sábado, 7 de maio de 2011

ELES MATARAM O BIN LADEN

Confesso que demorei a dar crédito a esta notícia, e pelo histórico de mortes de Bin Laden (lembrem que já anunciaram sua morte antes), ainda fica algo soando estranho nesta história toda, mesmo com a confirmação da morte pelo grupo terrorista Al Qaeda.
Só o tempo nos dirá a verdade!!!

AÇÃO CONTRA BIN LADEN FOI CONDUZIDA PELA SEAL
A tropa de elite responsável pela localização e execução de Osama bin Laden é uma das mais bem preparadas em todo o mundo. Ligada à Marinha dos Estados Unidos da América, a SEAL é composta dos mais capacitados militares das três forças do exército yankee.
Militares da SEAL, a Tropa de Elite americana que executou Osama bin Laden.

Formada por voluntários, recebe anualmente dezenas de pedidos de adesão por parte dos melhores militares em ação. Mesmo vindo de uma altíssima preparação, apenas 40% dos candidatos são aprovados.
Embora pertença oficialmente à Marinha, seu raio de ação vai além, como pode ser visto no caso da execução de bin Laden, pois o ataque aconteceu numa região longínqua, sem mar. O fato se justifica, pois o grupo está apto a atuar em qualquer terreno, aliás o nome SEAL é na verdade um acrônimo das primeiras letras das palavras inglesas para Mar (Sea), Ar (Air) e Terra (Land).
Os integrantes da SEAL são homens treinados para ações secretas de caráter excepcional, levando em consideração as dificuldades e perigos. Estão sempre preparados para agir a qualquer hora e sob quaisquer circunstâncias.
A SEAL foi criada nos anos 60, durante o Governo do Presidente John Kennedy e já teve ações decisivas em Cuba, no Vietnã, Granada, Somália, Afeganistão, Iraque, Irã e agora no Paquistão.
O maior fracasso deste grupo se deu quando tentaram libertar os prisioneiros seqüestrados na Embaixada dos Estados Unidos em Teerã, nos anos 70. Já uma das ações mais bem sucedidas foi a prisão dos seqüestradores do navio Achille Lauro, na década de 80.
No dia 7 de outubro de 1985, quatro terroristas da Frente de Libertação da Palestina seqüestraram o navio italiano Achille Lauro na rota de Alexandria para Port Said. Para liberar os passageiros, os terroristas exigiam a libertação de 50 palestinos presos por atividades terroristas.
Como não tiveram suas exigências atendidas, os seqüestradores perpetraram uma execução-espetáculo, atirando na testa de um judeu que estava a bordo. Leon Klinghoffer tinha 63 anos, era deficiente físico e se locomovia em cadeira de rodas. Os terroristas forçaram o barbeiro do navio e um garçom a levar o corpo de Leon para diante das câmeras e o atiraram nas águas. O “espetáculo” foi captado pelas lentes e câmeras de centenas de jornalistas que cobriam o seqüestro.
Graças à intervenção dos membros da SEAL, e sob a autorização do Presidente Ronald Reagan, as forças especiais italianas conseguiram prender os seqüestradores.
A intervenção da SEAL no caso Achille Lauro mostra o caráter discreto deste grupo de elite, uma vez que até hoje pouco se falou no papel que eles desempenharam no episódio. Não se sabe até onde eles foram, mas sabe-se com certeza de que eles estiveram lá.
Recentemente a SEAL também protagonizou outra difícil ação quando resgatou das mãos de piratas somalis o capitão estadunidense Richard Phillips.

Na insígnia da SEAL se pode ver uma águia, uma âncora e um tridente, símbolos que refletem as áreas onde este grupo está preparado para agir. Ou seja: Em qualquer lugar.

A execução de Osama bin Laden não é apenas a ação mais importante da história da SEAL como também a prova de que o simbolismo da sua insígnia é para valer! A Al Qaeda que o diga.

