sexta-feira, 17 de junho de 2011

Como a igreja se paganizou? Conspiração de Inácio de Antioquia!

Aqueles que nos acompanham desde o início, ou que já  se aventuraram a garimpar artigos antigos aqui no blog, já se deparou com um artigo intitulado: "A Origem do Cristianismo: Conspiração de Inácio"...
Aqueles que tem interesse no assunto, não perca este vídeo.
já é sabido por muitos, que a igreja do primeiro século e a atual são igrejas bem distintas, pra quem estuda o assunto, torna-se evidente que uma não mantém mais praticamente o menor vínculo com aquela outra, OK!
Mas aí você se pergunta: E como foi que algo tão gigantesco e trágico aconteceu?
Para estes, esse vídeo virá como uma revelação! E oramos por isso, que cada um que dedicar alguns poucos minutos para assistir este vídeo, seja impactado pelo Senhor, para a nescessidade de restauração já!!!


Se você foi tocado pelo que viu aqui, entre em contato, estamos dispostos a ajuda-lo a compreender melhor estas coisas, e como lidar com isso, daqui em diante.
Shalom!!!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O Doloroso Segredo dos Muçulmanos Convertidos ao Cristianismo (REPOSTADO)

por Ergun Caner

Você nunca leu uma história como esta

Era uma reunião como centenas de outras de que tínhamos participado durante vinte anos. Meu irmão estava envolvido num debate amistoso com um outro árabe cristão, num seminário sobre os melhores métodos de pregar o Evangelho de Cristo aos muçulmanos. Os "pontos de discordância" eram praticamente os mesmos de sempre. De fato, já tínhamos discutido os mesmos assuntos em incontáveis reuniões e de várias maneiras. Tudo estava dentro dos padrões normais, até que um inocente estudante levantou-se para fazer a pergunta fatídica:

Como podemos proclamar fielmente o Evangelho a Israel? Os judeus estão envolvidos numa guerra horrível e pagando um preço tremendo. Como a experiência de ex-muçulmanos os ajuda a falar de Cristo aos judeus?

Meu irmão sorriu consigo mesmo. Embora ele soubesse a resposta, até aquele momento não sabia qual era a posição de seu colega. Seu companheiro de debates nesse fórum era um cristão evangélico muito culto que, como nós, se convertera do islamismo. Ele já havia falado inúmeras vezes a milhares de evangélicos americanos e era considerado um especialista em evangelização do Oriente Médio. O homem se ajeitou na cadeira, quase imperceptivelmente, e arrumou seus papéis, esperando que Emir respondesse a pergunta. Mas meu irmão ficou quieto e deixou que o silêncio pesado forçasse o outro a responder.

Lentamente, sem levantar os olhos, ele disse: "Bem, com relação à evangelização dos judeus, devemos sempre apresentar Jesus como o Messias. Isto é ponto pacífico. Entretanto... no que se refere ao conflito entre palestinos e israelenses... acho que devemos permanecer... neutros".

Bem-vindo ao nosso mundo!

"Abrindo o jogo"

Esta história poderá ser um choque ou uma surpresa para os leitores. Em todo caso, decidi contá-la, e "seja o que Deus quiser". Levei vinte anos para escrever este artigo. Estou prestes a trair meus irmãos segundo a carne. Estou prestes a revelar nosso terrível segredinho.

A maioria dos artigos e livros que escrevi em parceria com meu irmão foram trabalhos acadêmicos ou obras que falavam sobre como entender e alcançar os muçulmanos. Em 2002, quando nosso livro Unveiling Islam (O Islã Sem Véu) tornou-se um best-seller, ficamos sob os holofotes da mídia. Nossos debates, sermões e palestras passaram a ser assistidos por milhares de pessoas. Por duas vezes falamos aos milhares de pastores presentes à reunião anual da Convenção Batista do Sul dos EUA. Aparecemos em incontáveis programas de televisão, entrevistas e programas de rádio transmitidos em todo o país.

Em 2003, O Islã Sem Véu conquistou o Gold Medallion, prêmio concedido anualmente às melhores publicações cristãs dos Estados Unidos. Além disso, nossos livros More Than a Prophet (Mais Que Um Profeta) e Voices Behind the Veil (Vozes Detrás do Véu) – ainda não publicados no Brasil – também foram sucessos de venda e concorreram a vários prêmios. Atualmente, estamos escrevendo nosso maior livro, um manual de referência de um milhão de palavras que será o primeiro comentário cristão abrangendo todos os versos do Corão. Nosso editor vendeu todas as cópias de nosso último livro, Christian Jihad (Jihad Cristã), numa só conferência, em meados de 2004. Isso basta para mostrar quanto gostamos de escrever.

