segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O 12º Imã (Imã Mahdi)

12th-ImamO que é um Imã? Segundo a crença islâmica, o Imã é um líder ou governante ungido. Especialmente entre as crenças xiitas, acredita-se que o Imã (embora não obrigatório) seja um líder ou clérigo de oração quando a palavra é maiúscula. Os sunitas também acreditam que um Imã pode ser um profeta. Os xiitas acreditam que nem todos os profetas podem ser um Imã mas que um Imã também pode ser um profeta. Diz-se que o Imã é ungido por Alá e um exemplo perfeito de como liderar a humanidade em todos os sentidos.

A interpretação xiita é que somente Alá pode nomear um Imã e que nenhum homem tem o poder de fazê-lo. Diz-se que o 120 Imã é um descendente do profeta Maomé e possui um estado divino assim como cada um dessa sucessão de filhos. O 120 Imã também é chamado de Imã Oculto e Mahdi (divinamente guiado).

O 120 Imã (Imã Mahdi): Quem é o 120 Imã?
Entre os xiitas (predominantes no Irã), existe uma profecia sobre o 120 Imã, o grande salvador espiritual. Este Imã é chamado de Abu al-Qasim Muhammad ou também chamado de Muhammad Mahdi al. Diz-se que ele era um filho do 110 Imã, Hasan al-Askari, e sua mulher, a neta de um imperador. Há declarações contraditórias de que seu nome era Fátima ou Nargis Khatoon.

A maioria dos relatos da história dizem que Al Mahdi escondeu-se como uma criança em torno da idade de 5 anos (cerca do 130 século). Acredita-se que ele tenha se "escondido" em cavernas desde então, mas que vai voltar sobrenaturalmente pouco antes do Dia do Juízo. De acordo com a Hadith, os critérios para o Imã Oculto são:
  • Será um descendente de Maomé e filho de Fátima
  • Terá uma testa larga e nariz pontudo
  • Retornará pouco antes do fim do mundo
  • Sua aparição será precedida por uma série de eventos proféticos durante 3 anos de caos, tirania e opressão mundiais
  • Fugirá de Medina a Meca, milhares de pessoas prometerão lealdade a ele
  • Reinará sobre os árabes e o mundo por 7 anos
  • Erradicará toda a tirania e opressão, trazendo harmonia e paz total
  • Liderará uma oração em Meca, durante a qual Jesus estará ao seu lado e a ele se unirá
Notavelmente, a teoria do 120 Imã faz grande parte das atuais preocupações mundiais com o Irã. O presidente xiita muçulmano do Irã, Ahmadinejad, está profundamente comprometido ao messias islâmico, Al Mahdi. Muitos ao longo dos anos têm afirmado ser o Imã Oculto, mas Ahmadinejad acredita que ele ainda esteja por vir. Ele alega que deva pessoalmente preparar o mundo para a vinda de Mahdi. Para que possa ser salvo, o mundo deve estar em um estado de caos e de subjugação. Ahmadinejad afirma que ele foi “dirigido por Alá para preparar o caminho para o aparecimento glorioso do Mahdi". Esta diretriz apocalíptica inclui algumas proclamações muito assustadoras. O 120 Imã (Imã Mahdi): Por que isso é tão importante agora?
Enquanto os cristãos aguardam a segunda vinda de Jesus, os judeus esperam pelo Messias e os muçulmanos esperam pelo 120 Imã. No entanto, dos três, Mahdi, o designado por Alá, é o único que exige um caminho violento para conquistar o mundo. Ahmadinejad e seu gabinete afirmam ter um "contrato assinado" com al Mahdi no qual eles se comprometeram a executar essa tarefa. O que esta tarefa envolve? À luz das preocupações sobre a capacidade nuclear do Irã, Mahmoud Ahmadinejad tem afirmado que Israel deveria ser apagado do mapa. Durante o seu discurso às Nações Unidas em setembro de 2005, ele afirmou ter sido envolvido por uma aura de luz e sentiu uma mudança na atmosfera durante a qual ninguém que estava presente conseguia piscar os olhos. Diz-se que o primeiro-ministro do Irã também falou em termos apocalípticos e parecia apreciar o conflito com o Ocidente, o qual ele chama de o Grande Satã. Tudo isso ocorre enquanto ele proclama que tem que preparar o mundo para a vinda de Mahdi por meio de um mundo totalmente sob o controle muçulmano. Ele está se esforçando muito para trazer horrores por todo o mundo, os quais devem estar acontecendo para que al Mahdi possa trazer a paz.

