quarta-feira, 29 de maio de 2013

O que a Bíblia diz sobre um Estado palestino?

por Joel Richardson


Em 29 de novembro de 2012, 138 países aprovaram a Resolução 67/19 da ONU sobre “A Questão da Palestina.” A resolução expressa apoio pelo direito do “povo palestino… ao seu Estado independente da Palestina.”
À luz desse acontecimento profundamente histórico, e à luz da esmagadora tendenciosidade mundial contra a nação de Israel, é essencial que todos os estudantes da Bíblia parem para considerar o que a Bíblia diz sobre o futuro da nação de Israel e da “Palestina.”
Quando pesquisamos as muitas passagens bíblicas que falam da volta do Messias, fica imediatamente claro que entre as principais questões que Jesus está voltando para confrontar é a perseguição, marginalização e tratamento injusto que as nações da terra sempre deram a Israel. Apesar do fato de que a propaganda antissemita e antissionista de nossa época é amplamente adotada até mesmo por grandes segmentos da Igreja Cristã, a Bíblia deixa claro que quando Jesus voltar, ele de forma específica executará juízo contra os inimigos de Israel.
De acordo com o profeta Joel, logo antes da volta de Jesus, um vasto número de nações invadirá Israel e cercará a cidade de Jerusalém. Joel nos diz que Jesus executará juízo contra todas as nações envolvidas nessa invasão e também contra todos os que forçam a divisão da Sua terra:
“Reunirei todos os povos e os farei descer o vale de Yehôshaphat, Josafá, isto é, YahwehJulga; e ali hei de julgá-los por causa da minha herança: Israel, o meu povo escolhido. Porque eles maldosamente espalharam os israelitas pelo mundo, e dividiram entre si a minha terra.” (Joel 3:2 KJA)
Essa profecia deixa claro que um distinto Estado palestino se tornará realidade. O profeta fala do Senhor executando vingança contra gente do Egito, Jordânia, Líbano e territórios palestinos que têm se engajado em violência contra o povo de Israel:
“O que tendes vós contra a minha pessoa, Tiro e Sidom, e todas as regiões da Filístia? Porventura quereis vingar-vos de mim? Se vingança é o que desejas, retribuirei sem demora tudo quanto tens feito.” (Joel 3:4 KJA)
“Por outro lado, o Egito ficará desolado, Edom se tornará um deserto arrasado, por causa das malignidades desferidas contra Judá, em cujas terras derramaram muito sangue inocente. Judá, por sua vez, será habitada para sempre e Jerusalém por todas as gerações. E purificarei a sua culpa do sangue que Eu ainda não havia perdoado, porquanto Yahwehhabita em Sião!” (Joel 3:19-21 KJA)
De acordo com o profeta Ezequiel, Jesus está voltando para executar juízo contra aqueles que estão apegados ao “antigo ódio” dirigido ao povo judeu e que derramaram o sangue dos israelitas.
“Porque mantiveste teu antigo ódio e inimizade, e entregaste os israelitas ao poder da espada no tempo da calamidade deles… por este motivo, juro pela minha própria vida, afirma Yahweh, o Eterno e Soberano Deus, que te entregarei ao espírito sanguinário, à morte, e este sangue te perseguirá.” (Ezequiel 35:5-7 KJA)
E de acordo com o profeta Isaías, o Dia do Senhor, ou a volta de Jesus, será especificamente um tempo em que o Senhor vingará Israel no meio da “causa legal” ou a “controvérsia de Sião”:
