terça-feira, 28 de dezembro de 2010

UM BELO EXEMPLO A SEGUIR: ANABATISTAS PEDEM PERDÃO AOS JUDEUS






Um grupo de anabaptistas (menonitas e membros do grupo amish) visitou recentemente Israel, numa emotiva demonstração de amor para com o Senhor e o povo de Israel. Tornou-se praticamente numa mudança histórica das relações e entendimento destes cristãos evangélicos para com a nação de Israel.


A declaração oficial feita pelo grupo demonstra o sentimento prevalecente nos seus corações, tornando-se num modelo para muitos "ditos evangélicos" que mantêm uma atitude de arrogância e ignorância para com Israel e para com os propósitos finais de Deus em abençoar o Seu "povo eleito"...


Eis a declaração dos irmãos amish e anabaptistas:
"À Nação e ao Povo de Israel:

Neste dia, nós, representando o povo anabaptista, humilhamo-nos e buscamos o vosso perdão pelo nosso pecado colectivo de orgulho e egoísmo ao termos ignorado o clamor do povo Judeu e da nação de Israel. Uma tragédia, que incluiu a aniquilação de 6 milhões de Judeus pelos nazis. Até mesmo nesta hora Israel encontra-se rodeado por todos os lados de países vizinhos comprometidos com a sua destruição.


Deus, na Sua soberania, abriu os nossos olhos para a promessa de Génesis 12:3 onde Ele afirma: 'Abençoarei aqueles que te abençoarem e amaldiçoarei aqueles que te amaldiçoarem'. Ao ter graciosamente aberto os nossos olhos para a gravidade desta promessa, temos ficado como corpo profundamente convencidos da realidade que a nossa ignorância colectiva do sofrimento judeu é de facto nada menos que uma rejeição histórica dos Judeus, tal como uma maldição. Para nossa vergonha não vos temos levado em consideração.
Por isto, pedimos o vosso perdão.

Além disto, publica e abertamente vos abençoamos a vós e ao povo de Israel. Nós vos abençoamos como descendentes de Abraão, segundo Génesis 12:1-3. Esta promessa dada a Abraão é sobre vós, seus descendentes, para toda as gerações futuras. Nós vos abençoamos por terdes mantido viva a fé no único Deus verdadeiro. Escolhemos honrar-vos como nossos pais na fé, e iremos encorajar outros e as gerações futuras a assim procederem.


No âmago dos nossos corações está um desejo apaixonado de ver o cumprimento de Amós 9:11-12: 'Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de David, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade. Para que possuam o restante de Edom, e todos os gentios que são chamados pelo Meu Nome, diz o Senhor, que faz essas coisas.'


Nós abençoamos as vossas fronteiras prometidas por Deus tanto a Norte, Sul, Este e Oeste, para que possais prosperar e cumprir a vossa chamada para as nações.


Oramos pela paz em Jerusalém, segundo o mandamento bíblico no Salmo 122.6.


No nosso quebrantamento e contrição, não descansaremos nem de dia nem de noite, até que Ele estabeleça Jerusalém e faça dela um louvor para toda a terra. Isaías 62:6-7.
Com incessante amor a Sião,
A Nação Anabaptista, vossos irmãos e irmãs Amish e Menonitas"
Que belo exemplo para todos nós! Certamente Deus irá mover muitos mais corações a terem essa mesma atitude de contrição, respeito e de bênção para com o povo que Ele na Sua soberania escolheu para ser uma luz para as nações.
Shalom, Israel!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

COMUNIDADE INTERNACIONAL AJUDA ISRAEL


Israelenses observam avião combatendo as chamas

Até agora já foram reconhecidos os corpos de 36 dos mortos no incêndio que devasta um parque na região de Haifa, em Israel. Até agora a tragédia já ceifou a vida de 40 pessoas. Um dos feridos em estado grave é uma coronel da polícia que foi responsável as primeiras evacuações no Kibbutz Beit Oren no Monte Carmelo.