Este conceito e objetivo, juntamente com um ódio violento dos infiéis, dos Estados Unidos e de Israel, lembram-nos das profecias bíblicas do anticristo e do compromisso de milhões a um falso messias que afirmará trazer a paz. Poderiam este 120 Imã Mahdi e o seu servo Ahmadinejad darem entrada aos últimos dias que antecedem a vinda do verdadeiro Salvador?

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Forum Pró-Palestina = Ódio sendo derramado!


Um Gaúcho de Coragem

Começa esta semana, em Porto Alegre, um evento internacional cujo objetivo, está claro, é a demonização de Israel. Boa hora para lembrarmos a corajosa atuação do gaúcho Oswaldo Aranha, que há 65 anos presidiu a sessão da ONU que aprovou a criação de um estado judeu e um árabe na então Palestina.
Às 16h do dia 29 de novembro de 1947 Aranha abriu a sessão decisiva e histórica, tendo de enfrentar uma campanha montada pelo bloco árabe para adiar novamente a votação. O brasileiro rejeitou a articulação e determinou: “Os senhores todos sabem como votar. Os que são a favor dirão sim, os que são contra dirão não, e os que se abstiverem saberão o que dizer”.
Feita a contagem, Aranha anunciou o resultado: "33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções”. Os representantes árabes se retiraram declarando que aquela decisão significava a morte da ONU.
No encerramento da sessão, Oswaldo Aranha declarou: “Fui obrigado a manter-me neutro durante o debate, mas agora só posso concordar e expressar minha confiança nessa ousada e histórica experiência empreendida pelas Nações Unidas”
No dia seguinte, o gaúcho recebeu a seguinte carta do líder judeu Chaim Weizmann, que viria a tornar-se o primeiro presidente do Estado de Israel: "A sessão da Assembléia não podia ter terminado com essa decisão histórica se não fosse vosso esforço persistente e vossa devoção como presidente. Vossa compreensão do nosso problema e da justiça da nossa causa lhe ganhou a permanente gratidão do povo judaico.”  (http://www.israelnaweb.com – http://www.beth-shalom.com.br)
(Extraído do artigo Os Bastidores da Partilha, de Julio Wohlgemuth, autor do documentário Oswaldo Aranha - O Voto e a Revolução)