Notícia tirada do blog amigo: Notícias de Sião

terça-feira, 3 de maio de 2011

YOM HASHOAH

UMA VEZ MAIS, ISRAEL PAROU.

Yom HaShoá (יום השואה), ou “Dia da Lembrança do Holocausto”, ocorre no dia 27 de Nissan no calendário hebraico. Este dia é lembrado anualmente como dia de recordação das vítimas do Holocausto, sendo feriado nacional em Israel.
Originalmente, a data proposta para esta comemoração foi o dia 15 de Nissan, aniversário da revolta do gueto de Varsóvia (19 de Abril de 1943), mas esta proposta foi rejeitada devido ao fato de coincidir com o primeiro dia de Pessach. O dia 27 foi escolhido por ser oito dias antes da comemoração de Yom Ha’atzma’ut, ou Dia da Independência de Israel. O Yom HaShoá foi estabelecido em 1959 como lei em Israel e aprovado por David Ben-Gurion e Yitzhak Ben-Zvi.
Às 10:00 horas do Yom HaShoá, as sirenes aéreas soam por dois minutos. Os veículos de transporte públicos param por este período e as pessoas permanecem em silêncio. Durante o Yom HaShoá, estabelecimentos públicos são fechados, a televisão e rádio transmitem canções e documentários sobre o Holocausto e todas as bandeiras são hasteadas à meio-mastro.
Fonte: Wikipedia
UM REGISTRO PESSOAL
Filmei o tradicional Toque da Sirene numa esquina da cidade de Kfar Saba, na região do Sharon. Cheguei ao cruzamento das avenidas Weizmann com Herzl alguns minutos antes das 10 horas. Escolhi o local propositalmente. Theodor Herzl foi o mentor do moderno Estado de Israel e é considerado um dos pais do Sionismo. Já Chaim Weizmann foi o primeiro presidente do moderno Estado de Israel. Para um Sionista convicto como eu, não podia haver escolha melhor para registrar a homenagem.
No vídeo abaixo vocês poderão acompanhar o momento exato do toque da sirene. Sem cortes, interrupções ou edições. Observem que num determinado momento, por volta dos 00:49 segundos, uma senhora árabe caminha tranqüilamente, sem respeitar este momento de reverência do povo judeu. Minha filha permaneceu imóvel, mas notou a atitude da árabe. Tão logo terminou a homenagem, ela comentou indignada: “Papai, uma mulher não respeitou a lei. Ela atravessou a rua!”
Na verdade, não há uma lei, trata-se de uma manifestação espontânea. Aliás, uma das mais belas e emocionantes que se pode presenciar na Terra Santa.


terça-feira, 19 de abril de 2011

“Messias é Deus” no Judaísmo Hassídico


Semana passada anúncios foram colocados nos dois jornais mais vendidos em Israel (Maariv e Yedioth) por Meir barnes, da seita “meshichist” dentro do movimento Chabad-Lubavitch de Brooklyn, Nova Iorque. O chefe rabi deles, Menachem Schneerson, morreu em 1994. Após sua morte, o movimento se dividiu em dois; o grupo mais moderado crê que Schneerson pode ser o messias, pois seus ensinamentos influenciam o mundo; o grupo mais radical (meshichist ou “messiânico”) crê que ele é definitivamente o messias e que ele ressuscitou espiritualmente dos mortos.

Este novo anúncio contém a proclamação chocante de que o rabi Schneerson é Deus; que ele é “O Santo, o Rei dos Reis, a essência Daquele que é Abençoado, a Luz Eterna.” O anúncio até mesmo declarou que “Deus se vestiu no corpo do Messias.” O anúncio também cita escrituras místicas de que Moisés era “meio Deus e meio homem,” mas que o rabi Schneerson é “totalmente Deus.” O anúncio mostra uma foto do Schneerson com uma citação de Isaías 25:9 “Eis que este é o nosso Deus.”

