quarta-feira, 9 de junho de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
CRIANÇAS, UM PRESENTE PARA O FUTURO DE ISRAEL
CAMPANHA 2010
CRIANÇAS DE ISRAEL
CRIANÇAS, UM PRESENTE PARA O FUTURO DE ISRAEL
Há dois anos iniciei uma campanha pelas crianças da congregação Tiferet Yeshua. Em todos os projetos do Maoz, nossas participações eram limitadas às nossas condições financeiras, mas nunca deixamos de atender a nenhum desafio de sustento para o nosso ministério em Israel. Sempre fomos atuantes devido ao apoio dado por nossos parceiros.
Sempre desejei fazer algo que pudesse envolver e expor os esforços de nós brasileiros pelos perdidos de Israel. Claramente fui dirigido pelo Senhor nesta busca e pudemos apoiar integralmente o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua. Por um ano abençoamos estas crianças em todos os projetos deste ministério. Mas, no segundo ano, algo maravilhoso aconteceu e já compartilhamos isso em nosso jornal. O ministério infantil começou a abençoar outras duas congregações de judeus etíopes. Deus fez com que a sua oferta não somente alcançasse um ministério, mas três ministérios infantis. Claramente é a multiplicação do seu amor pelos perdidos.
Estas crianças não são o futuro, mas verdadeiramente o presente de Israel em sua redenção. Como escrevi certa vez, estas crianças serão evangelistas, mestres, pastores, profetas e apóstolos do Senhor. Acima de tudo, testemunharão o caráter de Yeshua e serão verdadeiros adoradores. Estas crianças vivem as dificuldades em suas casas por serem crentes em Yeshua, ao verem as perseguições que sofrem seus pais. O ensino da palavra que recebem em seus estudos fortalece estes pequeninos.
Tenho uma clara visão de sermos abençoadores deste povo e o Maoz tem sido o nosso meio. Há muitos povos, nações e línguas que estão sendo alcançados e Israel não poderia ser esquecido.
A desinformação tem sido um grande empecilho para levantarmos novos parceiros cristãos e o tema ‘Israel’ não agrada a muitos. Eu falo de vidas que precisam ser salvas e que Deus não esqueceu. Festas, canções judaicas e viagens a Israel não vão salvar o judeu, mas a pregação do evangelho por eles (judeus messiânicos) a eles, judeus descrentes ou religiosos, trará a mensagem redentora.
Continuaremos abençoando o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua e este continuará abençoando outros ministérios infantis. Compartilhe nosso trabalho com outros irmãos, com sua congregação e com o seu pastor. Ajude-nos a encontrar novos parceiros e colaboradores, e que sejam pérolas como você.
Muitos nos ajudaram com suas ofertas neste ano que passou, mas os desafios são diários e necessitam de suprimentos. A sua oferta de ontem nos ajudou muito e a sua oferta de hoje continuará nos ajudando a manter este trabalho.
Não estamos envolvidos somente neste projeto com as crianças, mas em vários outros projetos em Israel – produção livros, DVD, CD, apoio social, advocatício, etc. E no Brasil, lutamos pela manutenção do nosso escritório.
Expresso a minha gratidão a cada parceiro que contribuiu e que continua nos ajudando, pois não chegamos até aqui em vão. Vamos prosseguir juntos e cientes que a Palavra está sendo pregada aos pequeninos de Israel.
Pr. Julio
Administrador do Ministério Maoz Israel - Brasil
CRIANÇAS DE ISRAEL
CRIANÇAS, UM PRESENTE PARA O FUTURO DE ISRAEL
Há dois anos iniciei uma campanha pelas crianças da congregação Tiferet Yeshua. Em todos os projetos do Maoz, nossas participações eram limitadas às nossas condições financeiras, mas nunca deixamos de atender a nenhum desafio de sustento para o nosso ministério em Israel. Sempre fomos atuantes devido ao apoio dado por nossos parceiros.
Sempre desejei fazer algo que pudesse envolver e expor os esforços de nós brasileiros pelos perdidos de Israel. Claramente fui dirigido pelo Senhor nesta busca e pudemos apoiar integralmente o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua. Por um ano abençoamos estas crianças em todos os projetos deste ministério. Mas, no segundo ano, algo maravilhoso aconteceu e já compartilhamos isso em nosso jornal. O ministério infantil começou a abençoar outras duas congregações de judeus etíopes. Deus fez com que a sua oferta não somente alcançasse um ministério, mas três ministérios infantis. Claramente é a multiplicação do seu amor pelos perdidos.