“Porquanto Yahweh terá um Dia de Vingança, um ano de retribuições pela causa de Tsión, Sião.” (Isaías 34:8 KJA)
Portanto, embora seja óbvio que Jesus está voltando para defender a oprimida e perseguida nação de Israel, talvez o que seja mais chocante ainda para alguns é o fato de que a Bíblia também descreve, de modo específico, a total devastação e juízo de Gaza e todo o território palestino. O profeta Sofonias, ao falar do Dia do Senhor, avisa todos os homens: “Buscai a justiça, buscai a humildade; talvez sejais poupados no Dia da ira de Yahweh.” Então vem uma descrição muito forte do que o futuro reserva para o Estado palestino quando Jesus voltar:
“Gaza será abandonada… Ai dos habitantes do litoral, da nação dos queretitas; a Palavra do SENHOR está contra vossas atitudes, ó Canaã, terra dos filisteus; e Eu vos destruirei sem que reste nem sequer um habitante. Toda essa terra junto ao mar, onde habitam os queretitas, se transformará em pastagem, com cabanas para os pastores e currais para os rebanhos. O litoral pertencerá ao restante da Casa de Judá, para que se alimentem ali; ao pôr-do-sol se deitarão nas casas de Ascalom; pois Yahweh, o seu Elohim, Deus, zelará por eles e restaurará o seu destino, trazendo-os de volta do cativeiro.” (Sofonias 2:4-7 KJA)
De acordo com essa profecia, o futuro Estado palestino será destruído e abandonado para o povo judeu habitar.
Para alguns, depois de ler essa informação, haverá a tentação de dar completamente por perdidos os palestinos e todos os inimigos de Israel. Mas se não conseguirmos reconhecer que por meio dessa passagem, o Senhor está chamando todos, inclusive os palestinos, ao arrependimento, então não conseguiremos mostrar gratidão pela misericórdia que Ele tem nos mostrado. Jesus morreu por nós, enquanto éramos ainda seus inimigos (Romanos 5:8-10). Jesus foi muito explícito em seu aviso contra esse tipo de espírito ingrato (Mateus 18:23-35). A igreja precisa orar diligentemente para que os palestinos se arrependam e se tornem servos do Deus de Israel.
Para os outros, haverá a tentação simplesmente de fazer pouco caso dessas profecias, casualmente desconsiderando-as como cumpridas na história antiga. Mas não dá para fazer isso sem cometer uma medida de violência contra esses textos. Os muitos avisos de um ajuntamento nos últimos dias das nações contra Jerusalém por meio dos profetas não são fáceis de desconsiderar como irrelevantes para nossa época, particularmente à luz da direção que o Oriente Médio está tomando neste momento.
Para aqueles que acreditam que Deus não tem mais nada a ver com Israel, você pode considerar o fato óbvio de que Satanás não parece ter recebido tal comunicado. Embora a maioria do povo judeu hoje ainda rejeite Jesus como Messias, a eleição e chamado deles permanecem garantidos (Romanos 11:28-29). Paulo alertou para que não nos tornássemos arrogantes nem ignorantes com relação a esse fato (Romanos 11:20, 25).
É hora da igreja inteira reconhecer o fato de que o Criador dos céus e da terra é o Criador de Israel. Esse é o título designado por Ele mesmo para sempre. Quando Jesus voltar, ele adotará uma postura política muito específica — é hora da igreja embarcar nessa postura.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: What the Bible says about a Palestinian state

