Entre os "milagres" que ainda acontecem no Haiti - entenda-se por milagres o resgate de sobreviventes 5 dias após o terremoto - a unidade de resgate vinda de Israel continua a trabalhar arduamente, uma mulher deu à luz um menino na madrugada de Domingo no hospital de campanha que Israel montou no Sábado dia 9.
A mãe, Jubilande Jean Michel, prontamente decidiu chamar o novo filho de "Israel".
Equipes de resgate israelitas conseguiram também resgatar um funcionário da alfândega que estava soterrado há 5 dias debaixo dos escombros do edifício da alfândega, tendo-o enviado para o hospital para ser tratado.
Baseados na sua experiência, responsáveis israelitas no local acreditam ser ainda possível ao fim de 5 ou 6 dias encontrar sobreviventes, mas dificilmente depois desse prazo. Equipes de resgate de várias partes do mundo estão agora a fazer um esforço do "tudo ou nada" para encontrar mais alguém vivo.
Desde que foi instalado no dia 9, o hospital israelita já tratou mais de 100 sobreviventes e o fluxo de pessoas que ali acorrem para ajuda intensifica-se a cada hora que passa. 40 médicos/as auxiliados por outros 40 enfermeiros/as e auxiliares estão fazendo o seu melhor para socorrer o maior número de vítimas deste terrível desastre.
Bem hajam!
Shalom, Israel!
fonte: Blog SHALOM ISRAEL SHALOM
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Israel envia equipes de salvamento para o Haiti
Amados irmãos...
A mídia só comenta o nome de Israel quando fala em injustiças cometidas contra os "pobres palestinos"!
Pois bem... Esta mesma mídia teve que falar bem de Israel, nessa reportagem mostram Israel enviando ajuda humanitária ao Haiti.
Oremos e celebremos ao Eterno, por esse episódio!
E clamemos que o Eterno faça com que mais atos de misericórdia da parte de Israel, sendo benção para as nações, venham a tona!!!
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1192098-7823-ISRAEL+ENVIA+EQUIPES+DE+SALVAMENTO+PARA+O+HAITI,00.html
A mídia só comenta o nome de Israel quando fala em injustiças cometidas contra os "pobres palestinos"!
Pois bem... Esta mesma mídia teve que falar bem de Israel, nessa reportagem mostram Israel enviando ajuda humanitária ao Haiti.
Oremos e celebremos ao Eterno, por esse episódio!
E clamemos que o Eterno faça com que mais atos de misericórdia da parte de Israel, sendo benção para as nações, venham a tona!!!
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1192098-7823-ISRAEL+ENVIA+EQUIPES+DE+SALVAMENTO+PARA+O+HAITI,00.html
Postado por
O_Restaurador
às
14:24
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
ajuda,
Haiti,
humanitária,
Israel,
misericórdia
Judaísmo Messiânico reconhecido em Israel e outros lugares...
O Comitê Messiânico de Ação (MAC) liderou a luta contra duas propostas legislativas destinadas a tornar o Judaísmo Messiânico ilegal em Israel, e ambas as propostas não se tornaram lei na terra. Agora, o MAC (sob o nome de Comitê de Ação para o Judaísmo Messiânico, em hebraico) foi oficialmente reconhecido como uma organização israelita sem fins lucrativos. Isto significa que o governo de Israel agora reconhece oficialmente Judaísmo Messiânico!
Esta notícia é realmente incrível! Agora, porque os judeus messiânicos se mantiveram firmes, os israelitas serão confrontados com uma decisão. É qualquer tipo de judaísmo que praticam (ou não praticam) mais verdadeiro do que a nossa forma de Judaísmo -Judaísmo Messiânico?
Recentemente, vários livros foram publicados descrevendo Judaísmo Messiânico sob uma luz bastante positiva. Um novo livro, escrito por um rabino e que ainda não foi publicado, descreve o Judaísmo Messiânico como um ramo do judaísmo. Eu quase caí da cadeira quando eu vi um esboço de um candelabro de sete ramos que incluía a nossa marca do judaísmo, juntamente com os ortodoxos, Conservadores, Reformistas e Reconstrucionistas.
Em razão de a sinagoga messiânica movimentar respectivamente sua herança judaica e defender nossa pátria nacional, Israel, a comunidade judaica está começando a se mostrar favorável. Mas esta não é uma coisa inteiramente nova.
Quando Yeshua andou pela terra, ele foi seguido por milhares de judeus que buscavam conhecer mais sobre Deus. Eles procuraram seus comentários sobre o Shabat (sábado) as leis, sobre o maior mandamento, sobre as leis de kashrut (kosher). Ele era popular, pelo menos com o am-ha aretz (o povo comum).
Da mesma forma, como a primeira comunidade messiânica cresceu, o livro de Atos afirma que os crentes obtiveram favor com o povo judeu. Não apenas isso, mas quando o Rabino Shaul (aliás, o apóstolo Paulo) seguiu o suas "viagens missionárias", ele era frequentemente solicitado para discursar para sinagogas locais. Ele era considerado um judeu, ainda que um judeu que se diferenciou do normal.
Eu acredito que o Judaísmo Messiânico será mais eficaz apresentando as alegações de Yeshua, tornando o nosso movimento e cada congregação, dentro deste movimento atraente ao povo judeu. Nós encontraremos favor, mas serão necessários disciplina e trabalho duro.
Deus tem planos para o nosso povo. Ele chamou Israel para ser "uma luz para as nações". Mas agora, Israel, na sua maior parte, ainda está na escuridão. Apenas uma pequena porcentagem de judeus tem visto a Luz do Mundo.