Depois destes anúncios veio um anúncio contrário do rabi Menachem Brod do Chabbad desqualificando Meir Barnes como mentalmente doente.

O conceito que o Messias pode ser Deus existe no movimento Breslav Hasidic, que são os seguidores do rabi Nachman de Breslav (1772-1810). Eles referem a ele como, “o messias sendo um com Deus que era antes da criação, aquele que é perfeito e digno de sentar no Trono, o Homem exaltado de acordo com a verdade. O rabi Nachman criou o mundo porque ele está no mesmo nível Do Abençoado.”

Alguns seguidores Breslav rapidamente explicam que as citações concernentes ao rabi Nachman não podem ser entendidas de uma maneira simples. Eles não negam que o rabi Nachman disse estas coisas em relação a ele mesmo, mas eles não estão de acordo quanto à interpretação.

Como resultado desses anúncios há agora uma luta entre a seita Meshichist e a Chabbad e os seguidores do rabi Breslav. Cada um está tentando desqualificar a seita do outro rabi. Estas lutas representam um romper histórico no desenvolvimento do pensamento da religião Judaica: que o Messias é real, que ele tem qualidades divinas, e que ele pode até mesmo ser considerado Deus.

Uma das maiores dificuldades que nós temos enfrentado nos últimos anos ao compartilhar o evangelho é o fato que o nosso povo se recusa a aceitar e divindade do Messias. O simples conceito de um Messias divino é visto como “não-Judeu.” Nestes últimos dias, enquanto os ultra-Ortodoxos Judeus buscam ferventemente a vinda do Messias, alguns estão descobrindo estas verdades bíblicas antigas sobre o Messias. Vamos orar para que eles sejam libertos de uma fé em falsos e “mortos” Messias, e que eles venham a crer no verdadeiro e “vivo” Messias, Yeshua, que ressuscitou dos mortos, o filho de Davi e do filho de Deus.

Se Judeus Hassídicos podem declarar que o seu falso messias seja Deus, não há nenhuma razão para nós hesitarmos em declarar que Yeshua é Deus (João 1:1, João 14:9, João 20:28, Romanos 9:5, Filipenses 2:6, Colossenses 1:15-17, Colossenses 2:9, I Timóteo 3:16, Hebreus 1:3,9, I João 5:20, Apocalipse 1:8).

A questão da divindade do Messias tem sido levantada de uma maneira diária de novo no mundo religioso dos Judeus e até na moderna mídia Israelita. Este fenômeno também aponta a outra verdade bíblica: no fim dos dias muitos falsos messias e falsos profetas vão se levantar (Mateus 24:24-26).

Revive Israel

terça-feira, 29 de março de 2011

Talvez Binyamin Netanyahu pensou que o massacre de três pequenas crianças faria com que alguém repensasse sobre seu ódio a Israel

Os assassinos da família Fogel ainda não foram presos. Ore por orientação para que a polícia Israelita os encontre. Aqui estão partes de um editorial por Caroline Glick, do Jerusalém Post:
Ruth Fogel estava no banheiro quando o terrorista Palestino atacou seu marido Udi e sua filha Hadas de três meses de idade, cortando a garganta deles enquanto eles estavam deitados na cama na Sexta a noite em sua casa em Itamar. Os terroristas esfaquearam a Ruth até a morte quando ela saiu do banheiro. Depois eles foram até as outras crianças, chegando ao quarto onde Yoah (11) e Elad (4) estavam dormindo. Eles os esfaquearam no coração e cortaram suas gargantas.
Os assassinos não viram um outro quarto onde os outros filhos dos Fogel, Ro’i (8) e Yishai (2) estavam dormindo. Os meninos foram encontrados pela irmã mais velha, Tamar (12), quando ela voltou da casa de uma amiga.
Em um momento raro, o Gabinete do Primeiro Ministro liberou fotos dos corpos cheio de sangue da família Fogel. Talvez Binyamin Netanyahu pensou que o massacre de três pequenas crianças faria com que alguém repensasse sobre seu ódio a Israel. Este foi o tema quando ele falou a nação no Sábado a noite.
Netanyahu falou aos líderes mundiais que se apressam em condenar Israel no Conselho de Segurança da ONU. Ele demandou que eles condenem o assassinato de crianças Judaicas com o mesmo entusiasmo e pressa.
Ele nem devia ter se incomodado.
O governo liberou as fotos no Sábado a noite. O site “My Israel (Meu Israel)” postou um curto vídeo das fotografias no YouTube. Em duas horas o YouTube tirou o vídeo.
Propagandas anti-Judeus está por todo lugar e é  tão assassina que o massacre dos bebês dos Fogel foi visto como um ato de heroísmo. O assassinato da família Fogel foi recebida com júbilo nas ruas de Gaza, enquanto os membros do Hamas destribuiam doces. 
reviveisrael.org
Clamemos para que os responsáveis sejam encontratos e presos.    Dura coisa é cair nas Mãos do Deus Vivo.