Porém, esses livros foram fáceis de escrever, se comparados com este artigo. O que escrevi aqui é algo extremamente pessoal e pensei e orei a respeito durante semanas.

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Entretanto, por mais difícil que fosse, senti que, finalmente, deveria contar a história. Porém, isso significava que meu irmão e eu, ambos professores em universidades cristãs, seríamos objeto de escárnio. Na verdade, já estamos acostumados com o desprezo dos muçulmanos. Eles vivem atrás de nós e nos ameaçam toda semana por e-mail, por carta ou pessoalmente. Eles protestam quando aparecemos em programas de TV e fazem escândalos nas igrejas onde pregamos.

Mas esse escárnio seria de um tipo completamente diferente. Ele viria de nossos próprios irmãos cristãos. Seríamos desprezados porque revelamos o segredo daqueles que, como nós, são crentes [em Cristo] de origem muçulmana.

Finalmente, decidi "me expor" na revista Israel My Glory. Conhecendo os editores como conheço, eu sabia que eles ficariam ao nosso lado. Pelo menos, Emir e eu não estaríamos sozinhos.

Um ódio residual

Como muçulmanos, fomos ensinados a odiar os judeus. Como cristãos convertidos do islamismo, muitos de nós ainda os odiamos.

Leia de novo essas palavras, com atenção. Deixe seu significado e importância penetrar na sua mente. Com certeza, você já conheceu centenas de pessoas como nós durante sua vida. Os ex-muçulmanos saíram do segundo plano e subiram ao palco central de muitas conferências e reuniões denominacionais [nos EUA]. Embora todos nós sejamos questionados sobre assuntos ligados à apresentação do Evangelho aos muçulmanos, raramente nos perguntam a respeito de Israel, da nação judaica e das alianças entre Deus e Seu povo, narradas nas Escrituras.

Muitos de nós, cujos nomes você conhece e cujos livros já leu, ficam agradecidos porque ninguém os questiona sobre isso. Por quê? Porque muitos ex-muçulmanos que hoje são cristãos ainda sentem desdém, desprezo e ódio pelos judeus. Entre estes, estão muitos que falam em conferências, escrevem livros e pregam nas igrejas. Realmente, este é o nosso segredinho terrível.

Emir e eu chamamos isso de vestígios do islamismo. Quando éramos crianças, aprendemos nas madrassas (escolas religiosas islâmicas) que os judeus bebiam o sangue das crianças palestinas. As mensagens pregadas pelos imãs destilavam ódio aos judeus e à nação judaica. Para nós, eles eram os "porcos" e "cães" que tinham roubado nossa terra e massacrado nosso povo.

Então, quando um muçulmano se converte e abandona o islamismo, convencido de que Isa (Jesus) não era um profeta de Alá, mas sim o próprio Messias, ele se defronta com a mesma ameaça que nos atinge a todos. Muitos de nós fomos repudiados, expulsos de casa, deportados, presos, ou sofremos algo pior. Os que sobrevivem, começam vida nova separados da tradição de seus ancestrais e de sua família. Não resta quase nada de nossa vida antiga – exceto uma tendenciosidade que teima em não ir embora. Nós ainda odiamos os judeus. Tenho que confessar uma coisa: isso também aconteceu com meus irmãos e comigo.

No início da década de oitenta, após nossa conversão, meus irmãos e eu começamos uma nova vida em Jesus Cristo. Em muitos aspectos, a igreja tornou-se nossa família, já que nosso pai nos renegou. Eu estava ávido por conhecer nosso Senhor e a Sua Palavra, e lia a Bíblia apaixonadamente, às vezes durante três ou quatro horas por dia. Eu gastava muitas canetas marcadoras de texto à medida que ia estudando o Antigo Testamento.

Quando cheguei à aliança abraâmica, em Gênesis 12, tropecei. "Antigo Testamento" – resmunguei – "Jesus acabou com isso". Em pouco tempo, comecei a ficar aborrecido com a constante repetição do refrão: Abraão... Isaque... Jacó... José. Eu tinha sido ensinado a acreditar no que Maomé tinha escrito: Abraão... Ismael... Jesus... Maomé.