Por volta das 23:00 desta quinta, 2, começaram a ser evacuados mais dois bairros da cidade druza de Ussfia. O incêndio que havia começado junto aos bairros ao sul da cidade de Tirat Hakarmel foi controlado e afastado da população.

Por volta das 00:00h já haviam sido evacuados cerca de 12.000 pessoas. Os moradores estão sendo alojados em abrigos temporários no centro do país.

Durante a madrugada cerca de 300 moradores de um dos bairros mais nobres de Haifa foram evacuados. O local conhecido como Denya é recinto da elite israelense na cidade localizada no alto do Monte Carmelo.

Na manhã desta sexta, 3, os primeiros aviões oriundos da Grécia chegaram e já estão ajudando a apagar o incêndio. A estrada 4 que liga a região ao sul do país, uma das principais do país, foi interditada por causa do fogo que está se dirigindo para a região ocidental em direção ao mar.


Bombeiro de Petah Tikvah observa avião fazendo incursão sobre as chamas

O premiê israelense, Binyamin Netanyahu, pediu nesta quinta-feira ajuda a quatro países para tentar controlar o devastador incêndio florestal que atinge a cidade de Haifa, no norte do país, considerado um dos maiores do país.

“Netanyahu acaba de falar com dirigentes da Grécia, Chipre, Itália e Rússia com o objetivo de mobilizar aviões de luta contra incêndios desses países para ajudar a combater o fogo”, afirma comunicado do governo israelense.

“É um desastre em uma escala que nunca vimos antes”, disse o premiê. “Estamos usando todas as forças do Estado para lidar com este desastre e resgatar aqueles que estão feridos e parar o incêndio”.

As chamas deixaram ao menos 40 guardas mortos, quando o ônibus em que viajavam pegou fogo.

Um porta-voz da Autoridade Israelense de Prisões assegurou ao Canal 1 que o ônibus ficou preso pelo fogo quando se dirigia para a prisão, onde os guardas ajudariam na transferência de prisioneiros do centro penitenciário Damon, localizado no Parque Nacional Carmel.

“O ônibus ia a caminho da prisão de Damon para reforçar o pessoal a fim de transferir os prisioneiros de maneira segura a outras prisões”, explicou Yaron Zamir.

A rádio israelense informou ainda que o fogo já avançou por centenas de hectares, e que o kibutz de Beit Oren, um hotel e uma penitenciária precisaram ser esvaziados. A Universidade de Haifa também anunciou a retirada de alunos e professores de seu campus.

Iniciado em vários pontos e favorecido por rajadas de vento de 30 km/h, além de temperaturas em torno dos 30°C, o incêndio foi declarado às 11h30 local e obrigou o bloqueio de várias estradas.

Fontes: Notícias de Sião, Cafetorah e Agência Folha
Fotos: AFP

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O VATICANO CONTRA ISRAEL

Gente, analisem isto com cuidado...
Percebam que aqueles que (de uma forma ou de outra) representam o nome de Cristo neste mundo estão se posicionando.
Anteriormente, publicamos aqui a determinação do Sínodo norte-americano da igreja Presbiteriana, declaradamente contra a existência de um estado judaico. Agora é a vez do Vaticano...
Acreditem, o momento em que você que nos acompanha terá que assumir uma posição em relação a Israel está se aproximando. E a posição que você assumir, poderá fazer TODA a diferença em como os seus amigos, família, colegas, patrões, autoridades irão trata-los!
Você está pronto pra isso?
Eles estão fazendo suas escolhas... E você, já fez a sua?