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

DEZ RAZÕES PELAS QUAIS ISRAEL DEVE ATACAR O IRÃ


Os opositores de uma intervenção militar dizem que quando Israel anular o programa nuclear iraniano despertará uma vez mais a fúria internacional e o isolamento será total. Ora, o que é melhor, o isolamento diplomático DE UM PAÍS INTACTO ou as migalhas da solidariedade mundial para um povo nuclearmente bombardeado?
Conferência anti-sionista realizada em Teerã
Mahmoud Ahmadinejad propõe riscar Israel do mapa
Na revista VEJA desta semana (Edição 2283 de 22 de Agosto) a jornalista Vilma Gryzinski ordena dez interessantes opiniões em relação aos argumentos daqueles que criticam uma possível guerra de Israel contra o Irã. Debruçando-se sobre questões complexas, a jornalista faz um apanhado objetivo dos prós e contras ficando claro que se torna cada vez mais necessária a eminente intervenção israelense. Vejamos os 10 principais argumentos da turma-do-deixa-disso com os devidos contrapontos.
1. Israel não tem o direito de atacar outro país por uma ameaça potencial.
R: Israel tem o dever de proteger seu povo do risco devastador de uma bomba nuclear iraniana.
2. É preciso esperar para ver se as sanções econômicas contra o Irã funcionam.
R: Já está claro que não funcionarão.
3. Israel não tem capacidade de, por si só, fazer um ataque efetivo.
R: Com a terceira maior Força Aérea do mundo (depois dos EUA e da Rússia), o país tem 125 caças F-15 e F-16, os mais avançados, equipados com sistemas eletrônicos e armamentos próprios.
4. Israel não pode desafiar os EUA, que são terminantemente contra os riscos a seus interesses inerentes a um ataque do tipo.
R: Não adianta esperar por uma aprovação americana, que nunca virá.
5. A oposição interna é muito grande; o presidente Shimon Peres disse que tudo tem de ser coordenado com os americanos.
R: O consenso é importante, mas militares cumprem ordens do governo e Peres não tem poder.
6. A reação de inimigos como o Hezbollah no Líbano e o Hamas em Gaza vai provocar muitas baixas.
R: O Ministro da Defesa Interna de Israel, Matan Vilnai, responde a este argumento com uma frase: “Da mesma forma que os japoneses convivem com terremotos, os israelenses precisam estar preparados para esperar mísseis”.
7. Já existe um país islâmico cheio de fundamentalistas, com a bomba, o Paquistão.
R: A Índia se encarregará de controlá-lo.
8. O Egito pode tentar remilitarizar o Sinai e os sírios se unirão contra Israel.
R: Isso acontecerá de qualquer maneira.
9. Um bombardeio apenas adiará o programa nuclear iraniano.
R: Israel atacará de novo.
10. O isolamento internacional será total.
R: Menos ruim isolado do que nuclearmente bombardeado.

A Forca de Hamã

domingo, 26 de agosto de 2012

O DISCURSO DOS LÍDERES IRANIANOS APROXIMA-OS CADA VEZ MAIS DE HITLER



A existência de Israel é "um insulto a toda a humanidade" - afirmou nesta passada sexta-feira o tirano e lunático presidente do Irão, num dos seus mais espevitados ataques contra o estado judaico, agora que Israel debate abertamente se deve ou não atacar o Irã por causa do seu programa nuclear.
Talvez a retórica provocatória de Ahmadinejad revele até traços de desespero e medo pela possibilidade de Israel destruir por completo os seus ambiciosos projectos nucleares, mas a verdade é que este tipo de discurso só vem revelar a verdadeira natureza do fundamentalismo islâmico e das reais intenções da República iraniana.
Segundo Mahmoud, confrontar Israel é um esforço para "proteger a dignidade de todos os seres humanos."
"A existência do regime sionista é um insulto a toda a humanidade," - disse o lunático presidente iraniano, ao dirigir-se aos fiéis na Universidade de Teerão após manifestações pró-palestinianas realizadas por todo o país, num evento anual que assinala o Quds (dia de Jerusalém), na última sexta-feira do mês sagrado do Ramadão.

SEMELHANTE A ADOLF HITLER
Na opinião do rabi Marvin Hier, fundador e deão do Centro Simon Wisenthal, os comentários de Ahmadinejad são "reminiscentes" de uma carta escrita acerca dos judeus e assinada por Adolf Hitler em 1919.
"Apesar de Ahmadinejad estar atacarndo o estado de Israel, nós sabemos o que isso significa" - afirmou o rabi.
Israel considera o Irã uma ameaça existencial devido aos seus programas nucleares e balísticos, apoio aos grupos radicais anti-israelitas nas suas fronteiras e repetidas referências feitas pelos líderes iranianos à destruição de Israel.
O próprio Ahmadinejad tem repetidamente feito estes apelos, tal como tem feito o líder supremo do Irã, o ayatolah Ali Khamenei.
O rabi Hier compara os comentários de Ahmadinejad à noção encontrada na carta de Hitler referindo-se à "remoção de todos os judeus."
E acrescentou: "Vinte e dois anos depois, ele implementou tudo isso, e o mesmo se passa agora com Ahmadinejad."
"Nós assumimos que é só retórica, mas já no passado pagámos um elevado preço por pensarmos que Hitler só falava retórica."
- prosseguiu o rabi.