Estas crianças não são o futuro, mas verdadeiramente o presente de Israel em sua redenção. Como escrevi certa vez, estas crianças serão evangelistas, mestres, pastores, profetas e apóstolos do Senhor. Acima de tudo, testemunharão o caráter de Yeshua e serão verdadeiros adoradores. Estas crianças vivem as dificuldades em suas casas por serem crentes em Yeshua, ao verem as perseguições que sofrem seus pais. O ensino da palavra que recebem em seus estudos fortalece estes pequeninos.
Tenho uma clara visão de sermos abençoadores deste povo e o Maoz tem sido o nosso meio. Há muitos povos, nações e línguas que estão sendo alcançados e Israel não poderia ser esquecido.
A desinformação tem sido um grande empecilho para levantarmos novos parceiros cristãos e o tema ‘Israel’ não agrada a muitos. Eu falo de vidas que precisam ser salvas e que Deus não esqueceu. Festas, canções judaicas e viagens a Israel não vão salvar o judeu, mas a pregação do evangelho por eles (judeus messiânicos) a eles, judeus descrentes ou religiosos, trará a mensagem redentora.
Continuaremos abençoando o ministério infantil da congregação Tiferet Yeshua e este continuará abençoando outros ministérios infantis. Compartilhe nosso trabalho com outros irmãos, com sua congregação e com o seu pastor. Ajude-nos a encontrar novos parceiros e colaboradores, e que sejam pérolas como você.
Muitos nos ajudaram com suas ofertas neste ano que passou, mas os desafios são diários e necessitam de suprimentos. A sua oferta de ontem nos ajudou muito e a sua oferta de hoje continuará nos ajudando a manter este trabalho.
Não estamos envolvidos somente neste projeto com as crianças, mas em vários outros projetos em Israel – produção livros, DVD, CD, apoio social, advocatício, etc. E no Brasil, lutamos pela manutenção do nosso escritório.
Expresso a minha gratidão a cada parceiro que contribuiu e que continua nos ajudando, pois não chegamos até aqui em vão. Vamos prosseguir juntos e cientes que a Palavra está sendo pregada aos pequeninos de Israel.
Pr. Julio
Administrador do Ministério Maoz Israel - Brasil
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domingo, 9 de maio de 2010
O Selo Messiânico da Igreja de Jerusalém
Aurora, Colo. (EP) — Um Selo Messiânico da igreja cristã na antiga Jerusalém foi redescoberta após 2000 anos. Este antigo símbolo foi encontrado no Monte Sião. Acredita-se que ele foi criado e utilizado por judeus crentes que chamavam-se a si mesmos de Nazarenos na primeira Igreja Messiânica.
Três companhias - Olim Creative Products de Tiberíades, News About Israel (NAI) de Jerusalém e a Christian Floral Delivery do Colorado - se uniram e anunciaram a descoberta deste antigo símbolo, pelo qual a NAI adquiriu direitos autorais. Ele consiste de três separados, porém integrados símbolos: uma menorá ao topo, uma estrela de Davi ao centro e um peixe na parte de baixo. Em cada uma das formações do símbolo de três partes, a estrela é formada pelo entrelaçamento da base da menorá como o peixe.
O Selo Messiânico foi achado gravado ou inscrito em oito antigos objetos. Os artefatos foram mostrados a Ludwig Schneider, editor chefe da revista da NAI, Israel Today, em 1990. Eles os obtiveram de Tech Otecus, um velho monge que viveu como eremita na parte antiga da Cidade de Jerusalém. Otecus disse que nos anos 60 ele pessoalmente escavou cerca de 40 objetos com o Selo Messiânico numa antiga gruta localizada nas proximidades da Sala Superior no Monte Sião.
O que uma vez era a entrada principal da gruta está agora cercada com uma pesada grade igual a de cadeias. Esta porta, que leva abaixo de um antigo lugar de batismo, está fortemente protegida por uma pesada corrente e cadeado. De acordo com Schneider, a última entrada para a gruta foi fechada logo após ele ter contado aos padres do monastério local sobre a descoberta do Selo Messiânico.
Schneider fotografou oito artefatos que foram dados a ele por Otecus, e mostrou as fotos para o curador do Museu de Israel. "Quando ele cuidadosamente analisou minhas fotos", lembra Schneider, "o curador imediatamente disse-me que aqueles objetos e seu exclusivo símbolo eram um importante achado. Ele disse-me que o museu já havia visto outros objetos feitos com o mesmo símbolo de três partes de uma fonte que ele não mencionou".
De acordo com Bob Fischer, presidente da Olim Creative Products e co-autor com o historiador local e artista Reuven Schmalz do livro The Messianic Seal of the Jerusalem Church, o antigo símbolo de três partes tem sido desde 135 A.D abafado por vários grupos israelitas ou agências, como o Museu de Israel e pelos rabinos ortodoxos da parte antiga da Cidade de Jerusalém, enquanto simultaneamente eram (literalmente) enterrados por eles ao longo de dois milênios de igreja.