-----------------------------------------------------------------------------------------

"Não há mais um povo escolhido" - foi com esta barbaridade que o arcebispo norte-americano Melkite se pronunciou durante o sínodo dos bispos do Médio Oriente, que encerrou sábado passado no Vaticano. E não se deixando ficar atrás, os bispos convocados pelo papa Bento 16 "exigiram" no passado sábado que Israel aceite as resoluções da ONU apelando ao "fim da ocupação israelita nas terras árabes".
E num comunicado final, os bispos mandaram também um recado a Israel de que não deveria usar a Bíblia para justificar "injustiças" contra os palestinianos.
"As Sagradas Escrituras não podem ser usadas para justificar o retorno dos judeus a Israel e o deslocamento dos palestinianos para justificar a ocupação de terras palestinianas por parte de Israel" - afirmou o monsenhor Cyril Salim Bustros, arcebispo grego da "Nossa Senhora da Anunciação" em Boston, Massachusetts, e presidente da "Comissão para a Mensagem" na conferência de imprensa feita neste sábado no Vaticano.
"Nós os cristãos não podemos falar da 'terra prometida' como um direito exclusivo para um privilegiado povo judeu. Esta promessa foi anulada por Cristo. Não existe mais um povo escolhido - todos os homens e mulheres de todos os países têm-se tornado o povo escolhido.
Mesmo que a liderança do estado de Israel seja judaica, o futuro está baseado na democracia."
Mordechai Lewy, embaixador de Israel na Santa Sé, dise ao jornal The Jerusalem Post que aquilo que o bispo quer dizer ao afirmar que Jesus anulou a aliança de Deus com o povo judaico é que se está "voltando à teologia sucessionista, contradizendo o ensino do Segundo Concílio do Vaticano e o próprio papa Bento 16 - que deram as boas vindas ao retorno dos Judeus à sua antiga terra."
"E também" - acrescentou o embaixador - "ao convidar os refugiados palestinianos a voltarem e negar-se o direito de Israel a se definir como um estado judaico - o único no mundo - está a regressar-se às posições de linha dura que negam o direito a Israel de existir".
Durante o simpósio, os bispos apelaram à comunidade internacional para que se aplicassem as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas adoptadas em 1967, que obrigavam Israel a retirar-se dos territórios árabes conquistados durante a Guerra dos Seis Dias. Os bispos exprssaram ainda "esperança" de que a solução de 2 estados "se torne uma realidade e não apenas um sonho".
O documento lavrado nesta cimeira apela ainda a que se dêem os "passos necessários legais para se pôr um fim à ocupação nos diferentes territórios árabes."
As posições do Vaticano para com Israel nunca foram simpáticas, mas a ignorância espiritual e bíblica quanto ao plano de Deus para com Israel é lamentável e reprovável. Não há um único ponto do Novo Testamento que fundamente a alegação católica-romana de que "a promessa foi anulada por Cristo"!
Mas não é de admirar: afinal, desde quando é que o Vaticano seguiu a Bíblia como regra de fé e linha de orientação? Nunca!
O pior é quando se vêem não poucos ditos líderes evangélicos seguindo o mesmo trilho do engano, adoptando a "teologia da substituição" ensinada pos Santo Agostinho, mas esquecendo todo o ensinamento profético bíblico, muito em especial aquilo que o grande apóstolo São Paulo escreveu aos Romanos (capítulo 11)...
Inqualificável e lamentável...
Shalom, Israel!

sábado, 30 de outubro de 2010

Sobrevivência do ministério

WWW.iphoneportoalegre.com.br
desbloqueio@iphoneportoalegre.com.br
Desbloqueios/ Manutenção/ Consultorias MAC
(51) 9190-7453 / 9383-0202 / 82058326

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O Fantástico Legado de Sophie School!