No Corão está escrito que Ismael, e não Isaque, foi levado para ser sacrificado no Monte. Essa é a doutrina central de nossas celebrações (Eid). Agora, eu estava sendo confrontado com o fato de que, 2200 anos depois de Moisés ter escrito Gênesis 22 e quase 2700 anos depois do evento ter ocorrido, Maomé mudou a história.

Rapidamente, pulei para o Novo Testamento. Eu tinha certeza de que iria descobrir que Jesus, meu Salvador, havia repudiado o Antigo Testamento e que meu preconceito poderia permanecer intocado.

Foi aí que cheguei a Romanos 9-11. "E o prêmio vai para"... os judeus, como a nação sacerdotal de Deus. Eu comecei a fazer perguntas. Comecei a ler livros. Cheguei até a assistir cultos de judeus messiânicos.

Então, lentamente... muito lentamente... comecei a amar os judeus com o mesmo amor que nosso Pai celestial tem por eles. Eles são os escolhidos de Deus – e a terra de Israel lhes pertence.

Levou algum tempo até que isso acontecesse comigo e com meus irmãos, e nós achávamos que todos os ex-muçulmanos passavam pela mesma experiência e chegavam à mesma conclusão que nós. Aparentemente, estávamos errados.

O mito da substituição

Pouco depois que apareci no programa de TV de Zola Levitt pela primeira vez, recebi uma enxurrada de e-mails de muçulmanos furiosos. Eu já esperava por isso. O que eu não esperava era um número tão grande de e-mails indignados vindos de cristãos anglo-saxões. "Meu caro irmão em Cristo" – escreviam eles – "a Igreja substituiu Israel!".

Um dia, depois de uma reunião, um ex-muçulmano, que na época pastoreava uma comunidade cristã egípcia, me chamou num canto e disse: "Você está prejudicando seu testemunho, meu amigo". Sua repreensão não muito amigável continuou: "As alianças de Deus com Israel através de Abraão, Davi e Ezequiel eram condicionais. Ele veio para os Seus, mas eles O rejeitaram. A Igreja agora é o novo Israel".

Depois disso, ele me indicou vários livros evangélicos para provar seu argumento. Comecei a ler esses estudos teológicos e sei que você, caro leitor, tem muitos deles em sua estante. Seus autores são protestantes reformados, escritores evangélicos e até pregadores muito conhecidos no rádio e na televisão. Todos eles diziam a mesma coisa: Israel foi substituído pela Igreja.

Bem, agora, vinte anos depois, permitam-me ser enfático, para que não haja nenhum mal-entendido:

A aliança de Deus com Israel foi incondicional. Israel continua sendo a nação escolhida por Deus.

Embora os judeus sejam, em termos bíblicos, um povo "teimoso" e de "dura cerviz", Deus não os abandonou. Qualquer outro ensino é anti-bíblico, ímpio, racista e anti-semita. Não me importa o quanto esses autores sejam respeitados nem o que isso vai me custar, em termos de amizades. Eu não posso abandonar o povo de Deus nem mudar o plano divino. Romanos 9 a 11 ainda fazem parte da Bíblia.

O mito da Palestina

Atualmente, os conflitos sobre a posse de Jerusalém estão todos os dias no noticiário. Diariamente, vemos bombas e balas voando para todos os lados, enquanto ressoa uma luta que já dura cinqüenta anos. E eu pergunto: "Onde está a voz dos cristãos?" Infelizmente, muitos estão emudecidos pelo resíduo do ódio a Israel que trazem em seu coração.

Já perdi a conta de quantas vezes Emir e eu pedimos que outros ex-muçulmanos nos mostrassem onde fica a "Palestina" no mapa. Perguntamos também quando foi que os palestinos tiveram um governo estabelecido, uma capital, uma embaixada?

É claro que a resposta é "nunca". O conceito de um país chamado "Palestina" só surgiu depois que Israel se tornou uma nação. Trata-se de um país inteiramente hipotético, baseado não numa origem étnica comum, mas sim num ódio comum a Israel. Conforme ilustrei no início deste artigo, nossos colegas árabes e persas têm encontrado companheiros entre os teólogos ocidentais que adotaram todo um esquema teológico e escatológico baseado nesse ódio comum. Meu irmão e eu estamos agora na irônica posição de sermos ex-muçulmanos e turcos persas defendendo Israel contra cristãos anglo-saxões e europeus de raça branca. Que mundo estranho!