Fiel até a Morte

Por Asher Intrater
Após o Jejum de Ester, nós tivemos uma celebração maravilhosa da Festa de Ester – com canções, danças, “bolachas-hamã” e um peça para as crianças. Nosso filho Ami, que está alistando esta semana no exército Israelita, deu a palavra. Haviam vários convidados Israelitas ainda não crentes na reunião. Um deles orou conosco fazendo o compromisso de dar sua vida para seguir Yeshua (Jesus), e outro para ser curado.
As figuras de Mordecai e Ester no livro de Ester são marcantes. Eles eram bastante diferentes em personalidades. Mordecai era um homem de obediência total. Ele recusou se dobrar diante de Hamã [como Yeshua recusou se dobrar diante de Satanás (Lucas 4:7-8)]. Sua posição de fé o colocou em oposição ao império mundial, mas ele não exitou. Ele foi fiel mesmo se isso significasse sua morte.
Ester era uma mulher que tinha confiança total na graça e no favor de Deus. Quatro vezes ela se apresentou ao Rei Assuero dizendo “Se encontrei graça ao seus olhos.” Ainda assim sua dedicação ao Rei dos Reis também a levou a uma posição onde ele teria que ser fiel até a morte (Ester 4:14-16).
Yeshua desafiou a congregação em Esmirna a “Ser fiel até a morte” – Apocalipse 2:10. Nós somos chamados a ser fiéis até a morte, tendo uma personalidade de Ester como uma noiva em adoração ou uma personalidade de Mordecai de justiça profética. Nós temos uma aliança com Yeshua. Ele foi fiel na sua aliança conosco até a morte na cruz. Ser fiel a relacionamentos de aliança tem um alto preço. Nós temos que ser fiéis a aliança também – fiéis a Yeshua até a morte e aos nossos irmãos e irmãs em Cristo.

Clamemos por nós mesmos para que permaneçamos fiéis e Puros até diante da ameça de morte.
reviveisrael.org

domingo, 27 de março de 2011

Propague essa ideia.

Mais um exemplo da Ética Judaica...