AMEAÇA ISLÂMICA CONTRA ISRAEL
O líder do Hezbollah xiita libanês, que tem laços com o Irão, disse que o seu grupo (terrorista) irá transformar as vidas de milhões de israelitas num "inferno" caso Israel ataque o Líbano.
O líder terrorista do movimento, o sheik Hassan Nasrallah, afirma que o seu grupo tem uma lista de alvos em Israel que podem atingir com poucos rockets.
"Podemos transformar as vidas de milhões de sionistas na Palestina ocupada num verdadeiro inferno," - afirmou o terrorista.
Israel e o Hezbollah travaram uma guerra mortífera e inconclusiva durante um mês, em 2006, quando o Hezbollah disparou cerca de 4.000 rockets contra Israel.
O Irã tem constantemente negado alegações de que está tentando construir armas nucleares, alegando que o seu programa nuclear é pacífico e visa a produção de electricidadee de radioisotopos utilizados para o tratamento de pacientes de câncer.
Israel tem estado a conduzir um crescente debate público sobre se deve ou não atacar as instalações nucleares do Irão. A posição oficial do estado israelita é a de favorecer as medidas diplomáticas e económicas para persuadir o Irã a parar o seu programa de enriquecimento nuclear, mas Israel insiste que o Irã não pode ter armas nucleares.
Os líderes israelitas dizem que "todas as opções estão em cima da mesa", uma clara referência a uma intervenção militar, caso determinem que as outras medidas falharam.
O Irão já avisou entretanto que retaliará contra Israel caso seja atacado, ameaçando também atacar interesses americanos na região.
Ahmadinejad classificou Israel como "um grupo minoritário corrupto e organizado que obsta a todos os valores divinos."
"Confrontar hoje a existência do fabricado regime sionista  é de facto proteger os direitos e a dignidade de todos os seres humanos," - afirmou Ahmadinejad, envergando um cachecol preto e branco semelhante ao usado por muitos palestinianos.
O Irã (a antiga Pérsia) e Israel têm sido amargos inimigos desde há décadas. Khamenei apelidou Israel de "tumor cancerígeno" que tem de ser extirpado.
Segundo o rabi, "esta é uma ameaça para erradicar o estado de Israel", acrescentando: "temos de levar a sério o que esta gente diz."As tensões entre os 2 países intensificaram-se desde 2005, quando o presidente iraniano disse num discurso que Israel será um dia "apagado do mapa."
Não concordando com aqueles que dizem que estas ameaças não passam de "retórica", o rabi avisa: "A única forma de parar aquilo que se passa no Irã é pelo menos os Estados Unidos e seus aliados dizerem: 'Até quando iremos ficar sentados a ouvir estas ameaças?'"O presidente iraniano tem também descrito o Holocausto, em que 6 milhões de judeus foram exterminados pelos nazis alemães e seus colaboradores durante a 2ª Guerra Mundial como "um mito."
"A maior parte dos intelectuais em 1939 e 1938 não achavam que Hitler falava a sério. Eles achavam que sabiam mais, mas não sabiam nada, e nós pagámos um elevado preço por isso," - acrescentou o rabi.
 
 Shalom, Israel!

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

IRÃ SE PREPARA PARA A GUERRA... SOB INSPIRAÇÃO "MESSIÂNICA"

As "Forças Quds", uma unidade especial iraniana composta de milhares de operacionais encarregados de exportarem a revolução islâmica do Irã, está recebendo instruções para fomentar o terrorismo, preparando a vinda do último messias islâmico e a destruição do Ocidente.
12º ÍMAN IRÁ CHEGAR EM BREVE...
 