Concordo com o ex-primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu: "Jerusalém é a eterna e indivisível Cidade de Deus". Esperamos, um dia, encontrá-lo e dizer-lhe isso.

O mito de Alá

Outro componente estranho dessa questão é o uso da palavra "Alá". Recentemente, ouvimos um missionário evangélico falar sobre o movimento "Alá-leuia", em que os missionários estão usando a palavra árabe "Alá" para proclamar o Evangelho. Alguns chegam ao cúmulo de entrar nas mesquitas e ficar na posição de oração (rakat), mas orando a Jesus em pensamento. Alá, concluem eles, é só o nome árabe de Deus. Adonai e Alá seriam o mesmo Deus.

Mesmo correndo o risco de ofender mais alguns leitores, quero deixar uma coisa registrada: Alá não é o nome árabe de "Deus". Alá é um ídolo.

Em todos os debates de que participamos em universidades e entre colegas, meu irmão e eu nunca encontramos um muçulmano que acredite que o Alá do Corão e o Deus da Bíblia sejam o mesmo Deus. Nunca. Se o monoteísmo é o único critério para distinguir a verdade neste caso, então deixe-me dizer uma coisa: se Alá é o mesmo deus que o Deus vivo, então Elias deve desculpas aos profetas de Baal (que também eram monoteístas).

Então, por que usar essa palavra? Perguntei a um árabe cristão por que ele continuava usando o termo "Alá" quando orava, e ele me respondeu baixinho: "Eu não consigo me convencer a usar os nomes hebraicos, sabe?"

Sim. Eu sei. Infelizmente, eu sei.

Estou ciente das implicações deste artigo. Eu as aceito. Numa única crítica dura, de poucas páginas, ataquei a teologia da substituição, a escatologia puritana, os teólogos modernos e denominações inteiras. Entretanto, meus vinte anos de silêncio acabaram. Nosso segredinho terrível foi revelado.

Emir e eu continuaremos do lado de Israel no conflito contra nossos parentes segundo a carne. Continuaremos contestando a teologia da substituição sempre que necessário.

Também continuaremos a defender Israel como nação escolhida por Deus, porque Ele nos manda fazer isso no Antigo e no Novo Testamento. Os judeus precisam aceitar Jesus como o Messias, isto é certo. Mas eles também precisam que a comunidade cristã – a Igreja – fique ao lado deles num mundo que quer a sua destruição. Isso começa agora. (Israel My Glory - Ergun Caner - http://www.beth-shalom.com.br)


O Dr. Ergun Mehmet Caner é professor de Teologia e História da Igreja na Liberty University, em Lynchburg, Virginia (EUA). O livro O islã sem véu, escrito em co-autoria com seu irmão, Dr. Emir Fethi Caner, pode ser pedido em nossa livraria virtual.

sábado, 7 de maio de 2011

ELES MATARAM O BIN LADEN

Confesso que demorei a dar crédito a esta notícia, e pelo histórico de mortes de Bin Laden (lembrem que já anunciaram sua morte antes), ainda fica algo soando estranho nesta história toda, mesmo com a confirmação da morte pelo grupo terrorista Al Qaeda.
Só o tempo nos dirá a verdade!!!

AÇÃO CONTRA BIN LADEN FOI CONDUZIDA PELA SEAL
A tropa de elite responsável pela localização e execução de Osama bin Laden é uma das mais bem preparadas em todo o mundo. Ligada à Marinha dos Estados Unidos da América, a SEAL é composta dos mais capacitados militares das três forças do exército yankee.
Militares da SEAL, a Tropa de Elite americana que executou Osama bin Laden.