Sophie Schooll e Traudl Junge. Uma falou, a outra se calou. E você?
VOCÊ PODE FAZER ALGUMA COISA
Quem vai ganhar o segundo turno das eleições brasileiras? Não importa. Do ponto de vista dos “resultados tangíveis”, ou seja, do número de votos que cada candidato ou candidata receberá, alguns eleitores se sentirão vitoriosos e outros experimentarão a sensação de derrota. Entretanto, o que conta aqui não é a vitória ou a derrota de um partido, mas sim a postura dos eleitores, sejam eles vencidos ou vencedores. A pergunta que deveria ser feita por cada um é: Agi da forma correta? Esta é a questão.
UMA HISTÓRIA EXEMPLAR PARA NOS INSPIRAR
Quem assistiu ao impactante filme A Queda, de Oliver Hirschbiegel, jamais esquecerá o depoimento de Traudl Junge, ex-secretária de Adolf Hitler. Numa participação especial no filme, a verdadeira secretária, agora uma octogenária senhora, abaixa os olhos envergonhada e lamenta: “Eu poderia ter feito alguma coisa”.
Durante décadas, Traudl Junge escondeu-se debaixo da desculpa “Eu não podia fazer nada”. Como secretária particular de Hitler, Junge testemunhou seu chefe comandar as maiores atrocidades da história da humanidade. E ela não fez nada. Nem pró, nem contra. Alguns dos documentos responsáveis pela autorização da morte de milhões de judeus foram datilografados por ela. Mas, como mera secretária, era esse seu papel: datilografar. Ela não era soldado, conselheira, nem tão pouco confidente de Hitler. Limitou-se a datilografar. Uma mera expectadora. E isso lhe serviu de desculpa ao longo da vida.
Um dia, entretanto, Traudl Junge passava pelo corredor de uma Universidade quando se deparou com um busto em homenagem à Sophie Schooll. Neste momento, todas as suas desculpas caíram por terra. E foi justamente relembrando este episódio que ela fez o famoso depoimento registrado no filme A queda: “Eu poderia ter feito alguma coisa”.

Homenagem a Sophie Schooll na Universidade de Munique
QUEM FOI SOPHIE SCHOOLL?
Sophie Magdalena Scholl nasceu na cidade alemã de Forchtenberg no dia 9 de maio de 1921. Como cristã, fez parte do grupo estudantil Rosa Branca, um movimento de resistência antinazista. Ou seja, Sophie Schooll vivia na Alemanha de Hitler e fez parte de um movimento contra Hitler! Dá para imaginar a grandeza desta alemãzinha que tinha na época apenas 21 anos!?
Não é preciso entrar em detalhes sobre o clima político e social que cercava o mundo de Sophie, pois todos conhecem os horrores em que estava mergulhada a Alemanha sob domínio Nazista. As tropas das SS e da Gestapo policiavam os mínimos detalhes da vida dos cidadãos alemães e ao medo de se posicionar juntava-se a alienação dos que não estavam informados do que acontecia nos bastidores da política alemã. Ou seja, alienação de uns e receio de outros.
Foi neste contexto que, no verão de 1942, Sophie Schooll ajudou a produzir e passou a distribuir panfletos alertando os universitários sobre os perigos da política nazista.
Além de mostrar os desmandos do Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei, o Partido dos Trabalhadores alemão, os folhetos distribuídos por Sophie Schooll traziam textos do Brit Hadashá (Novo Testamento), principalmente trechos do Apocalipse de João. Os folhetos eram distribuídos de mão em mão ou colocados nas caixas de correio das casas de grandes cidades da Baviera, o berço do movimento nazista.

Carteira de Adolf Hitler. Como líder do Partido dos Trabalhadores, Hitler foi um verdadeiro Petista. Alemão é claro.
No dia 18 de fevereiro de 1943, Sophie foi flagrada na Universidade de Munique distribuindo o 6º panfleto produzido por seu grupo. Foi denunciada pelo Reitor que passou a monitorar seus passos. Quatro dias depois, em 22 de fevereiro de 1943, foi presa no pátio da Universidade, depois que o Reitor chamou a Gestapo enquanto ela distribuía mais folhetos entre os alunos. Juntamente com Sophie foram presos seu irmão, Hans Scholl e outro universitário chamado Christoph Probst. Levados para a sede da Gestapo passaram por um julgamento que durou apenas 4 horas. Foram decapitados no mesmo dia.

Os irmãos Hans e Sophie Schooll conversando com Christoph Probst numa foto histórica tirada poucos dias antes da detenção e execução dos três.
Nos meses que se seguiram, entre fevereiro e outubro de 1943, mais de 50 integrantes do movimento Rosa Branca foram executados por ordem de Hitler.
Passados quase 70 anos do episódio, Sophie School e seus amigos são hoje heróis nacionais na Alemanha. Além do busto e de diversas homenagens que recebe a cada ano por todo o país, há na Universidade de Munique uma singela homenagem aos estudantes mortos: No pátio da Universidade, incrustado no chão, está uma porção de folhetos, esparramados no mesmo lugar onde caíram das mãos de Sophie quando esta foi presa pela Gestapo.