MÉDICOS ISRAELENSES SALVAM BEBÊ PALESTINO
Neve Tzuf, cidade da Samaria próxima à colônia de Itamar, onde aconteceu o massacre da família Fogel, foi palco de uma das mais fascinantes provas daquilo que chamamos de Ética Judaica.
A pacata cidade de Neve Tzuf, na Samaria.
Em visita à Samaria, Benny Gantz, Comandante das Forças de Defesa de Israel (FDI), foi até a localidade de Neve Tzuf, próximo à colônia judaica de Itamar, para apresentar condolências à Família Fogel. Os Fogel foram alvos de um brutal ataque terrorista, quando extremistas palestinos chacinaram cinco membros da família, incluindo um bebê de apenas quatro meses. O caso abalou de tal forma a sociedade israelense que o chefe das Forças Armadas resolveu apresentar pessoalmente os pêsames.
Quando a comitiva se aproximava da comunidade, apareceu subitamente um táxi palestino em alta velocidade. Por questões de segurança, o veículo foi imediatamente detido. Neste momento, os soldados das FDI perceberam se tratar de uma corrida de emergência. Dentro do táxi, em adiantado estado de parto, estava uma jovem palestina de 20 anos.
Imediatamente foi mobilizada uma equipe de paramédicos judeus dos próprios colonos e estes descobriram que mãe e filha corriam risco de morte, pois o cordão umbilical estava enrolado no pescoço da criança.
Numa ação rápida, os paramédicos judeus salvaram mãe e filha. Palestinas.
Surpreendente foi a reação da população judaica da colônia, que demonstrava entusiasmo e emoção pela ação dos paramédicos.

IDF salva bebê palestino no mesmo lugar onde palestinos mataram um bebê judeu.
Haim Levin, um jovem de apenas 19 anos, foi quem primeiro chegou ao táxi e quem detectou o perigo que mãe e filha corriam.
Entrevistado pelo jornal israelense Yedioth Ahronoth (que em hebraico significa “Últimas Notícias”), Haim Levin explicou: “Quando cheguei, vi uma mulher coberta por um cobertor em uma van palestina de cor amarela. Cheguei mais perto e percebi a cabeça do bebê e a parte superior do corpo. O cordão umbilical estava em volta do pescoço do feto – uma menininha – que estava cinzenta e não se movia.”
Tão logo desenrolou o cordão do pescoço do bebê, Haim Levin pediu a outros colegas que preparassem o kit de reanimação. “Belisquei-a para ver se ela está respondendo, e então ela começou a chorar”, disse o jovem. Os demais paramédicos passaram a cuidar da mãe, evitando que o quadro da mesma viesse a se complicar.
A ambulância que atendeu mãe e filha palestinas pertence aos colonos judeus da comunidade onde morava a Família Fogel. A motorista da ambulância, Orly Shlomo, declarou ao Yedioth Ahronoth que não se tratou de uma ação individual, isolada. Todos os que estavam presentes correram para prestar socorro. “Sem o nosso atendimento”, disse a paramédica, “o bebê e a mulher enfrentavam perigo de morte”.
Gadi Amitun, chefe local do Magen David Adom (o equivalente à Cruz Vermelha Israelense), disse que esta não foi a primeira vez que os colonos ajudaram palestinos em situação de emergência. “Eles sabem que temos uma equipe médica qualificada e que em casos de acidentes ou lesões podem contar conosco”.
Segundo Gadi Amitun, sua equipe – como todos os moradores de Neve Tzuf – presenciou a queima de fogos de artifício e as celebrações que os palestinos fizeram para comemorar o massacre da Família Fogel. Mas, na hora de socorrer o bebê e sua mãe eles evitaram pensar nisso. “Nossa equipe está empenhada em ajudar quem precisa”, concluiu Amitun.
Dois anos atrás, a mesma equipe socorreu um terrorista que tentava colocar uma bomba na estrada e foi baleado por soldados israelenses.
Palestinos da aldeia próxima de Nabi Salah, juntamente com a avó do recém nascido, não conseguiam esconder a alegria.
A mãe, agradecida, disse que o nome da menina será “Jude”.
A frase mais marcante deste emocionante episódio saiu dos lábios da motorista da ambulância, Orly Shlomo, que disse: “Foi comovente. A poucos metros dali, uma família estava observando o Shiva [parte do luto judaico] pelo bebê que fora assassinado. Fiquei emocionada ao ver o rosto do bebê recém-nascido. Mas também pensei no rosto do bebê morto.“

Texto originalmente postado no blog amigo: Notícias de Sião
SAIBA MAIS
ÉTICA JUDAICA 1
ÉTICA JUDAICA 2