Formada por voluntários, recebe anualmente dezenas de pedidos de adesão por parte dos melhores militares em ação. Mesmo vindo de uma altíssima preparação, apenas 40% dos candidatos são aprovados.
Embora pertença oficialmente à Marinha, seu raio de ação vai além, como pode ser visto no caso da execução de bin Laden, pois o ataque aconteceu numa região longínqua, sem mar. O fato se justifica, pois o grupo está apto a atuar em qualquer terreno, aliás o nome SEAL é na verdade um acrônimo das primeiras letras das palavras inglesas para Mar (Sea), Ar (Air) e Terra (Land).
Os integrantes da SEAL são homens treinados para ações secretas de caráter excepcional, levando em consideração as dificuldades e perigos. Estão sempre preparados para agir a qualquer hora e sob quaisquer circunstâncias.
A SEAL foi criada nos anos 60, durante o Governo do Presidente John Kennedy e já teve ações decisivas em Cuba, no Vietnã, Granada, Somália, Afeganistão, Iraque, Irã e agora no Paquistão.
O maior fracasso deste grupo se deu quando tentaram libertar os prisioneiros seqüestrados na Embaixada dos Estados Unidos em Teerã, nos anos 70. Já uma das ações mais bem sucedidas foi a prisão dos seqüestradores do navio Achille Lauro, na década de 80.
No dia 7 de outubro de 1985, quatro terroristas da Frente de Libertação da Palestina seqüestraram o navio italiano Achille Lauro na rota de Alexandria para Port Said. Para liberar os passageiros, os terroristas exigiam a libertação de 50 palestinos presos por atividades terroristas.
Como não tiveram suas exigências atendidas, os seqüestradores perpetraram uma execução-espetáculo, atirando na testa de um judeu que estava a bordo. Leon Klinghoffer tinha 63 anos, era deficiente físico e se locomovia em cadeira de rodas. Os terroristas forçaram o barbeiro do navio e um garçom a levar o corpo de Leon para diante das câmeras e o atiraram nas águas. O “espetáculo” foi captado pelas lentes e câmeras de centenas de jornalistas que cobriam o seqüestro.
Graças à intervenção dos membros da SEAL, e sob a autorização do Presidente Ronald Reagan, as forças especiais italianas conseguiram prender os seqüestradores.
A intervenção da SEAL no caso Achille Lauro mostra o caráter discreto deste grupo de elite, uma vez que até hoje pouco se falou no papel que eles desempenharam no episódio. Não se sabe até onde eles foram, mas sabe-se com certeza de que eles estiveram lá.
Recentemente a SEAL também protagonizou outra difícil ação quando resgatou das mãos de piratas somalis o capitão estadunidense Richard Phillips.

Na insígnia da SEAL se pode ver uma águia, uma âncora e um tridente, símbolos que refletem as áreas onde este grupo está preparado para agir. Ou seja: Em qualquer lugar.

A execução de Osama bin Laden não é apenas a ação mais importante da história da SEAL como também a prova de que o simbolismo da sua insígnia é para valer! A Al Qaeda que o diga.

Notícia tirada do blog amigo: Notícias de Sião

terça-feira, 3 de maio de 2011

YOM HASHOAH

UMA VEZ MAIS, ISRAEL PAROU.

Yom HaShoá (יום השואה), ou “Dia da Lembrança do Holocausto”, ocorre no dia 27 de Nissan no calendário hebraico. Este dia é lembrado anualmente como dia de recordação das vítimas do Holocausto, sendo feriado nacional em Israel.
Originalmente, a data proposta para esta comemoração foi o dia 15 de Nissan, aniversário da revolta do gueto de Varsóvia (19 de Abril de 1943), mas esta proposta foi rejeitada devido ao fato de coincidir com o primeiro dia de Pessach. O dia 27 foi escolhido por ser oito dias antes da comemoração de Yom Ha’atzma’ut, ou Dia da Independência de Israel. O Yom HaShoá foi estabelecido em 1959 como lei em Israel e aprovado por David Ben-Gurion e Yitzhak Ben-Zvi.
Às 10:00 horas do Yom HaShoá, as sirenes aéreas soam por dois minutos. Os veículos de transporte públicos param por este período e as pessoas permanecem em silêncio. Durante o Yom HaShoá, estabelecimentos públicos são fechados, a televisão e rádio transmitem canções e documentários sobre o Holocausto e todas as bandeiras são hasteadas à meio-mastro.
Fonte: Wikipedia
UM REGISTRO PESSOAL
Filmei o tradicional Toque da Sirene numa esquina da cidade de Kfar Saba, na região do Sharon. Cheguei ao cruzamento das avenidas Weizmann com Herzl alguns minutos antes das 10 horas. Escolhi o local propositalmente. Theodor Herzl foi o mentor do moderno Estado de Israel e é considerado um dos pais do Sionismo. Já Chaim Weizmann foi o primeiro presidente do moderno Estado de Israel. Para um Sionista convicto como eu, não podia haver escolha melhor para registrar a homenagem.
No vídeo abaixo vocês poderão acompanhar o momento exato do toque da sirene. Sem cortes, interrupções ou edições. Observem que num determinado momento, por volta dos 00:49 segundos, uma senhora árabe caminha tranqüilamente, sem respeitar este momento de reverência do povo judeu. Minha filha permaneceu imóvel, mas notou a atitude da árabe. Tão logo terminou a homenagem, ela comentou indignada: “Papai, uma mulher não respeitou a lei. Ela atravessou a rua!”
Na verdade, não há uma lei, trata-se de uma manifestação espontânea. Aliás, uma das mais belas e emocionantes que se pode presenciar na Terra Santa.