No pátio da Universidade de Munique, réplica dos panfletos escritos por Sophie Schooll relembram o local e o momento em que ela foi presa.
O LEGADO DE SOPHIE
A história de Sophie Schooll – e mais ainda, o lamento de Traudl Junge – deveriam servir de exemplo para os brasileiros sensatos nos dias de hoje. Diante do rolo compressor empreendido pelas forças de um embrionário Estado Totalitário, os brasileiros não deveriam se intimidar! O quem vencerá não importa no momento. O importante é o de que lado eu estou!
Para efeito de “resultados”, Sophie Schooll “perdeu” quando foi calada, presa e decapitada. E Hitler foi comunicado da “derrota” imposta à Sophie. Quem sabe se quem comunicou esta “vitória” nazista à Hitler não tenha sido a própria Traudl Junge.
O tempo passou, a derrotada Sophie Schooll é hoje reverenciada em livros e filmes eo vitorioso Adolf Hitler não é nome de nenhuma praça, rua, beco ou viela em toda Alemanha.

Na foto maior, cena do filme Sophie Schooll - Os últimos dias. No canto superior esquerdo, cartaz do filme. No canto inferior, capa do livro A Curta Vida de Sophie Schooll. Uma jovem inesquecível!
Sua postura nas eleições que se aproxima pode não alterar a ordem das coisas. Independentemente do seu voto, as coisas acontecerão de uma forma ou de outra. Entretanto um dia, no futuro, você terá um encontro com a História. Nesse momento, poderá olhar para trás e, mesmo que derrotado, saber que agiu como uma Sophie Schooll. Ou, envergonhado, baixar a cabeça e lamentar: “Eu poderia ter feito alguma coisa!”
TRAILER DO FILME SOPHIE SCHOOLL: THE LAST DAYS

O QUE VOCÊ ACHA QUE SOPHIE SCHOOL FARIA SE ASSISTISSE AO DEPOIMENTO ABAIXO

Publicado horiginalmente no Blog Amigo: Notícias de Sião

domingo, 17 de outubro de 2010

Notícia: O DESPERTAR DAS BESTAS

Queridos amigos que tem acompanhado as notícias que publico aqui no Blog...
O Blog anda meio desatualizado, ultimamente.  Mas, sinto que o tempo em que vivemos não me permitem mais esse descuido! Tenho alertado a vários amigos, pessoalmente ou por e-mail ou mesmo MSN, sobre a nescessidade de nos prepararmos para o tempo que está a nossa frente!
Não só nós, que amamos Israel e entendemos os planos do Eterno para "a menina dos Seus olhos". Mas para todos os verdadeiros seguidores do Messias Judeu! (sim, pasmem os cristãos que odeiam Israel, Jesus era judeu)
Publico um texto que chamou demais minha atenção logo que o li...
Leiam...
Publiquem...
Divulguem...
Repliquem...
E preparem-se para o que está por vir!