 
 
Ali Saeedi, o representante dos líderes supremos iranianos diante dos Guardas Revolucionários, enfatizou durante um sermão de sexta-feira em Teerã que a República Islâmica tem de confrontar a América de forma direta, para que o ambiente necessário seja criado para a reaparição de Mahdi (Messias Islãmico), o 12º íman dos xiitas, o qual matará todos os infiéis e erguerá a bandeira do Islã em todos os cantos do mundo.
"Em três pontos da História, Alá confronta diretamente a vontade dos seres humanos rebeldes, em que, obviamente, o Verdadeiro vencerá o Falso," - anunciou Saeedi, segundo noticiou a "Sepah News", a publicação oficial dos Guardas. E continuou: "O primeiro ponto na História foi durante a era do faraó, a segunda era foi com Bani Abbas, e a terceira é a nossa era actual que transparece a vontade de Alá para que iluminemos o mundo com a vinda do Iman Mahdi." Segundo Saeedi: "Muitos dos sinais necessários para a vinda tiveram lugar nos últimos anos; contudo, o principal sinal terá lugar exatamente antes da vinda."
No pensamento e no discurso de Saeedi, existem cinco níveis de preparação que têm de estar prontos para a vinda: "Preparação individual, disponibilidade para criar o ambiente, preparação sistemática, a preparação da região e a prontidão internacional."
Esta é a primeira vez que um alto oficial iraniano afirma publicamente que as "Forças Quds" estão não apenas envolvidas na região, mas também internacionalmente, para uma confrontação final com o Ocidente.
"Os Guardas Revolucionários são um veículo para a preparação para a vinda, e o presente avivamento islâmico (a Primavera Árabe) na região e na arena internacional; as Forças Quds desempenham um papel fundamental na preparação da disponibilidade da força humana necessária para tal evento," - disse Saeedi, continuando: "O comandante supremo dos Guardas e o representante do líder supremo estão encarregados de preparar a prontidão individual, regional e até internacional para a vinda."
Numa outra publicação semanal dos "Guardas", Sobhe Sadegh, uma análise de capa explica que a abertura das relações goepolíticas iranianas e o fortalecimento do seu poder islâmico são uma realidade na qual a influência islâmica tem-se expandido, não apenas na região, mas também em África, América Latina, Ásia oriental e até na Europa e América.
E a análise "profetiza" que tal como foi a queda do socialismo e do bloco de leste, assim será também a queda do capitalismo e da democracia liberal.
A análise refere-se às afirmações do fundador da revolução islâmica, o ayatollah Ruhollah Khomeini:

"Afirmo com toda a certeza que o século 21 será o século do islãm."
"Afirmo com toda a certeza que o islãm irá conquistar todos os entrincheiramentos do mundo."
"Afirmo com toda a certeza que o islãm irá derrotar todos os poderes mundiais."
"Afirmo com toda a certeza que o século 21 é o século em que os oprimidos serão vitoriosos sobre os opressores."

Ao mesmo tempo que as "Forças Quds" têm recentemente expandido as suas operações no envio de carregamentos de explosivos para a América Latina, África e outras partes do mundo, ao mesmo tempo pondo células terroristas em alerta máximo para ações terroristas, o regime islâmico no Irã tem expandido o seu programa nuclear, no qual mais de 11.000 centrifugadoras estão agora funcionando em duas instalações, aumentando o seu stock de urânio enriquecido.
Segundo o último relatório fornecido em Maio pasado pelo IAEA, o Irão dispunha na altura de urânio enriquecido suficiente para seis bombas nucleares, e apesar de todas as negociações e recentes sanções, o líder supremo do Irã, o ayatolah Ali Khamenei, anunciou há dias atrás que não haverá recuo no trilho nuclear.
Estaremos próximos de Ezequiel 38 e 39?
Só Deus sabe. Estejamos atentos e preparados para o pior.
Acorda povo....
Shalom!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

"AS CRIANÇAS ESTÃO PRONTAS..."