terça-feira, 19 de abril de 2011

“Messias é Deus” no Judaísmo Hassídico


Semana passada anúncios foram colocados nos dois jornais mais vendidos em Israel (Maariv e Yedioth) por Meir barnes, da seita “meshichist” dentro do movimento Chabad-Lubavitch de Brooklyn, Nova Iorque. O chefe rabi deles, Menachem Schneerson, morreu em 1994. Após sua morte, o movimento se dividiu em dois; o grupo mais moderado crê que Schneerson pode ser o messias, pois seus ensinamentos influenciam o mundo; o grupo mais radical (meshichist ou “messiânico”) crê que ele é definitivamente o messias e que ele ressuscitou espiritualmente dos mortos.

Este novo anúncio contém a proclamação chocante de que o rabi Schneerson é Deus; que ele é “O Santo, o Rei dos Reis, a essência Daquele que é Abençoado, a Luz Eterna.” O anúncio até mesmo declarou que “Deus se vestiu no corpo do Messias.” O anúncio também cita escrituras místicas de que Moisés era “meio Deus e meio homem,” mas que o rabi Schneerson é “totalmente Deus.” O anúncio mostra uma foto do Schneerson com uma citação de Isaías 25:9 “Eis que este é o nosso Deus.”

Depois destes anúncios veio um anúncio contrário do rabi Menachem Brod do Chabbad desqualificando Meir Barnes como mentalmente doente.

O conceito que o Messias pode ser Deus existe no movimento Breslav Hasidic, que são os seguidores do rabi Nachman de Breslav (1772-1810). Eles referem a ele como, “o messias sendo um com Deus que era antes da criação, aquele que é perfeito e digno de sentar no Trono, o Homem exaltado de acordo com a verdade. O rabi Nachman criou o mundo porque ele está no mesmo nível Do Abençoado.”

Alguns seguidores Breslav rapidamente explicam que as citações concernentes ao rabi Nachman não podem ser entendidas de uma maneira simples. Eles não negam que o rabi Nachman disse estas coisas em relação a ele mesmo, mas eles não estão de acordo quanto à interpretação.

Como resultado desses anúncios há agora uma luta entre a seita Meshichist e a Chabbad e os seguidores do rabi Breslav. Cada um está tentando desqualificar a seita do outro rabi. Estas lutas representam um romper histórico no desenvolvimento do pensamento da religião Judaica: que o Messias é real, que ele tem qualidades divinas, e que ele pode até mesmo ser considerado Deus.

Uma das maiores dificuldades que nós temos enfrentado nos últimos anos ao compartilhar o evangelho é o fato que o nosso povo se recusa a aceitar e divindade do Messias. O simples conceito de um Messias divino é visto como “não-Judeu.” Nestes últimos dias, enquanto os ultra-Ortodoxos Judeus buscam ferventemente a vinda do Messias, alguns estão descobrindo estas verdades bíblicas antigas sobre o Messias. Vamos orar para que eles sejam libertos de uma fé em falsos e “mortos” Messias, e que eles venham a crer no verdadeiro e “vivo” Messias, Yeshua, que ressuscitou dos mortos, o filho de Davi e do filho de Deus.

Se Judeus Hassídicos podem declarar que o seu falso messias seja Deus, não há nenhuma razão para nós hesitarmos em declarar que Yeshua é Deus (João 1:1, João 14:9, João 20:28, Romanos 9:5, Filipenses 2:6, Colossenses 1:15-17, Colossenses 2:9, I Timóteo 3:16, Hebreus 1:3,9, I João 5:20, Apocalipse 1:8).

A questão da divindade do Messias tem sido levantada de uma maneira diária de novo no mundo religioso dos Judeus e até na moderna mídia Israelita. Este fenômeno também aponta a outra verdade bíblica: no fim dos dias muitos falsos messias e falsos profetas vão se levantar (Mateus 24:24-26).