PRIMEIRA: A BESTA ACTIVA QUE SE JULGA AMEAÇADORA
Num dia em que a Besta de nome Ahamadinejad é homenageada no Líbano, chegando a receber o "doutoramento" da Universidade do Líbano (seria em "direitos humanos"...?), ei-lo que chega triunfalmente à aldeia de Bint Jbeil, no sul do Líbano, onde uma multidão o aguardava para honrar a sua visita. E então o ditador vocifera à mole humana: "A resistência libanesa é um exemplo para todas as nações da região." E o ditador continuou na sua conhecida verbarreia: "o senhor abençoa o povo do Líbano, os seus jovens dedicados à Jihad e todos vós - que buscais a justiça e a verdade. Vocês ficaram na linha da frente da batalha contra os agressores e ocupantes, e defendestes a segurança do Líbano".
Obviamente que ele se referiu ao "senhor" que ele serve, ou seja, o próprio diabo!
E continuou a disparatar: "Agradeço-vos pela vossa coragem e por enfrentardes espadas e tanques com a vossa determinação e força de vontade. Vocês tendes provado que a nação libanesa e a sua resistência são mais poderosos do que as espadas dos sionistas" .
E falando directamente sobre Israel, o tirano vociferou: "o mundo deveria saber que os sionistas terão de eventualmente ser forçados a partir, e isso não vai demorar muito. Eles são inimigos da humanidade e não terão outra escolha que não a rendição. A Palestina será libertada pela força da fé."
Os apoiantes do Hezbollah passaram a manhã a convocar as massas através dos altifalantes das mesquitas para se juntarem no sul do Líbano para a visita do presidente do Irão, naquilo que tanto os EUA como Israel consideram ser uma "provocação intencional".
Sabe-se perfeitamente que os milhões que o tirano do Irão tem alegadamente investido na "educação e bem estar dos habitantes do sul do Líbano", têm sido investidos no armamento do Hezbollah e na promoção e manutenção no poder do regime do fantoche Nasrallah.
Muitos dos cristãos e sunitas libaneses temem que o Irão e o Hezbollah estejam tentando impôr a sua vontade sobre o país e empurrar assim o Líbano para uma guerra contra Israel. Muitos dizem que esta visita de Ahmadinejad poderá agravar as tensões num país com uma longa história de lutas sectárias.
Não há dúvida que as intenções do presidente do Irão são a reprodução clara daquelas que outras bestas do passado têm alimentado e quase conseguido. Mas não menos preocupante é o despertar da segunda besta...

SEGUNDA: A BESTA QUE SE JULGAVA ADORMECIDA

A terrível "besta" alemã que muitos julgavam adormecida volta a dar sinais de querer acordar: uma sondagem acabada de ser publicada indica que um em cada dez alemães desejam "um novo Fuehrer que lidere o país com mão de ferro". Um entre cada três alemães quer que os imigrantes sejam expulsos do país no caso de o desemprego se tornar num problema. E como os judeus não podiam escapar a este despertar da besta, a sondagem revela ainda que 17% dos alemães acreditam que "os judeus têm demasiada influência".
A verdade é que apesar de terem passado 65 anos depois da 2ª Guerra Mundial, parece que muitos alemães ainda se agarram ao preconceito e ao racismo com os quais o partido nazi se identificava.
Esta pesquisa foi realizada por um organismo cuja seriedade é reconhecida, a Fundação Ebert para a Educação Política, uma fundação com ligações próximas ao partido social democrata alemão.
Neste inquérito, 25% das pessoas expressaram opiniões racistas, tendo 15,9% dito que de certa forma entendiam porque é que deveria ser indicado um Fuehrer. 58% afirmaram que a Alemanha precisava de refrear o tradicional estilo de vida muçulmano. E 17,2% apoiaram a afirmação de que "os judeus têm demasiada influência no mundo de hoje".
A fundação alertou que havia um crescimento nas opiniões anti-democráticas e racistas na Alemanha, muito provavelmente influenciadas pela recente crise económica global. Mais ainda: os pesquisadores descobriram que os pontos de vista racistas existem não só nas franjas da sociedade, ou seja, na extrema-direita, mas em todos os grupos etários e classes sociais, independentemente de sexo ou religião.
Sem dúvida, estamos vivendo tempos muito perigosos. Aproximam-se pesadas nuvens no horizonte, mas muitos continuam ainda "dançando ao som da orquestra do Titanic"...
Preparemo-nos para o que aí vem...
Shalom!

Retirado na íntegra de um blog amigo: SHALOM ISRAEL

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

PORQUE EU DEFENDO ISRAEL

por BERNARD-HENRI LÉVY
Filósofo francês, com mais de 30 livros publicados em filosofia, ficção e biografias, ativista militante e atuante que não foge de opinar sobre temas atuais.