Estes são tempos surpreendentes - Israel está amolecendo em relação aos judeus messiânicos. Alguns estão mesmo abraçando-nos. Livros estão honestamente descrevendo o que Judaísmo Messiânico tem tudo a ver. Cada vez menos somos retratados como "missionários trapaceiros" empenhados em destruir o povo judeu, como fomos descritos no passado.
Judeus messiânicos estão mais capazes de tomar uma posição com o resto da comunidade judaica. Isto levou às discussões normais por meio das quais podemos introduzir nosso Rabino, Yeshua, o Messias. Além disso, há informações que a comunidade judaica não-messiânica pode compartilhar conosco. Este dar e receber será usado pelo Senhor para cumprir o seu propósito. Lembre-se: de fato, nós todos somos parte de uma menorá. Eu sinto que algo grande está para acontecer.
Shalom u’vrachá (paz e benção)
Rabbi Baruch Rubin é presidente da Messianic Jewish Communications ( www.messianicjewish.net ) e Rabino da Congregação Judaica Messiânica Emmanuel (www.godwithus.org) ambos de Clarksville, Maryland.
Tradução de João B.M. Filho do original inglês.
Esta notícia é realmente incrível! Agora, porque os judeus messiânicos se mantiveram firmes, os israelitas serão confrontados com uma decisão. É qualquer tipo de judaísmo que praticam (ou não praticam) mais verdadeiro do que a nossa forma de Judaísmo -Judaísmo Messiânico?
Recentemente, vários livros foram publicados descrevendo Judaísmo Messiânico sob uma luz bastante positiva. Um novo livro, escrito por um rabino e que ainda não foi publicado, descreve o Judaísmo Messiânico como um ramo do judaísmo. Eu quase caí da cadeira quando eu vi um esboço de um candelabro de sete ramos que incluía a nossa marca do judaísmo, juntamente com os ortodoxos, Conservadores, Reformistas e Reconstrucionistas.
Em razão de a sinagoga messiânica movimentar respectivamente sua herança judaica e defender nossa pátria nacional, Israel, a comunidade judaica está começando a se mostrar favorável. Mas esta não é uma coisa inteiramente nova.
Quando Yeshua andou pela terra, ele foi seguido por milhares de judeus que buscavam conhecer mais sobre Deus. Eles procuraram seus comentários sobre o Shabat (sábado) as leis, sobre o maior mandamento, sobre as leis de kashrut (kosher). Ele era popular, pelo menos com o am-ha aretz (o povo comum).
Da mesma forma, como a primeira comunidade messiânica cresceu, o livro de Atos afirma que os crentes obtiveram favor com o povo judeu. Não apenas isso, mas quando o Rabino Shaul (aliás, o apóstolo Paulo) seguiu o suas "viagens missionárias", ele era frequentemente solicitado para discursar para sinagogas locais. Ele era considerado um judeu, ainda que um judeu que se diferenciou do normal.
Eu acredito que o Judaísmo Messiânico será mais eficaz apresentando as alegações de Yeshua, tornando o nosso movimento e cada congregação, dentro deste movimento atraente ao povo judeu. Nós encontraremos favor, mas serão necessários disciplina e trabalho duro.
Deus tem planos para o nosso povo. Ele chamou Israel para ser "uma luz para as nações". Mas agora, Israel, na sua maior parte, ainda está na escuridão. Apenas uma pequena porcentagem de judeus tem visto a Luz do Mundo.
Estes são tempos surpreendentes - Israel está amolecendo em relação aos judeus messiânicos. Alguns estão mesmo abraçando-nos. Livros estão honestamente descrevendo o que Judaísmo Messiânico tem tudo a ver. Cada vez menos somos retratados como "missionários trapaceiros" empenhados em destruir o povo judeu, como fomos descritos no passado.
Judeus messiânicos estão mais capazes de tomar uma posição com o resto da comunidade judaica. Isto levou às discussões normais por meio das quais podemos introduzir nosso Rabino, Yeshua, o Messias. Além disso, há informações que a comunidade judaica não-messiânica pode compartilhar conosco. Este dar e receber será usado pelo Senhor para cumprir o seu propósito. Lembre-se: de fato, nós todos somos parte de uma menorá. Eu sinto que algo grande está para acontecer.
Shalom u’vrachá (paz e benção)
Rabbi Baruch Rubin é presidente da Messianic Jewish Communications ( www.messianicjewish.net ) e Rabino da Congregação Judaica Messiânica Emmanuel (www.godwithus.org) ambos de Clarksville, Maryland.
Tradução de João B.M. Filho do original inglês.
Postado por
O_Restaurador
às
13:24
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Se eu fosse um cristão! - por Rabi Herman Sanger
“Se fosse cristão tão devoto e leal como sou judeu, o quê faria? Enchería-me de grande orgulho, como estou certo que vós fazeis, no maravilhoso relato da Cristandade e do Cristianismo como força construtiva na história da civilização. Nos dias da escuridão estética e moral mais escura, conventos e mosteiros cristãos eram refúgios de aprender, o lar de arte, e de santuários e igrejas a reta luz de fé elevadora e enobrecedora reluzia.
Relembraria isso e me gloriaria no fato. Devotaria ainda qualquer esforço da minha vida para o fim que a força civilizadora da minha Igreja fosse feita para contar efetivamente no esforço contemporâneo da humanidade para construir um mundo digno da humanidade, criando uma vida que reflita a inspiração divina.”
