos hoje ao mundo que há uma primavera árabe, mas também uma primavera palestina. Uma primavera de luta não-violenta que alcançará o seu objectivo. Enfrentando esta determinação - que eu entreguei da vossa parte ao mundo - todos se puseram de pé e apreciaram as vossas expectativas e aspirações".
Nota: muitos não se puseram de pé, o sr. Abbas precisa urgentemente de mudar de lentes...
E o líder palestino informou a sua plebe que não voltará às negociações com Israel se as construções dos aldeamentos não forem interrompidas.
Segundo o líder palestino, "Enfatizámos que queremos obter os nossos direitos por via das negociações. O mundo inteiro presenciou o civismo desta nação que apenas exige os seus direitos. Nós ficaremos nesta terra".
Nota: o mundo tem realmente visto o "civismo" palestino, com base no arremessar de pedras, foguetes explosivos atirados contra território de Israel, bombas em ônibus, etc. Esse é, na realidade, o verdadeiro "civismo" palestino...
Claro que a popularidade de Abbas pulou depois do discurso em que ele desafiou os apelos israelitas e norte-americanos para desistir da proposta de adesão e voltar antes às conversações de paz.
Dezenas de milhares de palestinos acompanharam o discurso do seu líder na ONU através de grandes telas colocadas nas praças da Margem Ocidental.
Numa entrevista ao diário árabe britânico Asharq al-Awsat durante a sua viagem para Ramalá, Abbas disse que Netanyahu é o último dos líderes israelitas com quem poderia fazer um acordo de paz.
"Infelizmente, Benjamin Netanyahu viria em último lugar, uma vez que mantém posições duras e quase ideológicas. Ele é o mais rígido dos líderes israelitas que tenho encontrado, começando com Yitzhak Rabin, Shimon Peres, Ariel Sharon, Ehud Olmert e Tzipi Livni" - disse o líder palestino.
Só esperamos que Netanyahu mantenha a sua firmeza quando tiver de negociar (sob pressão internacional) com chefes de movimentos terroristas, como é o caso da OLP, da qual Mahmoud Abbas é um dos líderes.
Shalom, Israel!

MANTÉM-SE O IMPASSE: PALESTINIANOS REJEITAM MEDIAÇÃO DO "QUARTETO PARA A PAZ"



De nada adiantam as boas intenções, tanto da parte do primeiro-ministro de Israel, com a sua "mão estendida" para as negociações de paz com os palestinos feita ontem mesmo, conforme discurso resumido abaixo, mas pior ainda, com a inutilidade da existência de um "Quarteto para a Paz", incapaz de negociar com os palestinos, que simplesmente se recusam a fazê-lo.
O conflito israelo-palestino que se tornou o foco principal da 66ª Assembleia-Geral da ONU em Nova Iorque viu mais do que a histórica proposta de adesão à plena membresia das Nações Unidas feita pelos palestinos, e discursos inflamados, mas também o quase desmembramento do "Quarteto para a Paz", composto pelos Estados Unidos, Rússia, a União Europeia e a ONU. O quarteto tinha trabalhado freneticamente  durante Quinta e Sexta-Feira para reunir uma proposta que fosse facilitar o resumir do processo de paz israelo-palestino, mas os seus esforços viram-se malogrados, praticamente desintegrando o grupo, com a Rússia voltando-se contra os Estados Unidos por causa do esboço da proposta. 
O esboço da proposta feita pelo "quarteto" incluia o convite para que Israel e os palestinos se reunissem dentro de um mês para chegarem a um acordo sobre uma agenda para novas conversações de paz, tendo como alvo um acordo para o final de 2012.
Mas segundo diplomatas ocidentais, a integridade do "quarteto" ficou comprometida quando deliberações feitas acerca da proposta se tornaram conflituosas, principalmente devido às rígidas exigências feitas pela Rússia.
Os russos vetaram a exigência feita por Israel para um reconhecimento palestino do estado judaico como um pré-requisito para as conversações, o que levou à anulação do pré-requisito feito pelos palestinos para que as negociações se baseassem nas linhas fronteiriças de 1967.
Depois daquilo que foi descrito como "tons rudes e discordantes" trocados entre os russos e os colegas do "quarteto", chegou-se finalmente a um esboço, apesar de a certa altura se temer que os russos fossem excluídos da declaração final.
O anteprojecto, contudo, não especifica as linhas-mestras exactas para as negociações.
Mas, segundo fontes associadas a Netanyahu, "a proposta contém a coisa mais importante: voltar-se às negociações. Temos de estudá-la, mas parece satisfatória".
Só que os palestinos rejeitaram o esboço da proposta como "favorável a Israel", e o presidente palestino Mahmoud Abbas recusou-o, alegando que nunca aceitaria qualquer proposta que não levasse em conta as condições da Autoridade Palestina para as conversações de paz.
Mahmoud Abbas disse hoje mesmo que esperava que o Conselho de Segurança terminasse o debate acerca da proposta de adesão do estado palestino à plena adesão na ONU dentro de semanas, e não meses.
Falando aos jornalistas dentro do avião, de regresso da AG da ONU em Nova Iorque, Abbas disse que os membros do Conselho de Segurança tinham inicialmente mostrado falta de entusiasmo com a idéia de discutirem a proposta de adesão.
Mas depois acescentou que a disposição pareceu mudar depois de ter discursado na AG na sexta-feira, em que apresentou a questão palestiniana de um estado independente ao lado de Israel. "Agora" - acrescentou - "estamos a falar de semanas e não de meses".