Ainda, de acordo com Fischer, pelo menos dois dos oito objetos eram obviamente utilizados como peças cerimoniais que poderiam ter sido usadas por Tiago, o irmão de Jesus, que é tido como o primeiro líder da igreja, ou talvez até mesmo por um ou mais dos Doze Apóstolos.
Um dos oito objetos é um bloco bem gasto feito um mármore local e tamanho de um tijolo. Esta peça possui um versão entalhada do Selo Messiânico com um Tav (a última letra do antigo alfabeto hebraico que parecia-se exatamente com o sinal de uma cruz) no olho do símbolo do peixe, assim como uma escrita em aramaico informando o uso deste artefato para ser a base de onde se coloca o frasco do óleo de unção. O antigo aramaico é transliterado como "La Shemen Ruehon" (Para o Óleo do Espírito). Outro dos oito objetos é um pequeno, e quase intacto, frasco que deveria certamente ser colocado no topo da base de mármore.
Um dos oito objetos é um bloco bem gasto feito um mármore local e tamanho de um tijolo. Esta peça possui um versão entalhada do Selo Messiânico com um Tav (a última letra do antigo alfabeto hebraico que parecia-se exatamente com o sinal de uma cruz) no olho do símbolo do peixe, assim como uma escrita em aramaico informando o uso deste artefato para ser a base de onde se coloca o frasco do óleo de unção. O antigo aramaico é transliterado como "La Shemen Ruehon" (Para o Óleo do Espírito). Outro dos oito objetos é um pequeno, e quase intacto, frasco que deveria certamente ser colocado no topo da base de mármore.
Comentando o que ele caracterizou como de "monumental importância" desta descoberta arqueológica, Fischer diz, "Além do fundo histórico dos Nazarenos, os primeiros judeus crentes que fundaram a Igreja de Jerusalém, o Selo Messiânico por si só proclama ao mundo a penetrante judaicidade de Jesus Cristo e decididamente a fundação e raízes da igreja fundada no Seu Nome".
"O Selo Messiânico da Igreja de Jerusalém", continua Fischer, "ataca todas as raízes de anti-semitismo enquanto proclama a urgente mensagem que restaura a unidade: Judeu com Judeu, e Judeu com Gentio. A importância desta descoberta não pode ser desprezada. O Selo Messiânico não é apenas a chave para entender os Pergaminhos do Mar Morto, ele poderá abalar as fundações da igreja e do judaísmo ortodoxo com sua incrível mensagem de unidade e amor. Ele quebra as barreiras que existiram por milênios e aponta o caminho para a restauração."
*Há quem sustente que a terceira figura não se trata de um peixe e que na verdade seria um Alef (primeira letra do alfabeto hebraico) em paleo-hebraico com um Tav (última letra do alfabeto hebraico) em seu interior, formando assim o "Alef-Tav" (equivalente ao grego: "Alfa e Ômega").
Perceba-se também quão forte foi o anti-semitismo à época da institucionalização da igreja, chegando ao ponto de extirpar qualquer traço de judaísmo até mesmo do selo usado pelos primeiros discípulos, retirando a Menorá e a estrela (escudo) de David e ficando somente com o "peixe" (Ichtus)
Evangelical Press News Service, July 6, 1999
Tradução: Magno Lima
Três companhias - Olim Creative Products de Tiberíades, News About Israel (NAI) de Jerusalém e a Christian Floral Delivery do Colorado - se uniram e anunciaram a descoberta deste antigo símbolo, pelo qual a NAI adquiriu direitos autorais. Ele consiste de três separados, porém integrados símbolos: uma menorá ao topo, uma estrela de Davi ao centro e um peixe na parte de baixo. Em cada uma das formações do símbolo de três partes, a estrela é formada pelo entrelaçamento da base da menorá como o peixe.
O Selo Messiânico foi achado gravado ou inscrito em oito antigos objetos. Os artefatos foram mostrados a Ludwig Schneider, editor chefe da revista da NAI, Israel Today, em 1990. Eles os obtiveram de Tech Otecus, um velho monge que viveu como eremita na parte antiga da Cidade de Jerusalém. Otecus disse que nos anos 60 ele pessoalmente escavou cerca de 40 objetos com o Selo Messiânico numa antiga gruta localizada nas proximidades da Sala Superior no Monte Sião.
O que uma vez era a entrada principal da gruta está agora cercada com uma pesada grade igual a de cadeias. Esta porta, que leva abaixo de um antigo lugar de batismo, está fortemente protegida por uma pesada corrente e cadeado. De acordo com Schneider, a última entrada para a gruta foi fechada logo após ele ter contado aos padres do monastério local sobre a descoberta do Selo Messiânico.