E, a seguir, o Dr. Sanger acrescentou: “Se fosse cristão, estaria agitado no profundo da minha alma pelo pensamento que eu e a minha Igreja ficamos em silencio por tanto tempo, e que encontramos expressão apenas e tão somente quando a tragédia alcançara o seu clímax abominável. Resolveria fazer qualquer coisa ao meu alcance para ajudar e salvar - abrir portões de países livres, onde os torturados pudessem encontrar refúgio, possibilitar aos que manejam escapar a encontrarem lar em Israel, a terra dos seus antepassados.”
Relembraria isso e me gloriaria no fato. Devotaria ainda qualquer esforço da minha vida para o fim que a força civilizadora da minha Igreja fosse feita para contar efetivamente no esforço contemporâneo da humanidade para construir um mundo digno da humanidade, criando uma vida que reflita a inspiração divina.”
E, a seguir, o Dr. Sanger acrescentou: “Se fosse cristão, estaria agitado no profundo da minha alma pelo pensamento que eu e a minha Igreja ficamos em silencio por tanto tempo, e que encontramos expressão apenas e tão somente quando a tragédia alcançara o seu clímax abominável. Resolveria fazer qualquer coisa ao meu alcance para ajudar e salvar - abrir portões de países livres, onde os torturados pudessem encontrar refúgio, possibilitar aos que manejam escapar a encontrarem lar em Israel, a terra dos seus antepassados.”
Postado por
O_Restaurador
às
17:27
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Reconciliação Provocativa
Refleções sobre a Nova Declaração Judaica sobre a Cristandade
Por Victoria Barnett
Dizendo que estava na hora “para os Judeus aprenderem sobre os esforços dos Cristãos para honrarem o Judaísmo”, mais que 170 líderes judaicos de todos os ramos do Judaísmo assinaram uma declaração delineando oito pontos de fundo comum e assunto partilhado entre cristãos e judeus. A declaração, intitulada de Dabru Emet (“falam verdade”), editado em 7 de setembro e 2000, refere-se a “uma mudança sem precedentes nas relações entre judeus e cristãos” desde o Holocausto, requerendo uma “cuidadosa resposta judaica” a recentes mudanças nos ensinamentos cristãos sobre o Judaísmo. Afirma partilhadas raízes de ambas as fés, enquanto também reconhece “irreconciliáveis diferenças”.
No parágrafo mais controverso, Dabru Emet considera o papel de cristãos no Holocausto. Embora notando a longa história de antijudaísmo cristão e violência contra judeus, bem como o ativo envolvimento e cumplicidade passiva de cristãos nos crimes nazistas, a declaração, não obstante, diz que o “Nazismo não era um fenômeno cristão” ou muito menos “um resultado inevitável da Cristandade”. Tivesse o Nazismo continuado, “teria virado a sua fúria assassina mais diretamente contra os cristãos”. Os autores notam com gratidão os cristãos que salvaram judeus e aqueles cristãos de hoje que “rejeitam o ensino de desdém”, concluindo: “Não os acusamos pelos pecados cometidos pelos seus antepassados.”
Dabru Emet rapidamente evocou tanto apaixonado apoio como veemente oposição, particularmente a respeito das suas observações sobre o Holocausto. Um dos autores do documento, o Rábi Michael Signer, professor na Notre Dame, disse que recebeu numerosas mensagens dizendo que essa é uma mensagem muito positiva e esperançosa. De outro lado, diz Signer, muitos “pensam que traímos a história judaica e que fomos longe demais. Pensam que temos ‘deixado os cristãos fora do gancho’. Essa gente está convencida que qualquer movimento à reconciliação com aqueles cristãos que têm repensado a sua teologia de Judaísmo é tolo. Permanecem convencidos que a maioria dos cristãos não abjurou o seu triunfalismo, apontando ao apontado proselitismo dos Southern Baptists e dos Jews for Jesus”.
Na comunidade cristã, é novo e inquietante para alguns aprenderem que muitos judeus vêem o Nazismo um como resultado lógico da cultura cristã européia; outros expressam preocupação que os cristãos possam sentir-se completamente exonerados pela declaração judaica.
Em algumas discussões na Internet, cristãos interpretaram o parágrafo sobre o Holocausto uma como declaração de perdão. Entretanto, diz Signer, “não usaria o termo perdão, mas sim reconciliação. Para reconciliar, os cristãos têm de dar-se conta daquilo que fizeram de mal e das atitudes que tinham e que eram nocivas aos judeus. Evolvendo-se nessas discussões, encontrarão o seu caminho a um mais profundo entendimento da sua própria fé. Só Deus pode perdoar pecados do passado. Os judeus precisam de mais tempo para ver se a teshuváh cristã é real.
O padre John Pawlikowski, um líder de muito tempo no diálogo católico-judaico e presidente do Church Relations Committee no Holocaust Memorial Museum, nota a dificuldade de transmitir a complexa verdade sobre a Cristandade e o Holocausto numa breve declaração. As pessoas tendem a agarrar-se a sentenças primárias. Embora concorde em que não há absolutamente nenhuma linha direta entre o anti-semitismo cristão e o Holocausto, é verdade também que, mesmo assim, os ideólogos nazistas usavam grande parte do anti-semitismo cristão para promover os seus valores, e enquanto isso tender a escapar na parte subsequente do parágrafo, este está perdendo um pouco.”
Enquanto o parágrafo sobre o Holocausto evoca as mais emocionais respostas, outros pontos provocaram críticas. A declaração de Dabru Emet de que judeus e cristãos veneram o mesmo Deus, é problemático para muitos judeus, diz Christopher Leighton, diretor do Institute for Christian and Jewish Studies (ICJS). Leighton nota que as doutrinas da Trindade e incarnação “batem em um número de judeus como teológico manipanso (theological mumbo-jumbo) que compromete a integridade de monoteísmo”.