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Igreja Presbiteriana da Escócia diz que os judeus não têm nenhum direito à Terra Santa

Comunidade judaica está furiosa e diz que relatório “tem linguagem polêmica igual à linguagem da era da Inquisição contra os judeus e contra o judaísmo”

Judeus escoceses disseram que ficaram “revoltados” com um recente documento da Igreja da Escócia — que é a Igreja Presbiteriana Nacional — que rejeita que os judeus tenham direitos especiais à terra de Israel.
Igreja Presbiteriana da Escócia
O relatório, intitulado “A Herança de Abraão,” rejeita “afirmações de que as Escrituras ofereçam a algum povo um direito privilegiado de posse de um território específico” e diz que “só dá para haver reconciliação depois da desocupação militar israelense da Margem Ocidental e da parte oriental de Jerusalém e do desbloqueio israelense de Gaza.”
O Conselho Escocês das Comunidades Judaicas disse numa declaração postada em seu site na sexta-feira que o relatório publicado nesta semana foi “um ultraje a tudo o que o diálogo inter-religioso representa” e “tem linguagem polêmica igual à linguagem da era da Inquisição contra os judeus e contra o judaísmo.”
Os judeus não têm direito à terra de Israel?
“A arrogância de dizer ao povo judeu como interpretar os textos judaicos e a teologia judaica é impressionante,” o conselho judaico disse.
A declaração disse que o relatório “fecha a porta para um diálogo proveitoso” e conclamou a Igreja Presbiteriana a removê-lo antes de sua próxima Assembleia Geral.
Traduzido por Julio Severo do artigo do jornal Times of Israel: Scottish church says Jews have no claim to Holy Land
Fonte: www.juliosevero.com

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O 12º Imã (Imã Mahdi)

12th-ImamO que é um Imã? Segundo a crença islâmica, o Imã é um líder ou governante ungido. Especialmente entre as crenças xiitas, acredita-se que o Imã (embora não obrigatório) seja um líder ou clérigo de oração quando a palavra é maiúscula. Os sunitas também acreditam que um Imã pode ser um profeta. Os xiitas acreditam que nem todos os profetas podem ser um Imã mas que um Imã também pode ser um profeta. Diz-se que o Imã é ungido por Alá e um exemplo perfeito de como liderar a humanidade em todos os sentidos.

A interpretação xiita é que somente Alá pode nomear um Imã e que nenhum homem tem o poder de fazê-lo. Diz-se que o 120 Imã é um descendente do profeta Maomé e possui um estado divino assim como cada um dessa sucessão de filhos. O 120 Imã também é chamado de Imã Oculto e Mahdi (divinamente guiado).

O 120 Imã (Imã Mahdi): Quem é o 120 Imã?
Entre os xiitas (predominantes no Irã), existe uma profecia sobre o 120 Imã, o grande salvador espiritual. Este Imã é chamado de Abu al-Qasim Muhammad ou também chamado de Muhammad Mahdi al. Diz-se que ele era um filho do 110 Imã, Hasan al-Askari, e sua mulher, a neta de um imperador. Há declarações contraditórias de que seu nome era Fátima ou Nargis Khatoon.

A maioria dos relatos da história dizem que Al Mahdi escondeu-se como uma criança em torno da idade de 5 anos (cerca do 130 século). Acredita-se que ele tenha se "escondido" em cavernas desde então, mas que vai voltar sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a Hadith, os critérios para o Imã Oculto são:
  • Será um descendente de Maomé e filho de Fátima
  • Terá uma testa larga e nariz pontudo
  • Retornará pouco antes do fim do mundo
  • Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
  • Fugirá de Medina a Meca, milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
  • Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
  • Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
  • Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e a ele se unirá
Notavelmente, a teoria do 120 Imã faz grande parte das atuais preocupações mundiais com o Irã. O presidente xiita muçulmano do Irã, Ahmadinejad, está profundamente comprometido ao messias islâmico, Al Mahdi. Muitos ao longo dos anos têm afirmado ser o Imã Oculto, mas Ahmadinejad acredita que ele ainda esteja por vir. Ele alega que deva pessoalmente preparar o mundo para a vinda de Mahdi. Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi". Esta diretriz apocalíptica inclui algumas proclamações muito assustadoras. O 120 Imã (Imã Mahdi): Por que isso é tão importante agora?
Enquanto os cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus, os judeus esperam pelo Messias e os muçulmanos esperam pelo 120 Imã. No entanto, dos três, Mahdi, o designado por Alá, é o único que exige um caminho violento para conquistar o mundo. Ahmadinejad e seu gabinete afirmam ter um "contrato assinado" com al Mahdi no qual eles se comprometeram a executar essa tarefa. O que esta tarefa envolve? À luz das preocupações sobre a capacidade nuclear do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem afirmado que Israel deveria ser apagado do mapa. Durante o seu discurso às Nações Unidas em setembro de 2005, ele afirmou ter sido envolvido por uma aura de luz e sentiu uma mudança na atmosfera durante a qual ninguém que estava presente conseguia piscar os olhos. Diz-se que o primeiro-ministro do Irã também falou em termos apocalípticos e parecia apreciar o conflito com o Ocidente, o qual ele chama de o Grande Satã. Tudo isso ocorre enquanto ele proclama que tem que preparar o mundo para a vinda de Mahdi por meio de um mundo totalmente sob o controle muçulmano. Ele está se esforçando muito para trazer horrores por todo o mundo, os quais devem estar acontecendo para que al Mahdi possa trazer a paz.