Revive Israel

terça-feira, 29 de março de 2011

Talvez Binyamin Netanyahu pensou que o massacre de três pequenas crianças faria com que alguém repensasse sobre seu ódio a Israel

Os assassinos da família Fogel ainda não foram presos. Ore por orientação para que a polícia Israelita os encontre. Aqui estão partes de um editorial por Caroline Glick, do Jerusalém Post:
Ruth Fogel estava no banheiro quando o terrorista Palestino atacou seu marido Udi e sua filha Hadas de três meses de idade, cortando a garganta deles enquanto eles estavam deitados na cama na Sexta a noite em sua casa em Itamar. Os terroristas esfaquearam a Ruth até a morte quando ela saiu do banheiro. Depois eles foram até as outras crianças, chegando ao quarto onde Yoah (11) e Elad (4) estavam dormindo. Eles os esfaquearam no coração e cortaram suas gargantas.
Os assassinos não viram um outro quarto onde os outros filhos dos Fogel, Ro’i (8) e Yishai (2) estavam dormindo. Os meninos foram encontrados pela irmã mais velha, Tamar (12), quando ela voltou da casa de uma amiga.
Em um momento raro, o Gabinete do Primeiro Ministro liberou fotos dos corpos cheio de sangue da família Fogel. Talvez Binyamin Netanyahu pensou que o massacre de três pequenas crianças faria com que alguém repensasse sobre seu ódio a Israel. Este foi o tema quando ele falou a nação no Sábado a noite.
Netanyahu falou aos líderes mundiais que se apressam em condenar Israel no Conselho de Segurança da ONU. Ele demandou que eles condenem o assassinato de crianças Judaicas com o mesmo entusiasmo e pressa.
Ele nem devia ter se incomodado.
O governo liberou as fotos no Sábado a noite. O site “My Israel (Meu Israel)” postou um curto vídeo das fotografias no YouTube. Em duas horas o YouTube tirou o vídeo.
Propagandas anti-Judeus está por todo lugar e é  tão assassina que o massacre dos bebês dos Fogel foi visto como um ato de heroísmo. O assassinato da família Fogel foi recebida com júbilo nas ruas de Gaza, enquanto os membros do Hamas destribuiam doces. 
reviveisrael.org
Clamemos para que os responsáveis sejam encontratos e presos.    Dura coisa é cair nas Mãos do Deus Vivo.

Fiel até a Morte

Por Asher Intrater
Após o Jejum de Ester, nós tivemos uma celebração maravilhosa da Festa de Ester – com canções, danças, “bolachas-hamã” e um peça para as crianças. Nosso filho Ami, que está alistando esta semana no exército Israelita, deu a palavra. Haviam vários convidados Israelitas ainda não crentes na reunião. Um deles orou conosco fazendo o compromisso de dar sua vida para seguir Yeshua (Jesus), e outro para ser curado.
As figuras de Mordecai e Ester no livro de Ester são marcantes. Eles eram bastante diferentes em personalidades. Mordecai era um homem de obediência total. Ele recusou se dobrar diante de Hamã [como Yeshua recusou se dobrar diante de Satanás (Lucas 4:7-8)]. Sua posição de fé o colocou em oposição ao império mundial, mas ele não exitou. Ele foi fiel mesmo se isso significasse sua morte.
Ester era uma mulher que tinha confiança total na graça e no favor de Deus. Quatro vezes ela se apresentou ao Rei Assuero dizendo “Se encontrei graça ao seus olhos.” Ainda assim sua dedicação ao Rei dos Reis também a levou a uma posição onde ele teria que ser fiel até a morte (Ester 4:14-16).
Yeshua desafiou a congregação em Esmirna a “Ser fiel até a morte” – Apocalipse 2:10. Nós somos chamados a ser fiéis até a morte, tendo uma personalidade de Ester como uma noiva em adoração ou uma personalidade de Mordecai de justiça profética. Nós temos uma aliança com Yeshua. Ele foi fiel na sua aliança conosco até a morte na cruz. Ser fiel a relacionamentos de aliança tem um alto preço. Nós temos que ser fiéis a aliança também – fiéis a Yeshua até a morte e aos nossos irmãos e irmãs em Cristo.

Clamemos por nós mesmos para que permaneçamos fiéis e Puros até diante da ameça de morte.
reviveisrael.org