Schneider fotografou oito artefatos que foram dados a ele por Otecus, e mostrou as fotos para o curador do Museu de Israel. "Quando ele cuidadosamente analisou minhas fotos", lembra Schneider, "o curador imediatamente disse-me que aqueles objetos e seu exclusivo símbolo eram um importante achado. Ele disse-me que o museu já havia visto outros objetos feitos com o mesmo símbolo de três partes de uma fonte que ele não mencionou".
De acordo com Bob Fischer, presidente da Olim Creative Products e co-autor com o historiador local e artista Reuven Schmalz do livro The Messianic Seal of the Jerusalem Church, o antigo símbolo de três partes tem sido desde 135 A.D abafado por vários grupos israelitas ou agências, como o Museu de Israel e pelos rabinos ortodoxos da parte antiga da Cidade de Jerusalém, enquanto simultaneamente eram (literalmente) enterrados por eles ao longo de dois milênios de igreja.
Ainda, de acordo com Fischer, pelo menos dois dos oito objetos eram obviamente utilizados como peças cerimoniais que poderiam ter sido usadas por Tiago, o irmão de Jesus, que é tido como o primeiro líder da igreja, ou talvez até mesmo por um ou mais dos Doze Apóstolos.
Um dos oito objetos é um bloco bem gasto feito um mármore local e tamanho de um tijolo. Esta peça possui um versão entalhada do Selo Messiânico com um Tav (a última letra do antigo alfabeto hebraico que parecia-se exatamente com o sinal de uma cruz) no olho do símbolo do peixe, assim como uma escrita em aramaico informando o uso deste artefato para ser a base de onde se coloca o frasco do óleo de unção. O antigo aramaico é transliterado como "La Shemen Ruehon" (Para o Óleo do Espírito). Outro dos oito objetos é um pequeno, e quase intacto, frasco que deveria certamente ser colocado no topo da base de mármore.
Um dos oito objetos é um bloco bem gasto feito um mármore local e tamanho de um tijolo. Esta peça possui um versão entalhada do Selo Messiânico com um Tav (a última letra do antigo alfabeto hebraico que parecia-se exatamente com o sinal de uma cruz) no olho do símbolo do peixe, assim como uma escrita em aramaico informando o uso deste artefato para ser a base de onde se coloca o frasco do óleo de unção. O antigo aramaico é transliterado como "La Shemen Ruehon" (Para o Óleo do Espírito). Outro dos oito objetos é um pequeno, e quase intacto, frasco que deveria certamente ser colocado no topo da base de mármore.
Comentando o que ele caracterizou como de "monumental importância" desta descoberta arqueológica, Fischer diz, "Além do fundo histórico dos Nazarenos, os primeiros judeus crentes que fundaram a Igreja de Jerusalém, o Selo Messiânico por si só proclama ao mundo a penetrante judaicidade de Jesus Cristo e decididamente a fundação e raízes da igreja fundada no Seu Nome".
"O Selo Messiânico da Igreja de Jerusalém", continua Fischer, "ataca todas as raízes de anti-semitismo enquanto proclama a urgente mensagem que restaura a unidade: Judeu com Judeu, e Judeu com Gentio. A importância desta descoberta não pode ser desprezada. O Selo Messiânico não é apenas a chave para entender os Pergaminhos do Mar Morto, ele poderá abalar as fundações da igreja e do judaísmo ortodoxo com sua incrível mensagem de unidade e amor. Ele quebra as barreiras que existiram por milênios e aponta o caminho para a restauração."
*Há quem sustente que a terceira figura não se trata de um peixe e que na verdade seria um Alef (primeira letra do alfabeto hebraico) em paleo-hebraico com um Tav (última letra do alfabeto hebraico) em seu interior, formando assim o "Alef-Tav" (equivalente ao grego: "Alfa e Ômega").
Perceba-se também quão forte foi o anti-semitismo à época da institucionalização da igreja, chegando ao ponto de extirpar qualquer traço de judaísmo até mesmo do selo usado pelos primeiros discípulos, retirando a Menorá e a estrela (escudo) de David e ficando somente com o "peixe" (Ichtus)
Evangelical Press News Service, July 6, 1999
Tradução: Magno Lima
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terça-feira, 4 de maio de 2010
Israel para todos os anos... para pensar o PREÇO da Liberdade.
Do Luto à Dança em Israel עם ישראל חי
Israel pára pra repensar as vítimas do Holocausto, seus soldados que morrem lutando pela nação e as vítimas do terrorismo que vivem diáriamente.
Esta semana/ rito especial, inicia 1 dia antes da data da "reinauguração"do Estado de ISRAEL.