Este conceito e objetivo, juntamente com um ódio violento dos infiéis, dos Estados Unidos e de Israel, lembram-nos das profecias bíblicas do anticristo e do compromisso de milhões a um falso messias que afirmará trazer a paz. Poderiam este 120 Imã Mahdi e o seu servo Ahmadinejad darem entrada aos últimos dias que antecedem a vinda do verdadeiro Salvador?

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Forum Pró-Palestina = Ódio sendo derramado!


Um Gaúcho de Coragem

Começa esta semana, em Porto Alegre, um evento internacional cujo objetivo, está claro, é a demonização de Israel. Boa hora para lembrarmos a corajosa atuação do gaúcho Oswaldo Aranha, que há 65 anos presidiu a sessão da ONU que aprovou a criação de um estado judeu e um árabe na então Palestina.
Às 16h do dia 29 de novembro de 1947 Aranha abriu a sessão decisiva e histórica, tendo de enfrentar uma campanha montada pelo bloco árabe para adiar novamente a votação. O brasileiro rejeitou a articulação e determinou: “Os senhores todos sabem como votar. Os que são a favor dirão sim, os que são contra dirão não, e os que se abstiverem saberão o que dizer”.
Feita a contagem, Aranha anunciou o resultado: "33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções”. Os representantes árabes se retiraram declarando que aquela decisão significava a morte da ONU.
No encerramento da sessão, Oswaldo Aranha declarou: “Fui obrigado a manter-me neutro durante o debate, mas agora só posso concordar e expressar minha confiança nessa ousada e histórica experiência empreendida pelas Nações Unidas”
No dia seguinte, o gaúcho recebeu a seguinte carta do líder judeu Chaim Weizmann, que viria a tornar-se o primeiro presidente do Estado de Israel: "A sessão da Assembléia não podia ter terminado com essa decisão histórica se não fosse vosso esforço persistente e vossa devoção como presidente. Vossa compreensão do nosso problema e da justiça da nossa causa lhe ganhou a permanente gratidão do povo judaico.”  (http://www.israelnaweb.com – http://www.beth-shalom.com.br)
(Extraído do artigo Os Bastidores da Partilha, de Julio Wohlgemuth, autor do documentário Oswaldo Aranha - O Voto e a Revolução)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