Eu evidentemente não mudei de posição. Continuo a achar "estúpida", como havia dito naquele mesmo dia em Tel Aviv, em meio a um debate travado com um ministro de Netanyahu, sobre a maneira com a qual se executou, ao largo de Gaza, o assalto sobre o Mavi Marmara e sua flotilha.
E não me restou a menor dúvida que a apreensão do sétimo navio, nesta manhã de sábado, sem nenhuma violência, fechou o meu convencimento que havia outras maneiras de operar para evitar que se terminasse assim, sob sangue, a armadilha tática e midiática armada contra Israel pelos provocadores da Free Gaza.
Já foi dito e re-dito, não se pode mais aceitar, acima de tudo, a frota da hipocrisia, da má fé, e por fim, da desinformação que parece somente esperar um pretexto, como cada vez que o Estado Judeu comete um erro e tropeça, para se esgueirar pela brecha e repercutir na mídia do mundo inteiro.
Desinformação, a formula, requentada até a náusea, do bloqueio imposto "por Israel" enquanto que a mais elementar honestidade já demandaria que se precisasse: por Israel e pelo Egito; conjuntamente, pelos dois lados, pelos dois países igualmente fronteiriços de Gaza; e este, com o beneplácito apenas disfarçado de todos os regimes árabes moderados, muito felizes de verem um outros vergarem, por conta e para satisfação de todos, a influência deste braço armado, desta base avançada, um dia, quem sabe, deste porta-aviões do Irã na região.
Desinformação, a idéia mesmo de um bloqueio "total e impiedoso" (Laurent Joffrin, editorial do Libèration de 5 de Junho) que manteria "como refém" (Dominique de Villepin, Le Monde do mesmo dia) "a humanidade em perigo"de Gaza: o bloqueio, não se pode deixar de se lembrar, se refere somente a armas e a materiais necessários para sua fabricação; não impede que passe todos os dias, a partir de Israel, entre 100 e 120 caminhões carregados de víveres, de medicamentos, de material humanitário de todo gênero; a humanidade não está "em perigo" em Gaza; é mentir dizer que as pessoas "morrem de fome" nas ruas da Cidade de Gaza; se o bloqueio militar é ou não a boa opção para enfraquecer e, um dia, derrubar o governo fascista-islamista de Ismail Haniyeh, pode-se discutir - mas indiscutível é o fato que os Israelenses que funcionam, dia e noite, nos pontos de controle entre os dois territórios são os primeiros a fazerem a elementar mas essencial distinção entre o regime ( que se deve tentar isolar) e a população (que eles se preservam de confundir com este regime, pois, nem agora mesmo, a penalizam, pois sequer uma vez a ajuda humanitária deixou de passar).
Desinformação: o silêncio, na França como em outros lugares, sobre a inacreditável atitude do Hamás que, agora que a carga da flotilha preencheu seu trabalho simbólico, agora que ela permitiu pegar o Estado Judeu em erro e relançar como nunca a mecânica da diabolização (ainda no Libèration, esta manchete terrível e que, se as palavras ainda tem algum significado, não podem seguir a não ser no sentido da deslegitimização do Estado hebreu: "Israel, Estado pirata"), agora, em outros termos, que são os Israelenses que, feitas as inspeções, esperam encaminhar a ajuda aos seus supostos destinatários - o silêncio que se faz então, agora, sobre a atitude de um Hamás que bloqueia a dita ajuda no check point de Kerem Shalom e a deixa lentamente apodrecer: ao diabo com as mercadorias passadas entre as mãos da aduana dos judeus! Para o lixo com os "brinquedos" que fizeram chorar as boas almas européias que se tornaram impuros pelas longas horas passadas pelo porto Israelense de Ashdod! As crianças de Gaza jamais tiveram outros, pela gangue de islamistas que tomou o poder pela força faz três anos, a não ser jogos de escudos humanos, de bucha de canhão ou de vinhetas midiáticas, seus jogos e seus desejos são a última coisa com as quais o Hamás se preocupa - mas quem se pronuncia? Quem se indigna? Quem se arrisca a explicar que se existe em Gaza, alguém que retém reféns, que se aproveita sem escrúpulos e friamente do sofrimento das pessoas e, em particular, das crianças, em suma, um pirata, não é Israel mas o Hamás?