Por sua vez, alguns cristãos estão chocados pela reflexão sobre sua própria tradição que encontram no documento. “A idéia que judeus vêem os cristãos como idólatras vem uma como descoberta bruta”, Leighton observa. “Mas convida os cristãos para examinarem a fundo o que as suas reivindicações realmente significam. Muitos cristãos pararem de pensar teologicamente... A tarefa de reexaminar doutrinas centrais como a Trindade e a incarnação à luz de questões judaicas, poderiam ajudar os cristãos a recuperar a linguagem da sua própria tradição, e ao mesmo tempo alertar-nos à nossa susceptibilidade para algumas familiares e duradouras idolatrias.”
O aspeto mais notável de Dabru Emet, então, é que anima essa reflexão teológica dentro de cada uma das tradições em nome do diálogo entre elas. Pawlikowski expressou a esperança de que “será o começo duma nova fase de séria reflexão teológica e religiosa entre cristãos e judeus”. Em um sentido, Dabru Emet é mão estendida, fez tudo o mais movendo pela penosa história que o precede. Historicamente, o relacionamento judaico-cristão tem sido o de adversários, e muitos judeus e cristãos (talvez a maioria e ambos) realmente não sabem muito sobre a tradição do outro.
Signers espera que a declaração vá ajudar os judeus “para pensarem sobre si mesmos e o seu mundo em termos religiosos... Como parte dessa reflexão, esperamos que vão reconhecer que outras comunidades religiosas - nomeadamente a comunidade cristã - passou também por um período de reflexão e mudança”. Espera que os cristãos, por sua vez, vão “engajar-se em discussões com judeus. Esperamos que façam isso sem qualquer outro alvo do que auto-entendimento e entendimento do outro... Desejamos que os cristãos entendam o Judaísmo uma como aliança independente e contínua que tem vivido lado a lado e se cruzado com os cristãos na história pós-incarnação.”
Seja qual for o seu legado, Dabru Emet mostra que um foro institucional pode possibilitar algo muito não-institucional para acontecer. A declaração foi produzida por cerca de 30 cientistas judaicos que começaram a encontrar-se há seis anos sob os auspícios do ICJS. A meta original, de acordo com Leighton, era “examinar a formação da identidade judaica e os modelos de acomodação e resistência à cultura cristã”. O projeto começou com papeis acadêmicos, mas o formato mudou como os cientistas perceberam que estavam enfrentando assuntos que os tocavam pessoalmente como judeus e cidadãos.
Para Leighton, o projeto demonstrou as possibilidades criativas de conflito. “Não penso que alguém desses cientistas pensou que pudessem reivindicar definitivamente a verdade do Judaísmo em toda a sua complexidade, mas havia convicção de que penetração ou sabedoria não emergem senão do conflito sobre interpretações divergentes. Nós cristãos precisamos aprender argumentar apaixonadamente sem entregar-se um ao outro. Minha experiência presbiteriana tem sido que as pessoas com demasiada freqüência se esquivam, quando houver sérias diferenças de opinião. Os membros daquele grupo tomaram a sua diversidade um como grande dom, um como tesouro. Havia senso de que a conversa seria empobrecida se qualquer um não estivesse aí.”
Christian Century, September 27 - October 4, 2000.
Tradução: Pedro von Werden SJ
Texto inglês: Provocative Reconciliation: Reflections on the New Jewish Statement on Christianity
Por Victoria Barnett
Dizendo que estava na hora “para os Judeus aprenderem sobre os esforços dos Cristãos para honrarem o Judaísmo”, mais que 170 líderes judaicos de todos os ramos do Judaísmo assinaram uma declaração delineando oito pontos de fundo comum e assunto partilhado entre cristãos e judeus. A declaração, intitulada de Dabru Emet (“falam verdade”), editado em 7 de setembro e 2000, refere-se a “uma mudança sem precedentes nas relações entre judeus e cristãos” desde o Holocausto, requerendo uma “cuidadosa resposta judaica” a recentes mudanças nos ensinamentos cristãos sobre o Judaísmo. Afirma partilhadas raízes de ambas as fés, enquanto também reconhece “irreconciliáveis diferenças”.
No parágrafo mais controverso, Dabru Emet considera o papel de cristãos no Holocausto. Embora notando a longa história de antijudaísmo cristão e violência contra judeus, bem como o ativo envolvimento e cumplicidade passiva de cristãos nos crimes nazistas, a declaração, não obstante, diz que o “Nazismo não era um fenômeno cristão” ou muito menos “um resultado inevitável da Cristandade”. Tivesse o Nazismo continuado, “teria virado a sua fúria assassina mais diretamente contra os cristãos”. Os autores notam com gratidão os cristãos que salvaram judeus e aqueles cristãos de hoje que “rejeitam o ensino de desdém”, concluindo: “Não os acusamos pelos pecados cometidos pelos seus antepassados.”
Dabru Emet rapidamente evocou tanto apaixonado apoio como veemente oposição, particularmente a respeito das suas observações sobre o Holocausto. Um dos autores do documento, o Rábi Michael Signer, professor na Notre Dame, disse que recebeu numerosas mensagens dizendo que essa é uma mensagem muito positiva e esperançosa. De outro lado, diz Signer, muitos “pensam que traímos a história judaica e que fomos longe demais. Pensam que temos ‘deixado os cristãos fora do gancho’. Essa gente está convencida que qualquer movimento à reconciliação com aqueles cristãos que têm repensado a sua teologia de Judaísmo é tolo. Permanecem convencidos que a maioria dos cristãos não abjurou o seu triunfalismo, apontando ao apontado proselitismo dos Southern Baptists e dos Jews for Jesus”.