DEZ RAZÕES PELAS QUAIS ISRAEL DEVE ATACAR O IRÃ


Os opositores de uma intervenção militar dizem que quando Israel anular o programa nuclear iraniano despertará uma vez mais a fúria internacional e o isolamento será total. Ora, o que é melhor, o isolamento diplomático DE UM PAÍS INTACTO ou as migalhas da solidariedade mundial para um povo nuclearmente bombardeado?
Conferência anti-sionista realizada em Teerã
Mahmoud Ahmadinejad propõe riscar Israel do mapa
Na revista VEJA desta semana (Edição 2283 de 22 de Agosto) a jornalista Vilma Gryzinski ordena dez interessantes opiniões em relação aos argumentos daqueles que criticam uma possível guerra de Israel contra o Irã. Debruçando-se sobre questões complexas, a jornalista faz um apanhado objetivo dos prós e contras ficando claro que se torna cada vez mais necessária a eminente intervenção israelense. Vejamos os 10 principais argumentos da turma-do-deixa-disso com os devidos contrapontos.
1. Israel não tem o direito de atacar outro país por uma ameaça potencial.
R: Israel tem o dever de proteger seu povo do risco devastador de uma bomba nuclear iraniana.
2. É preciso esperar para ver se as sanções econômicas contra o Irã funcionam.
R: Já está claro que não funcionarão.
3. Israel não tem capacidade de, por si só, fazer um ataque efetivo.
R: Com a terceira maior Força Aérea do mundo (depois dos EUA e da Rússia), o país tem 125 caças F-15 e F-16, os mais avançados, equipados com sistemas eletrônicos e armamentos próprios.
4. Israel não pode desafiar os EUA, que são terminantemente contra os riscos a seus interesses inerentes a um ataque do tipo.
R: Não adianta esperar por uma aprovação americana, que nunca virá.
5. A oposição interna é muito grande; o presidente Shimon Peres disse que tudo tem de ser coordenado com os americanos.
R: O consenso é importante, mas militares cumprem ordens do governo e Peres não tem poder.
6. A reação de inimigos como o Hezbollah no Líbano e o Hamas em Gaza vai provocar muitas baixas.
R: O Ministro da Defesa Interna de Israel, Matan Vilnai, responde a este argumento com uma frase: “Da mesma forma que os japoneses convivem com terremotos, os israelenses precisam estar preparados para esperar mísseis”.
7. Já existe um país islâmico cheio de fundamentalistas, com a bomba, o Paquistão.
R: A Índia se encarregará de controlá-lo.
8. O Egito pode tentar remilitarizar o Sinai e os sírios se unirão contra Israel.
R: Isso acontecerá de qualquer maneira.
9. Um bombardeio apenas adiará o programa nuclear iraniano.
R: Israel atacará de novo.
10. O isolamento internacional será total.
R: Menos ruim isolado do que nuclearmente bombardeado.

A Forca de Hamã

domingo, 26 de agosto de 2012

O DISCURSO DOS LÍDERES IRANIANOS APROXIMA-OS CADA VEZ MAIS DE HITLER



A existência de Israel é "um insulto a toda a humanidade" - afirmou nesta passada sexta-feira o tirano e lunático presidente do Irão, num dos seus mais espevitados ataques contra o estado judaico, agora que Israel debate abertamente se deve ou não atacar o Irã por causa do seu programa nuclear.
Talvez a retórica provocatória de Ahmadinejad revele até traços de desespero e medo pela possibilidade de Israel destruir por completo os seus ambiciosos projectos nucleares, mas a verdade é que este tipo de discurso só vem revelar a verdadeira natureza do fundamentalismo islâmico e das reais intenções da República iraniana.
Segundo Mahmoud, confrontar Israel é um esforço para "proteger a dignidade de todos os seres humanos."
"A existência do regime sionista é um insulto a toda a humanidade," - disse o lunático presidente iraniano, ao dirigir-se aos fiéis na Universidade de Teerão após manifestações pró-palestinianas realizadas por todo o país, num evento anual que assinala o Quds (dia de Jerusalém), na última sexta-feira do mês sagrado do Ramadão.

SEMELHANTE A ADOLF HITLER
Na opinião do rabi Marvin Hier, fundador e deão do Centro Simon Wisenthal, os comentários de Ahmadinejad são "reminiscentes" de uma carta escrita acerca dos judeus e assinada por Adolf Hitler em 1919.
"Apesar de Ahmadinejad estar atacarndo o estado de Israel, nós sabemos o que isso significa" - afirmou o rabi.
Israel considera o Irã uma ameaça existencial devido aos seus programas nucleares e balísticos, apoio aos grupos radicais anti-israelitas nas suas fronteiras e repetidas referências feitas pelos líderes iranianos à destruição de Israel.
O próprio Ahmadinejad tem repetidamente feito estes apelos, tal como tem feito o líder supremo do Irã, o ayatolah Ali Khamenei.
O rabi Hier compara os comentários de Ahmadinejad à noção encontrada na carta de Hitler referindo-se à "remoção de todos os judeus."
E acrescentou: "Vinte e dois anos depois, ele implementou tudo isso, e o mesmo se passa agora com Ahmadinejad."
"Nós assumimos que é só retórica, mas já no passado pagámos um elevado preço por pensarmos que Hitler só falava retórica."
- prosseguiu o rabi.