Desinformação, ainda: o lamento dos idiotas úteis tombados, frente a Israel, na armadilha destes estranhos "humanistas" que são, a IHH por exemplo, adeptos da Jihad, os fanáticos do apocalipse anti-israelense e anti-judeu, os homens e mulheres os quais, alguns dias antes da tomada do barco, diziam querer "morrer como mártires" (Guardian de 3 de Junho, Al Aqsa TV de 30 de Maio) : como um escritor da têmpera do sueco Henning Mankell se deixou abusar desta maneira? Como ele nos diz pensar em proibir a tradução de seus livros para o hebraico, como pode ele, principalmente ele, esquecer-se da sacrossanta distinção entre um governo em erro ou estúpido e a multidão que não se reconhece nele e que mesmo assim ele associa no em só projeto de boicote insensato? Como pode a rede de salas Utopia, na França, exatamente da mesma maneira, decidir de remover de sua programação o lançamento de um filme ( A cinco horas de Paris) pelo único motivo que seu autor (Leonid Prudovsky) é cidadão Israelense?
Desinformação, enfim, os batalhões de hipócritas pesarosos que Israel rouba e não cede às exigências de uma investigação internacional quando a verdade é, de novo, assim simples e lógica: que Israel recusa é uma investigação pedida por um conselho de direitos do homem das Nações Unidas onde reina estes grandes democratas que são os Cubanos, os Paquistaneses e outros Iranianos; o que Israel não quer é uma investigação do tipo que levou ao famoso relatório Goldstone encomendado, após a guerra de Gaza, pela mesma simpática comissão e onde vivem vinte cinco juízes, dentro os quais quatro jamais fizeram mistério de seu antissionismo militante, espelhado em quaisquer das 575 páginas de entrevistas dos combatentes e de civis palestinos feitas (heresia absoluta, sem precedente, neste tipo de trabalho) sob os olhos dos comissários políticos do Hamás; a este propósito Israel preveniu (e como reprová-lo) que não traria seu aval a esta pantomima de justiça internacional que seria uma investigação parcial, com uma conclusão conhecida antecipadamente e que visaria somente arrastar, como habitualmente, de maneira perfeitamente unilateral, a única e solitária democracia da região ao banco dos réus.
Uma última palavra. Para um homem como eu, para qualquer um que se vangloria de ter, com outros, inventado o princípio deste tipo de ações simbólicas ( Barco Pelo Vietnam; Marcha Pela Sobrevivência do Cambodja de 1979; boicotes anti totalitários; ou ainda, mais recentemente, violação deliberada da fronteira sudanesa para furar o bloqueio sob o abrigo do qual se perpetrava os massacres em massa de Darfur), para um militante, em outros termos, da ingerência humanitária e do ruído que vai em volta, existe nesta epopéia miserável uma caricatura, ou uma careta lúgubre, do destino. Porém, razão ainda maior para não ceder. Razão ainda maior para recusar esta confusão de gêneros, esta inversão de sinais e valores. Razão ainda maior para resistir a este desvio de sentido que põe ao serviço destes mesmos bárbaros uma política que foi concebida para lhes combater. Miséria da dialética anti- totalitária e de suas voltas miméticas. Confusão de uma época onde se combate as democracias como se tratassem de ditaduras ou de Estados fascistas. É sobre Israel que se questiona sob o turbilhão de ódio e de loucura - mas é também, ponhamo-nos em guarda, várias das conquistas mais preciosas, notadamente da esquerda, do movimento das idéias de há trinta anos que se vê postas em perigo.
Ao bom entendedor, minha saudação.



Tradução: Rogério P Rabello
Fonte - Publicado no Jornal Frances : Le Monde em 7 de Junho de 2010.