Um novo video lançado pelo "Instituto do Templo", em Jerusalém, entitulado "As Crianças estão Prontas" já atingiu as 110.000 visitas no YouTube desde que foi lançado há uma semana. 
O Instituto do Templo diz que este video de 90 segundos "é um esforço para refocalizar positivamente a atenção do povo durante o período dos nove dias e da Tisha B´Av (o jejum do nono dia do mês Av, o dia em que os dois Templos foram destruídos)."
O filme mostra duas crianças construindo uma construção na areia parecida com o Bet Hamikdash, o Templo sagrado, em Jerusalém.
O primeiro Templo, edificado pelo rei Salomão, foi destruído pelo exército de ocupação babilónico no 9º dia do mês de Av (há controvérsia acerca do ano exacto, que a maioria crê ser o ano 586 a.C, mas outros preferem o ano 420 a.C).
O segundo Templo foi destruído pelo exército de ocupação romano no ano 70 d.C., também no 9º dia do mês de Av. Em todos os anos o dia de Tisha B'Av é comemorado como um dia de jejum. Neste ano vai ter lugar na noite de Sábado, 28 de Julho, terminando na noite do dia 29, Domingo.
 
O rabi Chaim Richman, director do departamento internacional do Instituto do Templo afirmou que "neste Tisha B´Av queremos que as pessoas façam uma séria introspecção à sua alma e contemplem aquilo que estão perdendo sem o Beit Hamikdash. Estamos maravilhados com o transbordar de desejos de boa vontade e com as respostas positivas que temos recebido, e apelamos a todo o Israel que veja e partilhe este video." E obviamente a idéia por detrás deste video é criar ou despertar o desejo no coração dos judeus pela construção do tão almejado e esperado Templo!
Pelos sinais que diariamente se vão manifestando à nossa volta, não é difícil perceber que o tempo para o novo Templo está próximo! Estejamos atentos...
Shalom, Israel!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

NOVO PRESIDENTE DO EGITO PREOCUPA ISRAEL


O novo presidente egípcio eleito por uma ínfima diferença, Mohammed Morsi, candidato da "Irmandade Muçulmana" ainda não "aqueceu a cadeira" do poder e já começa a causar justificadas razões de preocupação ao vizinho Israel.
Numa entrevista à agência de noticias iraniana Fars News Agency, controlada pelo estado islâmico, ainda antes do anúncio da sua vitória nas eleições, o novo presidente egípcio afirmou querer "reconsiderar o acordo de Camp David" com Israel e ainda querer estabelecer laços mais próximos com o Irão, de forma a "criar um equilíbrio" no Oriente Médio. Resta perguntar que "equilíbrio" é esse, com o único país democrático da região - Israel - cada vez mais rodeado de radicais islâmicos...
No entanto, ontem à tarde, após ter sido declarada oficialmente a sua vitória nas eleições presidenciais, Morsi jurou que irá "preservar os acordos internacionais", sem contudo mencionar Israel pelo nome...
O ministro iraniano para as Relações Exteriores congratulou rapidamente "o povo egípcio e o governo pela eleição de Mohammed Morsi como novo presidente do país."
Dezenas de milhares de egícpios juntaram-se no Cairo e por todo o país para celebrarem a vitória de Morsi, entoando slogans em louvor a Alá.
Segundo o Irão, esta vitória do islamita foi uma "esplêndida visão da democracia" que marcou a fase final do "despertamento islâmico" do Egipto.
Desde os acordos de paz feitos entre Israel e o Egipto em Camp David, em 1979, que não havia relações entre o Irão e o Egipto.
Este sinal da "Irmandade Muçulmana" de querer estreitar os laços com o Irão não surpreende, mas aumenta a preocupação dos israelitas, uma vez que estas declarações de Morsi evidenciam a ameaça de Israel estar sob a potencial pressão deste eixo composto pelo Irão-Hezbollah-Hamas e Egipto.  
Este "eixo do mal" com o Egipto a sul, a Síria e o Hezbollah a norte e os terroristas do Hamas em Gaza constitui uma "tenaz" que vai abafando cada vez mais qualquer esperança de paz na região. Israel precisava de tudo, menos desta vitória dos islamitas num país com o qual podia até agora viver tranquilo. Mas o bater do relógio profético não pode parar, e o Egipto ainda vai desempenhar um papel importante e trágico (para si) nestes dias finais da humanidade.
Shalom, Israel!

extraído do blog: http://shalom-israel-shalom.blogspot.com/