Daniela & Vinícius SchlabitzVice-Presidentes / Brasil
The 24 Hours World Prayer Command Center for the Peace of Israel
http://clameporjerusalem.blogspot.com/
http://clamepelanoiva.blogspot.com/
http://www.prayforthepeaceofisrael.org/
daniela4israel@yahoo.com.br
vinicius4israel@yahoo.com.br
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Israel nunca deixará de existir
Israel nunca deixará de existir
"Assim diz o Senhor, que dá o sol para a luz do dia, e as leis fixas à lua e às estrelas para a luz da noite, que agita o mar e faz bramir as suas ondas; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas leis fixas diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. Assim diz o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR." (Jr. 31: 35 - 37)
Vinícius Schlabitz - vinicius4israel@yahoo.com.br
Daniela Porchat Schlabitz - daniela4israel@yahoo.com.brvice-presidentes Brasil
Comando Mundial de Oração 24h por Israel
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terça-feira, 6 de abril de 2010
O judeus começaram a ser perseguidos novamente???
Ódio muçulmano expulsa judeus de uma das maiores cidades da Suécia
Marcus Eilenberg reside em Malmo, uma das maiores cidades da Suécia. Ele é um judeu sueco cujas raízes de família em Malmo são profundas. Seus avós por parte de pai eram sobreviventes do Holocausto e foram acolhidos em Malmo em 1945, quando havia ainda influência evangélica luterana entre os suecos. Os pais de sua esposa fugiram da Polônia comunista na década de 1960 e foram morar na Suécia.
Agora, Marcus, que tem 32 anos e é sócio de um escritório de advocacia, sente que o acolhimento aos judeus está chegando ao fim. Ele, sua esposa e dois filhos estarão mudando para Israel em maio. Outros 15 judeus estão partindo pela mesma razão.
A razão, diz ele, é o aumento de crimes de ódio contra os judeus em Malmo, e uma sensação de que as autoridades locais estão com pouca vontade de lidar com um problema que está mostrando ser uma mancha na imagem de uma Suécia tolerante que acolhe grupos étnicos oprimidos.
Conforme o rabino Shneur Kesselman, 99 por cento das ameaças contra os judeus estão vindo dos muçulmanos.
Há aproximadamente 60.000 muçulmanos em Malmo. O número de judeus é 700 e diminuindo. Duas décadas atrás, era o dobro disso.
Os judeus de Malmo dizem que sentem pouco apoio do prefeito Ilmar Reepalu, um esquerdista que disse para um jornal sueco em janeiro que na opinião dele a onda antissemita estava vindo de grupos da extrema-direita. Ele também culpou os judeus que apoiaram Israel em suas medidas contra o terrorismo islâmico.
Além de culpar os próprios judeus, o prefeito diz que é preciso levar em consideração a discriminação contra os muçulmanos que vestem roupas islâmicas. Ele diz: “Eles são expostos a todos os tipos de preconceito”.
O líder de mesquita Becirov usou linguagem semelhante, dizendo que os “muçulmanos também são expostos à islamofobia”.
Ele fez uma lista de incidentes contra sua mesquita depois dos ataques terroristas islâmicos contra os EUA em 11 de setembro de 2001.
Traduzido, adaptado e editado por Julio Severo a partir de matéria do jornal americano Washington Times.
Fonte: www.juliosevero.com
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domingo, 4 de abril de 2010
A CONSPIRAÇÃO DE INÁCIO: A ORIGEM DO "CRISTIANISMO"
INÁCIO DÁ UM NOME A SUA NOVA RELIGIÃO:
Tentando eliminar a verdadeira raiz...
Por James S. Trimm Traduzido por Sha'ul Bentsion
Muitos se enganam em pensar que Constantino foi o principal responsável pela corrupção e gentilização do Cristianismo. Apesar de Constantino ter certamente acrescentado e consolidado a apostasia do Cristianismo primitivo, ele não foi o primeiro. Foi na realidade Inácio de Antioquia que se rebelou contra o Concílio de Jerusalém, usurpou sua autoridade, segregou-se do Judaismo, declarou que a Torá havia sido abolida, substituiu o Shabat do sétimo dia pela adoração no domingo e fundou uma nova religião não- judaica, a qual ele chamou de "Cristianismo."