Na comunidade cristã, é novo e inquietante para alguns aprenderem que muitos judeus vêem o Nazismo um como resultado lógico da cultura cristã européia; outros expressam preocupação que os cristãos possam sentir-se completamente exonerados pela declaração judaica.
Em algumas discussões na Internet, cristãos interpretaram o parágrafo sobre o Holocausto uma como declaração de perdão. Entretanto, diz Signer, “não usaria o termo perdão, mas sim reconciliação. Para reconciliar, os cristãos têm de dar-se conta daquilo que fizeram de mal e das atitudes que tinham e que eram nocivas aos judeus. Evolvendo-se nessas discussões, encontrarão o seu caminho a um mais profundo entendimento da sua própria fé. Só Deus pode perdoar pecados do passado. Os judeus precisam de mais tempo para ver se a teshuváh cristã é real.
O padre John Pawlikowski, um líder de muito tempo no diálogo católico-judaico e presidente do Church Relations Committee no Holocaust Memorial Museum, nota a dificuldade de transmitir a complexa verdade sobre a Cristandade e o Holocausto numa breve declaração. As pessoas tendem a agarrar-se a sentenças primárias. Embora concorde em que não há absolutamente nenhuma linha direta entre o anti-semitismo cristão e o Holocausto, é verdade também que, mesmo assim, os ideólogos nazistas usavam grande parte do anti-semitismo cristão para promover os seus valores, e enquanto isso tender a escapar na parte subsequente do parágrafo, este está perdendo um pouco.”
Enquanto o parágrafo sobre o Holocausto evoca as mais emocionais respostas, outros pontos provocaram críticas. A declaração de Dabru Emet de que judeus e cristãos veneram o mesmo Deus, é problemático para muitos judeus, diz Christopher Leighton, diretor do Institute for Christian and Jewish Studies (ICJS). Leighton nota que as doutrinas da Trindade e incarnação “batem em um número de judeus como teológico manipanso (theological mumbo-jumbo) que compromete a integridade de monoteísmo”.
Por sua vez, alguns cristãos estão chocados pela reflexão sobre sua própria tradição que encontram no documento. “A idéia que judeus vêem os cristãos como idólatras vem uma como descoberta bruta”, Leighton observa. “Mas convida os cristãos para examinarem a fundo o que as suas reivindicações realmente significam. Muitos cristãos pararem de pensar teologicamente... A tarefa de reexaminar doutrinas centrais como a Trindade e a incarnação à luz de questões judaicas, poderiam ajudar os cristãos a recuperar a linguagem da sua própria tradição, e ao mesmo tempo alertar-nos à nossa susceptibilidade para algumas familiares e duradouras idolatrias.”
O aspeto mais notável de Dabru Emet, então, é que anima essa reflexão teológica dentro de cada uma das tradições em nome do diálogo entre elas. Pawlikowski expressou a esperança de que “será o começo duma nova fase de séria reflexão teológica e religiosa entre cristãos e judeus”. Em um sentido, Dabru Emet é mão estendida, fez tudo o mais movendo pela penosa história que o precede. Historicamente, o relacionamento judaico-cristão tem sido o de adversários, e muitos judeus e cristãos (talvez a maioria e ambos) realmente não sabem muito sobre a tradição do outro.
Signers espera que a declaração vá ajudar os judeus “para pensarem sobre si mesmos e o seu mundo em termos religiosos... Como parte dessa reflexão, esperamos que vão reconhecer que outras comunidades religiosas - nomeadamente a comunidade cristã - passou também por um período de reflexão e mudança”. Espera que os cristãos, por sua vez, vão “engajar-se em discussões com judeus. Esperamos que façam isso sem qualquer outro alvo do que auto-entendimento e entendimento do outro... Desejamos que os cristãos entendam o Judaísmo uma como aliança independente e contínua que tem vivido lado a lado e se cruzado com os cristãos na história pós-incarnação.”
Seja qual for o seu legado, Dabru Emet mostra que um foro institucional pode possibilitar algo muito não-institucional para acontecer. A declaração foi produzida por cerca de 30 cientistas judaicos que começaram a encontrar-se há seis anos sob os auspícios do ICJS. A meta original, de acordo com Leighton, era “examinar a formação da identidade judaica e os modelos de acomodação e resistência à cultura cristã”. O projeto começou com papeis acadêmicos, mas o formato mudou como os cientistas perceberam que estavam enfrentando assuntos que os tocavam pessoalmente como judeus e cidadãos.
Para Leighton, o projeto demonstrou as possibilidades criativas de conflito. “Não penso que alguém desses cientistas pensou que pudessem reivindicar definitivamente a verdade do Judaísmo em toda a sua complexidade, mas havia convicção de que penetração ou sabedoria não emergem senão do conflito sobre interpretações divergentes. Nós cristãos precisamos aprender argumentar apaixonadamente sem entregar-se um ao outro. Minha experiência presbiteriana tem sido que as pessoas com demasiada freqüência se esquivam, quando houver sérias diferenças de opinião. Os membros daquele grupo tomaram a sua diversidade um como grande dom, um como tesouro. Havia senso de que a conversa seria empobrecida se qualquer um não estivesse aí.”
Christian Century, September 27 - October 4, 2000.