 

ISRAEL CONVIDA OS PALESTINOS PARA "NEGOCIAR A PAZ" 


"Vamos negociar a paz!" - foi este o convite e desafio que o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu fez ao presidente da Autoridade Palestina Mahmoud Abbas, no seu discurso no plenário da Assembleia Geral da ONU, pouco depois do discurso do líder palestino.
Mahmoud Abbas submeteu ontem oficialmente à Assembleia Geral a sua proposta de adesão plena da Palestina como estado-membro na comunidade das nações.
Netanyahu iniciou o seu discurso "estendendo a mão em paz" a todas as nações vizinhas de Israel, incluindo o Egipto, a Jordânia e a própria Turquia com a qual as relações têm andado tensas nos últimos meses, bem como ainda à Líbia, Tunísia, Síria, Líbano e o próprio Irão.
Mas especificou: "Mas mais especialmente quero estender a minha mão ao povo palestino, com o qual procuramos uma paz justa e duradoira".
E Netanyahu mencionou a esperança que Israel acalenta pela paz e que nunca desvanece, lembrando à audiência todas as boas coisas boas que Israel tem, tais como médicos, cientistas, inovadores que trabalham para melhorar o trabalho de amanhã, os seus artistas e escritores que "enriquecem a herança da humanidade".
Mas Netanyahu não poupou a ONU: "...esta é uma parte infeliz da instituição da ONU. Ela não apenas trata Israel como vilão, pior ainda, ela coloca muitas vezes os autênticos vilões em posições de liderança. O Kadhafi da Líbia liderou a Comissão da ONU para os Direitos Humanos. O Saddam do Iraque liderou o Comité de Desarmamento da ONU..."
E acrescentou: "Podeis dizer que isso foi no passado, mas eis o que está agora acontecendo: o Líbano, que é controlado pelo Hezbollah, preside agora ao Conselho de Segurança da ONU. Isto significa de facto que uma organização terrorista preside a um corpo ao qual foi confiada a garantia da segurança do mundo".
Netanyahu prosseguiu referindo-se ao conflito com os árabes, dizendo: "Eu vim aqui para falar a verdade. A verdade é que Israel quer a paz. A verdade é que eu quero a paz. A verdade é que no Médio Oriente, sempre, mas especialmente nestes dias turbulentos, a paz tem de estar ancorada na segurança. A verdade é que nós não podemos alcançar a paz através de resoluções da ONU, mas só através de negociações diretas entre as partes. A verdade é que até agora os palestinos têm se negado a negociar. A verdade é que Israel quer a paz com um estado palestino, mas os palestinos querem um estado sem a paz. E a verdade é que vocês não deviam deixar que isso aconteça".
Netanyahu disse ainda que o maior perigo que o mundo de hoje enfrenta é o fanatismo islâmico militante, tal como o do Irão e do seu presidente. Alertou ainda sobre o perigo do Irão se armar com armas nucleares.
E depois de abordar todos os perigos que o Irão oferece e as várias tentativas frustradas para se conseguir a paz com os palestinos, Netanyahu concluiu o seu discurso:
"Minhas senhoras e meus senhores, eu continuo a esperar que o Presidente Abbas seja meu parceiro para a paz. Trabalhei duro para avançar essa paz. No dia em que assumi a minha missão, apelei a negociações diretas sem pré-condições. O Presidente Abbas não respondeu. Eu sublinhei a visão de paz com dois estados para dois povos. Mesmo assim ele não respondeu. Removi centenas de bloqueios e controles fronteiriços, mas, mais uma vez, nenhuma resposta. Dei o passo nunca antes tomado de congelar novas construções nos aldeamentos por dez meses. Uma vez mais, não veio nenhuma resposta.
Presidente Abbas: por que não se junta a mim? Nós temos de parar de negociar sobre as negociações. Vamos é avançar para o terreno. Vamos negociar a paz! Estamos agora os dois na mesma cidade. Estamos dentro do mesmo prédio. Assim, encontremo-nos hoje mesmo, nas Nações Unidas!"
É importante que o mundo veja de forma clara quem quer a paz, e quem não está interessado nela. Tão simples como isso!
Shalom, Israel!