O ALERTA DE PAULO ACERCA DOS BISPOS
Paulo disse aos efésios em sua última visita a eles:
“Cuidai pois de suas almas e de todo o rebanho sobre o qual a Ruach HaKodesh vos constituiu supervisores, para apascentardes a Kehilá de Elohim, que Ele adquiriu com seu próprio sangue. Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não terão pena do rebanho, e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para desviar os talmidim, para que os sigam.” (Atos 20:28-30)
Paulo parece indicar que após sua morte, líderes começariam a se levantar dentre os supervisores [bispos] em seu lugar, e levariam pessoas a os seguirem e a se afastarem da Torá. Na realidade, Paulo morreu em 66 DC e o primeiro supervisor (bispo) de Antioquia a tomar o cargo após a sua morte foi Inácio, em 98 DC. Inácio cumpriu com precisão as palavras de Paulo. Depois de tomar o cargo de bispo sobre Antioquia, Inácio enviou uma série de epístolas a outras congregações. Suas cartas aos efésios, magnésios, trálios, romanos, filadelfenos, e esmirneus, bem como sua carta pessoal a Policarpo, todas sobrevivem até hoje.
HEGÉSIPO RECONTA A APOSTASIA
O historiador e comentador nazareno antigo Hegésipo (cerca de 180DC) escreve acerca do tempo imediatamente após a morte de Shimon (Simão), o qual havia sucedido a Ya'akov HaTsadik (Tiago, o Justo) como Nassi (“Presidente”) do Sanhedrin Nazareno, e que morreu em 98 DC:
"Até aquele período (98 DC), a Assembléia havia permanecido como uma virgem pura e incorrompida: pois, se havia quaisquer pessoas dispostas a alterar a regra completa da proclamação da salvação, elas ainda vagavam em um lugar obscuro oculto ou outro. Mas, quando o bando sagrado de Emissários havia de várias formas findado suas vidas, e a geração dos homens havia sido confiado ouvir à Sabedoria inspirada com seus próprios ouvidos passou, então a confederação do erro da iniquidade tomou ascenção através da infidelidade dos falsos mestres que, vendo que nenhum dos emissários ainda sobrevivia, levantaram suas cabeças para se opor à proclamação da verdade, proclamando algo falsamente chamado de conhecimento." (Hegésipo, o Nazareno; c. 98 DC; citado por Eusébio em Hist. Ecl. 3:32)
Hegésipo indica que a apostasia começou no mesmo ano que Inácio se tornou bispo de Antioquia!
INÁCIO SEPARA-SE DO CONCÍLIO DE JERUSALÉM
Até o tempo de Inácio, qualquer disputa que surgisse em Antioquia por fim era levada ao Concílio de Jerusalém (tal como em Atos 14:26-15:2). Inácio usurpou a autoridade do Concílio de Jerusalém, declarando a si mesmo, o bispo local, como sendo a autoridade final sobre a assembléia que o havia feito bispo, e semelhantemente declarando isto ser verdade acerca de todos os outros bispos e suas assembléias locais. Inácio escreve:
"...sujeitando-se ao seu bispo... ...andem juntos conforme a vontade de D-us. Jesus... é enviado pela vontade do Pai; Assim como os bispos... são [enviados] pela vontade de Jesus Cristo."] (Carta de Inácio aos Ef. 1:9,11) "...seu bispo... penso que felizes são vocês que se unem a ele, assim como a igreja o é a Jesus Cristo e Jesus Cristo o é ao Pai... Vamos portanto cuidar para que não nos coloquemos contra o bispo,
para que nos sujeitemos a D-us. Devemos olhar para o bispo tal como olharíamos para o próprio S-nhor." (Carta de Inácio aos Ef. 2:1-4)
"...obedeça ao seu bispo..." (Carta de Inácio aos Mag. 1:7) "Seu bispo está presidindo no lugar de D-us... ...unam-se ao seu bispo..." (Carta de Inácio aos Mag. 2:5,7) "...aquele...que faz qualquer coisa sem o bispo... não é puro em sua consciência..." (Carta de Inácio aos Tral. 2:5) "...Não faça nada sem o bispo." (Carta de Inácio aos Fil. 2:14) "Cuidem para que vocês sigam o seu bispo, Assim como Jesus Cristo ao Pai..." (Carta de Inácio aos Esm. 3:1)
Ao exaltar o poder do ofício do bispo (supervisor) e exigir a absoluta autoridade do bispo sobre a assembléia, Inácio estava na realidade fazendo uma jogada para obter o poder, tomando a autoridade absoluta sobre a assembléia de Antioquia e encorajando outros supervisores não-judeus a fazerem o mesmo.