Tradução: Pedro von Werden SJ
Texto inglês: Provocative Reconciliation: Reflections on the New Jewish Statement on Christianity
Postado por
O_Restaurador
às
20:03
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
aproximação,
cristão,
cristinismo,
judaismo,
judeu,
reconciliação
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Os infortúnios de um judeu-americano na Holanda.
"Em 2008, em badalado restaurante holandês, continua proibída a entrada de cães e de judeus"
Marcel Kalmann, um americano de 64 anos, afirma não ter sido atendido num café-restaurante da cidade flamenga de Bruges porque ele estava trajando um solidéu. "Nesta casa, a gente não atende os judeus. Fora daqui", teria disparado um garçom deste célebre estabelecimento, situado na praça central da cidade. Então, o turista, que é professor nos Estados Unidos, se retirou do recinto e caminhou até uma mercearia vizinha, de onde ele tentou entrar em contato com a polícia por telefone, enquanto as pessoas presentes lhe pediam desculpas. Do outro lado da linha, um operador lhe explicou que as patrulhas não se deslocavam por causa de incidentes deste tipo e o convidou a se apresentar pessoalmente na delegacia.
Lá, segundo a versão de Marcel Kalmann, um primeiro policial deu a entender que a sua história era inverossímil. Um segundo, sem dúvida um oficial, lhe explicou, elevando o tom da voz, que a sua queixa deveria obrigatoriamente ser registrada na língua holandesa e que o delito de anti-semitismo não está incluído na legislação belga. Uma simples ata de registro de audição, sem valor, foi tudo o que o queixoso conseguiu obter nesta delegacia.
Desde então, Marcel Kalmann entrou em contato com os diretores da revista judaica "Joods Actueel", editada em Antuérpia. Ele contou a sua história e acrescentou que pretendia dar entrada a uma queixa, tanto contra o patrão do café-restaurante quanto contra os policiais. Ele também está decidido a acionar o comitê "P", que controla os serviços de polícia belgas.
"Comportamentos inadequados"
O gerente do estabelecimento não contesta o fato de que o professor tenha sido expulso. Ele se diz disposto a apresentar um pedido de desculpas, "caso ele desejar", mas garante que este cliente teria tido "um comportamento estranho". Ao que tudo indica, os comerciantes vizinhos do café-restaurante preferem resumir o incidente a uma querela a respeito das tarifas praticadas: os atendentes tomariam liberdades sem qualquer pudor com os preços, cobrando o que eles bem entendem em função da aparência dos fregueses.
Os serviços turísticos da cidade ordenaram a abertura de um inquérito sobre um caso que, segundo o seu diretor, Jean-Pierre Drubbel, seria o primeiro deste tipo a acontecer. O burgomestre (prefeito) democrata-cristão, Patrick Moenaert, reclamou da polícia, fez questão de que ela apresentasse um relatório circunstanciado e exigiu que "tudo seja esclarecido". Ele também apresentou um pedido de desculpas ao cidadão americano, na medida em que ele teria sido vítima de "comportamentos inadequados", que não são condizentes com uma "cidade acolhedora", como Bruges pretende ser reconhecida.
O burgomestre insiste sobre o fato de que em abril de 2007, depois de uma violenta agressão da qual havia sido vítima um francês negro dentro de um café da cidade, ele havia apoiado a organização de um concerto de solidariedade e ordenado o fechamento do estabelecimento.
A comunidade judaica de Flandres reagiu com maior emoção diante da história vivida por Marcel Kalmann. Nascido em Auschwitz três dias antes da liberação deste campo, ele foi escondido por companheiros de cativeiro da sua mãe, e permaneceu na história como o mais jovem detento a ser libertado deste campo da morte.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2008/02/09/ult580u2908.jhtm
Marcel Kalmann, um americano de 64 anos, afirma não ter sido atendido num café-restaurante da cidade flamenga de Bruges porque ele estava trajando um solidéu. "Nesta casa, a gente não atende os judeus. Fora daqui", teria disparado um garçom deste célebre estabelecimento, situado na praça central da cidade. Então, o turista, que é professor nos Estados Unidos, se retirou do recinto e caminhou até uma mercearia vizinha, de onde ele tentou entrar em contato com a polícia por telefone, enquanto as pessoas presentes lhe pediam desculpas. Do outro lado da linha, um operador lhe explicou que as patrulhas não se deslocavam por causa de incidentes deste tipo e o convidou a se apresentar pessoalmente na delegacia.
Lá, segundo a versão de Marcel Kalmann, um primeiro policial deu a entender que a sua história era inverossímil. Um segundo, sem dúvida um oficial, lhe explicou, elevando o tom da voz, que a sua queixa deveria obrigatoriamente ser registrada na língua holandesa e que o delito de anti-semitismo não está incluído na legislação belga. Uma simples ata de registro de audição, sem valor, foi tudo o que o queixoso conseguiu obter nesta delegacia.
Desde então, Marcel Kalmann entrou em contato com os diretores da revista judaica "Joods Actueel", editada em Antuérpia. Ele contou a sua história e acrescentou que pretendia dar entrada a uma queixa, tanto contra o patrão do café-restaurante quanto contra os policiais. Ele também está decidido a acionar o comitê "P", que controla os serviços de polícia belgas.
"Comportamentos inadequados"
O gerente do estabelecimento não contesta o fato de que o professor tenha sido expulso. Ele se diz disposto a apresentar um pedido de desculpas, "caso ele desejar", mas garante que este cliente teria tido "um comportamento estranho". Ao que tudo indica, os comerciantes vizinhos do café-restaurante preferem resumir o incidente a uma querela a respeito das tarifas praticadas: os atendentes tomariam liberdades sem qualquer pudor com os preços, cobrando o que eles bem entendem em função da aparência dos fregueses.