AMEAÇA ISLÂMICA CONTRA ISRAEL
O líder do Hezbollah xiita libanês, que tem laços com o Irão, disse que o seu grupo (terrorista) irá transformar as vidas de milhões de israelitas num "inferno" caso Israel ataque o Líbano.
O líder terrorista do movimento, o sheik Hassan Nasrallah, afirma que o seu grupo tem uma lista de alvos em Israel que podem atingir com poucos rockets.
"Podemos transformar as vidas de milhões de sionistas na Palestina ocupada num verdadeiro inferno," - afirmou o terrorista.
Israel e o Hezbollah travaram uma guerra mortífera e inconclusiva durante um mês, em 2006, quando o Hezbollah disparou cerca de 4.000 rockets contra Israel.
O Irã tem constantemente negado alegações de que está tentando construir armas nucleares, alegando que o seu programa nuclear é pacífico e visa a produção de electricidadee de radioisotopos utilizados para o tratamento de pacientes de câncer.
Israel tem estado a conduzir um crescente debate público sobre se deve ou não atacar as instalações nucleares do Irão. A posição oficial do estado israelita é a de favorecer as medidas diplomáticas e económicas para persuadir o Irã a parar o seu programa de enriquecimento nuclear, mas Israel insiste que o Irã não pode ter armas nucleares.
Os líderes israelitas dizem que "todas as opções estão em cima da mesa", uma clara referência a uma intervenção militar, caso determinem que as outras medidas falharam.
O Irão já avisou entretanto que retaliará contra Israel caso seja atacado, ameaçando também atacar interesses americanos na região.
Ahmadinejad classificou Israel como "um grupo minoritário corrupto e organizado que obsta a todos os valores divinos."
"Confrontar hoje a existência do fabricado regime sionista  é de facto proteger os direitos e a dignidade de todos os seres humanos," - afirmou Ahmadinejad, envergando um cachecol preto e branco semelhante ao usado por muitos palestinianos.
O Irã (a antiga Pérsia) e Israel têm sido amargos inimigos desde há décadas. Khamenei apelidou Israel de "tumor cancerígeno" que tem de ser extirpado.
Segundo o rabi, "esta é uma ameaça para erradicar o estado de Israel", acrescentando: "temos de levar a sério o que esta gente diz."As tensões entre os 2 países intensificaram-se desde 2005, quando o presidente iraniano disse num discurso que Israel será um dia "apagado do mapa."
Não concordando com aqueles que dizem que estas ameaças não passam de "retórica", o rabi avisa: "A única forma de parar aquilo que se passa no Irã é pelo menos os Estados Unidos e seus aliados dizerem: 'Até quando iremos ficar sentados a ouvir estas ameaças?'"O presidente iraniano tem também descrito o Holocausto, em que 6 milhões de judeus foram exterminados pelos nazis alemães e seus colaboradores durante a 2ª Guerra Mundial como "um mito."
"A maior parte dos intelectuais em 1939 e 1938 não achavam que Hitler falava a sério. Eles achavam que sabiam mais, mas não sabiam nada, e nós pagámos um elevado preço por isso," - acrescentou o rabi.
 
 Shalom, Israel!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

IRÃ SE PREPARA PARA A GUERRA... SOB INSPIRAÇÃO "MESSIÂNICA"

As "Forças Quds", uma unidade especial iraniana composta de milhares de operacionais encarregados de exportarem a revolução islâmica do Irã, está recebendo instruções para fomentar o terrorismo, preparando a vinda do último messias islâmico e a destruição do Ocidente.
12º ÍMAN IRÁ CHEGAR EM BREVE...
 