INÁCIO DECLARA QUE A TORÁ FOI ABOLIDA
Além disso, Inácio afastou os homens da Torá e declarou que a Torá havia sido abolida, não somente em Antioquia, mas em todas as assembléias de não-judeus para as quais escreveu:
"Não sejam enganados por doutrinas estranhas; nem por fábulas antigas sem valor. Pois se continuarmos a viver conforme a Lei Judaica, estamos confessando que não recebemos a graça..." (Carta de Inácio aos Mag. 3:1) "Mas se alguém pregar a Lei Judaica a vocês, não lhe dêem ouvidos..." (Carta de Inácio aos Fil. 2:6)
INÁCIO SUBSTITUI O SHABAT PELA ADORAÇÃO DOMINICAL
Foi Inácio quem primeiro substituiu o Shabat do sétimo dia pela adoração dominical, escrevendo:
"...não mais observem os Shabatot, mas observem o dia do Senhor, no qual também a nossa vida floresce nEle, através da Sua morte..." (Carta de Inácio aos Mag. 3:3)
INÁCIO DÁ UM NOME À SUA NOVA RELIGIÃO
Tendo usurpado a autoridade de Jerusalém, declarado a Torá abolida, e substituído o Shabat pelo domingo, Inácio criou uma nova religião. Inácio então cunha um novo termo, nunca antes utilizado, para essa nova religião que ele chama de "Cristianismo", a qual ele mesmo deixa claro que é distinta do Judaismo. Ele escreve:
"vamos portanto aprender a viver conforme as regras do Cristianismo, pois quem quer que seja chamado por qualquer outro nome além desse, esse não é de D-us... "É absurdo nomear Jesus Cristo e Judaizar. Pois a religião cristã não abraçou a judaica. Mas a judaica [abraçou] a cristã..." (Carta de Inácio aos Mag. 3:8,11)
CONCLUSÃO
Ao final do primeiro século, Inácio de Antioquia havia cumprido o alerta de Paulo. Ele abandonou o Judaismo e fundou uma nova religião a qual chamou de "Cristianismo." Uma religião que rejeitou a Torá, e substituiu o Shabat do sétimo dia pela adoração dominical.
Tentando eliminar a verdadeira raiz...
Por James S. Trimm Traduzido por Sha'ul Bentsion
Muitos se enganam em pensar que Constantino foi o principal responsável pela corrupção e gentilização do Cristianismo. Apesar de Constantino ter certamente acrescentado e consolidado a apostasia do Cristianismo primitivo, ele não foi o primeiro. Foi na realidade Inácio de Antioquia que se rebelou contra o Concílio de Jerusalém, usurpou sua autoridade, segregou-se do Judaismo, declarou que a Torá havia sido abolida, substituiu o Shabat do sétimo dia pela adoração no domingo e fundou uma nova religião não- judaica, a qual ele chamou de "Cristianismo."
O ALERTA DE PAULO ACERCA DOS BISPOS
Paulo disse aos efésios em sua última visita a eles:
“Cuidai pois de suas almas e de todo o rebanho sobre o qual a Ruach HaKodesh vos constituiu supervisores, para apascentardes a Kehilá de Elohim, que Ele adquiriu com seu próprio sangue. Eu sei que depois da minha partida entrarão no meio de vós lobos cruéis que não terão pena do rebanho, e que dentre vós mesmos se levantarão homens, falando coisas perversas para desviar os talmidim, para que os sigam.” (Atos 20:28-30)
Paulo parece indicar que após sua morte, líderes começariam a se levantar dentre os supervisores [bispos] em seu lugar, e levariam pessoas a os seguirem e a se afastarem da Torá. Na realidade, Paulo morreu em 66 DC e o primeiro supervisor (bispo) de Antioquia a tomar o cargo após a sua morte foi Inácio, em 98 DC. Inácio cumpriu com precisão as palavras de Paulo. Depois de tomar o cargo de bispo sobre Antioquia, Inácio enviou uma série de epístolas a outras congregações. Suas cartas aos efésios, magnésios, trálios, romanos, filadelfenos, e esmirneus, bem como sua carta pessoal a Policarpo, todas sobrevivem até hoje.
HEGÉSIPO RECONTA A APOSTASIA
O historiador e comentador nazareno antigo Hegésipo (cerca de 180DC) escreve acerca do tempo imediatamente após a morte de Shimon (Simão), o qual havia sucedido a Ya'akov HaTsadik (Tiago, o Justo) como Nassi (“Presidente”) do Sanhedrin Nazareno, e que morreu em 98 DC:
"Até aquele período (98 DC), a Assembléia havia permanecido como uma virgem pura e incorrompida: pois, se havia quaisquer pessoas dispostas a alterar a regra completa da proclamação da salvação, elas ainda vagavam em um lugar obscuro oculto ou outro. Mas, quando o bando sagrado de Emissários havia de várias formas findado suas vidas, e a geração dos homens havia sido confiado ouvir à Sabedoria inspirada com seus próprios ouvidos passou, então a confederação do erro da iniquidade tomou ascenção através da infidelidade dos falsos mestres que, vendo que nenhum dos emissários ainda sobrevivia, levantaram suas cabeças para se opor à proclamação da verdade, proclamando algo falsamente chamado de conhecimento." (Hegésipo, o Nazareno; c. 98 DC; citado por Eusébio em Hist. Ecl. 3:32)
Hegésipo indica que a apostasia começou no mesmo ano que Inácio se tornou bispo de Antioquia!