Os serviços turísticos da cidade ordenaram a abertura de um inquérito sobre um caso que, segundo o seu diretor, Jean-Pierre Drubbel, seria o primeiro deste tipo a acontecer. O burgomestre (prefeito) democrata-cristão, Patrick Moenaert, reclamou da polícia, fez questão de que ela apresentasse um relatório circunstanciado e exigiu que "tudo seja esclarecido". Ele também apresentou um pedido de desculpas ao cidadão americano, na medida em que ele teria sido vítima de "comportamentos inadequados", que não são condizentes com uma "cidade acolhedora", como Bruges pretende ser reconhecida.
O burgomestre insiste sobre o fato de que em abril de 2007, depois de uma violenta agressão da qual havia sido vítima um francês negro dentro de um café da cidade, ele havia apoiado a organização de um concerto de solidariedade e ordenado o fechamento do estabelecimento.
A comunidade judaica de Flandres reagiu com maior emoção diante da história vivida por Marcel Kalmann. Nascido em Auschwitz três dias antes da liberação deste campo, ele foi escondido por companheiros de cativeiro da sua mãe, e permaneceu na história como o mais jovem detento a ser libertado deste campo da morte.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/lemonde/2008/02/09/ult580u2908.jhtm
Postado por
O_Restaurador
às
18:35
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Dividindo a terra com os palestinos ou devolvendo-a aos mexicanos?
Justiça politicamente correta de Obama quer violação da integridade territorial de Israel, mas não a violação da integridade territorial dos EUA
por Julio Severo
Barack Obama é o homem da inclusividade, pluralidade e diversidade. O que isso significa? Significa que ele respeita a ideologia politicamente correta acima das tradições, moralidade e do próprio Cristianismo, que é parte inseparável e inegável da fundação dos Estados Unidos.
A ideologia PC ordena que Obama se lembre em seus discursos da participação de muçulmanos na construção dos EUA. Embora essa participação tenha sido insignificante, a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los em plena igualdade.
Os homens que viviam no vício homossexual eram discriminados porque a população antes não tolerava seu comportamento e obscenidades? Com Obama na presidência, a ordem agora é "change" — termo em inglês que significa mudança. A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los também, e Obama se orgulha de colocar em funções elevadas de seu governo homossexuais ativos e ativamente pornográficos.
Agora, finalmente, muçulmanos e homossexuais podem se abraçar e dizer: "Nós somos incluídos pelo que somos e fazemos!"
A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade é hoje um importante produto de exportação "made in USA", amplamente divulgado pela ONU. Obama, que sabe perverter a Bíblia para seus próprios interesses e caprichos, está usando a experiência americana de exportar o Evangelho no passado para exportar agora o "evangelho" da inclusividade, pluralidade e diversidade.
Ele quer ensinar ao mundo, bem ao estilo da nova ordem mundial, que as velhas barreiras e "preconceitos" devem ser quebrados. E essas barreiras não se aplicam apenas aos homossexuais e muçulmanos. Aplicam-se também aos ditadores comunistas.
E aplicam-se também a terras!
Os muçulmanos palestinos reivindicam terras para criar no mundo mais uma nação muçulmana anti-Israel?
Sem problema. Obama descobriu que, na guerra de 1847, os EUA derrotaram o México e o obrigaram a vender e entregar territórios mexicanos, que incluíam o que hoje são Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos". Que tal ele conceder agora esses territórios aos palestinos?
Se ele não pode tratar como sagrada a terra que Deus deu somente aos judeus, então por que ele deveria tratar como propriedade sagrada dos EUA terras que antes eram dos mexicanos?
Afinal, não há nenhuma promessa de Deus na Bíblia de que esses territórios devam ser ou permanecer propriedade exclusiva dos EUA para sempre. Por isso, se a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda quebrar velhas barreiras e "preconceitos", qual o problema de se dar essas terras aos palestinos?
Ops! Por uma questão de ética politicamente correta, Obama não pode fazer isso. O que ele precisa fazer é pedir perdão aos mexicanos e devolver a eles a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados que eram parte do México.
Esse exemplo daria ao mundo a certeza de que Obama é coerente e fiel à sua própria ideologia, fazendo o seu próprio país pagar o preço da sua "change". Esse ato mostraria ao mundo que Obama está disposto a superar qualquer tradição nacionalista para a construção de uma Nova Ordem Mundial.
Sim, ele fará sacrifícios em prol de sua fidelidade à inclusividade, pluralidade e diversidade — contanto que somente Israel e outras nações paguem o preço. Os palestinos querem metade de Israel? Obama está determinado a garantir-lhes seu desejo. Eles querem também Jerusalém como capital de seu ansiado país muçulmano? Obama não hesitará em quebrar a velha tradição de Jerusalém como capital de Israel!
No que depender de Obama, "change" será realidade para a divisão da terra que Deus deu apenas aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. "Change" será, pela vontade imperial de Obama, a única opção dos judeus.
Sua "change" jamais sacrificaria a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos" para os palestinos. De igual forma, Lula, o amigo socialista de Ahmadinejad do Irã, jamais sacrificaria o Amazonas para os palestinos. Mas de bom grado eles sacrificarão a integridade territorial de Israel.