 
 
Ali Saeedi, o representante dos líderes supremos iranianos diante dos Guardas Revolucionários, enfatizou durante um sermão de sexta-feira em Teerã que a República Islâmica tem de confrontar a América de forma direta, para que o ambiente necessário seja criado para a reaparição de Mahdi (Messias Islãmico), o 12º íman dos xiitas, o qual matará todos os infiéis e erguerá a bandeira do Islã em todos os cantos do mundo.
"Em três pontos da História, Alá confronta diretamente a vontade dos seres humanos rebeldes, em que, obviamente, o Verdadeiro vencerá o Falso," - anunciou Saeedi, segundo noticiou a "Sepah News", a publicação oficial dos Guardas. E continuou: "O primeiro ponto na História foi durante a era do faraó, a segunda era foi com Bani Abbas, e a terceira é a nossa era actual que transparece a vontade de Alá para que iluminemos o mundo com a vinda do Iman Mahdi." Segundo Saeedi: "Muitos dos sinais necessários para a vinda tiveram lugar nos últimos anos; contudo, o principal sinal terá lugar exatamente antes da vinda."
No pensamento e no discurso de Saeedi, existem cinco níveis de preparação que têm de estar prontos para a vinda: "Preparação individual, disponibilidade para criar o ambiente, preparação sistemática, a preparação da região e a prontidão internacional."
Esta é a primeira vez que um alto oficial iraniano afirma publicamente que as "Forças Quds" estão não apenas envolvidas na região, mas também internacionalmente, para uma confrontação final com o Ocidente.
"Os Guardas Revolucionários são um veículo para a preparação para a vinda, e o presente avivamento islâmico (a Primavera Árabe) na região e na arena internacional; as Forças Quds desempenham um papel fundamental na preparação da disponibilidade da força humana necessária para tal evento," - disse Saeedi, continuando: "O comandante supremo dos Guardas e o representante do líder supremo estão encarregados de preparar a prontidão individual, regional e até internacional para a vinda."
Numa outra publicação semanal dos "Guardas", Sobhe Sadegh, uma análise de capa explica que a abertura das relações goepolíticas iranianas e o fortalecimento do seu poder islâmico são uma realidade na qual a influência islâmica tem-se expandido, não apenas na região, mas também em África, América Latina, Ásia oriental e até na Europa e América.
E a análise "profetiza" que tal como foi a queda do socialismo e do bloco de leste, assim será também a queda do capitalismo e da democracia liberal.
A análise refere-se às afirmações do fundador da revolução islâmica, o ayatollah Ruhollah Khomeini:

"Afirmo com toda a certeza que o século 21 será o século do islãm."
"Afirmo com toda a certeza que o islãm irá conquistar todos os entrincheiramentos do mundo."
"Afirmo com toda a certeza que o islãm irá derrotar todos os poderes mundiais."
"Afirmo com toda a certeza que o século 21 é o século em que os oprimidos serão vitoriosos sobre os opressores."

Ao mesmo tempo que as "Forças Quds" têm recentemente expandido as suas operações no envio de carregamentos de explosivos para a América Latina, África e outras partes do mundo, ao mesmo tempo pondo células terroristas em alerta máximo para ações terroristas, o regime islâmico no Irã tem expandido o seu programa nuclear, no qual mais de 11.000 centrifugadoras estão agora funcionando em duas instalações, aumentando o seu stock de urânio enriquecido.
Segundo o último relatório fornecido em Maio pasado pelo IAEA, o Irão dispunha na altura de urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, e apesar de todas as negociações e recentes sanções, o líder supremo do Irã, o ayatolah Ali Khamenei, anunciou há dias atrás que não haverá recuo no trilho nuclear.
Estaremos próximos de Ezequiel 38 e 39?
Só Deus sabe. Estejamos atentos e preparados para o pior.
Acorda povo....
Shalom!