INÁCIO SEPARA-SE DO CONCÍLIO DE JERUSALÉM
Até o tempo de Inácio, qualquer disputa que surgisse em Antioquia por fim era levada ao Concílio de Jerusalém (tal como em Atos 14:26-15:2). Inácio usurpou a autoridade do Concílio de Jerusalém, declarando a si mesmo, o bispo local, como sendo a autoridade final sobre a assembléia que o havia feito bispo, e semelhantemente declarando isto ser verdade acerca de todos os outros bispos e suas assembléias locais. Inácio escreve:
"...sujeitando-se ao seu bispo... ...andem juntos conforme a vontade de D-us. Jesus... é enviado pela vontade do Pai; Assim como os bispos... são [enviados] pela vontade de Jesus Cristo."] (Carta de Inácio aos Ef. 1:9,11) "...seu bispo... penso que felizes são vocês que se unem a ele, assim como a igreja o é a Jesus Cristo e Jesus Cristo o é ao Pai... Vamos portanto cuidar para que não nos coloquemos contra o bispo,
para que nos sujeitemos a D-us. Devemos olhar para o bispo tal como olharíamos para o próprio S-nhor." (Carta de Inácio aos Ef. 2:1-4)
"...obedeça ao seu bispo..." (Carta de Inácio aos Mag. 1:7) "Seu bispo está presidindo no lugar de D-us... ...unam-se ao seu bispo..." (Carta de Inácio aos Mag. 2:5,7) "...aquele...que faz qualquer coisa sem o bispo... não é puro em sua consciência..." (Carta de Inácio aos Tral. 2:5) "...Não faça nada sem o bispo." (Carta de Inácio aos Fil. 2:14) "Cuidem para que vocês sigam o seu bispo, Assim como Jesus Cristo ao Pai..." (Carta de Inácio aos Esm. 3:1)
Ao exaltar o poder do ofício do bispo (supervisor) e exigir a absoluta autoridade do bispo sobre a assembléia, Inácio estava na realidade fazendo uma jogada para obter o poder, tomando a autoridade absoluta sobre a assembléia de Antioquia e encorajando outros supervisores não-judeus a fazerem o mesmo.
INÁCIO DECLARA QUE A TORÁ FOI ABOLIDA
Além disso, Inácio afastou os homens da Torá e declarou que a Torá havia sido abolida, não somente em Antioquia, mas em todas as assembléias de não-judeus para as quais escreveu:
"Não sejam enganados por doutrinas estranhas; nem por fábulas antigas sem valor. Pois se continuarmos a viver conforme a Lei Judaica, estamos confessando que não recebemos a graça..." (Carta de Inácio aos Mag. 3:1) "Mas se alguém pregar a Lei Judaica a vocês, não lhe dêem ouvidos..." (Carta de Inácio aos Fil. 2:6)
INÁCIO SUBSTITUI O SHABAT PELA ADORAÇÃO DOMINICAL
Foi Inácio quem primeiro substituiu o Shabat do sétimo dia pela adoração dominical, escrevendo:
"...não mais observem os Shabatot, mas observem o dia do Senhor, no qual também a nossa vida floresce nEle, através da Sua morte..." (Carta de Inácio aos Mag. 3:3)
INÁCIO DÁ UM NOME À SUA NOVA RELIGIÃO
Tendo usurpado a autoridade de Jerusalém, declarado a Torá abolida, e substituído o Shabat pelo domingo, Inácio criou uma nova religião. Inácio então cunha um novo termo, nunca antes utilizado, para essa nova religião que ele chama de "Cristianismo", a qual ele mesmo deixa claro que é distinta do Judaismo. Ele escreve:
"vamos portanto aprender a viver conforme as regras do Cristianismo, pois quem quer que seja chamado por qualquer outro nome além desse, esse não é de D-us... "É absurdo nomear Jesus Cristo e Judaizar. Pois a religião cristã não abraçou a judaica. Mas a judaica [abraçou] a cristã..." (Carta de Inácio aos Mag. 3:8,11)
CONCLUSÃO
Ao final do primeiro século, Inácio de Antioquia havia cumprido o alerta de Paulo. Ele abandonou o Judaismo e fundou uma nova religião a qual chamou de "Cristianismo." Uma religião que rejeitou a Torá, e substituiu o Shabat do sétimo dia pela adoração dominical.
Postado por
O_Restaurador
às
18:29
1 comentários
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