Entretanto, quer gostem ou não, ao imporem a divisão forçada da terra de Israel, Obama e outros líderes americanos estão investindo na divisão e destruição dos EUA. Nenhuma nação e império se impõe sobre a pequena nação de Israel sem ficar ileso. Haverá, cedo ou tarde, "change" para os EUA — uma "change" determinada e decretada por Aquele que derrubou todos os impérios arrogantes que violaram a integridade territorial de Israel.
Violando a integridade territorial de Israel em favor dos palestinos islâmicos, os EUA jamais conseguirão preservar sua própria integridade territorial. O fortalecimento da minoria homossexual e muçulmana no governo de Obama é prova de que o império está caindo.
Em sua longa história, Israel viu caírem vários impérios que queriam a sua divisão territorial. Com Obama, agora é a vez americana de entrar na lista dos impérios caídos.
Fonte: www.juliosevero.com
por Julio Severo
Barack Obama é o homem da inclusividade, pluralidade e diversidade. O que isso significa? Significa que ele respeita a ideologia politicamente correta acima das tradições, moralidade e do próprio Cristianismo, que é parte inseparável e inegável da fundação dos Estados Unidos.
A ideologia PC ordena que Obama se lembre em seus discursos da participação de muçulmanos na construção dos EUA. Embora essa participação tenha sido insignificante, a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los em plena igualdade.
Os homens que viviam no vício homossexual eram discriminados porque a população antes não tolerava seu comportamento e obscenidades? Com Obama na presidência, a ordem agora é "change" — termo em inglês que significa mudança. A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda incluí-los também, e Obama se orgulha de colocar em funções elevadas de seu governo homossexuais ativos e ativamente pornográficos.
Agora, finalmente, muçulmanos e homossexuais podem se abraçar e dizer: "Nós somos incluídos pelo que somos e fazemos!"
A lei da inclusividade, pluralidade e diversidade é hoje um importante produto de exportação "made in USA", amplamente divulgado pela ONU. Obama, que sabe perverter a Bíblia para seus próprios interesses e caprichos, está usando a experiência americana de exportar o Evangelho no passado para exportar agora o "evangelho" da inclusividade, pluralidade e diversidade.
Ele quer ensinar ao mundo, bem ao estilo da nova ordem mundial, que as velhas barreiras e "preconceitos" devem ser quebrados. E essas barreiras não se aplicam apenas aos homossexuais e muçulmanos. Aplicam-se também aos ditadores comunistas.
E aplicam-se também a terras!
Os muçulmanos palestinos reivindicam terras para criar no mundo mais uma nação muçulmana anti-Israel?
Sem problema. Obama descobriu que, na guerra de 1847, os EUA derrotaram o México e o obrigaram a vender e entregar territórios mexicanos, que incluíam o que hoje são Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos". Que tal ele conceder agora esses territórios aos palestinos?
Se ele não pode tratar como sagrada a terra que Deus deu somente aos judeus, então por que ele deveria tratar como propriedade sagrada dos EUA terras que antes eram dos mexicanos?
Afinal, não há nenhuma promessa de Deus na Bíblia de que esses territórios devam ser ou permanecer propriedade exclusiva dos EUA para sempre. Por isso, se a lei da inclusividade, pluralidade e diversidade manda quebrar velhas barreiras e "preconceitos", qual o problema de se dar essas terras aos palestinos?
Ops! Por uma questão de ética politicamente correta, Obama não pode fazer isso. O que ele precisa fazer é pedir perdão aos mexicanos e devolver a eles a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados que eram parte do México.
Esse exemplo daria ao mundo a certeza de que Obama é coerente e fiel à sua própria ideologia, fazendo o seu próprio país pagar o preço da sua "change". Esse ato mostraria ao mundo que Obama está disposto a superar qualquer tradição nacionalista para a construção de uma Nova Ordem Mundial.
Sim, ele fará sacrifícios em prol de sua fidelidade à inclusividade, pluralidade e diversidade — contanto que somente Israel e outras nações paguem o preço. Os palestinos querem metade de Israel? Obama está determinado a garantir-lhes seu desejo. Eles querem também Jerusalém como capital de seu ansiado país muçulmano? Obama não hesitará em quebrar a velha tradição de Jerusalém como capital de Israel!
No que depender de Obama, "change" será realidade para a divisão da terra que Deus deu apenas aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. "Change" será, pela vontade imperial de Obama, a única opção dos judeus.
Sua "change" jamais sacrificaria a Califórnia, Arizona, Nevada, Texas e outros estados "americanos" para os palestinos. De igual forma, Lula, o amigo socialista de Ahmadinejad do Irã, jamais sacrificaria o Amazonas para os palestinos. Mas de bom grado eles sacrificarão a integridade territorial de Israel.
Entretanto, quer gostem ou não, ao imporem a divisão forçada da terra de Israel, Obama e outros líderes americanos estão investindo na divisão e destruição dos EUA. Nenhuma nação e império se impõe sobre a pequena nação de Israel sem ficar ileso. Haverá, cedo ou tarde, "change" para os EUA — uma "change" determinada e decretada por Aquele que derrubou todos os impérios arrogantes que violaram a integridade territorial de Israel.
Violando a integridade territorial de Israel em favor dos palestinos islâmicos, os EUA jamais conseguirão preservar sua própria integridade territorial. O fortalecimento da minoria homossexual e muçulmana no governo de Obama é prova de que o império está caindo.
Em sua longa história, Israel viu caírem vários impérios que queriam a sua divisão territorial. Com Obama, agora é a vez americana de entrar na lista dos impérios caídos.
Fonte: www.juliosevero.com
Postado por
O_Restaurador
às
13:01
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Assinar:
Postagens (Atom)